Virei a menina do padre

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Tenho quarenta e sete anos incompleto, o fato que vou narrar aconteceu nos anos oitenta. Nesta época morava eu e minha mãe que era mãe solteira. Minha mãe trabalhava na atual, Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, ela só vinha para casa nos finais de semana.

Morávamos em cidade da Baixada Fluminense. Eu estuda em uma pequena escola que ficava no patio de uma igreja; onde o padre era o diretor. Como minha avó era muito religiosa; o padre era amigo e confidente dela. Apesar de ter apenas 14 anos de idade eu já dava o cu a um amiguinho que deveria ter uns dois anos a mais. Mas, erá muito experiente nas praticas sexuais. Ele morava em uma outra casa no mesmo quintal da minha.

Eu sentia o maior tesão ao sentir o caralho daquele rapaz encher o meu cu de leite. Até que um dia minha avó pegou eu de quatro sobre a cama do quarto do rapaz que vamos chama-lo de Jorge. Com o caralho dele todo enterrado no meu cu. Meu amigo era o mais velho de três irmãos, o menor de um ano e outro de três. Que ele cuidava porque seu pais também trabalhavam, só retornando para casa a noite.

Depois daquele dia eu notei que o padre passou a me observar durante o horário do recreio; sempre que tinha oportunidade ele acariciava partes do meu corpo. Até que um dia ele me chamou na diretória, de onde ele tinha uma ampla visão do patio da escola. Quando eu entrei ele, disse: Marquinho fecha a porta e vem cá porque você está todo sujo de poeira; deixa eu limpar sua parte de traz, se não sua avó vai brigar com você quando chegar em casa.

Ele passou a alisar minha bunda como se estivesse limpando; aqueles toques da mão do padre começaram a me exitar. Conforme ele alisava minha bunda a sua respiração ia ficando mais ofegante. Como eu ainda usava bermuda; ele alisava as minhas pernas subindo com a mão sob o tecido até tocar minha bunda. Encontrando com um dos dedos o buraco do meu cu; me fazendo gemer de tesão. Em quando ele dedilhava meu cu; ele sussurrou em meu ouvido: "Sua avó me contou o que você e seu amiguinho andam fazendo; vou pedir a ela para você me ajudar nos trabalhos da igreja na parte da tarde em troca da mensalidade da escola." Em seguida ele perguntou: Você quer? _Respondi, sim.

Ele perguntou você promete que vai ser carinhoso comigo como você é com seu amiguinho? Respondi também em sussurros, sim. Por já ter três dedos do padre enterrado no meu cu.

Após ele acertar os detalhes com a minha avó; na semana seguinte; após minha mãe também autorizar. La estava eu saindo ao termino da aula e me dirigindo a casa do padre que ficava ao lado da igreja. O padre me recebeu usando uma camiseta branca e uma short tipo de tenista, branco com frisos do lado na cor azul, muito usada na época.

Ele era de origem europeia; com mais de dois metros de altura; porte físico avantajado; pernas e braços fortes.Com poucos pelos que deixava amostra os seus músculos. Quando cheguei fui recebido por um forte abraço e dois beijos no rosto. Em ele me puxando pelos braços me conduziu para biblioteca ficando senda eu e ele sentados em um sofa de coro que fazia frente para uma mesa de uma cadeira codeada por estantes com milhares de livros.

Ao sentar ao seu lado perguntei: mais não vai ser na igreja?

Ele respondeu: Não Marquinho! Você gora será menina desta casa. Onde na parte da tarde só vai está eu e você porque dona Maria já está idosa e cansada e só vai trabalhar até às 12 horas. Fica tranquilo porque você só vai cuidar de mim; porque o resto dos afazeres a diarista que vem ajudar dona Maria já vai deixar tudo pronto.

Agora vamos falar de você! Seguindo o dialogo abaixo:

_A quanto tempo você da o cu?

_A uns dois meses.

_Já deu para outra pessoa sem ser o seu amiguinho?

_Não.

_Tem vontade de dar para um homem de verdade?

_Nunca pensei nisso.

_Já viu o caralho de homem?

_Nunca.

_Quer da uma olhada?

Já com tesão e o cu piscando respondi, Quero.

Ele ficou em pé na minha frente e segurando no meu queixo e olhando nos meus olhos com aqueles par de olhos azuis, disse: tira minha bermuda.

Abaixe o short dele até as sua sandálias; surgindo um volume enorme de caralho sob uma cueca de maia branca. Que eu passei acariciar fazendo ficar mais duro e já molhando o tecido com um liquido saído do pau do padre. abaixei a cueca fazendo surgi um membro de uns dezoito centímetros, grosso, com uma cabeça vermelha ressaltando o contorno arrendondada.

Quando ele disse: pega que é todo seu. Comecei a alisar o seu saco; em seguida acariciando o pau conduzindo a minha boca até o caso, beijando e chupando de baixo para acima até chegar a cabeça que mau entrou em minha boca. Fazendo o padre gemer de tesão.

Em seguida ele me pós de pé sobre o assento do sofa tirou a meu uniforme escolar, me deixando completamente nu; me virando com a bunda voltada para ele; em seguida eu segurei no encosta do sofa; empinado a bunda com o cu piscando e arreganhado.

Que recebeu a língua do padre. Após ele chupar o meu cu por uns cinco minutos. Ele sentou entre as minhas pernas; me fazendo descer com o cu até a cabeça do seu caralho. Quando com um grito de dor; eu deixei aquela cabeça enorme de caralho entrar dilacerando minhas entranhas. Sendo beijado; tendo a língua enviada em minha boca; até o meu cu ceder a largura daquela chapeleta de caralho. Em seguidas deixei o meu corpo descer; sentido cada artéria que contornava aquele membro; cada centímetros até chega ao saco e sentido os pentelhos tocar em minha bunda. Sinalizando que estava tudo enterrado em meu cu.

Tomado pelo desejo de ser arrombado; eu subia e descia naquele pau como um louco urrando e pedindo: Padre me rasga no meio!!! Padre me enche de leite!!! Padre quero ser sua menina para sempre. Até que ele me colocou de quatro e com estocadas cada vez mais rápidas, forte e profundas; encheu o meu cu de leite. Em seguida eu limpei o caralho do padre com a língua. Quando nós estávamos a mesa para almoçar, ele perguntou: "Quem te ensinou a fazer tudo isso e a ficar com om cu limpinho assim, para receber o meu caralho?" _Respondi: Foi o meu amigo Jorge e minha avó! Ela falou se você que da o cu; que seja para um homem que possa nos ajudar e te fazer feliz. Até eu completar dezenove anos eu fui a feliz menina do padre; vivendo os melhores momentos da minha juventude.

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