Pedrinho

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Hoje estou com 18 anos. O que vou contar aconteceu há 8 anos.

Morava com meu pai. Apenas nós dois. Minha mãe, eu nunca conheci, mas era um garoto normal, nunca sofri por conta disso, ou tive traumas, ou fui menos alegre e feliz que os outros garotos. Apenas uma coisa em mim que eu pensava que fosse diferente dos outros: eu não tinha interesse nas garotas, eu prestava mais atenção nos meninos, eu os achava mais bonitos e mais atraentes. Ainda tinha algo mais: eu tinha curiosidade pelos adultos, eu me sentia atraido pelos homens adultos. Tudo neles me atraía: seus gestos, seus jeitos, seus corpos másculos, suas barbas, seus pêlos, tudo. Porém, eu não tinha noção, ainda, que isso tivesse uma relação com sexo, entretanto sabia que não era normalmente aceito pelos outros, e então guardava bem fundo esses sentimentos.

Um dia estava vindo da escola, e antes de chegar em casa eu passava em um barzinho pra pegar um refrigerante pra o almoço. Nessa época eu ficava a tarde inteira sozinho em casa, pois meu pai trabalhava o dia todo. Ele me dava mil recomendações e eu seguia ao pé da letra por medo de ser punido, e havia uma vizinha que estava sempre prestando atenção em meus movimentos, por pedido de meu pai. Neste dia quando entrei no bar, estava lá um rapaz conversando com o dono. Hoje sei que ele era um representante de cervejas. Eu achei ele lindo, era o homem mais bonito que eu já tinha visto. Eu fiquei olhando pra ele com encanto. Ele era muito lindo mesmo. Eles notaram a minha presença e quando olharam pra mim, eu fiquei meio envergonhado, pois fui pego no flagra admirando um homem. Seu Raimundo, que era o dono do bar, perguntou:
– o que foi, Pedrinho? Veio pegar seu refrigerante?
– hum hum – foi apenas o que consegui responder.
Seu Raimundo resmungou algumas coisas que eu não compreendi e disse pra o rapaz:
– me dá um minuto, Emerson, que eu vou lá em cima pegar o refrigerante do garoto. Esqueci de colocar pra gelar.
Ele saiu e fiquei sozinho com aquele homem lindo. Foi a primeira vez que tive essa sensação de euforia e ansiedade perto de alguém e, aumentou ainda mais quando ele sorriu pra mim e perguntou:
– tudo bem?
– hum hum.
– é Pedrinho seu nome, não é?
– é.
– o meu é Emerson.
Ele esticou a mão pra me cumprimentar. Eu estava tremendo. Ele percebeu, ficou segurando a minha mão e perguntou:
– você tá nervoso?
– um pouco.
– por quê?
– não sei.
Ele ficou me olhando, sorriu e perguntou:
– quantos anos você tem?
– dez.
– você mora aqui perto?
– moro.
– e seus pais, onde estão?
– meu pai tá trabalhando.
– e sua mãe?
– ela não mora com a gente. Só mora eu e meu pai.
– mas seu pai tá no trabalho. Você vai ficar sozinho?
– hum hum.
– que horas seu pai chega?
– de noite.
– e ninguém fica tomando conta de você até seu pai chegar?
– não. Eu fico sozinho. Meu pai diz as coisas que eu tenho de fazer, e a vizinha me dá o almoço, e eu pego refrigerante aqui.
– todo dia?
– sim. Todo dia.
Ele ainda segurava minha mão e acariciava, e me perguntou:
– passou o nervoso? Tá mais calmo?
– tô. É porque eu não conhecia você, aí eu tava nervoso.
– mas agora você já conhece, né?
– hum hum.
– somos amigos?
– sim.
– que bom.
Ele fez mais um carinho em minha mão, mas seu Raimundo estava voltando e ele parou. Sorrimos um pro outro. Seu Raimundo me entregou o refri e disse:
– vá pra casa direito, Pedrinho. Mais tarde seu pai já tá em casa.
