A fazenda sacana – parte 2

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Depois de ser pego no pulo batendo uma pelo meu primo, meu coração estremeceu, fiquei nervoso, achei que ele iria contar. Decidi me trancar no quarto para que ninguém viesse falar comigo por medo. Apesar de ter ficado tão nervoso, fui tentar me distrair com alguns jogos no celular. Algum tempo se passou e acabei dormindo, logo pelo entardecer acordei com minha tia aos berros me chamando:

– Ôh seu moleque, abre essa maldita porta e vem aqui me ajudar!

Titia tinha chegado da cidade no carro do sr. Aroldo, até estranhei pois geralmente o Zé era quem costumava levar ela aos sábados para a cidade, Aroldo parecia bem apressado mas se ofereceu a ajudar. Depois de eu e o sr. Aroldo ter ajudado com o tanto de coisas que ela trouxe fui pro quarto pois ainda estava com sono, mas fui ligeiramente interrompido por minha tia novamente:

– Cadê o Zé? E o Louro?
– Eles foram pra o retiro dos vaqueiros, tia. Não tá lembrada? – respondi.
– Ah sim, é mesmo. Tô com a cabeça nas nuvens. – ela disse, rindo.

Todo final de mês, se juntam alguns homens da fazenda para um retiro no alto de uma colina, bem distante das casas da fazenda, onde eles pescam e colhem alimentos, e muitos homens da fazenda levam seus filhos, pois já é um costume, tradição. Eu não costumava ir, na verdade nem o Louro, que só decidiu ir esse ano.
A casa estava vazia, um silêncio só, quando ouço chegar Cicinho, um outro primo meu, que também mora na mesma fazenda. Cicinho tem 27 anos, 1,70 de altura, é negro, um pouco mais que 70kg. Ele sofreu um acidente de carro há um tempinho atrás que deixou a perna dele parcialmente imóvel, ou coisa do tipo.
Cicinho veio à procura de Zé, mas minha tia falou que ele havia ido ao retiro, e pediu para que ele dormisse em casa para se sentir mais segura, e ele aceitou.
Eu não tinha intimidade alguma com Cicinho, apenas falavamos "oi" um pro outro, mas eu não liguei dele dormir em casa, no quarto que eu durmo. Como o costume de quem mora em fazenda é dormir cedo pra acordar cedo é comum, logo caí na cama e fui tentar dormir. Mas Cicinho não largava o cigarro, aquele cheiro insuportável, falei pra ele jogar o cigarro fora e ir dormir, e pedi por favor. Ele só riu e jogou o cigarro pela janela, e finalmente se deitou. Quando eu estava quase pegando no sono, ele solta:

– O Lourinho me contou, viu?
– Contou o que? – questionei.
– Que você tava batendo uma pro Aroldo.
– Que? Como ele sabia? E por quê ele te contou?
– Ele disse que viu o Aroldo te bulinando no rio, tu gostou né?
– Ele tá mentindo. Um pirralho daquele tamanho só sabe mentir.
– Ele já é bem espertinho, pode crê, tu perde pra ele nas coisas que ele já sabe sobre isso. – Cicinho soltou uma risadinha.
– Tu que ensina essas coisas pra ele né? Depois titia reclama disso pro Zé e eles acabam brigando.
– O Zé também ensina isso pra ele, ele também é culpado. O menino já é mestre nessas paradas. – ele soltou novamente outra risada.
– Como assim? Mestre em putaria? – questionei.
– É rapaz, tu ainda não sabe? Lourinho é viado que nem tu, ele gosta de dar o cu, o Zé quase bateu nele uma vez porque ele queria dar o cu logo na hora do Zé tirar o leite das vacas, chorou tanto que o Zé me pediu pra dar umas dedadas no cu dele.

