O velho tarado do mercadinho era meu patrão

Meu nome é Dalila. Já passei dos 20 mas meu primeiro emprego foi num mercadinho. Eu tinha 13 anos, já ficava com os meninos da rua e do colégio. Não tinha tido namorado sério, mas adorava beijar na boca e dar uns amassos escondida no colégio e na pracinha. Pegava no pau dos garotos dentro da cueca e deixava eles pegarem nos meus peitos, bunda e bucetinha, mas sem meter o dedo.
Eu era loirinha quando era criança mas depois meu cabelo escureceu um pouco e ficou castanho, mas os pelinhos do corpo são douradinhos. Eu já era bem gostosa, tinha perna grossa, bunda grande, peitos pequenos mas empinados, com bico inchado, rosado. E sempre raspava minha buceta porque era mais gostoso de sarrar.
Por ser gostosa assim, andar com a bunda arrebitada e ficar rebolando (eu adoro que me olhem), levava muita cantada de homem de todas as idades. Vocês sabem como homem é, né? Viu mulher gostosa já começa a putaria.
Então… Minha mãe não tinha muita grana e eu tinha dois irmãos caçulas. Meu pai tinha largado da gente. E como eu não tinha dinheiro pra comprar o que queria nem ajudar em casa, eu comecei a procurar emprego, o que era muito mais difícil por causa da minha idade.
Mas andei em toda lojinha do bairro atrás de trabalho. Nada aparecia.
Até que ouvi alguém comentar que o mercadinho que ficava há umas dez quadras da minha casa estava atrás de uma menina pra atender. Mas a mulher que disse já me advertiu:
– Agora toma cuidado porque o dono é tarado. Diz que a menina antiga de lá saiu porque ele não dava sossego tentando se aproveitar dela.
Eu não tava muito a fim de aguentar cantada de coroa, ainda mais daquele velhote lá, que tinha cara de tarado mesmo. Ele devia ter uns 60 anos, era grisalho, usava óculos e tinha uma pancinha. Tava sempre suado, passando lenço na cara. Me dava nojo só de pensar nele!
Dei uma passada por lá como que não quer nada e, de fato, ele tava sozinho. Era tipo um boteco, sabe? Desses de esquina que vendem arroz, feijão e farinha a retalho.
Não tentei ir lá, ia continuar procurando. Ainda mais que quando o velhote me viu deu uma secada forte, mordendo o lábio.
Mas passou mais tempo e nada de conseguir dinheiro. Eu estava indo pro colégio com tênis rasgado, usando calcinha furada e camiseta descosturada na axila. Não podia nem ficar com os garotos por vergonha. Ia ser zoada na escola inteira.
Aí outra pessoa disse que ele tava atrás de ajuda e eu pensei: bom, acho que ele não vai me obrigar a nada, então vou lá ver.
Fui com um shortinho jeans e uma blusinha de alça. Pé na chinelinha de dedo.
Assim que entrei ele já olhou de cima abaixo por cima do óculos. Eu queria que ele me contratasse então andava meio exibida, rebolando muito.
Cheguei e perguntei se ele estava procurando alguém, pois eu queria trabalhar. Ele disse que sim, mas que eu era muito nova. Perguntou da minha mãe, do meu pai… Parecia que mais avaliava meus peitos que qualquer outra coisa.
No fim, topou fazer uma experiência pra ver se eu dava conta do recado. Era pra atender cliente, limpar balcão e colocar as coisas no lugar. O salário que ia me pagar era metade do mínimo, sem carteira assinada, sem nada. E era pra eu ser esperta porque ele não gostava de gente preguiçosa.
Comecei no dia seguinte. Cheguei na hora e fui fazendo o que ele tinha dito. Fui com outra blusinha de alcinha e um shortinho entalado na bunda, porque não queria que ele me demitisse. Ia agradar, né?
Mas achei que ia ficar só nisso. Que ele ia se dar por satisfeito em ter uma menininha gostosa lá.
Até os clientes compravam mais comigo, porque eu abaixava pra pegar arroz, feijão nos sacos grandes e empinava bem a bundinha. E ele me secava descaradamente, só que eu fingia que não via.
Um dia chegou por trás de mim numa prateleira e veio me dizer como queria que eu organizasse os produtos. O que era mais caro era pra ficar na altura da cara do cliente, e os mais baratos nas prateleiras de baixo.
