Pedrinho (Episódio 2)

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Eis a continuação do conto "PEDRINHO".
Na primeira vez que fui à casa de Emerson eu chupei o seu pau na sala assim que chegamos. Isso eu já contei a vocês, assim como relatei que foi a minha iniciação sexual aos dez anos com um homem de vinte e nove.
Após ele encher minha boca de porra e, eu não ter gostado nem um pouco do sabor, ele me esclareceu que "leite de pica tem um sabor diferente e que, com a prática de mamar eu acostumaria e logo já estaria bebendo todo".

Após tomarmos banho juntos, coisa que eu amei, ele fez um lanche pra gente e em seguida fomos pro seu quarto. Ele me colocou em pé na cama. Fiquei da sua altura. Ele me olhou com muito carinho e disse:
– eu quero me casar com você.
Eu sorri envergonhado. Ele continuou:
– é sério. Eu quero me casar contigo. Você é a criança mais linda que eu já vi na vida, e não vou perder você por nada. Eu quero você pra sempre, todo dia, toda hora, todo meu, e somente meu.
Ele me abraçou e nos beijamos. Claro que o meu beijo devia ser péssimo, mas estava me esforçando pra agradar. Ele me perguntou:
– quer casar comigo?
Eu não fazia ideia de qual seria a resposta certa, então respondi o que deixaria ele feliz:
– quero.
– quer mesmo?
– hum hum.
Ele me beijou de novo e disse:
– eu sou o homem mais feliz do mundo, e vou fazer que você seja a criança mais feliz do mundo
Ele me carregou e eu cruzei minhas pernas em sua cintura. Ele perguntou:
– tá gostando de estar comigo?
– tô – disse.
– de verdade?
– sim, de verdade – respondi verdadeiramente, pois estava sendo maravilhoso estar com ele.
Se fosse possível, se meu pai deixasse eu moraria com Emerson.
– você gostou do que a gente fez? – Emerson perguntou.
– daquilo que a gente fez na sala quando chegou? – eu quis saber.
– sim – ele respondeu. – Você gostou?
– gostei.
– muito?
– hum hum – confirmei. – Só teve uma coisa que eu não gostei muito.
– o que foi? – ele perguntou meio sorrindo como que já soubesse a resposta.
– eu não gostei muito do leite que saiu do seu pinto. Não tem o gosto muito bom. Eu gostei de chupar, de chupar eu gostei um bocado, mas na hora que saiu o leite eu fiquei enjoado.
Ele riu apaixonado e disse:
– da próxima vez que você me chupar, daí quando eu for gozar eu aviso e você tira minha rola da boca e eu gozo fora. Tá certo?
Eu estava um tanto envergonhado por ele usar a palavra "rola" com naturalidade. Lógico que eu já tinha ouvido, mas não tinha o costume de pronunciar. Com meu pai era sempre usado a palavra "pinto". Porém não sabia o que era "gozar" e perguntei:
– gozar é quando sai o leite?
– é – ele respondeu atencioso. – Quando sai o leite da rola é porque eu tô gozando. Você já ouviu que eu digo que vou gozar, não já?
– já.
– então, quando você tiver chupando minha pica e eu falar que vou gozar e você não quiser tomar o leite, então você tira da boca e eu gozo fora. Combinado?
– combinado – respondi.
Eu sorri em meio a um milhão de emoções que aquele momento proporcionou. Tive uma dúvida, e perguntei:
– eu também gozo? Do meu pinto sai leite?
Ele me beijou e explicou:
– ainda não. Você tem dez anos, então com mais um ou dois anos você vai começar a gozar, e depois de mais um tempinho vai começar a sair leite do seu pau toda vez que você gozar, igual acontece comigo.
– com você também foi com onze anos que você começou a gozar?
– foi, e depois com doze começou a sair leite.
– e por que não saia leite com onze anos?
– é assim mesmo – ele respondeu.
– e qual a diferença de gozar e sair leite – eu quis saber.
– gozar é uma sensação muito gostosa que acontece na pica depois que ela é chupada por um tempo. Quando eu tinha onze anos eu gozava, era muito gostoso, mas não saía o leite. Só depois quando eu tinha doze, já perto de treze que começou sair.
– e quem chupava seu pinto pra você gozar? – eu perguntei bastante curioso.
– eu batia punheta – ele respondeu.
– punheta?! – perguntei ainda curioso. – O que é isso?
– eu ainda vou lhe ensinar a bater punheta no meu pau – ele disse me fazendo carinho. – Eu vou lhe ensinar muitas coisas. Você vai adorar. Assim como você gostou de chupar minha pica, você vai gostar de tudo que a gente fizer. Tudo. E logo logo você vai começar a gozar também, e vamos gozar juntos bem gostoso.
