Fisioterafilha

Autor

Meu nome é Luiz Antonio tenho 57 anos, e o que vou contar aconteceu à muito tempo atras. Para ser mais exato, uns 13 anos ou mais. Já conheço o site de contos à algum tempo porque sempre procurei alguém ou algum lugar onde as pessoas compartilhassem fatos parecidos com os meus de uma forma discreta, sincera e objetiva. Meu interesse não é apenas sexual, e sim, procurar entender porque determinadas coisas acontecem totalmente fora do nosso controle, e como lidar com isso de uma maneria racional e livre de julgamentos dos outros. Confesso que já li alguns contos bem excitantes e realistas, porem, poucos que tenham me causado empatia o suficiente para me identificar de imediato. Então resolvi escrever esse conto adaptando os fatos ocorridos de acordo com minhas lembranças, e com as regras estabelecidas pelo site.

Mas, vamos deixar de ladainha e ir direto aos fatos:

À alguns anos atras sofri um grave acidente de trabalho que me deixou sem andar por um bom tempo. Para ser mais exato, 3 longos anos, ate eu começar a tentar me por de pé. Esse período foi muito difícil como muitos de vocês devem imaginar. Eu era um homem ativo, saudável, forte, nunca ficava doente, sempre trabalhei, fazia de tudo, e do nada, me vi preso em uma cadeira de rodas. A empresa que eu trabalhei ajudou, arcou com as despesas, me indenizou, e antes de minha total recuperação, eu já estava aposentado.

Minha disposição se estendia à todas as atividades, tanto às relacionadas com força de trabalho, quanto para minhas obrigações conjugais. Sempre fiz tudo em casa, arrumava coisas, colocava antenas, trocava chuveiro, telhas, gás. Montava armário, concertava ventilador, e claro, fodia minha esposa. Nossa vida sexual era muito ativa. Minha mulher sempre foi gostosa, safada, uma verdadeira putinha na cama. Sempre fizemos de tudo, ela nunca teve frescura. Marinice (minha esposa) sempre foi safada, disposta a fazer qualquer coisa pra me satisfazer, e eu, a ela. Nos conhecemos na roça, ela é 16 anos mais nova que eu. Eu tirei o cabaço dela quando ela tinha 12 anos na caçamba da caminhonete que o pai dela vendia mandioca no interior da Bahia. Na época eu tinha uns 27 ou 28 anos, a bichinha chorou no meu cacete, gemeu de dor, agonizava pedindo pra eu parar toda estérica, me deu trabalho, mas aguentou tudo. Eu brincava com ela, desde que Marinice tinha uns 10 anos, era uma délica, sempre amei as novinhas. Entre idas e vinda nos casamos quando ela tinha 15 para 16 anos, e nos mudamos para o estado do Espirito Santo, depois, quando nossa filha nasceu fomos para o Mato Grosso, onde residimos ate hoje.
Se for conveniente, depois falo sobre minha interação com Marinice na época.
O que importa é que tínhamos uma vida sexual agitada, badalada, e sempre disposta à novas experiencias. Quando sofri o acidente minha filha Jamille estava com 10 anos, e foi muito difícil para Marinice. Passei um anos e dois meses internado no hospital; conciliar o cuidado com Jamille, me acompanhar no hospital, cuidar da burocracia relacionado ao meu acidente diante à empresa, as dificuldades financeiras, e tudo isso sozinha, porque meus parentes não deram a minima… Era complicado!

Depois que eu sai do hospital, as coisas começaram a melhorar, fui pra casa, a empresa pagou para adequar a minha residencia às minhas necessidades, eu aposentei, ganhei indenização, fazia fisioterapia, enfim… No entanto, para Marinice, cuidar de mim, ainda não era fácil. No começo precisava de ajuda pra tomar banho, ir ao banheiro, trocar de roupa, enfim… No inicio, foi muito, muito difícil. Eu entrei em depressão, não aguentava ser um inútil, não conseguir fazer nada, depender da minha mulher pra tudo, eu me sentia um merda, um verme, desprezível e imprestável. Marinice engordou 32 kg, teve problema na coluna de tanto me ajudar a levantar ou para me deitar. Mas comecei a fazer terapia, ela também. Com o tempo, veio aceitação, eu fui indo para a fisioterapia, e com a perspectiva de voltar a andar, minha filha pra educar, eu fui me animando e voltei para a realidade: Fazia as coisas dentro das minhas limitações, e a vida seguiu.

