O Executivo e os garotos – Parte 2

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(Como o próprio titulo já explica, essa é a segunda parte de meus relatos em como comecei a me envolver com homens, especificamente garotos mais novos que eu. Aconselho seriamente a ler a parte 1 para entender todo o contexto da situação a seguir.)

Eu estava ainda atônito com tudo o que acontecia, ver meu enteado se despir na minha frente e me chamar daquele jeito tão manhoso e cheio de carinho me fez perder a cabeça, avancei sobre ele como um cão faminto e o derrubei sobre a cama, meu corpanzil o cobria com facilidade e ele não pareceu temer minha força ou peso sobre ele, pelo contrário, senti as mãozinhas dele tateando por meu peitoral, tocando meus pelos enquanto ele gemia baixo recebendo meus beijos em seu pescocinho cheiroso e macio. Novamente ouvi a voz dele perto de meu ouvido, esta me causando um arrepio delicioso:
– Me beija, papaizinho…
Virei meu rosto para fitá-lo nos olhos e nunca tinha visto algo tão lindo, era um garoto em plena flor da adolescência se entregando para mim, pedindo por meu toque e meus carinhos. Encostei os lábios sobre os dele e o beijei, senti a inexperiência em como ele tentava se adaptar ao beijo, sempre tentando tocar minha lingua com a dele e assim me dando a liberdade de aprofundar ainda mais o toque de nossas bocas que agora estalavam, o ruido da saliva e das nossas linguas se encontrando era presente e não demorou pra que ele começasse a ofegar. Afastei o rosto do dele, cessando o beijo e vi aqueles lindos lábios vermelhinhos ainda úmidos por nossa saliva. Sem dizer nada, ele começou a me despir, retirou minha camiseta e em seguida meu cinto, desabotoou minha calça jeans e foi puxando ela por meu corpo, sem pressa. Meu caralho a essa altura latejava dentro da cueca, marcando ela com baba e foi aí que um breve estalo de sanidade me veio a mente: eu não poderia ficar todo aquele tempo fora de casa ou Silvia teria um ataque de nervos. Peguei o celular no bolso da calça que estava quase caindo da cama e disquei o numero dela, iniciando uma ligação, foi aí que tive a maior surpresa até aquele momento: Gabriel se debruçara sobre a cama, ficando entre as minhas pernas e começou a esfregar o rostinho por meu pau sobre a cueca, me arrancando um gemido rouco e bem nesse momento Silvia atendeu o telefone.
– Opa! Oi, amor.. é.. então, eu tô com o Gabriel aqui na entrada do cinema esperando os colegas dele pra ele não ficar só, vou demorar um pouco.
Como de praxe ela reclamou, dizendo que na unica noite que eu tinha pra dar atenção a ela, ela tinha me perdido para o filho. Mal ela sabia que isso era bem verdade. Fui retrucar mais uma de suas acusações mas mordi o lábio com força ao invés disso, o moleque estava beijando a cabeça da minha rola enquanto me olhava dali de baixo com aquela carinha de anjo, meu cacete latejava e eu apressei uma despedida antes que minha respiração arfante me entregasse. Joguei o celular pro lado e segurei nos cabelinhos dele, quando pensei em dar as instruções o mocinho já ia abaixando minha cueca e colocando minha vara pra fora, o observei manusear meu cacete todo encantado com o tamanho, o porte da vara que era mais grossa perto da cabeça, as mãozinhas que aos poucos iam se melando na baba da pica. Ele me olhava dali, rindo sem jeito com o rostinho todo rubro:
– É mais bonito do que eu imaginei…
– E você imaginou estar assim comigo? – Questionei, um pouco surpreso.
– Sim, desde que você começou a chegar na hora que eu saio pro colégio.. algumas vezes eu vi você se masturbando no banheiro. – Ele confessou, escondendo o rosto em minha virilha e beijando meus pentelhos. Afaguei os cabelinhos loiros do meu bebê e antes que eu conseguisse falar outra coisa já fui sentindo a boquinha dele subir pelo corpo da minha vara até a cabeça, dando lambidinhas nela como um gatinho manhoso e aos poucos engolindo o cabeção vermelho e melado, foi nesse momento que eu dei um gemido alto, me entregando a tentação com aquele garoto que iniciava uma mamada lenta, inexperiente e um pouco receosa.