Eu peguei meu refri, mas antes de sair ouvi Emerson perguntar:
– ele fica sozinho em casa?

Passei aquele dia pensando em Emerson, lembrando de sua beleza, lembrando dele fazendo carinho em minha mão. Pensei em como seria seu corpo, seus pêlos. E pela primeira vez eu idealizei um pênis. Eu sabia que o pênis dos adultos eram maiores e existiam os pêlos, pois sempre vi meu pai nu, sempre tomamos banho juntos. Porém naquele momento eu imaginava Emerson nu. Tive vontade de vê-lo nu, apreciar seu corpo nu. Ver seu pênis. Tive vontade de tomar banho com ele pra ver ele se ensaboar, ensaboar o pau, o saco, da mesma forma como meu pai fazia. E naquela noite enquanto tomava banho com meu pai, eu olhava pra ele e imaginava Emerson em seu lugar. Aproveitei o momento em que ele ensaboava o rosto e estava de olhos fechados pra olhar seu pau e pensar no de Emerson.

No outro dia quando voltava da escola, depois de passar no bar, um carro parou ao meu lado. Na hora senti medo, pois meu pai dizia que se algum carro parasse perto de mim, eu não desse atenção e corresse. Estava já tomando coragem pra correr quando vi que era Emerson quem estava dirigindo. Me senti completamente aliviado e muito feliz.
– oi, Pedrinho – ele me cumprimentou. – tudo bem?
– tudo.
– tá vindo da escola?
– hum hum.
– entra aqui que eu lhe dou uma carona até em casa.
Meu coração pulou de felicidade, mas não podia desobedecer meu pai. Ele sempre disse pra eu não entrar no carro de nenhum estranho.
– não posso – eu disse.
– por quê?
– meu pai disse pra eu nunca entrar no carro de estranhos.
– mas eu não sou estranho – ele disse sorrindo e muito amigável. – a gente já se conhece. Somos amigos, e tenho certeza de que quando conhecer seu pai, seremos grandes amigos. Então, entra aqui. Somos amigos, não?
– hum hum. Somos – eu disse.
– vem.
Ele abriu a porta do carona e eu entrei. Quando sentei ele fechou os vidros que eram escuros e disse:
– pra ninguém ver você e contar a seu pai, se não ele vai brigar com você e eu não quero que isso aconteça. Mas depois eu mesmo vou conversar com ele e dizer que lhe dei uma carona, porque somos amigos e ele vai concordar porque é normal amigos darem caronas. Tudo bem?
– hum hum – eu disse um tanto ainda apreensivo.
Ele colocou a mão em minha coxa, alisou e disse:
– pode ficar tranquilo, relaxe. Somos amigos, e também serei um grande amigo do seu pai. Você vai nos apresentar?
– vou.
– vai mesmo?
– vou.
– que bom, Pedrinho. Que bom mesmo.
Sua mão continuava alisando minha coxa e ele me olhava e sorria. Eu fui ficando mais tranquilo e consegui sorrir também. Fiquei feliz quando ele disse:
– eu tô gostando um bocado de você. Você parece ser um garoto muito legal.
Nesse momento a gente já estava em frente a minha casa e eu disse:
– é aqui. Minha casa é aqui.
Ele não parou o carro e disse:
– vamos até ali perto. É rápido. Só pra gente conversar mais um pouco. Eu trago você de volta.
– meu pai vai brigar – eu disse com medo.
– não vai, não. Fique tranquilo. Eu vou conversar com ele. A gente vai ser amigos. Confie em mim. Você confia em mim?
– hum hum. Confio.
Ele acelerou e não demorou muito estávamos em um lugar que eu não conhecia e era muito deserto. Tinha árvores em volta e não passava ninguém, mas avistei que longe tinha mais um carro parado. Perguntei:
– que lugar é esse?
– aqui é um lugar que as pessoas vem pra ficarem sozinhas e conversarem com mais calma. Está vendo aquele carro lá?
– tô.
– então, aquelas pessoas também vieram pra cá pra conversarem. Igual a gente. Pode ficar tranquilo. Aqui é um lugar tranquilo onde os amigos vem. Tudo bem?