No entanto, apos um tempo o assunto "sexo" veio atona. Nessa altura do campeonato já fazia quase dois anos que não fazíamos nada, absolutamente nada. Era só um beijinho, e olhe lá. Em uma terapia de casal, a Doutora que nos atendia perguntou como estava a vida sexual do casal, e pela nossa cara, ela percebeu que essa parte havia morrido no nosso casamento, paresiamos irmãos. A partir desse dia, começamos a conversar sobre isso, e tentamos de tudo: Marinice me tocava, me chupava, colocava o peito, o cu, os pés, rebolava, se fantasiava, fez massagem, remédio, estimulo anal, contratamos garotas de programa, garotos de programa, Marinice fodeu com homem, com mulher e eu assistindo, enfim… Era só decepção. Quanto mais tentava, mais deprimido e infeliz eu ficava, porque nada dava certo. Tentamos de tudo, mas eu não ficava de pau duro, não tinha ereção, era impressionante, eu ficava excitado com o corpo todo, minhas pupilas dilatavam, meu corpo aumentava de temperatura, minha respiração ofegava, meu coração palpitava, mas meu caralho não endurecia. No ápice do meu desespero fomos procurar um medico, entrei para um grupo de recém-cadeirantes que debatiam o assunto, fui ao urologista, psiquiatras, psicólogos, neurologista, enfim…

Procurei ate pai de santo, mas nada resolvia!

Os médicos diziam que eu estava fisicamente bem, que minha fitoterapia estava progredindo, que eu tinha rigidez muscular, que eu iria voltar a andar, e concluíam dizendo que meu problema sexual era psicológico. Depois de muito tentar, fui ver uma medica alternativa em Curitiba, ela fez umas paradas de Hipnose, fui nessa mulher 8 vezes; Era relaxante, mas também não deu em nada.

Um psicologo da capital do meu estado me disse que eu estava muito encanado, obcecado por isso, que eu deveria relaxa. Eu e Marinice começamos a contratar um garoto de programa para trepar com ela, mas não era a mesma coisa, era estranho, as vezes eu curtia, outras vezes não, Marinice, idem. Mas aos poucos fui relaxando, participava do meu grupo de conversas nas terapias, e fui desencanando. Enquanto isso, Marinice achava que a culpa era dela, que ela tinha engordado, e isso não ajudava eu sentir atração por ela. Foi difícil fazer com que ela entendesse que não tinha nada a ver com ela.

Depois de 3 longos e difíceis anos eu comecei a dar os primeiros passos, com muita dor e cautela, apoiado em umas barras na fisio, eu consegui ficar em pé por 9 segundos, foi um festa, uma alegria sem tamanho. Jamille já estava com 10 anos, os parentes de Marinice vieram para nos visitar, fizemos um churrasco, eles ficaram quase um mês aqui em casa, mas eu continuava impotente.

Faltava uma semana para os parentes de Marinice irem embora, os pais dela, eram bem matutos, então decidimos leva-los ao Shopping da cidade para eles verem a escada rolante. Deixamos as 2 crianças num parquinho dentro do shopping e fomos andar com a velharada, era um dia bonito, quente, tinha muita gente à nossa volta, eu bebi com meu cunhado, estava feliz, relaxado, ficamos lá por uma hora, depois os véio cansaram e pediram pra irmos embora. Passamos no parque pegamos Jamille e seu primo Gabriel e fomos em direção ao estacionamento…

Minha cadeira de rodas foi dada pela empresa, assim como todo e qualquer tratamento que eu ou minha família fez e faz ate hoje, dessa forma, minha cadeira era elétrica, dessas que andam sozinhas. Gabriel viu e pediu pra andar comigo, mas Jamille, que sempre andava, ficou enciumada. Gabriel, na época, era um pouco mais novo que Jamille. O menino resmungou, Jamille provocou, e combinamos que eu andaria com um, e depois andaria com o outro.