Notei que ele temia que seus dentes roçassem em meu pau pela forma como dobrava os lábios sobre eles, os cobrindo, eu sorria para o menor, gemendo e afagando os cabelinhos dele, admirando seu esforço em engolir meu cacete que a todo momento pulsava jorrando a baba de rola sobre a lingua deste. Em dado momento ele tentou engolir tudo o que conseguia e se engasgou, soltando muita saliva sobre meu pau, chegando a escorrer pelo queixinho dele, foi aí que retirei o pau da boca dele e deixei que ficasse me punhetando enquanto eu lhe acariciava o rostinho e descia a mão por seu corpo, tocando nos peitinhos bicudos que o moleque possuia, ele deu um gemidinho miado e aquilo me deixou ainda mais descontrolado de tesão. Me joguei por cima dele, abocanhando seu mamilo direito, chupando aquele biquinho rosado, prensando entre os lábios e dando puxadas leves enquanto ouvia ele gemer e se contorcer, me chamando de ‘papai’ entre os gemidinhos sôfregos.
Decidi dar um passo ainda mais ousado, fui descendo os beijos pelo corpinho liso e branquinho dele até chegar em sua virilha que tinha só uma leve pelugem loira e seu pauzinho estava duro, todo meladinho, o que me fez dar um sorriso malicioso e então estiquei a lingua para lamber ali, provando o pré-gozo salgadinho daquele anjo loiro e o ouvi gemer alto, vi seu corpo se contorcendo de tesão. Tomado pelo desejo, pela primeira vez comecei a mamar em um pau, mesmo que fosse daquele menorzinho sacana, ia engolindo o membro que não deveria ter nem 14 cm sequer, colocando-o todo em minha boca e retirando em seguida enquanto notava ele abrindo suas perninhas, se arreganhando na cama e ficando totalmente entregue a mim. Nesse momento fui tirando a boca dali e perguntei a ele enquanto alisava suas coxas com as mãos:
– Você já fez isso com alguém, Gabo?
Ele demorou a responder, estava ofegante e com o rostinho todo vermelho, notei o nervosismo em seu rosto e sua voz:
– M-mais ou menos, papai.. eu só brinquei algumas vezes com aquele meu primo, o Augusto, lembra?
Realmente, houve uma época em que Augusto, que é 3 anos mais velho que Gabriel, não saia de casa e a todo momento inventavam algum pretexto pra que ele dormisse lá, Silvia não estranhava e nem eu, afinal os dois pareciam ser unidos e bem próximos desde sempre.
– E o que vocês faziam?
– Hm.. eu brincava de chupar o piru dele e ele brincava com o dedo no meu buraquinho.
– É? Só com o dedo? E você gostava? – Perguntei já erguendo as perninhas do menor pra cima, vendo o bumbum carnudo dele e o reguinho oculto entre os morrinhos de carne, com meu pau babando tanto que chegava a fazer uma trilha no lençol.
– Sim, papai…
– Então deixa eu te mostrar uma brincadeira nova, filhotinho.
Fui arreganhando as pernas do menor, deixando aquele reguinho ir se escancarando pra logo em seguida o cuzinho pequeno e rosado aparecer, era a coisa mais linda que eu já tinha visto aquela entrada pequenina, rosada igual a uma pequena buceta, piscando pra mim. Aproximei meu rosto e toquei a entradinha com meu nariz, fungando-a profundamente e sentindo o cheiro doce e suave da intimidade do meu anjinho loiro. Ele gemeu em resposta e foi meu sinal verde, pus a lingua para fora e dei uma lambida longa naquele buraquinho só pra abocanhá-lo em seguida, cobrindo o mesmo de saliva e iniciando um beijo de lingua naquela entradinha pra que o menor nunca se esquecesse. Ele parecia uma cadelinha ganindo e se contorcendo, seus gemidinhos se misturavam a sua respiração e ele remexia o quadril de um lado para o outro, percebia o quanto ele queria retribuir o prazer que eu estava proporcionando a ele mas nenhuma retribuição se igualava a honra que era provar daquele buraquinho virgem daquele molequinho delicioso.
Fui pressionando a lingua entre as preguinhas, fazendo uma massagem profunda nelas até onde conseguia ir e em seguida afastei o rosto, ficando a lamber só em volta do orificio apertadinho, tentei colocar um dedo ali mas o pequenino logo reclamou de dor então recuei. Puxei ele para o meu colo e coloquei meu cacete entre as suas nádegas, apertando ele entre elas e fazendo uma espanhola naquele reguinho enquanto ele se agarrava em volta do meu pescoço. Queria meter naquele rabo branquinho mas isso ia requerer tempo e paciência, não poderia ser naquele quarto de motel, principalmente com a mãe do pirralho esperando por nós em casa.