– que dia você vai me ensinar a bater punheta no seu pinto? – perguntei já com ansiedade de aprender algo novo que fosse referente ao seu pau.
Ele me olhou tão apaixonado que eu podia sentir o quanto ele estava gostando de estar comigo em seu colo tendo aquela conversa.
– quer aprender agora? – ele me perguntou.
– quero – respondi sem pensar duas vezes.
Emerson me deitou na cama e ficou sobre. Eu sentia o calor do seu corpo grande, másculo e viril. Era uma experiência maravilhosa, excitante e transformadora. Era a minha primeira vez na cama com um homem, e estava acontecendo como eu sempre desejei.
Ele me olhou bastante sério e me beijou. Eu abri a boca e senti a sua língua tocando a minha. Mais uma vez deixei que ele conduzisse e prestava atenção para aprender. Confesso que achei meio estranho quando ele começou a chupar a minha língua e, mais estranho quando foi minha vez de chupar a dele. Sua língua era grande e grossa, mas me empenhei em fazer com carinho e suavidade assim como ele fizera comigo e, comecei a sentir prazer em fazer aquilo. Percebi o quanto era gostoso ter a boca dele colada à minha, e sua língua entre os meus lábios.
Percebi seu pau pulsar tocando a minha perna. Ele estava com o pau duro e esfregava em mim, e com isso senti minha rola também endurecer sob sua barriga.
Sorrimos um pro outro. Ele ficou ajoelhado e com carinho tirou minha cueca. Meu pau tava bastante duro e saía uma baba bem ralinha. Senti uma sensação maravilhosa quando ele tocou em minha pica e fez carinho. E aquele prazer foi aumentando cada vez mais à medida que ele alisava meu pauzinho que, por causa dos carinhos recebidos pulsava descontrolado. Foi realmente inusitado, inesperado, transformador e altamente prazeroso aquele momento. E o meu prazer subiu ao ápice quando ele abaixou a cabeça em direção a minha pica – que naquela época era bem branquinha e cheia de veias fininhas azuis, bastante infantil – e beijou. Foi um beijo parecido o de um pai ou uma mãe que após limpar o seu bebê beija com orgulho e carinho o seu pequenino pauzinho. Mas havia ali, naquele momento, uma grande diferença; ele não era o meu pai. Ele era um homem de 29 anos me iniciando sexualmente aos 10 anos, enquanto o meu pai estava no trabalho e pensava que eu estaria em casa me divertindo com meus brinquedos, como ele recomendara.
Senti meu corpo tremer, minha respiração ficar pesada quando Emerson colocou toda a minha pica na boca e chupou. Foi maravilhoso! Realmente fantástico! Nunca pensei que aquela sensação pudesse ser experimentada.
Sentia sua língua passando por todo o meu pau, alisando, esfregando, lambendo. Lembro que cheguei a pensar que aquilo já fosse gozar de tão gostoso que estava, mas eu mal podia imaginar o qual distante aquele imenso prazer estava de uma verdadeira gozada, coisa que eu vivenciaria dalí a mais uns oito meses.
Emerson tirou meu pau da boca e sorriu, perguntou:
– foi bom?
– hum hum – eu nem conseguia me expressar direito por conta do prazer que ainda sentia – hum hum, foi bom.
Ele ainda estava ajoelhado, e me puxou fazendo eu ficar sentado em sua frente.
Sua pica estava muito dura dentro da cueca. Pulsava forte bem na minha cara. Eu olhava tomado de prazer e tesão. Ele pegou minha mão e botou em cima de seu pau teso. Eu apertei, senti a rigidez e o calor do pau do meu homem. Com a outra mão eu acariciei e apertei os seus ovos que também faziam um volume lindo e muito excitante.
Ele gemeu com prazer e, eu fiquei feliz.
Eu encostei a boca e beijei sua pica ainda encoberta pela cueca azul. Senti a umidade no tecido, era a baba de seu pau melando, melando, melando.
Mesmo sendo a segunda vez que eu abaixaria a sua cueca, não consegui fazer sem que primeiro prendesse no pau dele, e quando consegui soltar a rola saltou extremamente dura, grossa, grande e melada. Senti o cheiro de sua rola inundar meu nariz. Por puro instinto senti minha boca salivar, meus lábios se separarem prontos e esperando para receber e sugar, chupar aquele cacete lindo que dava pinotes e babava em direção a minha boca. Abri o máximo que pude, mas mesmo assim só consegui engolir a cabeça e um poquinho mais. Era muita pica pra uma boquinha tão infantil e pequena.
