Esposa traçada por dois no curso

Sou Jonas, 29, e minha esposa Carla, 27, temos um relacionamento muito bom, transamos 4 vezes por semana e sempre nos satisfazemos plenamente, eu achava até acontecer este relato.

Carla é loira, magra, cinturinha fina e uma linda bundinha toda carnudinha e arrebitada, que sempre chama atenção por onde passa, naquela semana foi a um curso para melhoramento em uma cidade vizinha junto com uma colega de trabalho, a Priscila, que por várias vezes, já tinha me dito que era louca para dar para mim, mas eu, como sou muito fiel, não levei a sério.

Sempre gelei a moça que, diga-se de passagem, não era de se jogar fora. Nesta viagem ocorreu o que eu nunca imaginaria que poderia acontecer, assim que elas chegaram percebi que minha esposa estava diferente, achei-a muito cansada da viagem e da estadia de dois dias em um hotel, mas percebi que não seria isso, pois estava meio grogue, meio abobada e receosa de falar comigo.

Em seguida ela me disse que iria dormir, assim fez, caiu na cama em um sono profundo.

Eu como sou muito curioso usei a moral que eu tinha com a Pri, para saber o que houve na viagem, fui à casa dela e logo fui recebido com muita surpresa, mas vi em seu olhos que a surpresa não era de felicidade, mas de susto por minha presença. Ela veio disfarçando com uma conversa mole, mas eu fui logo ao assunto e perguntei o que tinha acontecido de errado na viagem, ela depois de muitos rodeios, ela disse:

– Não tenho nada a perder mesmo, vou contar: Desde o primeiro dia a Carla chamou muito a atenção de todos os homens do curso, mas somente dois chegaram até nós para conversar, durante os “Coffee Breaks”. No segundo dia nós recebemos um convite para sair após o curso e tomarmos uns chopes, a princípio a Carla não aceitou, eu fiquei triste porque os caras eram muito gatos, o Ricardo moreno forte e o Maurício, um Japonês magro, ambos enfermeiros.

Na última meia hora do curso, ficamos fofocando sobre eles e a Carla, disse não dá nada, vamos só sair e claro que não iremos fazer nada, só curtir com os caras. Assim conversamos e, no final,  saímos para um bar perto do local do curso, após alguns chopes a Carla já não era a mesma, pois já falava muito e gesticulava bastante, os rapazes estavam muito empolgados e cada vez mais, aumentavam o grau das conversas falando muito de sexo. Após uma certa hora, não sei como, mas algo aconteceu, pois eu e a Carla ficamos muito diferente extremamente exaltadas e estranhas, acho que os caras colocaram algo em nossas bebidas, pois daí em diante, não mais nos contivemos em risos e nem em atitudes, quando olhei para o lado, a Carla estava beijando o Japa, eu apavorei, pois quando dei por mim o Ricardo estava com a mão no meio das minhas pernas e já me tascou um beijo.

Eu não acreditava no que escutava, estava mudo e sem reação com um sentimento de perda, a Pri então, perguntou se eu queria que ela parasse, mas eu disse com muita decisão:

– De forma alguma, pode continuar…

– Então em alguns minutos, quando me dei por mim, estávamos num carro indo para não sei onde, a Carla no banco de trás no maior garra com o japa, que já passava a mão nos seu seios e em tudo mais que ela tinha. Entramos num motel e eu não queria entrar, sabia que era errado, mas não fazia nada, ainda vinha à minha cabeça, que se a Carla que era casada, não estava preocupada, eu é que não iria estragar a festa.

Mas a Pri, me disse que não iria continuar porque tinha medo da minha ração em escutar detalhes, eu numa mistura de raiva e muito tesão, pedi quase suplicando que ela continuasse e contasse todos os detalhes, assim vendo o volume na minha bermuda ela logo prosseguiu.

– Bem…, então, ao entrarmos no quarto eu ainda chamei a Carla e perguntei se ela tinha certeza do que estava fazendo e, ela, muito louca, disse:

– Amiga, eu até pensei em desistir, mas quando peguei no pau do japa, fiquei apavorada e curiosa para ver e sentir aquela ferramenta enorme.

Eu ainda tentei argumentar sobre você, ela disse bem assim:

-Não me chateie com isso, e vá aproveitar-se do seu macho que, quando eu acabar com o meu, vou querer experimentar o seu…

– Nisso ela foi em direção ao Japa e tirou o pau dele para fora, era grande e grosso contrariando tudo que dizem sobre os japoneses… Ela caiu de boca e eu fiquei pasma olhando o tamanho que ela não dava nem conta de colocar nem a metade da boca. Eu então não perdi tempo e caí de boca no Ricardo que um tinha um pau tão grande, mas também era bem grossão.