No meio desses meus pensamentos veio a voz dele novamente:
– O senhor quer gozar, papai?
Nem me dei ao trabalho de perguntar como ele sabia daquilo, já imaginava que deveria ter sido alguma aula com o tal primo. Agarrando na rabetinha do moleque, comecei a fazer ele subir e descer com meu cacete encaixado entre as bandas daquela bundinha, sentindo todo o calor do cuzinho melado dele e ele gemia me encarando, alisando meu peitoral e me chamando sempre de papai.
Não pude resistir muito mais, acelerei os movimentos e meu cacete pulsava com mais e mais força, foi aí que o moleque novamente me surpreendeu se soltando de mim e se debruçando com pressa sobre meu colo, segurei o rostinho dele com uma das mãos e com a outra guiei a cabeça da pica para sua boquinha, ali eu jorrei a gozada mais farta que já havia dado, urrando de tesão e com os olhos fechados. Não sabia se o molequinho estava bebendo minha gala ou deixando escapar pela boca e tal qual foi minha surpresa quando olhei pra ele e o mesmo tava se lambuzando, recolhendo toda a porra do canto dos lábios e também os resquicios em cima da cabeça da pica, sempre me olhando com aqueles olhos claros e com o sorriso meigo.

Demoramos alguns minutos pra nos recuperarmos e nem pudemos nos dar ao luxo de ficar ali mais um tempo, tomei um banho rápido com o garoto junto de mim, onde trocamos beijos e mais algumas caricias. Nos secamos da maneira mais eficiente possivel a fim de não chegarmos com o cabelo molhado em casa, ainda dei uma volta com ele e pegamos um lanche no McDonalds pra nós dois e para Silvia, o lanche dentro do carro com os vidros fechados era mais pra disfarçar o cheiro de ‘sabonete de motel’ do que propriamente matar a fome.
Chegamos em casa e Gabriel fingiu um mal humor pra ir direto para o quarto, encontrei Silvia no quarto, usando o computador e expliquei a ela que os amigos dele foram na sessão anterior a que haviamos chegado e ele achou melhor vir pra casa, minha esposa estava mais preocupada em responder suas mensagens no MSN do que se incomodar com a história do filho, então não fez perguntas e só saiu do PC pra comer o lanche que eu havia trazido. Tomei o cuidado de tomar outro banho, repassando tudo o que acontecera e ainda era surreal demais pra mim, ao mesmo tempo em que eu maquinava alguma forma de ter mais tempo a sós com o garoto.
Foi aí que uma idéia brilhante me ocorreu mas pra isso eu precisaria de planejamento.
Não encontrei mais Gabriel no resto daquela noite e depois do meu banho e da punheta que toquei pensando no gostinho doce do moleque em minha boca, acabei vestindo um pijama qualquer e fui dormir.

Meus planos não estavam seguindo como o esperado e eu ainda não tinha conseguido um tempo a sós com o garoto, já haviam se passado quase duas semanas desde nossa ida ao motel e eu sentia a urgência de comer aquele rabinho farto e branquinho, só de lembrar a carne leitosa e macia do meu enteado eu já ficava de pau duro. Por mais que ele e eu atuassemos muito bem em fingir que as coisas estavam seguindo sua normalidade, ambos sabiamos que era questão de tempo até a pólvora se incendiar de novo, prova disso eram os constantes esbarros dentro de casa em que eu esfregava o volume da rola nele ou ele passava por mim empinando a bundinha, sempre usando cuecas minusculas que pareciam ser de anos atrás, coisa que fez Silvia até lhe dar um sermão:
– Que isso, Gabriel? Dessa idade e usando essas cuecas de quando era um anãozinho!
Ele ficava sem jeito, ria, dizendo que era porque preferia usar elas em casa pra não ‘gastar as novas’ e sempre que fazia isso me olhava rapidamente e desviava em seguida.
Nos dias seguintes Gabriel e eu conversavamos frequentemente pelo celular, expliquei a ele certas coisas sobre higiene, principalmente da região anal e o safadinho me contou como aprendeu a usar a ducha no banho para se limpar sempre que usava o banheiro. Eu já tava ficando louco e precisava devorar aquele moleque, então tive a idéia mais sem noção de todas. Já que mascarar uma folga e fazer o moleque matar aula por um dia não tava dando certo, eu atacaria a noite.