Eu não tava fazendo assim, então tive que trocar.
Ele ficou por lá, me assistindo de bunda pra cima organizar os produtos embaixo enquanto colocava os preços nas coisas do outro lado.
Mas várias vezes vi o safado arrumando a rola dentro da calça e me secando.
Quando terminei, disse:
– Pronto, seu Osvaldo, tá aqui do jeito que o senhor pediu.
Ele parou meio atrás de mim e disse:
– Muito bem, ficou ótimo. Vou te pagar um extra porque você é muito boa e te trazer uma surpresa amanhã.
Falou isso batendo nos meus ombros pelas costas e de repente desceu a mão até a minha bunda, dando uma passada leve.
Eu estranhei mas não disse nada sobre isso. Continuei terminando e ele achou que era sinal positivo, né?
– Que surpresa?
– Amanhã você vai ver. Mas você é muito boa, viu? Fiz bem de ter te contratado.
E de novo desceu a mão pelas minhas costas e alisou minha bunda.
Eu saí de perto, recolhi as caixas no chão e fui guardar.
No dia seguinte, ele me deu um envelope com R$ 50 e disse que era bônus, pelo meu bom trabalho. Que era pra eu continuar assim e melhorar.
Aí me entregou a tal surpresa. Era um uniforme do mercado. Uma saia que mal chegava até o meio da coxa e uma blusinha de malha que tinha um tecido azul com a marca do mercadinho, e era bem fina. Na hora vi que ia ficar transparente. Ele disse pra eu ir experimentar para ver se tava bom.
Fui no banheiro e troquei a roupa que tava. A saia era tipo evasê, soltinha, curta. Como eu usava calcinha enfiada na bunda, ficava entrando atrás entre as minhas nádegas quando eu andava.
Já a blusa marcava claramente os meus bicos inchados, já que eu usava umas blusas mais grossas sem sutiã. Só que essa era bemmm fina.
Fui mostrar, dei uma rodadinha e o véio se babou todo.
– Tá linda demais, tá muito mesmo.
Pronto, desse dia em diante, nada de gastar roupinha.
Mas de agora em diante o homem vivia me pedindo pra arrumar as prateleiras de baixo. De vez em quando eu tinha que ficar de quatro limpando e ele, claro, não tirava o olho.
Até que uns dias depois, tava eu limpando o balcão e ele veio por trás:
– Essa sainha ficou muito linda em você.
Falou isso alisando minha bunda.
Eu afastei um pouco e dei um sorriso amarelo.
Ele se aproximou de novo…
– Mas fica entrando atrás, né, acho que você usa umas calcinhas entaladas na bunda, aí prende.
Quando falou isso colocou a mão por baixo da saia, alisando direto minha bunda e subindo o tecido. Eu dei um pulo pra trás.
– Que foi? Só tô fazendo um carinho. Tava confirmando que tu gosta dessas calcinhas de putinha, né? Se quiser trago umas de presente pra você.
Eu meio que gelei. Mas não sabia como reagir.
– Não precisa.
– Deixa de bobagem, você é linda e gostosa, tem que mostrar essa delícia mesmo.
Na hora, ele não fez mais nada. Mas passaram uns minutos e ele parou do meu lado.
– Pega esse bloco que tá aí embaixo do balcão.
Quando fui me abaixar pra pegar, ele segurou minha cintura pra eu não me abaixar e, no nervoso, eu abaixei só o tronco, porque ia subir rápido, mas ele encostou o corpo atrás de mim, tava de pau duro. Deu uma senhora esfregada na minha bunda, acho que se abaixou e arrastou pra cima.
Arregalei os olhos e entreguei o bloco na mão dele, que arrancou uma folha e disse:
– Guarda, agora.
Aconteceu a mesma coisa. Segurou minha cintura e como eu não desci de imediato, passou a mão nas minhas costas me empurrando pra frente, fazendo pressão.
Quando eu desci, ele deu uma passada de mão segura bem em cima da minha buceta.
Aquilo me deu um arrepio enorme, mas eu ainda tinha medo e nojo dele.
– O senhor pode parar de fazer essas coisas?
– Menina, sempre fiz com tudo que foi mulher que trabalhou aqui. Se quiser ficar, é assim. Sei que tu vai gostar e vai até ficar feliz de ganhar um extra. Mas se não quiser, pode ir pra casa e não precisa voltar. Deixa a farda aí.