Comecei com Gabriel, demos uma volta antes de irmos em bora, e quando estávamos indo para o estacionamento, levei minha filha. Jamlle tirou o sapato, entregou para mãe, ficou no meu colo e estávamos indo pro carro. Ela no meu colo e eu comecei a sentir meu pau de novo, não chegue a ficar duraço como antes, mas deu sinal de vida, ele ficou "meia bomba", criou um volume, e eu senti, foi bom, gostoso… Eu estava me sentindo homem de novo. Nessa hora, chegamos próximo ao nosso carro, e eu continuei como se brincasse de carrinho com a Jamille no meu colo, ela se mexia, eu tentei forçar a bundinha dela contra meu pau, mas só com uma mão não deu, ela continuava se mexendo e a sensação não aumentava, mas também não parava. A garagem acabou e eu tive que virar, ficando de frente para todo mundo que me olhavam sorridentes me vendo brincar com a Jamille. Cheguei perto, Jamille pulou do meu colo para o banco do carro, e eu fiquei ali, entusiasmado com aquela sensação, minha alegria era notável, irremediável, eu estava querendo expluir de felicidade.

Fui para casa, Jamille ficou no meu colo outras vezes, mas não aconteceu de novo. Achei que fosse a bebida que me deixou mais animadinho, experimentei tomar umas e, depois tocar uma punheta assistindo um filme porno, mas não adiantou. Não falei nada para a Marinice sobre minha experiencia de quase ereção, guardei pra mim para ver se ia evoluir.

A semana passou e, no dia de irmos levar os parentes de Marinice na rodoviária para eles irem embora o onibus saía às 17:30, passamos na escola para buscar Jamille, e fomas para rodoviária, e lá aconteceu de novo: Jamille estava com o uniforme da escola e tênis, quando o ônibus chegou e começaram a embarcar as malas, o pessoal começou a se despedir, me deram um abraço, Marinice começou a chorar, os pais dela pegaram Jamille no colo, deram um abraço, e o avo à devolveu no meu colo, ela sentou, se acomodou e ficou olhando o tio e a tia se despedindo, naquele chororo.

Passaram-se uns dois minutos e eu comecei a sentir de novo. Me assustei, mas como dessa vez estava parado, decidi acomodar Jamille no lugar certo, peguei na cinturinha dela e encachei onde eu queria. Fiquei mais excitado do que da outra vez, fiquei meio animadinho e cochichei pra ela tirara o tênis, e como de costume ela tirou, ficando só de meias.
Discretamente passei as mãos nas pernas e nos pés dela; com um movimento rápido ajeitei ela novamente em cima do meu cacete fazendo com que ela desse uma reboladinha pra tentar sair e sentir minha ereção que dessa vez, parecia melhor do que a anterior. Jamille estranhou minha atitude, mas sorriu segurando minha mãe, e me perguntou porque a mãe tava chorando; foi quando voltei à mim, e percebi onde eu estava, e que era minha filha no meu colo. Respondi, explique que eles estavam se despedindo, e quando terminei de explicar, minha ereção tinha sumido do mesmo jeito que veio: Do nada!

Eu sem entender o que estava acontecendo comigo, não podia dizer isso pra ninguém, nem no meu grupo de apoio dos recém-cadeirantes, nem pro meu psicologo, e muito menos para a Marinice, tinha que guardar esse dilema comigo. O tempo foi passando, e a frequência aumentava, porém só com a Jamille. Quando eu ia ver a Marinice fodendo com outro, eu não sentia nada, absolutamente nada, nem meu corpo reagia mais, eu comecei a sentir ciumes, queria que ela ficasse só com mulheres, e sempre mais novas, cada vez mais novas, porém nem assim, eu tinha ereção, era uma merda. Mas quando Jamille chegava da escola, e vinha sentar no meu colo, eu começava a sentir a "meia bomba" de novo. No começo, acontecia uma ou duas vezes na semana, mas com o tempo, dentro de uns três meses, passou a ser frequente. Ela de pijaminha, com a blusa da escola só de meia e calcinha, ou descalça só de calcinha, ela vinha sentava no meu colo, eu dava uma bolinada, fazia um carinho, sentia a textura da pele macia, o cheirinho do cabelo, acariciava o carocinho do mamilo, tocava os pezinhos pequenos e delicado, tinha uma ereção ou apenas sentia… As vezes ia pro quarto ou pro banheiro tentar me masturbar, mas nada de ficar com o caralho duro e gozar. Eu começava, ia ficando bom, mas qualquer coisa me fazia perder a ereção; Passava um mosquito: o pau amolecia, e não levantava mais. Era desesperador!