Pasmo fiquei com tudo que ele disse, e como ele sabia que eu era gay? Na hora imaginei muitas coisas, mas tive que perguntar mais coisas:

– Meu Deus. Tu tá brincando né? Como você sabe dessas coisas, e de eu ser gay?
– O Zé que falou que tu é viado, mas eu já desconfiava logo quando tu veio morar aqui. E rapaz, o negócio do Louro fui eu que desconfiei. Quando fomos pro retiro da putaria, no começo do ano Zé decidiu levar o Louro e quando deu a hora de dormir eu vi ele lambendo a pica do Zé. Acho que o Zé nem deve ter sentido por causa do sono, mas eu vi.
– O que é retiro da putaria? – perguntei.
– É como a gente chama o retiro dos vaqueiros, na verdade essa coisa de vaqueiro é só enganação, porque lá só rola mesmo é putaria. Já que poucos vaqueiros vão, eles levam os filhos pra fuderem com eles lá. O Aroldo só vai pra comer o cu do filho mais novo do Geraldo.
– Porra, e você e o Zé? Também vão né?
– O Zé é o furadeira, todo mundo manda ele meter devagar nos cuzinhos mas ele acaba fazendo um estrago. E eu sou o parmalat, só sirvo pra dar leite na boquinha porque nenhum dos meninos aguenta 26cm. – Cicinho riu.

Fiquei calado, imaginando mil e uma coisas. Aquilo me deixou morrendo de tesão e ao mesmo tempo morrendo de vergonha. Meus pensamentos são interrompidos por Cicinho me dando seu celular:

– Vai no meu Whats aí, e procura por Quinha… Achou?
– Sim. – respondi.
– Ouve os áudios.

Caralho, os áudios eram de gemidos, provavelmente de Cicinho sendo chupado por Quinha, o filho mais velho de Geraldo, de 15 anos.

– Quinha me deixou tão louco que esqueci de gravar um vídeo e acabei gravando um áudio, mas ele sabe deixar um macho louco de tesão, tu devia ser que nem ele. Ele não quis me dar o cu com medo de ficar arrombado, e disse que só deu o cu pro pai até agora. Ele já percebeu que tu gosta de rola também. Tu parece uma menininha só que com a voz grossa. – ele riu.
– Eu só tento ser discreto. – falei.
– Tenta e não consegue. Já deu de ficar aí fingindo de santinho. Tu ainda é virgem né?
– Sou, mas eu não quero perder a virgindade agora com você.
– Vixe porque? É medo de ser arrombado também, ou preconceito por causa da minha deficiência?
– Nenhum dos dois motivos. – eu disse.

Fiquei com muita vergonha no momento, nunca tive uma conversa como essa, cheia de putaria, e ao vivo.

– Aff, nem um boquetezinho? – ele pergunta.
– Eu não sei fazer direito. – respondi

Eu ainda deitado, ele levanta do colchão e liga a luz do quarto. Percebi que o pau dele estava sacudindo pelos shorts dele e tava meia bomba. Ele vem até mim e senta na minha cama e me puxa, me deixando sentado também. Ele tira os shorts e eu vejo o tamanho da rola, ainda meia bomba era bem grande, realmente tinha os 26cm.

– Se abaixa e lambe a cabeça do meu pau, se tiver um cheiro de xixi não ligue não, você vai gostar. – ele brincou.
– Não vai ficar duro? – questionei.
– Já tá ficando olha… Agora só precisa de um esforcinho a mais da sua boca, já to quase gozando.

Comecei a abocanhar e chupar o que pude, mesmo arranhando as vezes com os dentes ele continuou respirando ofegante. De repende vejo ele ficar trêmulo, e ele fala:

– Vou gozar, tira a boca.

Ele põe a mão em baixo e o leite todo cai nela, até o último pingo, e leva a mão até minha boca.

– Bebe o leite que tá na minha mão. – ele mandou.

Eu engoli tudo, e ainda lambi a mão que havia os resquícios do esperma.

– Gostou né? Viu como é fácil? E ainda ganha o leite no final como prêmio. – ele sorri.
– Gostei.
– Tua boca é uma delícia, quero te dar um beijo.

Dito e feito, nos beijamos como um casal de namorados. Ele apertava minha bunda e levava o dedo pro meu cu. Com isso ele fica excitado novamente e acabei mamando ele pelo resto da noite. Ficamos a madrugada inteira conversando, nisso ele acaba me falando de várias fodas com os pivetes da fazenda, disse que um chegou até ficar entalado com o tanto de porra que tomou dos machos. Na próxima contarei como presenciei a putaria do retiro

XXX

amores, me desculpem pela demora pra postar a segunda parte, tive alguns imprevistos mas prometo q assim q eu puder postarei a terceira parte!

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