Eu fui ao banheiro e soltei o choro. Estava tremendo, nervosa, não queria perder o emprego mas que velhote seboso!
Sentei no vaso, tentei me acalmar. Quando respirei fundo e já tinha parado o choro, baixei a calcinha pra fazer xixi. Passei o dedo e, olha só, minha bucetinha safada tava toda melada!
Como que pode? Nervosa e excitada? Enfim… Tava bem confusa, mas sabia que não queria perder o emprego. Resolvi tentar ver até onde aguentava.
Quando saí ele tava com cliente. Limpei o rosto e fui arrumar as prateleiras.
Não nos falamos até a hora de ir embora, ele se manteve longe de mim.
No dia seguinte, apareci na hora e ele me olhou de sorriso de canto, sabendo que eu não tinha desistido.
Agora, era sinal verdíssimo, né?
O dia inteiro aguentei calada passada de mão na minha bunda. E ele ainda me fez um pedido. Quando viessem clientes homens desacompanhados, eu podia me exibir mais. Ia me empinar mais pra pegar produto e rebolar. Me abaixar e deixar aparecer meus peitos pela gola da blusa. Assim eles comprariam sempre.
Isso não me incomodava, o meu medo era ele.
No segundo dia eu tava no balcão, passando a limpo o pedido que ia mandar pro fornecedor. Era um balcão alto, que batia pouco abaixo dos meus peitos. Chegou cliente e pegou cesto pra fazer compras. Era um homem e eu pensei que ia ter que me exibir. O velhote disse:
– Fica aqui mesmo.
E parou do meu lado. Enquanto o homem escolhia as compras, ele passou a mão na minha bunda. Alisou, enfio os dedos pelo fio da calcinha e foi bater no meu cuzinho. Me arrepiei de medo e excitação.
Depois foi descendo e chegou na minha bucetinha.
Ele me olhou com cara de safado e sussurrou:”tá toda melada, sua putinha”.
E ficou dedando minha rachinha. Depois arrastou o dedo melado até meu cu e ficou enfiando a ponta. Foi fazendo isso até enfiar mais, acho que quase metade. Eu não podia fazer nada. Quando o cliente chegou, começaram a rir e conversar e ele só tirou o dedo do meu cu quando foi passar os produtos no caixa.
Saí de lá depressa e passei um tempão tentando fugir dele, sair de perto dele. Mas de vez em quando o safado se aproximava e ia bolinar minha bunda.
Quando tava no balcão, passava por trás, empurrando com força o pau contra minha bunda.
Uns dias depois eu tava no balcão mexendo no caderninho de fiados e ele veio por trás. Pensei que ia começar a sarração ou dedada, mas ele prendeu a saia no cós, deixando minha bunda à mostra.
– Fica assim aí, viu?
Daí sentou-se na cadeira dele, numa mesa de canto cheia de papeis e ficou só me secando e apertando a rola, enquanto eu ajeitava tudo. Me excitava mesmo, tenho que admitir. Então eu obedecia quando ele me dizia pra abaixar e pegar algum papel. Fiquei até atendendo cliente no balcão assim, com a raba exposta pra ele.
No fim do dia, ele me chamou:
– Amanhã vem trabalhar sem calcinha.
Gelei, mas também fiquei com tesão.
– Sim, senhor.
No dia seguinte, eu raspei tudo antes de ir trabalhar sem calcinha. Agora que prendia a saia na bunda mesmo.
Quando cheguei, ele disse:
– E aí, veio?
Virei de costas e mostrei a bunda sem calcinha.
Ele riu e lambeu os beiços.
– Putinha deliciosa. Deixa os cliente doido hoje.
Assim eu fiz, me exibi o quanto pude sabendo do risco de verem que eu estava sem calcinha. De tarde, ele me chamou pra organizar documentos no balcão. Eu já sabia que era pra me bolinar.
Mal encostei e ele já veio com a mão direto no meu cu. Desceu pelo rego e alisou com força.
– Abre as pernas.
Assim eu fiz. Tava sem nenhum cliente na hora. Ele desceu a mão até minha buceta e esfregou com força
– Rapariguinha ainda não fez nem 14, né?
– Não.
– Ainda vai levar rola demais.
E eu estava toda melada, concentrada, mexendo nos papéis. Não sabia nem o que tava arrumando, mas mexia de um lado pra outro. O safado se aproveitou e começou a cutucar minha buceta com o dedo. Quando tentou enfiar, eu travei as pernas.