Eu chorava, ficava puto me perguntando o porque que aquilo acontecia, e o pior, não podia dividir com ninguém. Ao contrario de todos os problemas que tive, esse, eu não podia dividir com ninguém. E isso me tornou estressado, chato, insuportável, eu não aguentava mais. Brigava com Marinice do nada, ela perguntava o que estava acontecendo e eu dizia que não era nada. Enquanto isso, Jamille parecia gostar, e ao meu entender, ela já tinha começado a entender o efeito colateral de sentar no meu colo. Talvez ela não maldasse a situação, não via aquilo com olhos de luxuria ou sacanagem, mas de algum modo, eu tenho certeza que ela começou a perceber e gostar da nova abordagem de manifestações de carinho que eu atribuia à ela. Eu não tocava a bocetinha ou a bunda dela, não tentava proporcionar prazer, só bolinava as pernas, os pés, a barriga e os peitos (que nem tinham).
Na minha cabeça, eu fazia carinho, tocar as genitais seria ultrapassaria uma barreira que, pra mim, era intransponível: Não queria abusar sexualmente da minha própria filha! Eu fazia apenas um carinho, e isso me excitava. Não como eu queria, mas me estimulava de uma maneira, que ate então, não acontecia ha anos. Aquilo era o ápice da minha capacidade sexual, então eu aproveitava dentro das minhas regras estabelecidas, porem, isso estava acabando comigo.

Uns quatro ou cinco meses se passaram com esse dilema, eu estava insuportável; Marinice achou que eu queria o divórcio, e voltamos para a terapia de casal. Ficamos indo todas às quartas-feiras, e de fato, as coisas melhoram bastante, nos conversávamos muito, e nesse período, não senti nada em relação a Jamille. Em uma sessão de terapia, nos choramos bastante dissemos o quanto nossa família era importante para nós. Marinice me exaltou como pai, eu retribui reconhecendo o quanto ela era importante para mim e para Jamille. Reforçamos a ideia de família e que poderíamos contar sempre um com outro, e bla bla bla…

Nesse dia Marinice me perguntou se eu tinha alguma coisa para contar, conversamos em casa, e ela me perguntou se eu "estava sentindo prazer em algo que eu rejeitava" ou seja: Marinice estava achando que eu estava dando a bunda pra alguém ou recebendo estímulos anais com brinquedos sexuais ou alguma coisa do tipo. Eu neguei veementemente, de fato tentamos estímulos anais (não vou negar), mas não dei minha bunda, num tenho nada contra, mas não sou chegado na coisa.
O que aconteceu, foi que tinhamos um vibrador, e eu o peguei para fazer ele vibrar no meu pau pra ver se ele reagia, antes do acidente eu gostava muito, já cheguei a gozar muito gostoso só com isso e um boquete de Marinice. Com isso esclarecido a vida seguiu, porem, umas semanas depois, minhas ereções voltaram em relação a Jamille… Continuamos indo ao terapeuta.

Como eu estava com minha cabeça muito desocupada, e dando despesa para a empresa com terapias e mais terapias, eu fui convidado para dar palestras de Segurança do Trabalho na empresa. Eles começaram a pagar um curso técnico de Segurança de Trabalho e, marcaram um dia para eu dar um "testemunho" sobre o que aconteceu comigo e bla bla bla…
É claro que eu tinha que babar o ovo da empresa, e dizer o quanto eles foram generosos e solidários em arcar com as despesar relativas ao meu tratamento (que não fizeram nada mais que sua obrigação). Essa "palestra" estava marcada no dia do aniversario da empresa, teria um jantar para os executivos, e uma festa para os piões.