Entretanto, me empenhei na chupada, queria fazer melhor que a primeira vez. Queria que o meu homem sentisse todo o prazer que ele merecia, e também queria mostrar pra ele que eu era merecedor de mamar no seu pau.
Enquanto chupava e, me esforçava em chupar com perfeição, eu constatei que chupar o pau de Emerson era a melhor coisa que já tinha acontecido em minha vida. Realmente eu adorei fazer aquilo, e enquanto ia chupando e tentando engolir mais eu percebi que iria querer todo dia. Eu não iria querer mais passar as tardes em casa, eu viria pra casa de Emerson e passaria a tarde toda entre suas pernas mamando no seu pau, e no final do dia eu voltaria muito feliz pra minha casa pra esperar o meu pai.
Pra ter certeza do que aconteceria, eu tirei sua pica da boca e perguntei:
– eu posso vir amanhã de novo pra ficar com você?
Ele alisou minha cabeça e perguntou:
– você quer?
– quero.
– claro que você pode vir. Amanhã, depois, todos os dias, quando quiser. Pode até morar aqui comigo pra sempre, pra gente mamar um na pica do outro toda hora que sentir vontade.
– peça ao meu pai pra eu morar aqui com você – eu pedi esperançoso.
Ele apenas me fez mais carinho, sorriu e alojou novamente a cabeça da pica dentro da minha boca. Eu chupei, saboreei, mamei com afinco e vontade. Iria me esforçar pra deixar ele muito feliz, pois dessa forma ele ficaria com muita vontade de que eu fosse morar com ele. E então pediria ao meu pai. E eu iria rezar todos os dias pra que o meu pai deixasse.
Emerson parou de fuder minha boca. Tirou a pica de dentro e disse:
– segure.
Eu peguei com as duas mãos. Segurei pelo meio. Estava muito dura, quente e toda melada da minha saliva. Ele pegou em minhas mãos e fez deslizar sobre seu pau.
Disse:
– fique fazendo assim. Isso é uma punheta.
– isso que é punheta? – perguntei contente enquanto alisava sua pica.
– é isso. Assim mesmo. Aperte um pouco e fique alisando. Puxando a pele pra cima e pra baixo. Assim, bem gostoso.
Eu olhei pra Emerson e seu rosto estava perfeitamente belo. Ele estava sentindo muito prazer com o toque de minhas mãos deslizando e apertando o seu cacete rígido e pulsante.
Eu estava adorando punhetar o meu homem, gostava de passar os dedos na cabeça de sua pica que estava bastante inchada e muito vermelha, e babando bastante. Estava adorando ouvir os gemidos de prazer daquele homem imenso que se deixava ser punhetado por uma criança.
Naquela tarde eu me senti muito feliz.
– tá gostando de bater punheta pra mim? – ele me perguntou.
– tô – respondi. – É bom. Seu pinto tá bem duro.
– você gostou mais do quê? Chupar ou punhetar?
– de chupar – disse.
– quer chupar mais?
– quero.
Ele mesmo apertou seu pau, expós toda a cabeça bem perto da minha boca, e disse:
– é toda sua.
Já me sentia íntimo de seu pau, então logo eu coloquei na boca e comecei a chupar. Senti suas mãos puxando minha cabeça de encontro a sua pica numa tentativa de meter mais rola. Eu abri a boca o máximo possível, pois queria muito engolir toda a sua rola. Seria muito bom conseguir isso. Eu ficaria orgulhoso de mim mesmo e deixaria Emerson bastante feliz. Mas infelizmente eu engasguei, fiquei sem ar, e comecei a tossir. Ele logo tirou a pica da minha boca, e bastante preocupado me abraçou.
– me desculpe, me desculpe – ele disse com carinho. – Perdi o controle, fiquei com muito tesão. Me desculpe. Se chateou?
– não – eu disse abraçado a sua cintura. – Mas você vai ficar zangado por que eu não consegui chupar toda?
– não, meu amor – ele disse ainda mais carinhoso e gentil. – Claro que não. Eu sei que você ainda não consegue engolir toda. Sua boquinha é muito pequena, mal cabe a cabeça do meu pau. Com o tempo você vai aprendendo mais, tendo mais costume e prática e então você vai conseguir engolir toda. Vai chegar até a sua garganta e eu vou gozar bem gostoso.
Eu sorri, me senti melhor. Imaginei seu pau chegando até a minha garganta e ele gozando nela, despejando seu leite dentro de mim que desceria todo pro meu estômago.
– o que foi? – ele perguntou. – Por que tá rindo?
– tô imaginando seu pinto na minha garganta, e quando você gozar o leite já vai direto pra minha barriga.
– assim você vai tomar meu leite todinho. Não vai esperdiçar nem uma gota.