– tudo.
Ele alisou novamente minha coxa, mas agora com um pouco mais de força. Eu tive uma sensação estranha, diferente quando ele apertou minha coxa. E tive vontade de fazer o mesmo, de tocar nele, alisar sua coxa. Quando olhei pra perna dele eu vi o volume em sua calça. Eu imaginei que aquele volume fosse seu pênis. Eu sabia que pênis endureciam. Não sabia ainda os porquês e também ainda não tinha visto um assim, além do meu. Foi o momento mais tenso da minha vida até aquele momento. Eu olhei por um instante e logo virei o rosto. Claro que ele percebeu e perguntou:
– o que foi?
– nada.
– diga o que foi – ele insistiu.
– não foi nada.
– você tá com vergonha de dizer?
– hum hum.
– então já que você tá com vergonha, faça o seguinte, ao invés de falar, você olha.
– pra onde?
– pra o que você viu e tá com vergonha de falar. Tá bom assim?
– hum hum.
Devagar eu fui virando o rosto e olhei pra o volume em sua calça. Estava bastante grande e pulsando. Eu fiquei olhando admirado. Era algo encantador, maravilhoso. Eu estava sentindo algo muito forte, uma sensação nunca antes vivenciada. Sentia meu corpo tremer, minha garganta secar, meu coração batendo rápido. Tive vontade de tocar, pegar, alisar. Queria que ele abrisse a calça e me mostrasse e deixasse eu tocar. Eu queria muito sentir o pau dele. O tamanho, a grossura. Queria ver um pênis adulto duro.
– pedrinho! – ele me chamou me tirando do meu encantamento.
– oi?
– você ficou com vergonha por que meu pinto tá duro?
– um pouco.
– mas ainda tá com vergonha?
– não.
– jura?
– juro.
– o seu também fica duro?
– hum hum.
– tá duro agora? – ele perguntou.
– tá.
Eu não conseguia parar de olhar seu pau pulsando dentro da calça. Era lindo, muito lindo.
– pedrinho? – ele me chamou.
– oi?
– sabe que eu penso em você desde ontem quando lhe vi? Eu fui trabalhar pensando em você, depois fui pra casa e continuei pensando em você. O tempo todo. Por isso que vim hoje lhe ver.
– por que você ficou pensando em mim?
– porque achei você lindo, muito lindo. O garoto mais bonito que já vi. E por isso fiquei com vontade de ver você.
Eu fiquei muito feliz com aquela notícia. Jamais poderia imaginar que ele ou qualquer outro adulto pudesse pensar em mim. Eu disse:
– eu também fiquei pensando em você.
– jura?
– juro.
– e por que você pensou em mim?
– eu também achei você bonito – eu disse meio envergonhado.
Ele sorriu e me fez um carinho no rosto e disse:
– eu estou com muita vontade de fazer uma coisa.
– o quê?
– eu queria lhe dar um beijo.
Eu fiquei muito encabulado nesse momento. Não tinha pensado em beijar ele. Fiquei surpreso. Apenas perguntei:
– na boca?
– sim – ele disse me fazendo carinhos. – quero lhe dar um beijo na boca porque você é muito lindo.
Ele ficou me olhando. Eu estava muito tenso. Quase apavorado com a ideia de beijar alguém, e esse alguém era aquele homem que eu vi um dia antes e achara lindo.
Era uma situação maravilhosa, mágica, inovadora, única pra uma criança de dez anos. Naquele momento iniciava a minha vida amorosa e sexual com aquele homem que era 19 anos mais velho que eu. Ele estava com 29 anos e era o homem mais lindo do mundo.
– posso lhe beijar? – ele perguntou.
– pode – apenas respondi.
Senti seus lábios tocarem os meus. Senti um nervosismo prazeroso. Ele me beijou de novo, e mais uma vez. Senti sua língua passar em meus lábios. Eu não sabia o que fazer, mas estava gostando. Apenas deixei que ele coduzisse o momento. Ele me beijou várias vezes. Eu aprendi a retribuir e já estávamos trocando beijos. Ele disse:
– você é muito lindo. Eu quero você pra mim.