No tão esperado dia eu dei a tal palestra, ate me surpreendi comigo mesmo, foi boa, divertida. Com a ajuda de dois enfermeiro, apoiando no púlpito, e com muita dor e esforço, no final, consegui agradecer os aplausos de pé. Pra mim foi uma injeção de animo. Eu fui o primeiro a se acidentar na empresa, então eles fizeram de mim um martim de superação e do compromisso da empresa para com seus funcionários. O que importa é que fiquei lá ate tarde com Marinice e Jamille. Quando deu umas 3h da manhã, Jamille já estava no meu colo dormindo, e fomos em bora. Marinice dirigindo e Jamille dormindo no meu colo dentro do carro. Ela estava com um vestido lilás, meia calça branca, e um sapatinho beje. O carro ia balançando e ela se mexendo, os traiçoeiros efeitos colaterais começaram a se manifestar. Marinice conversava comigo toda entusiasmada dizendo que eu atrasei, e eu tentando focar na conversa, tentando disfarçar minha excitação, mas não dava, dessa vez foi melhor do que todas as outras vezes. Eu passava a mão nas perninhas e nos pés de Jamille e fazia a bundinha dela se mexer no meu pau. Ajeitava com carinho, e mexia com ela de acordo com minha vontade, meu pau ficou mais duro do que nas outra vezes, eu estava me sentindo 40% do que eu era antes, Marinice falava comigo sobre algo que nem me lembro, e eu exclamei estérico, e muito empolgado: "Mari, para o carro que to de pau duro!" Ela não entendeu, se assustou, e eu repeti!
Marinice me mandou falar baixo encostando o carro em uma rua meia deserta próximo à um posto de saúde. Eu coloquei Jamille no espaço entre eu e a porta, seus pés ficaram na minha coxa, Marinice foi ate a porta da banco de trás, sentiu que eu estava mais rígido do que antes, colocou meu pau pra fora e começou a me chupar, caiu de boca bem safada, lambia e chupava com uma vontade feroz, eu comecei a sentir, meu pau não ficou 100% duro, mas foi o melhor que consegui ate aquele momento. Marinice chupava e dizia "que saudade de você meu amor, que saudade." Ela parava e punhetava, mas eu pedia pra ela continuar chupando forçando a cabeça dela em direção ao meu pau. Eu segurava os peitos de Marinice com uma mão e a outras alisava as pernas e os pezinhos da Jamille. Marinice salivava chupando meu pau, sufocava, engasgava, quase não parava pra respirar. Quase ajoelhada no meio-fio de uma rua deserta, Marinice voltou a ser minha putinha ousada e tenaz de sempre, graças a minha lenta recuperação. E ali, na rua, apos uma palestra na empresa que me aleijou, com a ajuda das minhas duas meninas, eu voltei a gozar como um homem normal, ou pelo menos, um pouco mais próximo disso.

Quando gozei, não foi muito, nem com muita força, mas foi tão gostoso e libertador ver a Marinice excitada por ter me feito gozar. Lambuzou os lábios de Marinice, uma gota escorria em direção ao seu queixo, mas com a cabeça do meu pau Marinice direcionou a gota ate sua boca e lambeu tudinho provando o doce da minha porra tão aguardada, depois ela me beijou bem safada com um sorriso de satisfação pornográfico. Eu senti o meu corpo inteiro formigando, dei um gemido e apertei o pé da Jamille, e a menina acordou assustada enquanto Marinice me beijava, e ainda punhetava lentamente meu caralho todo lambuzado de porra. Jamille meia sonolenta perguntou se já tínhamos chegado, eu imediatamente escondi meu pau com a minha camisa, eu ia responder, mas Marinice falou na minha frente "Não, só to colocando o sinto no papai." E bem safada complementou dizendo que já estávamos chegando. Jamille voltou a dormir.

Fomos pra casa, Marinice colocou Jamille na cama e foi direto para o banheiro, passou uns dez minutos la dentro, voltou toda sorridente com a camisola de dormir, e me perguntou: "…e então, o que foi aquilo?" Eu respondi com tom de deboche: "num sei, ué! Aconteceu e eu te falei!" Conclui dizendo para ela me levar para o banheiro pra eu tomar banho. Marinice meia desconfiada, só respondeu: "Uhum, sei". Me trocou de cadeira e me levou para o banho. Tirei a roupa, fiquei em baixo do chuveiro, comecei a me lavar e Marinice saiu do banheiro. Deixei a água cair no meu rosto de olhos fechados, acho que eu agradecia a Deus por estar voltando, mas me perguntava o porque que tinha que ser naquelas circunstancias. Estava feliz, porem apreensivo!
Marinice poderia estar disfarçando, mas ela viu eu alisando a Jamille enquanto ela me chupava, eu não sabia no que ia dar, eu não sabia o que fazer. E se ela fosse direta e me perguntasse?? O que eu diria!? E se ela achasse um absurdo, e me botasse pra fora, chamasse a policia? Ia destruir minha família! Fechei meus olhos, e quando abri, Marinice estava dentro do banheiro novamente, com um sorriso safado, cheio de erotismo e paixão. Eu olhei, retribui com a mesma intensidade, ela tirou a camisola, entrou no banho comigo e começou a me ensaboar, eu não sei o que me deu que eu comecei a chorar; chorava, chorava, chorava de soluçar… Num sei se era por remoço, culpa, felicidade, ao por me achar um merda e não merecer a mulher que eu tenho. Em meio ao meu pranto, Marinice me beijava, coloca seus seios no meu rosto e me faz chupa-los, lambe-los, eu a masturbei, fomos para o chão do box do banheiro, e eu chupei sua bocetinha com o dobro do empenho que ela dedicou à minha chupada, chupei seus pés, coxas, que deixei marcas… Ela se contorcia, gemias, dizia que me amava e que tinha certeza que ia voltar, que queria me sentir dentro dela com força, para eu fode-la com a boca. Meu pau ficou meia bomba, tentei foder Marinice mas não estava duro o suficiente, mas ela parecia estar muito excitada em tentar ser penetrada.