– A Carla ficou de quatro e eu sendo chupada pelo Ricardo e olhando a cena, pois queria ver como seria e logo, o japa foi empurrando tudo para dentro dela, ela enfiou a cara no travesseiro e soltou um grito… Nisso o japa comentou:

-Acho que essa casadinha não estava acostumada a levar uma rola de verdade!…

– Ela, então, gemia muito no cacete do japa que castigou-a por muito tempo, acho que ela gozou várias vez, e eu não sei como te dizer isso, mas você disse para contar tudo. Ele, em seguida tirou o pau, puxou a Carla pelos cabelos e forçou o pau na sua boca, ela tentou fechar a boca e tomou um tapão e mesmo choramingando, chupou.

– Naquela hora, achei que ela ia parar, mas foi aí que ela ficou descontrolada, chupou o pau do japa com sofreguidão e assim que o japa voltou a fodê-la, ela pedia para ele:

-Vai safado! Me fode toda, me arromba com esse cacetão. O japa, por sua vez, bateu muito nela, a sua bunda ficou toda vermelha. E em seguida, ele repetiu a cena, puxou-a pelos cabelos e colocou o pau em sua boca, ela então abocanhou e recebeu muita porra na boca, no rosto e nos cabelos.

– Eu estava fodendo também muito gostoso com o Ricardo que era muito carinhoso e me fez gozar muito no seu pau. Depois de um tempo, eles trocaram e eu tive que aguentar aquela rola descomunal do japa, quase desmaiei quando ele entrou com tudo, era muito desconfortável eu não sei como a Carla tinha aguentado aquilo por tanto tempo, como eu e o japa não demos muito certo, ficamos um pouco ali e logo ele desistiu. Mesmo assim, tomei muitos tapas na bunda e puxões de cabelos.

– Como o japa ainda não tinha gozado, me deixou e foi até a Carla e o Rodrigo, onde ela cavalgava nele e após um sinal do japa, o Rodrigo puxou a Carla junto ao seu corpo e o que eu achei que não poderia ficar pior, ficou! O japa se posicionou atrás da Carla e foi forçando sua JEBA para dentro do cuzinho da minha amiga… Eu achei estranho, a Carla quieta, mas acho que foi o efeito da droga que eles haviam colocado na bebida. O japa deu uma cuspida no seu pau e foi entrando, o Rodrigo abriu a bunda dela ainda mais e, quando ele colocou a cabeça, ela parece ter despertado. Não pude fazer nada, pois ela num misto de choro e grito começou a dizer:

– Ai filho da puta, desgraçado, tá me rasgando toda. O japa ria e empurrava ainda mais, dizendo:

– Acho…, né…, que casada nunca tomou no cu, né, mas agora tá na hora de receber tudo que ela merece.

– Assim, eles fizeram um sanduíche dela, que gritava sem parar e, assim que o japa gozou no cu dela, o Rodrigo tomou seu lugar, e enfiou tudo de um vez, ela já estava meio desacordada e nem reagia. Assim que o Rodrigo gozou achei que tudo terminaria, mas aí, meu amigo, foi a minha vez… O japa me arrombou toda, tô até agora sem sentar direito!

– Não me lembro de muita coisa depois disso, mas ainda fomos para banheira e eles nos foderão mais ainda, assim que me dei conta, estava acordando na cama do em hotel que estávamos hospedadas e nem sei como fomos parar lá, a Carla estava irreconhecível, descabelada e parecia ainda sobre o efeito da droga. Acorde-a e já era meio dia, perdemos o final do curso pela manhã, então arrumamos a mala e viemos embora.

Eu Fiquei paralisado com o que a Pri me contou, mas com um tesão louco por saber que  minha esposa transou com dois homens. Ela, por sua vez me fez prometer que agora eu iria transar com ela, mas eu respondi que isso seria num outro dia, fui direto pra casa e assim que cheguei, vi minha esposa deitada de bruços com uma camisolinha e, de curiosidade, fui arredando sua calcinha e pude reparar o estrago que fizeram, na sua linda bocetinha ainda inchada, e no seu rabinho que estava, praticamente, irreconhecível com algumas pregas saltadas e totalmente avermelhado.

No outro dia fiz como se nada tivesse acontecido, mas agora não sei o que eu faço, se converso com ela ou se vou atrás dos caras, porque o que eles fizeram, foi praticamente estupro, pois colocar droga na bebida delas, apesar de que, elas também tiveram sua parcela de culpa.

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