Nos beijamos mais, e ele perguntou:
– quer sentar no meu colo?
Me lembrei do volume em sua calça. Sentar em seu colo era uma forma de ter contato com o seu pênis, e logo respondi:
– quero.
Ele se ajeitou e me colocou em seu colo. Sentei de costas pra ele e logo senti seu pau pulsar em minha bunda. Posso dizer que foi a melhor sensação que tive na vida. Acho que sempre desejei por aquilo. Aquele contato com um homem, com um adulto, pois como disse antes, me sentia atraído por meninos, mas ainda mais atraído pelos adultos. De alguma forma eu sabia que aquilo era um contato íntimo. Eu sabia o que estava acontecendo e, estava adorando.
Ele me abraçou e beijou meu pescoço. Senti ele me puxar e me pressionar mais em seu colo, eu seu pau duro. Eu estava adorando aquilo. Eu queria mais. Ele me abraçou mais forte e me beijava. Hoje sei que ele estava com muito tesão. Ele me abraçava, beijava, acariciava, pressionava seu pau em minha bunda e dizia:
– você é lindo. Muito lindo. Eu quero você. Quero você pra mim. Todo meu.
E perguntava:
– você me quer? Me quer pra você?
Eu não sabia direito o que responder, então dizia:
– quero.
Ele me fazia responder isso várias vezes, e quando eu dizia ele ficava mais agitado e me apertava mais, e roçava com mais força a rola em mim. Me perguntava também:
– tá gostando de ficar no meu colo?
– tô.
– tá gostando muito?
– hum hum.
– tá muito bom. Muito bom mesmo. Desde ontem que eu fiquei com vontade de botar você no meu colo, abraçar e beijar você. Você é lindo. Muito lindo.
Eu sentia sua rola dura roçando em minha bunda. Ele me abraçava forte, as vezes segurava em minha cintura e ficava me mexendo em seu colo. Ele estava muito agitado. Ouvi ele gemer, e me apertou com mais força, e disse:
– vou gozar.
Eu não fazia ideia do que ele estava falando, mas ele repetiu:
– eu vou gozar, vou gozar.
Ele gemeu mais forte e disse:
– tô gozando. Eu tô gozando, meu amor.
Seus gemidos foram cessando. Seus braços me soltaram. Ele ficou calado, parado, respirando forte. Olhei pra ele e estava de olhos fechados. Mais uma vez eu o admirei e dessa vez parece que ele estava mais belo, e por um impulso eu beijei sua boca. Ele abriu os olhos e sorriu, e disse:
– meu menino.
Ele me beijou e me abraçou com muito carinho. Ficamos abraçados um instante e ele perguntou:
– você está bem?
– hum hum. Estou – respondi abraçado a ele.
– você gostou?
– gostei.
– quer passear comigo de novo amanhã?
– quero.
– então amanhã eu vou levar você em minha casa. Você quer ir?
– quero.
Ele me beijou e me fez carinho. Ele disse:
– agora temos que ir embora.
– hum hum – concordei.
Ele me tirou de seu colo. Vi que sua calça estava molhada e também a minha. Perguntei:
– sua calça e a minha estão molhadas. Por quê?
– fique calmo. Tá tudo bem. Amanhã eu explico a você por que molhou. Daqui a pouco vai secar.
Ele me fez mais carinho, me deu mais um beijo e perguntou:
– vamos?
– vamos – eu disse.
Fomos embora dali e eu estava muito feliz e encantado. Ele me deixou próximo a minha casa e combinamos de nos encontrar no próximo dia, depois que eu pegasse o meu almoço com a vizinha, pois ele disse que iríamos ficar juntos por mais tempo, então eu teria que pegar meu almoço pra vizinha ver que eu já havia chegado da escola, e depois sair pra encontrar com ele.