Ela pegou a sinta com uma rola colocou em mim, e ficou cavalgando enquanto a água do chuveiro caia nas suas costas, eu chupava seus seios, puxava seu cabelo, e mordia suas orelhas e pescoço, dava uns tapas, e Marinice gozou, gozou como a muito tempo não gozava. Gozou comigo, seu marido, com meu toque, meu esforço, meu carinho, e minha dedicação. Marinice gozou molhado, gostoso, um gozo depravado, profano, cada centímetro do seu corpo sentiu o gozo, se arrepiou, me arranhou, mordeu, falou palavrão, perdeu o juízo, disse que amava ser minha puta, que estava com saudade de dar o cu pra mim, e que adorava quando eu à tratava "feito vagabunda quando ela era criança", que minha mão grossa e áspera na bucetinha infantil dela, fazia ela perder o sono imaginado o dia em que me veria de novo pra repetir a doze. Revelou que se esfregava em sabugo de milho dentro de uma meia pra imitar a sensação das minhas mãos violando seu cabaço, que uma vez, ao 10 anos se esfregou tanto que esfolou sua bocetinha… Vendo ela naquele estado, ouvindo ela falar essas coisas toda dengosa, igual uma putinha, eu fui provocando e meu pau deu sinal de vida na hora.

Eu provocava, perguntando: "Éhh, e o que mais? O que você fez? O que sentiu? Você gostava?"

Marinice toda dengosinha, viu que eu estava gostando da brincadeira, percebeu meu caralho meia bomba, tirou de mim à sinta com um o cacete onde ela galopou ate gozar, pegou seu vibrador, escorou na parede lateral a minha, e começou a responder minhas provocações de um jeito bem sacana enquanto estimulava seu grelo com um vibrador frenético; Eu escorado na parede me deleitava esfregando meu pau no pezinho dela. O vapor d’água tomava conta do banheiro, estava quente, úmido, o vapor quase escondia nossos rostos que nos dava mais liberdade para sermos devassos, insanos e libertinos.

Mari transtornada de tesão disse que aos 10 anos se masturbava frequentemente, que tinha orgasmos deliciosos, que se arrepiava inteira. Revelou que a primeira vez que se lembra de ter sentido tesão foi bem novinha, que trepava em cima de um pé de manga que tinha no seu quintal, e com o atrito de sua bocetinha juvenil com um galho de arvore. De acordo com ela, todo dia depois da escola ela trepava na arvore e ficava esfregando a bocetinha no galho em cima de um tapete da mãe. Na mesma faixa etária, ela revelou que teve sua primeira interação sexual com um homem: Disse que um homem que instalava uma cerca na propriedade ao lado de sua casa fez ela chupar o pau dele. De acordo com Marinice, o pai pedia para ela levar água para o cara, em uma dessas vezes ele bebeu a água e jogou o copo atras de um pequeno muro, Marinice foi buscar, ele foi atras, quando ela se abaixou ele colocou o pau pra fora e mandou ela chupar de um jeito bem rude… Perguntei se ela fez o que ele mandou. Marinice concluiu dizendo que ele forçou a mão dela no seu cacete, ela bateu uma punheta pra ele, e quando ela foi por a boca, disse que estava com cheiro de xixi, e saiu correndo. No outro dia ele fez com que a jovem Marinice levasse a água atras do muro, colocou água no copo, tirou a rola pra fora, afogou no copo, e disse "pronto, lavei, agora poem a boca". Perguntei porque ela não correu de novo, e ela exclamou com muita convicção: "Eu queria fazer, só tava com nojo do cheiro!" Ela continuou enquanto se masturbava, dizendo que o cara afogou a rola mais umas duas vezes no copo e foi em sua direção, ela olhou para um lado, para outro, e caiu de boa. Começou lambendo, o cara foi direcionando e no fim chupou com gosto. Questionei se o pau do cara era grande, e ela disse que na época ela achava, mas naquele instante ela percebeu que era pequeno porque o pau dele coube todo dentro da boca de uma menina. Com um tom de deboche, ela afirmou que o cara demorou 2 meses pra fazer a cerca, todo dia ela "ia levar água pra ele". A mesma água que ele lavava o pau, ela usava para limpar os vestígios de porra que o cara deixava na sua roupa e corpo.

