O Executivo e os garotos – Parte 1

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Olá a todos, começarei esta (longa) história, sobre como me apaixonei por garotos mais novos que eu, me apresentando. Essa história será dividida em capítulos pra que não se torne uma leitura cansativa e assim vocês possam aproveitar melhor deste relato.

Me chamo Cláudio, tenho atualmente 46 anos, trabalho em uma empresa de logística, na parte administrativa. Sou moreno claro, tenho 1 e 90 de altura, cabelos e olhos negros, cabelo enrolado, o corpo forte mas não musculoso, já fiz academia por um tempo e foi o suficiente pra me constituir fisicamente, tenho pelos finos por todo o peitoral e estes descem por meu abdomem fazendo o chamado ‘caminho da felicidade’. Não sou um deus grego mas estou longe de ser um cara que não chama a atenção, meu sorriso e minha barba me garantem uns pontos a mais em questão de flerte.

O que vou começar a contar aqui teve inicio há cerca de 10 anos atrás, quando eu ainda era casado com uma esposa que fez tudo pra me manter dentro do sagrado matrimônio e por conta dessas amarras o relacionamento acabou se desgastando.
Fui casado com Silvia desde meus 33 anos, sendo que namoramos desde que tinha 31 e ela 29, nosso namoro sempre foi cheio de aventuras, transas em locais arriscados e nunca escondi a ela minha fantasia bissexual, em transar com ela e outro cara junto, só que pra minha infelicidade minha esposa nunca aceitou partir para a concretização desta fantasia. Quando começamos a namorar ela já tinha um filho de 11 anos, Gabriel, fruto de uma aventura adolescente que assim como a mãe era uma coisinha linda, cabelos loiros e bem clarinhos, corpo cheinho e sorriso cativante assim como o da mãe, a unica diferença é que ele possuia olhos verdes e não azuis iguais aos de Silvia, possivelmente herdados do pai mas este era um assunto que eu e minha esposa evitavamos comentar, principalmente perto do garoto.
Gabriel cresceu e seu aniversário de 14 anos foi em meio ao inicio do fim de meu relacionamento com sua mãe, que ficou extremamente possessiva e ciumenta desde nosso matrimônio. As brigas eram constantes e eu não conseguia apaziguar porque ela sempre arranja algo pra usar contra mim, fosse minutos que eu chegasse mais tarde em casa, fosse o cheiro da bebida em meu hálito que eu tomava após os dias longos de trabalho… Foi aí que minha aproximação com Gabriel se deu.