Aquele dia demorou uma eternidade pra passar. Eu estava muito ansioso. Eu queria encontrar de novo com ele. Eu queria ir em sua casa, pois talvez lá ele deixasse eu ver seu pênis. Eu estava com muita vontade disso. Eu não parava de pensar nisso. De ver ele nu, seu pau duro, e eu poder tocar, sentir.

No outro dia fiz tudo exatamente como ele me orientou e no horário marcado eu sair pra esperar ele. Não demorou muito pra ele chegar. Nos abraçamos e nos beijanos. Eu estava feliz, muito feliz. Não sabia o que era, mas estar ao lado dele era a melhor coisa do mundo, e eu desejava que fosse pra sempre. Eu queria ficar pra sempre com ele.
– meu menino, você está lindo – ele disse.
Eu sorri encabulado. Queria dizer que ele também estava lindo, mas tinha vergonha. Fiquei olhando pra ele, admirando. Ele as vezes sorria pra mim e me fazia um carinho. Olhei pra sua calça pra ver se seu pau tava duro, mas não estava. Senti muito desejo de tocar pra fazer endurecer, mas não tive coragem. Rezei pra que em sua casa ele me mostrasse. Era tudo que eu mais queria.
Paramos em frente uma casa e ele mandou que eu esperasse no carro. Ele abriu o portão e logo voltou pro carro. Entramos. Ainda dentro do carro, na garagem, ele me abraçou forte e me beijou. Disse:
– que saudade de você. Parecia que a manhã nunca ia passar.
Ele me olhou de uma forma diferente. Seu olhar, seu sorrisso, sua forma de me tocar. Tudo estava diferente do dia anterior. Tinha mais carinho, mais suavidade.
Ele fechou o portão e entramos na casa. Eu perguntei:
– você mora aqui sozinho?
– sim – ele respondeu. – moro.
Ele se aproximou e me perguntou:
– quer morar aqui comigo?
Eu sorri e disse:
– meu pai não vai deixar.
– se ele deixasse, você viria morar comigo?
– hum hum.
Rapidamente pensei na situaçao de morar com ele. Seria maravilhoso. Poder tomar banho com ele todo dia, ver ele nu, ver sua pica, poder pegar e ficar fazendo carinho até ela endurecer. Se meu pai deixasse seria muito bom.
Sem eu esperar, ele me carregou no colo. Estava realmente feito uma criança carregada por um adulto, e ele estava de novo daquele jeito igual no carro, me olhando e sorrindo. Parecia que ele estava muito feliz. Ele disse:
– eu quero você, pedrinho. Muito, muito, muito.
Ele me beijou e eu me empenhava em acompanhá-lo. Eu queria aprender a beijar. Beijar igual a ele.
Ele me colocou no chão, e eu percebi que seu pau já estava duro. O volume tava bem grande. Agora em pé dava pra ver melhor. Senti um leve nervoso. Ele perguntou:
– você tá bem?
– hum hum.
– você quer ficar aqui comigo ou quer que eu te leve pra casa?
– quero ficar – respondi.
– tem certeza?
– tenho.
Nos sentamos no sofá, um de frente pro outro. Ele perguntou:
– você lembra de ontem no carro?
– hum hum – respondi.
– lembra o que a gente fez?
– lembro.
– você gostou?
– gostei.
– você sentiu que meu pinto tava duro no seu bunbum?
– hum hum, senti.
– você gostou de sentir?
– gostei.
– quer de novo?
– quero.
Ele se ajeitou no sofá, ajeitou o pau duro na calça e me chamou dizendo:
– venha sentar.
Meu coração estava disparado, eu estava completamente nervoso. Levantei sem tirar os olhos de sua pica pulsando debaixo da calça e caminhei em sua direção. Ele pegou em minha cintura e me virou de costas e lentamente acomodou minha bundinha contra seu pau duro. Senti toda a extensão de sua rola nas duas bandas de minha bunda, e começou a esfregar. Ouvi ele suspirar e disse:
– que delícia, Pedrinho. Você é muito gostoso. Tá sentindo meu pinto duro?
– tô.
– tá gostando?
– tô.
– o seu tá duro também?
– tá.