Afirmei que era por isso que ela era uma boqueteira de primeira quando era criança, já tinha sido treinada, e eu, bobo, achando que era um talento natural. Ela respondeu que guardou o melhor para mim. Retruquei questionando se o cara nunca tentou foder ela. Marinice disse que tentou, mas ela saia, se esquivava, e acabou não dando certo.

No entanto concluiu dizendo que antes tivesse trepado com ele, porque eu maltratei-a quando ela liberou pra mim. Rimos e, com um tom irônico retrutei dizendo que não maltratei, era ela que me deixava doido, só dei o que ela merecia, o que ela estava pedindo à muito tempo, e quando "empurrei pra dentro", tava tão gostoso que não ia parar de foder ate eu gozar. Ele podia implorar, pedir, resmungar, murmurar, gemer de dor ou prazer, mas eu não pararia. Conclui dizendo que ela gostou de ser fodida, que ela se esfregava em mim igual ela fazia no pé de manga, e eu sempre gozei fora, sem tentar fode-la por medo do pai dela, mas que no dia, ela tava uma verdadeira putinha, tava pedindo pra eu comer, eu não aguentei, e meti pra dentro. Mari disse que era terrível, mas que eu poderia ter sido mas carinhoso no começo, que um cara de 28 com uma menina de 12 era crueldade. Na Treplica Marinice questionou dizendo: "você gostaria que fizessem o mesmo com sua filha? Que a arrombassem na caçamba de uma caminhonete no meio do mato!?" Eu respondi dizendo que se ela fosse safada, eu não poderia impedir, porque do mesmo jeito que ela arrumou um jeito de fazer putaria escondido dos pais, minha filha também poderia fazer o mesmo. Mas que eu poderia ficar tranquilo porque minha filha é bem orientada.
Marinice se sentiu desafiada e me provocou indagando o seguinte: "Ahhh é, então quer dizer que virei sua putinha porque meus pais não me deram "orientação", nossa putaria é fruto da má educação que meus pais me deram!? Pois saiba você, que sua filha "bem orientada" também se esfrega em muitas coisas por ai!"

Eu pensei: Nossa, que delicia! E intensifiquei a punheta.

Fiquei surpreso, e indaguei: Serio, como assim, onde? Marinice bem debochada e sarcástica, disse que já viu ela rebolando no braço do sofá, se roçando em um urso de pelúcia que ganhou de aniversario na escola, que quando era mais novinhas, puxa a calcinha fazendo com que o paninho estrangule sua xotinha, que na hora do banho, já viu Jamille esfregando a bucetinha no próprio calcanhar, que passava ate sabonete pra escorregar melhor e fechava os olhinhos, que uma vez, quando Jamille tinha 5 anos, foi busca-la na escola e ao coloca-la no carro ela cruzava as perninhas e forçava a musculatura da coxa, colocando pressão na virilha, fazia uma carinha manhosa, como se quisesse fazer xixi, de acordo com Mari, ela parou em um super-mercado para levar a Jamille no banheiro, ao descer sua calcinha tinha uma tampa de canetinha, feita de um silicone bem macio azul escuro; Marinice perguntou pra ela quem tinha colocado aquilo ali, Jamille respondeu "ninguém mãe, é que faz cosquinha!" Marinice disse que agiu naturalmente… De acordo com ela fez uma brincadeira e passou a tampinha na bucetinha da nossa filha dizendo "voce gosta de cosquinha na "coleguinha", sua sapeca!?" e Jamille começou a rir.
No outro dia Marinice foi ate a escola, falar com uma das coordenadoras pedagógicas e devolver a tampinha, e a coordenadora disse que era normal, que essa fase de descoberta é assim mesmo, que Marinice poderia relaxar que ia passar. No entanto, de acordo com Mari, após duas semanas ela achou uma tampinha exatamente igual, porem de cor diferente no chão da sala.

