Usada para o Prazer

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Tirei meu pau de dentro de sua buceta e vi a porra escorrer por suas pernas. Apreciei a visão como sempre fazia quando comia Stefani, aquela jovem apaixonada por mim que permitia-me usar sua deliciosa bunda sempre que quisesse. É claro que, para ela, tinha muito mais do que sexo envolvido, mas isso por que era muito ingênua. Eu a tratava como uma puta barata, não só no sexo, pois talvez ali ela apreciasse, mas também após a transa, quando a enchia de sêmen e largava-a em casa após meter uns dois tapas fortes em seu rabo gordo.
Stefani era uma garota jovem cerca de 17 anos, branca, de pele levemente escurecida, cabelos lisos e compridos, olhos escuros, cerca de 1,64 de altura, um pouco gordinha, mas tinha suas formas. Definitivamente não fazia o meu gosto, jamais namoraria alguém de seu tipo, porém, após ela muito investir e chegar a ponto de declarar-se para mim, decidi que poderia divertir-me um pouco com seu corpo. Apesar de ser um pouco cheinha para sua altura, ela tinha uma bunda e um par de coxas que não eram de se jogar fora. O mais legal é que tirei sua virgindade, tornando-a uma puta devassa de meus prazeres.
Tudo começou quando ela foi até minha casa pedir-me conselhos sobre sua escolha profissional, coisa que, já sabia eu, não passava de desculpa para se aproximar de mim. Já conversávamos durante algum tempo por Whatsapp e ela já havia demonstrado que era apaixonada por mim há muito tempo. Quando ela veio até mim questionar se eu podia ajudá-la a tirar dúvidas sobre a escolha da faculdade, provas e etc. vi a oportunidade de me aproveitar de seu desejo.
Eram 15:00 da tarde quando ela chamou no portão, estava de shorts curto, e uma camisa básica qualquer, não provocava nenhum desejo sexual em mim por si só, mas eu sabia que se conseguisse, poderia fazer coisas com Stefani que ela jamais imaginara. Seus peitos não eram grandes, e isso me encomodava um pouco, mas vi que ela tinha se esforçado no perfume. Convidei-a para entrar e levei-a ao meu quarto, disse que ela estava muito bonita, claro que só para derreter seu senso de razão, e pedi para que sentasse em minha cama. Ela me admirava muito, dava para ver em seu olhar.

– Seu quarto é bonito, bem arrumado. – disse ela, claro, exagerando um pouco para me agradar.

– Tratei de deixá-lo um pouco mais organizado quando soube que viria. – vi seus olhos brilharem, era muito tola mesmo.

Sentei ao seu lado e começamos a conversar sobre suas dúvidas, ela tinha até inventado boas preocupações com seu futuro para expressar-me, sua conversa era genérica, mas dava o melhor de si para encantar-me. Eu já estava farto de explicá-la inoquidades quando resolvi investir.

– Você está muito linda hoje, parece que se arrumou só para me ver.

Ela corou, e deu um sorriso tímido.

– Obrigada. – disse ela, remechendo-se na cama, envergonhada.

Olhei-a por um tempo sem nada dizer, até que aproximei meu labio dos seus e roubei-lhe um beijo, que ela, é claro, correspondeu. Não beijava tão mal, senti que possuía certa habilidade com a língua, mas não tinha pretensão de pedir-lhe para me chupar, só queria seu rabo, usá-lo muito, e fui isso que busquei. Eu a abracei e beijando-a enfiei uma das mãos dentro de sua calça pondo-a em sua bunda. Era macia e não muito dura, tinha certa mobilidade devido a gordura, mas eu gostava daquilo. Como ela não ofereceu resistencia alguma, peguei sua mão e levei até meu pau já muito duro e pulsando, ela pareceu gostar e o acariciou devagar. Comecei a morder-lhe o pescoço e isso a deixou muito excitada, soltando alguns gemidos. Chupei e mordi seu pescoço macio e deixei que ela apalpasse e brincasse com meu pau por cima da calça até que abaixei a calça e a cueca com uma mão deixando minha rola a mostra. Me surpreendi nesse momento, pois ela largou-me imediatamente e avançou em direção à minha rola abocanhando-a ferozmente e sugando-a como uma puta. Ela devia sonhar muito em fazer aquilo, e obviamente, não devia ser tão virgem assim pois seu boquete expressava certa experiência com a boca.
Stefani chupou-me por um bom tempo, babava muito e tocava minha pica enquanto chupava, coisa que eu adorava. Sentia sua saliva escorrer por minhas bolas, ela estava faminta. Sugeri que ela ficasse de quatro, ela atendeu-me prontamente. Aquele rabo gordo com aquele shorts diante de mim já me deixava quase realizado em meus objetivos, abaixei seu shorts juntamente com a calcinha, que aparentemente não fora escolhida na intenção de ser tirada diante de mim, pois era bem infantil. Com o penis ensopado de saliva, penetrei sua buceta sem pensar duas vezes, e ela gemeu intensamente de uma só vez, como uma porca no abate. Eu não sabia de sua virgindade e nem importava-me se fosse ou não, só queria gozar sobre aquela bunda e dispensá-la. Metia com intensidade em sua buceta que estava muito lubrificada com seu líquido natural, não me importei em usar preservativo por que, enfim, só queria fode-la como uma vagabunda e penetrá-la sem camisinha tornava aquilo mais excitante. Segurava sua cintura enquanto fodia sua buceta e batia muito em sua bunda, vendo aquele rabo gordo balançar a cada tapa enquanto Stefani gemia como uma cadelinha. Por vezes cuspi em seu cuzinho escuro e cogitei penetrá-lo, mas limitei-me a enfiar o polegar entro dele enquanto bombava minha piroca em sua xota. Ela deu alguns suspiros quando enfia o dedo no seu cuzinho, mas parecia não fazer muita diferença já que minha rola já a machucava bastante na buceta.
Depois de cerca de uma hora fodendo-a e estapeando sua bunda já bem vermelha, gozei com força dentro dela sem anunciar. Pela a maneira que ela gemia, parecia estar gostando do meu leite quente em seu útero. Após despejar toda a minha porra quente dentro de minha vadia, tirei meu pau de dentro e vi o líquido da vida escorrer por suas pernas. Era prazeroso saber que poderia ter engravidado aquela putinha jovem, pois para mim, não fazia diferença alguma. Puxei sua calcinha para cima, tampando sua buceta que escorria de goza, e a vesti com o shorts sem limpá-la. Após usufruir de seu corpo, pedi para que se retirasse, ela não entendeu a principio e perguntou se tinha feito algo de errado, eu não lhe respondi, só queria que sumiçe de minha frente pois já tinha me dado o que queria.
Ela foi para casa, e posteriormente continuamos nosso caso. Dou-lhe pouca atenção, mas as vezes, quando me dá vontade, mando uma mensagem e peço que ela venha até minha casa; como sua buceta, sempre de 4, posição que a favorece mais, encho-a de porra e despeço-me após conservar vagamente sobre qualquer coisa sem expressar-lhe muitos sentimentos.

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