Eu estava gostando muito daquilo. Estava muito bom, estava prazeroso. Era prazer sexual, mas na época eu não sabia. Apenas tinha consciência de que era muito bom fazer aquilo, roçar minha bunda no pau duro e quente de Emerson. E o prazer aumentou ainda mais quando ele tocou no meu pintinho. Eu estava com um shortinho fino e ele ficou mexendo na minha rolinha, fazendo carinho. Eu descobria ali um dos maiores prazeres da vida.
– ai, Pedrinho, que delícia! – ele disse gemendo de prazer.
Seus movimentos começavam ficar mais intensos, mais fortes. Ele me puxava e me apertava no seu pau.
Ele me inclinou um pouco pra frente, ficou segurando em minha cintura e esfregando a rola na minha bunda. Tudo era muito gostoso, e ficava cada vez melhor. Ele perguntou:
– seu pai já brincou assim com você?
– não – respondi.
– nunca?
– não.
– você já viu a pica dele?
– hum hum.
– vocês tomam banho juntos?
– hum hum.
– e ele fica com a pica dura?
– não.
– você olha pra pica dele?
– olho.
– que delícia, Pedrinho – ele disse gemendo. – você é gostoso, sua bundinha é uma delícia. Se eu fosse seu pai brincaria assim com você todo dia.
Nesse momento ele ficou em pé e me colocou de joelhos no sofá apoiado no encosto, e continuou roçando sua pica em toda minha bundinha. Ele gemia muito agarrado no meu corpinho, me beijava e me fazia carinho. Eu tomei coragem e decidi. Chamei:
– Emerson.
– oi, meu bebê?
– deixe eu ver seu pinto – pedi.
– você quer ver?
– quero.
– pra quê?
– eu quero ver como é.
– ai, meu amorzinho. Vou lhe mostrar minha pica.
– mostre – eu disse ansioso.
– você quer ver assim bem dura, não é?
– é.
Ele me beijou com muito carinho, me abraçou e mandou eu sentar no sofá. Ele ficou em pé na minha frente. Sua pica pulsava dentro da calça, e eu olhava hipnotizado e cheio de desejo de ver logo. Ele pegou minha mão e levou até seu pau e me fez alisar. Eu estava maravilhado com aquilo. Jamais imaginei que pudesse ser tão bom tocar no pau dele.
Olhei seu rosto e vi o quanto ele também estava gostando. Comecei a perceber o prazer que ele sentia com aquilo. Comecei a entender o prazer que sua pica lhe dava.
– quer ver? – ele perguntou.
– quero – respondi decidido.
– abra a minha calça – ele mandou.
Eu fui rápido e obediente. Desabotoei a calça e desci o zíper.
Ele fez um movimento e a calça desceu deixando a mostra a sua cueca e aquela protuberância imensa. Ali estava o que eu mais queria, o meu maior desejo. A sua rola dura. Olhei pra ele a espera de mais uma ordem.
– abaixe a cueca – ele sussurrou.
Minhas mãozinhas pousaram em sua cueca. Meu coração estava disparado. Eu puxei, mas como não tinha experiência enganchou na pica. Eu puxei novamente e a rola saltou forte pra fora, bem na minha frente.
A coisa mais linda do mundo. Eu sorri feliz. Estava encantado e deslumbrado.
Emerson alisou minha cabeça e sorriu pra mim.
E a pica pulsava tesa na minha frente, no meu rosto. Era grande, grossa, os pêlos estavam cortados, a cabeça estava melada e do buraco saía uma babinha.
– é grandona – eu disse.
– gostou? – ele perguntou.
– gostei.
Ele acariciou meu rosto e disse:
– é toda sua.
Eu me senti a criança mais feliz do mundo. Estava vendo a rola dura do homem mais lindo do mundo.
– pode pegar – ele disse.
Eu toquei naquela rola sentindo um prazer desconhecido. Eu alisei ela toda e passei a mão pelos pêlos curtos.
– faça o que você quiser – ele disse.
