Desejo Inocente

06-07-18 Por 3 ★ 3.28

Andando em uma rua deserta, a caminho de casa, Thiago, de 33 anos, percebe um temporal se formando, então começa a apressar os passos, mas ainda bastante longe de casa, é pego pela chuva.

Depois de correr alguns metros ele avista uma casa em construção, que parecia estar abandonada. Ele já estava todo ensopado, mesmo assim entrou na casa.

Embora a construção estivesse realmente abandonada, tinha uma menina de 11 anos, Bianca. Ela estava com uniforme escolar e também tinha vindo se proteger da chuva, mas por chegar bem a tempo, não estava molhada.

— Ih! Pensei que não tinha ninguém morando! — disse ele.

— Eu também não moro aqui.

— Então a casa é tanto sua quanto minha.

— É mesmo! — confirmou rindo.

Ela se apresentou a ele, perguntou seu nome e ficou puxando assunto. Porém, era um pouco ignorada por ele, que permanecia na porta, olhando a chuva.

Para conseguir atenção ela ofereceu um lanche que tinha na mochila. Thiago aceitou, e, a pedido dela, sentou-se ao seu lado, sobre alguns sacos de cimento. Mas, ao perceber que estava molhando, ele levantou.

— O que foi? — perguntou a menina.

— Se molhar cimento e não usar na hora estraga.

— Então tira a roupa.

Thiago sorriu, mas não considerou algo inadequado, e, já que ela não se importaria, decidiu ficar só de cueca e estender o resto da roupa.

A chuva continuava intensa e Thiago estava cada vez mais entediado. Não parava de ir até a porta. Com isso, ele percebeu que, no momento que voltava, a menina olhava fixamente para o contorno do pênis dele na cueca.

Ainda assim, ele acreditava que fosse normal, nem desconfiava que houvesse algum desejo por trás daqueles olhares, até ver a menina com a mão dentro do shortinho.

— Bianca, não pode fazer isso!

— Por quê?

— Na verdade… pode, mas não na frente de alguém.

— Mas eu só tô sentindo isso por sua causa.

— O quê?

— E se você me deixar ver seu piupiu eu te mostro minha pepeca.

Thiago não sente a menor atração por crianças, mas estava curioso para saber onde aquilo poderia chegar. Então disse que deixa, e, também, que nunca tinha visto uma "pepeca" antes.

Primeiro ele foi fechar a porta, colocando, em seguida, dois sacos de cimento encostados. E, quando voltou a sentar ao lado da garotinha, ela puxou a cueca dele. Seu órgão estava completamente flácido e com uma pele cobrindo toda a glandes.

Ela pois a mão e ficou apalpando, sentindo a textura. E ao perceber que a pele era solta ela deslizou para baixo, fazendo aparecer toda a cabeça pálida. E ficou dedilhando.

— Você já viu alguém fazendo isso? — perguntou Thiago.

— Não. Eu acho que só eu tenho esses desejos estranhos.

— Quer dizer que você tem outros desejos?

— Sim.

— E quais são?

— Eu acho que você vai ficar com nojo.

— Pode falar.

— Eu também queria colocar na boca.

Mesmo não tendo interesse em receber oral de uma criança Thiago estava curtindo a ideia de ser "abusado" por uma garotinha, e para simular uma vítima de abuso com mais precisão começou a se comportar como se fosse tímido. E colocou o pênis de volta na cueca.

— Você acha nojento, né? — pergunta ela.

— Não. Mas é errado.

— Eu só quero saber como é.

— Não. — Ele se levanta.

Ela continua insistindo e tentando tirar a cueca dele. O que estava começando a deixá-lo excitado. E, para facilitar, ele pensa nas suas aventuras sexuais, fazendo com que, rapidamente, seu membro ficasse plenamente duro e saísse por cima da cueca.

— Ué! Por quê aumentou de tamanho?

— É porque você está falando essas coisas. — Ele cobre com a mão a parte que ficou a mostra.

— Me deixa pegar outra vez?

— Não. Você quer colocar na boca. E isso é errado.