– Que foi? Ainda é virgem?
– Sou.
– Ai que delícia, aí é mais gostoso. Abre as pernas, abre essa buceta.
Voltei à posição anterior, em pé com as pernas meio abertas.
Ele veio por trás de mim, me alisando com força, totalmente tarado.
Pegou minha perna esquerda e apoiou numa banqueta, me deixando arreganhada. Voltou pro lado direito e voltou a me dedar. Como minha buceta tava mais aberta, muito melada e eu tava bem excitada, o dedo dele entrava mais. Não todo, só um pouco mais.
– Arrebita a bunda.
Assim fiz, empinando o rabo. Ele parou pra apreciar a vista, meu cuzinho e buceta rosadinhos arreganhados. Depois voltou pro lado e veio com o dedo todo melado e enfiou no meu cu de uma vez só.
– Que cu arrombado gostoso.
Ele ficava dando dedada no meu cu. Depois tirava e melava de novo na minha buceta encharcada.
– Tá toda melada, tá escorrendo pelas pernas.
Nisso, ele puxou a minha mão e colocou por cima do pau dele na calça. Eu tirei. Ele colocou de novo:
– Deixa, e tira meu cacete pra fora.
Puxei o zíper sem olhar e ele tava sem cueca. A bichona saltou e era grossa, e era grande. Muito maior que dos meninos do colégio. Tinha bastante pelo e eu senti mais nojo. Encostei no saco dele, era grande e mole e fiquei com muito nojo. Mas tirei e fiquei punhetando.
Amassar a cabeça e apertar o tronco me dava tesão. E ele sabia disso porque meu cu se contraía.
– Isso, morde meu dedo, vai. Relaxa a bunda, vou socar outro dedo.
Senti ele cutucar e abrir espaço. Enfiou os dois dedos. Doeu, mas eu tentava relaxar pra deixar entrar e não soltava a pica gostosa dele.
Foram entrando até que estavam totalmente enfiados. E ele ficou socando como se tivesse me comendo. Fez isso até eu me empinar, com os peitos encostados no balcão, abrindo a bunda, pra aproveitar melhor. Aí ele veio rápido e se posicionou atrás de mim. Senti medo, mas na verdade, eu já tava era pedindo pra tomar no cu.
E sem dificuldade a cabeça foi empurrada no meu reto, e senti aquela pirocona grossa, dura e quente me invadir pela primeira vez. Gemi alto por causa do ardor e ele se excitou ainda mais e empurrou tudo. Eu vi estrelas. Mas quando ele começou a socar a pica no meu cu, comecei a rebolar, porque era gostosooooooooooooooooooooooo. Delicioso.
Ele me segurou pelo quadril e meteu, com a porta do mercado aberto, a qualquer momento alguém podia entrar e ver. Depois enfiou as mãos por baixo da minha blusa e ficou beliscando os meus biquinhos… Que delícia! Ainda deu tempo de levar umas boas socadas no rabo e sentir um jato grosso de porra se derramar dentro do meu cu. Que delícia! Fiquei doida pra gozar, mas não gozei, porque foi meio rápido. Quando ele desengatou, senti a porra sair do meu cu e descer nas minhas pernas.
Na hora, parecendo combinado, um cliente entrou pela porta. Ele foi muito rápido para o banheiro, pois tava com o pau pra fora sujo e melado. E eu abaixei minha saia e fui atender, cheia de porra escorrendo no cu.
Não sei se o homem desconfiou porque eu tava muito suada e esbaforida e acho que tinha cheiro de sexo, mas como eu tava só (ele não viu o velho)…. Atendi ele, que foi embora e peguei minhas coisas pra sair, porque tava já na hora de ir pra casa.
Quando eu ia saindo, o meu patrão saiu do banheiro.
– Psiu… Vem cá.
Me aproximei, ele foi até a carteira e me deu R$ 100.
– Não sabia que ainda ia comer um cuzinho de menininha dessa idade. Qualquer dia a gente mete na bucetona, tá?
Gelei e fui pra casa tremendo. Minha virgindade! Mas confesso que na hora de dormir me masturbei feito doida lembrando daquele cacete grosso engatado no meu rabo, até gozar gostoso.
Gostaram da minha história? Depois eu conto pra vocês como ele meteu na minha buceta e me transformou na putinha que eu sou hoje.

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