Olhei de novo em seu rosto e sabia que tocar em sua rola lhe deijava feliz. E era isso que eu queria, deixar aquele homem muito feliz.
Comecei a alisar com mais empenho, mais dedicação, mais carinho, afinal eu desajara isso há muito tempo, e Emerson estava me dando a oportunidade de realizar.
– você já tinha visto uma rola assim? – ele perguntou.
– não – respondi.
– a minha é a primeira?
– hum hum.
Enquanto ele me fazia essas perguntas eu explorava a pica dele, que estava extremamente dura em minhas mãos. Também parece que tinha ficado mais grossa e saía mais baba. Ele perguntou:
– você gostou muito da minha pica?
– gostei – respondi.
– tava com vontade de ver ela?
– tava.
– dê um beijo nela – ele mandou.
– dar um beijo? – perguntei.
– sim – ele disse. – você quer?
– quero.
– então beije.
A pica dele tava pulsando presa nas minhas mãozinhas que nem conseguiam fechar em torno daquela rolona.
– beije – ele mandou mais uma vez.
Segurei firme na pica dele e enconstei os lábios. Dei um beijo tímido. Ouvi seu gemido. Olhei pra ele e sorri. Vi que ele estava feliz, e eu ainda mais.
– gostou? – perguntou.
– hum hum – respondi encabulado, mas perguntei – posso beijar de novo?
– claro que pode, meu amor – ele respondeu com carinho. – minha pica tá dura pra você. Faça tudo que quiser. Beije, lamba, aperte, brinque com ela. É toda sua, meu menino.
Eu me senti realmente realizado. Desejei tanto por isso, e aos dez anos já tinha meu próprio homem com uma rola grande, grossa e muito gostosa. Fiz o que tive vontade: beijei, cheirei, passei a língua. Senti o gosto daquele caldinho viscoso que escorria e logo de início não gostei muito, mas me dava uma sensação boa toda vez que eu lambia, e também via que ele adorava quando eu fazia isso. Seus gemidos me incentivavam a continuar e fazer cada vez melhor.
Eu, uma criança de dez anos, dando prazer a um homem de vinte e nove anos.
– alise meus ovos – ele mandou.
Logo eu obedeci e apalpei seu saco grande e cheio. Alisei e fiz carinhos em seus ovos.
– beije.
Cumpri mais uma ordem. Ele colocou o pau pra cima expondo mais o saco. E eu beijei. Lambi seus ovos, seu saco, seus pentelhos. Tudo
Era o meu primeiro contato com uma pica, e eu queria aproveitar cada momento.
– Pedrinho – ele me chamou.
– oi?
– abra a boca.
Como uma criança obediente, logo abri minha boca, e ele direcionou a pica pra ela. Senti tocar em meus lábios. Já conhecia o gostinho da baba quando escorreu sobre minha língua. Continuei com a boca aberta e a rola foi entrando. Senti um pouco de dificuldade em receber na minha boquinha aquela pica grossa, mas ele metia com cuidado, e logo a cabeça inchada e melada se alojou em minha minúscula boca infantil.
– feche a boca – ele ordenou.
Eu obedeci e a cabeça da rola preencheu toda a minha boca.
– chupe – ele disse entre gemidos.
Fiz tudo pra agradar Emerson. Não tinha nenhuma habilidade em chupar rola. Na verdade a cabeçona de sua pica dentro da minha boca já estava quase me sufocando. Fiz algumas sucções na esperança de acertar, e acho que estava conseguindo, pois ele estava gemendo mais. Eu sentia seu corpo estremecer e suar. Ele dizia:
– chupa, Pedrinho. Chupa minha pica. Chupa minha rola. Eu vou lhe dar leite. Papai vai lhe dar leite. Mama minha pica. Mama na minha rola.
Ele começou tirar e botar a pica na minha boca. Ele tava fudendo minha boquinha. Sua pica disvirginava minha boca até então imaculada. Naquela tarde eu perdi a virgindade da boca. Conheci o maravilhoso gosto de pica. Enchi a boca de uma rola maravilhosa, tesuda, gostosa. Eu fui uma criança muito feliz naquela tarde porque provei a pica de um adulto.