Eu no meu inicio de carreira ainda trabalhava como auxiliar administrativo nesta mesma empresa de logística, que por não ter horários fixos exigia que eu constantemente mudasse minha rotina, por isso eu constantemente trabalhava de madrugada, dormia pelas manhãs e quando estava para anoitecer saía para trabalhar de novo. Em uma dessas madrugadas o trabalho foi mais longo que deveria e acabei chegando em casa as 7 da manhã, não havia mesa posta me esperando para o café, não havia bilhete e nem recado de Silvia, ela estava cada vez mais descrente da minha fidelidade e compromisso com ela e mais carrasca comigo e meu emprego. Procurei não esquentar a cabeça com a falta de consideração dela e fui pro banho, passei um quarto de hora sentindo a água morna do chuveiro me cobrindo e não percebi que havia deixado a porta do banheiro escancarada, ouvi leves batidas nela e aquilo me tirou do estado ‘zen’ que eu estava, era Gabriel, a voz suave e cautelosa do garoto que era quietinho e reservado:
– Oie. O senhor tá com fome, não é? Eu fiz panquecas…
– Muito obrigado, Gabo, mas eu vou pular o café da manhã – Acabei interrompendo ele de um modo brusco, talvez o cansaço estivesse me deixando com os nervos a flor da pele.
– Mas.. está pronto.
Senti uma pontinha de remorso pela negativa que havia lhe dado anteriormente e concordei com o convite dele, somente dizendo um ‘tudo bem’ enquanto me ensaboava com pressa, lavando meu corpo de uma vez e só momentos depois enquanto tirava a espuma do corpo tive a impressão de que o garoto ainda estava na porta me olhando pelo vidro turvo do box por conta do vapor da água. Saí do banho e ele não estava mais ali, me enrolei na toalha e procurei minha roupa suada do trabalho que estava em cima da pia mas não vi ali mais. Fui enrolado na toalha para a cozinha e o menino estava lá, os cabelos dourados lhe caiam levemente sobre o rosto, ele estava só com um calção colado no corpo e uma camisetinha regata da farda de educação física do seu colégio. A mesa estava uma beleza, panquecas quentes com calda de caramelo estavam servidas do lado de torrada, geléia e uma chícara de café ‘pingado’ que ele sabe que eu adoro. Abri um sorriso largo e me sentei ali, com ele de pé ao lado da geladeira, encostado nesta enquanto me via comer.
– Caramba, tu tem talento pra cozinha ein, Gabo, isso tá muito bom.
Ele só assistia, sorrindo, enquanto eu devorava as panquecas e bebia o café em goles grandes, foi então que um detalhe me chamou atenção:
– E por quê você não tá na aula?
Ele deu de ombros e disse enquanto se sentou na cadeira ao meu lado:
– Não teve aula no colégio hoje por causa de um problema nos canos, parece que algum bicho ficou preso lá e vão ter que higienizar tudo por causa do cheiro ruim na água.
– Que chato… mas bem que na tua época eu comemoraria se não tivesse aula, era preguiçoso pra caralho.
Ele riu, sem jeito, o menino era estudioso, comportado, Silvia havia lapidado Gabriel pra ele ser realmente um menino perfeitinho, bitolado e até meio fresco.
Terminei de comer e fui me levantando, na pressa pra ir descansar minha toalha acabou cedendo e parte da minha virilha peludinha, inclusive o tronco da minha vara mole, acabaram aparecendo e o garoto não conseguiu disfarçar a reação quando viu, foi ficando vermelho igual um tomate e se levantou também, indo pegar alguma coisa na geladeira possivelmente pra esconder o rosto enrubescido. Pedi desculpas e nem esperei pela resposta, saí da cozinha e fui direto para meu quarto, coloquei um calção velho que usava pra dormir, fechei as cortinas e me joguei na cama, apagando de sono em poucos minutos.

Algum tempo depois fui acordado de um sonho por uma mão que tateava meu corpo no escuro, não consegui ver que horas eram mas pela suavidade do toque e pela firmeza com que apertava o volume teso em meu calção, fruto do sonho que estava tendo, respondi ao toque com um gemido rouco e a mão parou, hesitando. Fechei os olhos de novo e deixei o corpo relaxar pelo cansaço que ainda me dominava, os toques continuavam, desta vez abaixando meu calção e colocando minha rola pra fora. Meu dote de 18 centimetros estava exposto, o cabeção avermelhado pulsava, babando gotas grossas lentamente enquanto uma punheta suave e ritmada ia se iniciando, me instigando a gemer baixo. A baba da minha pica era espalhada por meu cacete de cima a baixo, o tronco veiudo ficava escorregadio o suficiente pra facilitar o sobe e desce daquelas mãos delicadas, que até notei estarem meio trêmulas. Percebi o toque dos dedos menores que os da minha esposa e isso me deixou em alerta, abri os olhos e procurei discernir o vulto na penumbra dentro do quarto: Era Gabriel quem estava me punhetando.
A certeza daquilo fez meu coração disparar mas ao invés de minha rola amolecer, passou a dar pulsadas ainda mais vigorosas com a sensação daquele pivete me tocando uma bronha safada daquele jeito todo delicado dele. Não consegui resistir e minha mão foi direto pra nuca do garoto, que travou na hora e tirou as mãos do meu pau, como se já esperasse o sermão que viria. Fiquei alguns segundos segurando ele pelo cabelo e movido por puro instinto, empurrei o rostinho dele em direção a meu cacete, sentindo o narizinho e a boca macia dele tocando o tronco e a cabeça da minha vara que estava coberta de baba de pica, soltei um gemido abafado e senti a respiração dele contra o meu cacete, o moleque parecia indeciso com o que faria. Foi aí que senti uma lambida timida sobre a cabeça da vara, seguida de uma leve sugada, dei um gemido alto e joguei a cabeça para trás, sussurrando:
– Isso, filhinho… vem mamar gostoso.