Esperei pelo meu turno que ocupava tarde-noite e cheguei em casa as 22, minha esposa estava na sala, cochilando e sem nenhum sinal do anjinho. Era aquela a hora. Fui até a cozinha e peguei um copo d’água, neste dissolvi um analgésico que geralmente tomava pra dores fortes que sentia na coluna (por trabalhar muito tempo sentado) e que por efeito colateral principal tinha a sonolência. Voltei até a sala e minha esposa acordou, dizendo que estava vendo novela e acabou pegando no sono, me viu com o copo de água na mão e pediu um gole. Bingo. Falei a ela que podia beber que eu buscava outro, ela simplesmente virou o copo d’água demonstrando toda sua sede e foi se encaminhando para nosso quarto dizendo que ia me esperar na cama, avisei a ela que iria jantar e logo mais a encontraria no seu aposento. Mal sabia ela que meu jantar era o rabo de um loirinho branquelo. Esperei alguns minutos ali na sala e fui até o nosso quarto em ponta de pés pra ver se o remédio havia surtido efeito, Silvia estava desmaiada na cama, dormindo profundamente, era agora ou nunca.

Entrei no quarto de Gabriel com cautela, estava tudo escuro, fechei a porta com cuidado e fui me aproximando da cama dele, liguei o abajur que ficava em sua escrivaninha e deu pra ver como o pequenino dormia bem, estava de bruços, com uma cuequinha pequena e justa que chegava a entrar em seu bumbum carnudo. Me aproximei, já me despindo da roupa do trabalho e ficando só de cueca, abracei aquele corpinho cheiroso e curvilineo, vendo ele despertar aos poucos e sem dizer nada me deu um selinho nos lábios. Fui beijando o seu pescocinho e suas costas até chegar no reguinho dele coberto pela cuequinha cavada, descendo esta e abrindo a bundinha do menor, percebendo como aquele cuzinho estava cheiroso, bem lavado, não contei conversa e dei um banho de lingua, caprichando na saliva, sempre empurrando pelas preguinhas adentro do menor.
Meu pau latejava dentro da cueca, quase rasgando o tecido de tão duro que estava, principalmente pelo fato do garotinho dar leves reboladas contra o meu rosto, ele estava mais solto e com certeza andara vendo videos eróticos pra ‘aprender’ um pouco mais. Depois de salivar bem aquela entradinha pequena e fechada, pressionei meu dedo médio e senti as preguinhas se trancando a principio, fui dando beijos nas nádegas dele e perguntando enquanto o acariciava nas coxas:
– Eu quero saber se eu posso fazer isso com você.
Ele ficou calado por alguns segundos e logo respirou fundo, senti as preguinhas relaxando e meu dedo passou a entrar devagar naquele cuzinho apertado, ouvi os gemidinhos dele, e então o rostinho do garoto virou de lado para ele me fitar de canto:
– O senhor me quer tanto assim, papai?
Como resposta eu pressionei o dedo mais fundo ainda, enfiando até onde pude naquele cuzinho e o ouvi gemer abafado com o rosto contra o lençol.
– Mais do que tudo, meu bebê.
Passei a fazer um vai e vem com meu dedo naquele cuzinho, sempre beijando as nádegas dele e fazendo carinho em seu saquinho liso, seu pau durinho e melado. Aos poucos fui colocando um segundo dedo, o indicador, e agora já massageava ali dentro, ameaçando girar os dedos e vendo como ele se empinava e se contorcia, mascando meus dedos com as pregas do cuzinho quente.
– Hnnnn.. paizinho, eu quero você. Quero agora…
A principio não entendi o que ele quis dizer com aquele pedido mas logo ele mesmo se fez entender ao me colocar deitado na cama, de barriga para cima e com o pau em riste. Por pura precaução dei uma cuspida em cheio na mão e levei o cuspe até a cabeça do meu pau, espalhando por ali e deixando bem untado para o jovemzinho aproveitar.
Ele se posicionou por cima de mim, agachando sobre meu quadril e apoiando-se em minha barriga, foi mirando a cabeça do cacete em sua entradinha e começou a sentar, pressionando a cabeçorra com o cuzinho que oferecia muita resistência e obviamente estava doendo, fiz menção de tirá-lo de cima de mim mas ele prendeu minha mão a sua cintura pra que eu não me envolvesse, então deixei que ele fosse tomando conta da situação, empurrando o rabinho na minha vara e aos poucos a cabeçorra grossa e melada rompeu aquele primeiro bloqueio, chegando a fazer um ruido molhado quando atravessou as preguinhas iniciais, entrando naquele buraquinho quente e apertado.