Estava prestes a conhecer também o gosto de seu leite. Provar o seu néctar, tomar do seu prazer. Ele disse:
– Pedrinho, vai sair meu leite. Se você não quiser engolir, pode cuspir.
Eu não sabia o que ele estava dizendo. Não tinha nenhuma noção do que fosse o seu leite.
Senti ele ficar mais eufórico, mais rápido dentro de minha boca. Sua pica pulsou mais forte, mais dura. Seu corpo estremeceu e ouvi novamente, como no dia anterior no carro, suas palavras assim:
– vou gozar. Vou gozar.
Apenas esperei. Deixei a boca aberta pra pica entrar e sair, fudendo prazerosamente.
Emerson gemeu forte agarrado a minha cabeça, a pica fudendo minha boca. Ele estremeceu, gemeu, urrou e disse:
– vou gozar… tô gozando… tô gozando… tô gozando…
E a minha boca se encheu de porra. Não tinha a mínima noção do que fosse aquilo. Senti o gosto, e não foi muito agradavél. Desceu grosso e enjoado pela minha garganta me fazendo engasgar, e o que restava escorreu pela minha boca a fora. Por fim tossi e me livrei daquela pica que ainda tava dura e, agora toda melada.
– você tá bem? – Emerson perguntou me fazendo carinho.
– tô, mas acho que fiquei enjoado. – Eu respondi. – o que foi isso que saiu de seu pinto? – perguntei.
– meu leite – ele respondeu.
– leite?! – perguntei incrédulo.
Ele notou meu estranhamento com a situação e disse:
– leite de rola tem um gosto diferente. Você não gostou?
– muito não. Tem um gosto estranho.
– e de chupar, você gostou?
– de chupar eu gostei.
Ele tirou a cueca e a calça que estavam caídas aos seus pés, e também a camisa. Ficou completamente nu em minha frente. Eu olhava fascinado para seu corpo. Era muito lindo e me excitava de uma forma que eu ainda desconhecia, mas sei que adorava contemplá-lo. Sua rola já estava mole e era linda e, maravilhoso vê-la tão de perto. Num ímpeto de desejo e intimidade eu avancei a mão até sua pica e alisei. Foi delicioso tocar nele. Olhei pra ele e sorriu pra mim, então soube que podia continuar. Explorei seu pau mole e macio. Brinquei com sua pica e fiz carinhos.
– você é lindo, Pedrinho. Muito lindo.
Nesse momento tomei coragem, perdi a vergonha e disse:
– você também é lindo!
Ele sorriu, me pegou nos braços, beijou minha boca e perguntou:
– quer namorar comigo? Quer ser meu namorado?
– namorado de verdade? – perguntei todo bobo e incrédulo.
– sim, meu namorado. De verdade.
– meu pai não deixa – disse com toda a minha ingenuidade de um típico garoto de dez anos.
Ele esboçou um sorriso completamente perfeito e disse:
– por enquanto não precisa ele ficar sabendo, então depois eu vou até a sua casa conversar com ele. Tudo bem?
– hum hum – eu disse meio sem acreditar que aquilo fosse mesmo possível, mas como ele era adulto e, os adultos entendem as coisas, eu faria do jeito que ele estava propondo, e muito feliz eu disse:
– eu quero namorar com você.
Senti que ele ficou feliz com a minha resposta, pois me beijou e me abraçou bastante.
– vamos tomar banho? – ele perguntou.
– vamos – respondi.
Ele me levou para o banheiro ainda em seu colo.
Emerson era muito atencioso e carinhoso, ele sempre perguntava se eu estava bem, se eu queria continuar com ele ou se queria ir pra casa. Passamos aquela tarde juntos e fizemos mais coisas muito prazerosas. No final ele me levou pra casa e marcamos de nos encontrar no outro dia.
Depois contarei mais sobre nós, como foi o início do nosso namoro, da nossa paixão, do nosso amor.
Obrigado a todos.

ATT: Daniel Coimbra.

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