Eu estava abraçado em sua cintura e sentia sua pica dura pulsando em meu peito. Ele me fez deitar e veio sobre mim. Senti que eu desapareci sob o seu corpo. Me senti possuído, tomado. Senti que agora eu era dele, ele era meu dono, ele mandava em mim. Senti sua rola pulsar e melar minha perna, e depois ir deslizando pra cima.
Emerson começou explorar o meu corpo com o seu pau. Começou pelas minhas pernas e foi subindo, esfregando sua rola quente em minha pele branca. Ele deixava um rastro de baba de sua pica sobre mim, sentia meu corpo todo melado dela. Ele esfregou a sua pica na minha, e eu gostei muito nesse momento. Gostei muito também quando em seguida senti sua rola sobre minha barriga. Foi uma sensação maravilhosa ter Emerson sobre mim, esfregando seu pau no meu corpo.
Ele se ergueu e ficou sobre minha barriga com uma perna de cada lado. Sua rola apontava pra cima. Era muito gostoso vê-la dessa forma. Via os seus ovos dentro de um grande saco derramados sobre mim. Ele me fez carinho, e empurrou o pau pra baixo. Encostou em minha pele e a cabeça tocava no meu queixo. Ele ficou roçando a pica em mim, estava batendo punheta bem lentamente. Eu toquei nele, em seu pau, na cabeça. Fiquei alisando com carinho, com prazer, com tesão, com paixão.
Emerson suspirava forte, gemia, estava ficando diferente, eufórico. Eu sentia seu corpo se contrair e ficar ainda mais quente. Emerson estava muito lindo. Eu queria ter uma foto dele daquele jeito pra levar pra casa e olhar toda hora.
Ele apertou forte o pau enquanto eu me empenhava em acariciar a cabeçona vermelha, melada e brilhante que apontava pra minha boca.
Agora ele já gemia forte, se contorcia e batia uma punheta ritmada e gostosa. Então meu homem deu um gemido alto e gostoso, quase um urro animal e disse:
– eu vou gozar. Eu vou gozar, pedrinho. Minha criança, meu menino, meu bebê, eu vou gozar em você.
E vi o leite do meu homem jorrar sobre mim. O primeiro jato voou forte passando pelo meu rosto e acertando a cabeceira. O próximo ainda foi forte e abundante, mas caiu no meu rosto. Melou meu olho, nariz e minha boca.
Ainda tiveram mais uma ou duas porções de leite que cairam quente direto em minha boca, e mais uma vez eu sentia o seu gosto. Me esforcei pra beber um pouco, porém ainda me senti enjoado com a textura, o cheiro e o paladar. Por isso cerrei os lábios para não engolir mais do que já havia.
Mas apreciei Emerson gozando sobre mim, me enchendo com seu leite, com sua porra farta e grossa. Achei lindo seu pau soltando tanto leite, cuspindo e me melando.
Seu corpo tremendo com espasmos de prazer, seus gemidos em meio a uma gozada fantástica, tudo isso foi maravilhoso e só me fez sentir mais vontade de ficar ali com ele pra sempre.
"VOU GOZAR, VOU GOZAR, TÔ GOZANDO, MEU BEBÊ, MEU MENINO, MINHA CRIANÇA". Essas palavras ditas por Emerson enquanto ele gozava em cima de mim ficariam em minha mente por muito tempo. Toda hora, todo momento eu lembrava disso e a vontade de estar com ele só aumentava.
Depois do êxtase da gozada, o seu corpo foi voltando ao normal, seu rosto tornou a ter uma expressão tranquila, e ele sorriu pra mim. E passou os dedos onde tinha seu leite pra me limpar.
– você está coberto de leite – ele disse com um certo prazer.
– tô todo melado – eu falei. – Você me melou todo. Saiu muito leite.
– foi muito gostoso. Muito gostoso mesmo. Foi maravilhoso.
– você gostou mesmo? – eu quis saber.
– claro, meu amor. Eu gostei muito. Foi maravilhoso.
Ele abaixou sobre mim e me beijou na boca. Eu correspondi. Ele deitou do meu lado e me puxou pra cima do seu corpo. Fiquei sobre ele, deitado, acomodado, sentindo seu calor, sua pulsação, e recebendo o seu amor, o seu carinho, os seus cuidados.
Ficamos juntos por muito tempo naquela cama, abraçados e apaixonados. Depois tomamos mais um banho, e infelizmente ele me levou pra casa. E combinamos de nos encontrar no próximo dia, no mesmo horário.
Ainda não sabíamos, mas já estávamos apaixonados um pelo outro.

Obrigado a todos. Esse foi o capítulo dois, logo produzirei e postarei o terceiro.
Abraços a todos.

ATT: Daniel Coimbra.

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