A Valeria tanto insistiu que eu concordei – sou corno –

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Meu nome é Claudinei, tenho 28 anos e sou casado com a Valéria, que tem 26 anos. Ela é bonita e tem um corpo espetacular. Tenho a dizer a quem possa estar lendo esta minha vida de casado que, na atualidade o homem que tiver o pênis pequeno ( 15 cm ) assim como eu, 80% de nós estamos fadados a levar chifre ou então, concordar que nossas mulheres arrumem amantes. Hoje em dia as mulheres gostam de homens bem dotados, olha todas gostam, algumas se seguram, por muito respeito ao marido, por religião, etc., mais elas sonham também com um pênis avantajado.
Valéria, certo dia, há um ano e meio atras, se abriu comigo dizendo que, gostaria de transar com uma pessoa que tivesse um pênis maior que o meu. Na hora perdi até a respiração, pois eu amo essa minha garota, amo demais. Ela disse que no escritório onde trabalha, as suas colegas contam suas intimidades e as que são casadas com homens bem dotados se vangloriam disso, dizendo que o sexo é muito mais gostoso e caliente, do que as mulheres que são casadas com homens de pênis pequeno.
Alguns dias depois a Valéria, voltou a falar deste assunto, dizendo que não queria me trair e me botar chifres, que queria uma coisa de comum acordo entre nós dois, assim não haveria traição e sim prazer e muita tesão, de ambos os lados. Fiquei emburrado uns três dias sem falar com ela, até que ela me disse, que já estava fazendo guerra de sexo comigo e que, eu teria até o final de semana para dar a resposta.
Foi franca comigo, dizendo que meu pênis por ser pequeno, não lhe oferecia nenhuma dor ou sensação de estar sendo penetrada, que gostava sim de transar comigo, mais queria experimentar algo mais.
Eu não me conformava em vê-la com outro homem, mais diante da insistência dela, cedi, pois estava claro que, eu ia levar chifres de qualquer maneira aceitando numa boa ou não. Essa conversa foi numa quarta feira, na sexta feira à noite, ela já estava toda sexy, esperando um colega do escritório.
21:00 horas o interfone tocou e eu o vi pela câmera. Medi-o de cima em baixo, mulato, 1,80 de altura mais ou menos, corpo esbelto e com um embrulho debaixo do braço. A Valéria, abriu a porta, ele entrou, fomos apresentados, ele de nome Eduardo, trouxe duas garrafas de vinho, no que sentamos e começamos a conversar. O vinho subiu rapidamente na cabeça, pelo correr dos movimentos eu pude notar que, os dois já tinham certa intimidade um para com o outro, depois a Valéria me disse que, tal intimidade é porque trabalhavam juntos. Ela estava muito sexy e eu percebi que o Eduardo, estava de pau duro, tamanho era o volume por debaixo da calça.
Acabamos de tomar o vinho, ele abraçou a Valéria ali mesmo no sofá, dando lhe um beijo de língua e descendo beijando no pescoço. Ela começou a gemer, ele baixou as alças da blusa dela e começou a mamar aqueles peitinhos lindos que eram só meus, até minutos antes. Perguntei a ele se havia trazido preservativos, no que ele me respondeu negativamente dizendo que, tinha esquecido deste detalhe. Peguei o meu carro, deixando os dois a sós e fui numa drogaria comprar as benditas camisinhas para ele. Quando voltei eles nem fizeram questão de me notar. Os dois estavam nus, ela deitada de costas no sofá e ele fazendo sexo oral para ela, Olhei o pênis dele, analisei e vi que era enorme. Meu pênis ficou duro também, mais naquela instante e noite ela seria só dele,
Comecei a me masturbar, e naquele instante a Valéria, começou a gritar alto que ia gozar e ele dizia goza na minha boca meu amor. Disse ele que delícia de secreção é a sua, vou beber todinho esse mel, goza, mais goza bastante na minha boca..ele com os braços e na posição que ela estava, ele não deixava ela fechar as pernas, assim continuava chupando sua bucetinha lisinha sem trégua e, ela aos gritos pedia para ele, parar, e ele não parava. Eu nunca tinha visto minha mulher jorrar tanta secreção daquele jeito. Com isto, percebi que eu era ruim de cama mesmo. Que ela estava certa em querer outro homem para satisfaze-la.
Dei o preservativo para ele e os dois foram para nossa suite. Eu estava morrendo de ciumes, mais antes ser corno do que perder a mulher que a gente ama.
Ela ficou de quatro para ele e ele foi empurrando aquele imenso membro, devagarinho em sua vagina já bastante lubrificada, e num instante já estava todinho dentro dela. Começaram o vai e vem ele e ela gemendo, e ela dizendo sem parar que estava uma delícia.
Em menos de dez minutos os dois gozaram e daí à noite foi só dos dois.. transaram das maneiras mais imagináveis que eu já tinha visto. Eu trouxe doze preservativos no dia seguinte fui contar, só havia quatro.
Vou ser sincero com vocês, sabem o que eu fiz, no outro dia, fui numa loja de produtos sexy e comprei uma boneca inflável para mim.
Separar da Valéria, eu não vou de jeito nenhum, pois, eu a amo demais. Vamos viver assim, promovendo os desejos dela, até quando ela quiser.
Claudinei

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