— Vai ser rapidinho. E eu não vou contar pra ninguém.

— Você jura?

— Juro.

— Então eu deixo. — Ele volta a se sentar e inclina o corpo para trás.

Ela se coloca entre as pernas dele e puxa o excesso de pele, que agora revelava uma glandes avermelhada e rígida, que ela olhou por um instante e depois abocanhou totalmente. Mas ela não fazia movimentos para cima e para baixo, apenas sugava, e deixando os dentes encostar levemente. O que, para alguém como ele, era bastante insatisfatório, mas, por outro lado, aquilo estava deixando-o extremamente excitado, seu membro estava até começando a ficar dolorido. Então achou melhor interromper.

— Você disse que era rápido. — Ele acomoda o pênis de volta na cueca, apesar da ereção.

— Agora eu queria que você também colocasse a boca na minha pepeca. — Ela arria o short junto com a calcinha, levanta a blusinha e deita ao lado dele.

Olhando para a bucetinha dela, que estava toda melecada, Thiago pondera: não queria que a menina ficasse viciada tão jovem, ao mesmo tempo que não queria negar o pedido dela.

— Bianca, alguém já fez isso em você antes?

— Não, só na imaginação mesmo.

O homem se posiciona diante dela, mas permanecendo indeciso. Então Bianca o puxa pela cabeça até encostar a boca dele em sua xotinha. Ele, no entanto, fazia o mínimo de movimento e sem usar a língua, apenas contornava o grelinho com os lábios e fazia leves compressões.

— Isso é melhor do que nos meus pensamentos. — diz ela. — Sinto uma cosquinha gostosa.

Ainda chovia e Thiago estava cada vez mais inquieto, porque sentia seu pau latejar de duro mas não queria se aliviar em tal situação. Com isso, acabou se desconcentrando e deixou a língua encostar no grelinho. Foi o suficiente para causar um arrepio em todo o corpinho de Bianca, seguido de um gemido. Então ele deixou de segurar suas habilidades e revirou toda aquela bucetinha insossa, como se fosse de uma adulta.

— Isso que você está fazendo é muito gostoso… Não pare.

As expressões de prazer que ela fazia estavam deixando Thiago ainda mais excitado. Mas ele só parou quando percebeu que ela parecia satisfeita.

— Agora fica no meu lugar. — diz ela.

— O que vai fazer agora?

— O mesmo que fez em mim.

— Vai colocar a boca outra vez?

— Sim, mas dessa vez vai ser diferente.

Thiago obedece, apenas para saber se ela era capaz de lhe provocar um orgasmo mesmo não tendo nenhuma habilidade. Porém, assim que se deita e fecha os olhos, um prazer intenso toma conta de seu órgão, então ele nota que a menina está usando a língua e esfregando os lábios. No entanto, justamente por sentir tanto prazer, ele ficou incomodado e, na intenção de interromper, ele põe sua mão no rostinho dela para depois puxá-lo para cima, mas não consegue prosseguir, e, em vez disso, apenas acaricia.

— Isso está muito gostoso.

Ela manteve o ritmo, até Thiago perceber que estava prestes a ejacular. Então, para não assustá-la, ele levantou a cabeça dela no último instante e gozou para o lado.

— Isso é xixi? — perguntou ela.

Sem responder, e um pouco sério, ele foi pegar a roupa, que estava quase seca, e vestiu. A menina o seguiu, perguntando se ele estava bravo. Thiago continuou em silêncio, pensando por onde começar, pois tinha muita coisa que Bianca precisava saber. Depois de abrir a porta e olhando a chuva, ele começou a falar. Foi uma longa conversa.

Fim

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,28 de 18 votos)

Por

3 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos

  1. viofla

    Muito massa seu conto, da uma lida nos meus procura por drica a ninfetinha me surpreendeu

  2. Só Fantasia

    Sim leitor, eu sei que você gostaria de ler um conto cuja idade da personagem é 11 anos, mas foram os adminiatradores do site que alteraram.

    • Só Fantasia

      A idade é 5 anos.