Eu cheio de tesão exaltei a conclusão dessa história, dizendo: Ou seja, você siriricou sua própria filha com uma tampa de canetinha no banheiro de um super mercado, sua safada?! Marinice com uma voz bem sensual disse: Éh, sob esse ponto de vista, talvez tenha sido assim!

Eu afirmei com um tom leviano: "bem safadinha nossa menina, né? Tal mãe, tal filha!" Marinice sentindo meu pau cada vez mais duro em um dos seus pés, se masturbando com o vibrador, me questiona bem vulgar: "Isso te excita, né?" Eu respondi de imediato:"Talvez!" Marinice dá a tréplica: Talvez é o caralho, você gosta de imaginar sua filha excitada, se masturbando, toda molhadinha, se esfregando no braço do sofá, ou se estimulando com uma tampa de uma canetinha à deixando toda melada! Você gosta de saber que sua filha esfrega a bucetinha no calcanhar na hora do banho, você gosta do pezinho pequeno, delicado, macio, e rosado da sua menina, queria fazer com eles, o que esta fazendo com o meu pé agora, queria enche-los de porra e depois cair de boca na sua própria filha como se ela fosse uma das mini putas que você pegava quando era mais novo! Você queria explorar o corpo dela para satisfazer seus desejos profanos: fazer com a filha o que fez com a mãe na infância! Você sabe que daqui ha alguns anos, ela vai estar por ai fazendo o que nós fazíamos: Muita sacanagem! Ela vai chupar e ser chupada, provavelmente, por homens e mulheres mais velhos que ela. Sua Jamille, sua princesa, a filha unica, "a menininha do papai" vai ser a putinha de alguém, e ela vai gostar, vai pedir mais, vai mentir pra gente pra sair de casa e foder com alguém por esse mundo a fora, dentro de um carro, no mato, motel, casa de estranhos ou nos fundos de uma matinê qualquer, e você não vai ver, ouvir ou sentir nada. A boquinha que você tanto imaginou chupando seu pau, vai estar gemendo de dor ou prazer, estará chupando uma rola adolescente. Os peitinhos que viu crescer e passou anos desejando, estarão marcados com manchar roxas de uma noite de sexo promiscuo, juvenil e erótico com marcas de uma foda bem dada. A bundinha que tanto desejou, vai aguentar rolas do tamanho do seu punho, e ela vai pedir mais. Talvez trepe com dois ou mais caras ao mesmo tempo, sera chamada de prostituta, vagabunda, meretriz, puta, cachorra, cadela… A menininha fresca do papai, que não consegue abrir o pote de nescal e tem medo de aranha, na rua, é libidinosa, safada e terá uma aptidão para proporcionar prazer que nem toda água do mar conseguira apagar o fogo que queima e arde o sexo de uma juventude bem vivida. Os pézinhos delicados, meigos, macios, gostosos que você espiava e bolinava discretamente pra se excitar, vão estar apoiados nos peitos de um malandro qualquer que estará fodendo sua filhinha com força. Você queria ouvi-la gemendo de prazer, sentir o gosto da sua bocetinha doce e juvenil, ensinar para ela o cominho do seu prazer, mostrar todas as possibilidades que um corpo tem de lhe proporcionar o mais erótico dos gozos. Você sempre gostou de menininhas, queria que tivesse um "homem da cerca, cheio de sede, precisando de água" na vida da Jamille, só pra você espia-la fazendo com os outros oque você não pode ou não tem coragem para fazer! Imagine ela toda arreganhadinha, dizendo que tem cosegas na xaxota, o que você faria Luiz Antonio?

Eu ali, todo cheio de tesão com as provocações de Marinice, apenar respondi: "Você quer que eu faça a mesa coisa com a Jamille? Marinice saiu de trás da cortina de vapor, olhou nos meus olhos, e respondeu: "Se for para te ter de volta, por mim, tudo bem! Se foi paciente comigo, também será com ela".

A partir desse dia, as coisas mudaram…

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