Um ruído no portão de casa fez ele dar um pulo dali e eu também me assustei, o garoto saiu correndo porta afora e eu rapidamente escondi a rola no calção, me cobrindo com os lençóis. Pouco tempo depois ouvi a voz de Silvia vindo do corredor, avisando que havia trazido o jantar, me esgueirei pra alcançar meu telefone e percebi que já eram quase 18 horas, eu havia dormido pra caralho. Levantei em um pulo e fui até a cozinha, minha esposa estava sentada em um dos lados, Gabriel no outro, de cabeça baixa e mexendo no celular. Eu me sentei na ponta, entre eles, começando a me servir e certamente apreensivo pelo que viria daquele dia em diante, tateei com meu pé pra encostar no do menor por baixo da mesa e ele afastou rapidamente, voltei com meu pé para o lugar onde estava enquanto Silvia relatava sobre o dia atribulado que tivera na boutique em que era vendedora, foi aí que senti o pézinho macio de Gabriel sobre o meu, pressionando-me com os dedinhos de leve. Esbocei um sorriso de canto e olhei para ele de relance, este não me encarava.
De súbito ele se levantou e disse:
– Mãe, eu esqueci que havia combinado de ir ao shopping com meus colegas! O Cláudio pode me levar lá antes de ir pro trabalho?
Silvia pensou mas não fez resistência, logo disse que se estivesse tudo bem por mim que eu poderia dar essa carona. Eu sorri, olhando pro garoto e falei:
– Ah, pra mim é tranquilo, só retomo o serviço amanhã as 8, então to aqui pro que você precisar, Gabo.
Pela primeira vez eu vi um sorrisinho malicioso surgir naquele rosto angelical e logo o garoto sumiu de nossas vistas, indo se arrumar para o tal shopping. Aproveitei a deixa, dando mais algumas garfadas na comida e falando:
– Preciso me arrumar logo então, se vou pegar esse trânsito pra levar ele e depois voltar a tempo de ver o jogo.
Silvia ficou reclamando na mesa sobre o quanto ela não conseguia mais conciliar o tempo com a familia em casa enquanto eu ia me arrumar pensando no que aquele pedido repentino do garoto significava, fosse o que fosse, meu pau dava sinais de vida dentro do calção só de imaginar o que o moleque pretendia.

Meia hora depois eu já estava no carro, esperando Gabriel que entrou todo apressado, senti aquele cheirinho gostoso de perfume e vi como ele estava todo arrumadinho pra aquele passeio, de camisa de botão branca, uma bermudinha jeans dobrada acima do joelho. Sorri e já fui perguntando só pra ver o que ele diria:
– Vai a um encontro é?
Ele riu, abaixando a cabeça e mexendo em algo no celular.
– Sim, de certa forma.
Eu sorri, deixando que ele ligasse o rádio e colocasse algo de sua preferência, fui saindo da garagem e quando paramos no primeiro semáforo perguntei onde ele queria ir, então ele disse:
– Pra onde você quiser me levar, papai.
Nisso eu senti a mãozinha tocar minha coxa e um arrepio me subiu a espinha, virei meu rosto e o garoto loirinho me observava, com o rosto vermelho e uma expressão apreensiva enquanto a mãozinha ia pro volume em minha calça jeans.
Não precisei pensar muito, subi uma rua e fiz o retorno para um lugar que eu ja conhecia anteriormente, de longe ele conseguia ver a fachada do Motel que eu frequentava, era discreto e não precisariamos nos identificar comigo pagando uma boa grana na entrada.
Fui dando a volta até estarmos na ultima suite, uma das mais luxuosas, entrei na garagem com o carro e fiz sinal para ele esperar. Saí do veículo e fechei a garagem para em seguida ir até ele, abrindo a porta e falando para o mesmo:
– Aqui é um bom lugar para um encontro?
O molequinho nada disse, apenas sorriu e me deu um beijo leve nos lábios que fez minha cabeça ir ao céu e voltar, meu coração disparando só pelo fato de não imaginar o que tava acontecendo. Ele saiu do carro e foi caminhando comigo até a suite, acendi a luz e ele pode ver todo o conforto que nos aguardava, desde a cama espaçosa até a banheira de hidromassagem ali.
O garoto sorria, todo abobalhado e com o rosto vermelho, virou-se pra mim mordendo o lábio e então começou a se despir, expondo aos poucos aquele corpo branquinho e carnudo, até meio gordinho. Tudo nele me chamava atenção, as coxas carnudas, a boquinha rosada, os peitinhos levemente volumosos pelo peso e com os bicos redondinhos como pequenas cerejas. Meu pau duro se fazia notar pela calça e a ultima coisa que ouvi antes de avançar sobre o pequeno como um animal faminto foi:
– Vem, papai.

[Continua.]
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