Me perdi na trilha e entrei na trolha

Esse é um relato verídico q aconteceu em 2008, quando eu tinha 14 anos. Eu tinha ido passar uma semana na casa da minha tia na região serrana, foi a primeira vez q viagei sosinho e estava empolgado com o sentimento de liberdade, longe das asas protetoras de minha mãe.
Depois de duas horas de viagem,cheguei na rodoviária, onde minha tia,prima e o namorado dela me esperavam. Era uma sexta feira a tarde, me levaram pra conhecer a cidade e no dia seguinte,minha prima e o namorado me levaram pra conhecer a cachoeira, não muito longe de sua casa. Como adoro a natureza, fiquei vislumbrado com a beleza do local, com muitas trilhas, e muito verde.
Depois de um belo final de semana, veio a segunda feira, e com minha prima trabalhando e minha tia em seus afazeres domésticos, me senti sosinho e entediado, sem ter o q fazer. Foi só no dia seguinte, q resolvi sair pra dar umas voltas e conhecer melhor a região.
Logo depois do café, coloquei um tênis, short e camiseta e subi a trilha q beirava o rio . Depois de meia hora subindo o morro, a mata foi ficando cada vez mais fechada, logo percebi q havia me afastado do rio,minha única referência pra voltar. Preocupado tentei voltar, mas logo percebi q estava perdido, nem o barulho da água dava pra ouvir.
Depois de quase uma hora andando sem nenhuma noção, pra q direção tomar, bateu maior desespero. Foi então q ouvi barulho na mata, caminhei em direção ao som, e vi dois homens numa grota, os dois empunhavam facões e cortavam palmitos.
Ao me verem se aproximaram, me olhando curiosos. Pareciam estar a dias na mata, usavam apenas shorts,o mais velho era um quarentão barbudo, branco,feio e desdentado, o outro pouco mais novo era um mulato gordo e muito peludo.
Enquanto contava nervoso q estava perdido, o gordo me rodeava,me examinando com cara de tarado, parecendo não se importar com meu drama.
Então o feio, pondo a mão no meu ombro disse:
“Vc é um garoto de sorte,ainda bem q encontrou a gente”
Mais aliviado, agradeci, mas logo o gordo, encostou atrás de mim, e com as mãos na minha cintura, disse no meu ouvido:
“A gente te leva pra casa, mas vai ter q ser bonzinho”
Meu coração disparou ao sentir seu pau duro roçando na minha bunda, me afastei assustado, então o desdentado, apertou meu mamilo, e alisando meu rosto ,falou:
“Fica tranquilo, a gente só quer brincar um pouco, depois te mostro o caminho”
O gordo agora, alisava minha bunda. Sem me afastar, quase chorando , pedi:
“Por favor, não me machuca, faço qualquer coisa, mas me leva pra casa ”
Ele então sorriu e tirando a pica pra fora do short, pegou minha mão, e colocou sobre ela . Mesmo trêmulo, comecei a punhetar seu pau fino e comprido.
“Isso…assim q eu gosto”—sussurrou o safado
O gordo logo desceu meu short, e ao ver minha bunda branca,lisa e carnuda, deu um tapinha e exclamou:
“Porra , q bundinha linda… Parece de mulher!”
Logo me arrastaram por entre umas pedras enormes, me fizeram tirar toda a roupa , sentaram um ao lado do outro e me mandou chupar suas picas. Ambas estavam babada e fedidas de suor e mijo. A pica do gordo era bem maior e mais grossa, logo passei a dar maior atenção a ela
Enquanto masturbava a pica do feio, ele metia o dedo no meu cu, depois se levantou, e se agachando atrás de mim, caiu de língua no meu cu. Senti um prazer intenso e abri as pernas, empinando bem a bunda pra facilitar a entrada da língua no meu buraquinho, sem parar de mamar a picona do gordinho.
Depois de deixar meu cu bem laceado, o feio pincelou a pica na portinha do meu cu e empurrou com força, me fazendo morder a pica do amigo,vq deu um taoavna minha cabeça , reclamando:
“Porra mulek… Chupa direito viadinho!”

“Delicia de cuzinho apertado!”—sussurrou o feio enquanto socava a pica pra dentro de mim.

Logo a dor foi suplantada pelo prazer. Já não havia medo, nem pressa de ir embora. Fui surpreendido gemendo.

“Olha como ele gosta de pica…o viadinho tá de pau duro”—exclamou o gordinho, empurrando a pica na minha garganta.

O saco do amigo, estalava na minha bunda cada vez com na os força, até q ele grunhiu:

“Toma leite no cu viadinho… tô gozaannnddoooooo!!!”

Dava pra sentir os jatos quente inundando meu reto. Meu cuzinho ardido piscava de tesão , prendendo a pica lá dentro. Assim q esvaziou o saco, o feio tirou a pica enorme gordo se apressou a ocupar seu lugar atrás de mim.
Meu cu, recém arrombado e ensopado de porra, recebeu o cabeção inteiro. Trinquei os dentes e rebolei a bunda, sentindo o falo deslizar inteiro.

“Isso, viado…rebola na pica do seu macho!”—exclamou , o gordinho, enlaçando minha cintura.

O feio tinha colocado a piroca babada e amolecida na minha boca. Senti o cheiro E o sabor amargo do meu cu e solvi todo o melado. Logo ele se afastou pra recolher os palmitos cortados, me deixando a mercê do gordinho, q não parava de bombar fundo.

“Hummmm…aiii meu cu…. Isssss… Delicia de piroca!”—sussurrei de prazer, sentindo o cabeção catucando meu estômago.

Logo foi a vez do gordinho, gozar dentro do meu cu. Assim q tirou a pica corri pra um canto, onde me agachei pra expelir aos peidos a gala dos dois.
Dalí , me levaram para o acampamento deles, numa clareira ali perto. Depois de beber água e comer alguma coisa, começamos outra seção . Desta vez, fui eu quem tomou a iniciativa, abocanhando a pica do feio e me posicionando de quatro, sobre o jirau, oferecendo a bunda pro gordinho fuder. Uma hora depois, os dois estavam completamente saciados e meu cuzinho ardido , esfolado e leitado.
Quinze minutos depois, me deixaram bem perto da cachoeira, de onde poderia descer com segurança.
“Volta amanhã, te esperamos aqui, as 9h”—pediu o gordinho.

“Tá bom…. Não vão me fazer esperar hein!?”—respondi sorrindo, com cara de viadinho feliz.

Já passava do meio dia quando cheguei na casa de minha tia, q me esperava preocupada. Me desculpei dizendo, q tinha esquecido da hora, me banhando na cachoeira. Ela sorriu satisfeita e fomos almoçar.
Todos os dias daquela semana, subi pra cachoeira , sempre no mesmo horario, pra me encontrar com os dois matutos, q se fartaram na minha bundinha gulosa.
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Tenho outras aventuras pra revelar.

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