Tive que me concentrar o máximo que pude pra não gozar naquele momento, sentir o pivetinho me apertando a vara com o cu era gostoso demais e eu gemia abafado, prensando os lábios pra que não fizesse barulho e depois de um curto tempo ele foi sentando de novo, dessa vez até a metade da rola, sempre em um ritmo lento, sentando até a metade e subindo, sempre com aquela carinha de dor mas nunca com o pau a amolecer. Fiz carinho em seu rosto e ele me fitava, subindo e descendo em meu pau, eu ainda não acreditava que estava a tirar a virgindade do meu enteado, não queria sair daquele momento nunca. Foi aí que meu instinto passou a me dominar, acabei agarrando a bundinha farta dele e fui metendo, fazendo o cabeção entrar e sair, assim como mais da metade da caceta que agora arregaçava as preguinhas vermelhas e inchadas do meu bebê enquanto ele gemia, rebolando na minha rola e aos poucos se deitando sobre meu corpo, ficando só com o bumbum pra cima enquanto tomava vara naquele ritmo cadenciado, cada vez mais intenso. Tomava cuidado pra não passar dos limites com a vara socando nele ou o machucaria de verdade, então preferia seguir metendo só da cabeça até a metade mesmo que fosse em um ritmo mais acelerado.
Ele começou a sussurrar coisas desconexas, me olhando, parecia dopado de tesão e ao mesmo tempo de dor, foi então que beijei sua boca com desejo, paixão, ao mesmo tempo em que meu corpo cedeu ao prazer e minhas estocadas agora iam mais e mais fundo, aos poucos eu já estava com a vara toda sendo socada naquele cuzinho rosado e fazia o menor se remexer sobre mim a cada empurrão que meu quadril dava contra a raba branquelinha dele.
Sentia as mãozinhas delicadas me arranhando, apertando meu peitoral e não pude mais resistir, dei mais algumas estocadas que acabaram por arrancar gemidinhos chorosos do ninfeto,eu gemia abafado, falando:
– Você tá me deixando louco, neném…
Ele tentava me responder através dos gemidos:
– O senhor é.. Uhnnf.. tão grandão, papai… aiii…
Só de ouvir aqueles gemidinhos manhosos dele meu tesão ia a mil e em poucos momentos depois, seguidos de estocadas fortes naquele rabo, meu gozo jorrou em seu cuzinho, a quantidade era tanta que chegava a transbordar rapidamente, melando meu saco e minhas coxas enquanto ele ainda rebolava, se empinando todinho, foi aí que senti algo meladinho e quente em minha barriga, era a goza do meu anjinho loiro que estava se deliciando em gemidos e reboladinhas ainda apertando meu pau com suas preguinhas ardidas.

Sorri satisfeito, olhando para ele ainda ofegante e todo molinho de tesão por aquela foda, com cuidado retirei meu pau do seu interior e rapidamente peguei minha camisa pra ‘estancar’ o rio de porra que escorria de dentro do molequinho. O carreguei em meu colo até o banheiro do seu quarto e ali tomamos um longo banho, lavei todo seu corpinho, os resquícios de porra e deixei que ele me mamasse uma ultima vez naquela noite enquanto me enxaguava, tirando o suor do corpo.
Ele se recompôs, colocando uma cuequinha limpa e trocando seu lençol, eu vesti minha cueca e coloquei minhas roupas sobre o ombro. Antes de sair do quarto ele correu até mim e me deu um beijo na boca, falando baixo:
– Eu te amo, papai.
Acariciei os cabelos dele e retribui seu beijo, falando:
– Não queria que tivesse sido assim as pressas e nem queria ter te machucado.
– Mas não machucou, foi tudo tão incrivel…
Ele sorria, todo abobalhado, eu dei um beijo em sua testa e me despedi. Ainda estava um tanto trêmulo por toda a adrenalina e surpreso comigo mesmo pelo extremo a que havia chegado. Entrei em meu quarto e joguei as roupas no cesto dentro do banheiro, fui até a cama e me deitei com cuidado, Silvia estava na mesma posição de antes, dormindo em sono profundo.
Demorei a dormir, estava a pensar em tudo o que aconteceu e mais precisamente em tudo o que poderia acontecer dali pra frente.
Eu teria mesmo um caso com meu enteado?

[Continua]

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