Féria Especial com Titio e o Primo

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Os raios de sol batiam diretamente nos meus olhos vindos da janela do quarto. Acordei cedo com o corpo dolorido, parecia que tinha passado um trator por cima de mim, sem contar que rabo ardia um pouco. Me lembrei do dia anterior e ao olhar para o lado vi meu tio e meu primo Fê dormindo. Os dois estavam completamente nus, assim como eu. Ao olhar para eles logo meu coração acelerou e meu pinto começou a endurecer.
Ainda não podia acreditar que tinha sido devorado por meu titio e por meu priminho, dois deuses gregos que dormiam ali na mesma cama que eu. Tudo naquele dia tinha saído fora do planejado.
Eu me lembro que meu pai tinha me encontrado no rio com o Zé, um mulato que trabalhava na fazenda como diarista. O Zé tinha me ensinado a arte de dar o cu e chupar uma piroca como uma vadia. Me ensinou a enrabar um furico como ninguém e sempre íamos tomar banho juntos e trepar. Até que um dia meu pai me pegou, brigou feio com o Zé que saiu fugido da fazenda e da cidade.
Desde aquele dia meu pai ficava no meu pé, observando quem eram meus amigos e onde eu ia. Nada adiantava, pois eu sempre arranjava um jeito de dar o rabo para alguém. Depois do Zé foi o Marcos, meu professor de escola. Era um jovem de uns vinte e poucos anos que eu consegui seduzir até que ele não resistiu e comeu meu cu no banheiro da escola.
Depois foi o Arnaldo, um caminhoneiro que fazia entregas para meu pai. Me lembro que subi na boleia de seu caminhão e com a desculpa de ele me ensinar a dirigir, cavalguei em um mastro gostoso. Ainda tiveram alguns coleguinhas que logo convencia a deixarem eu chupar seus pirus. Tinha me tornado um verdadeiro viadinho. Era viciado em sexo e não conseguia me controlar.
Os boatos começaram a correr pela cidade pequena do interior e antes que a vergonha de meu pai fosse maior ele me mandou passar um tempo com meu tio da capital.
A viagem foi tranquila apesar de viajar com saudades das pirocas que tinha deixado para trás. Até que depois de muitas horas cheguei na capital e fui logo recebido por meu tio.
Na mesma hora meu coração quase parou. Ali diante de mim estava um verdadeiro deus grego, daqueles de capa de revista. Rosto quadrado, maxilar proeminente, olhos castanhos e brilhantes. Seu cabelo era cortado bem rente dando a ele um ar ainda mais másculo. Meu piru ficou logo duro imaginando aquele homem me devorando.
Tive que limpar aqueles pensamentos, afinal era meu tio. Logo que me viu ele correu e me deu um abraço. Eu pude sentir seu perfume francês invadindo meu nariz e sua barba levemente aparada espetando minha bochecha lisa. Fiz uma força gigantesca para não roubar um beijo daquele macho alfa.
No caminho para a casa dele, fui imaginando coisas eróticas. Percebi que meu piru estava ficando melado e estava doido para bater uma punheta gostosa. A viagem para casa parecia mais longa que o trajeto até a capital.
Quando cheguei em sua casa em bairro de grã-fino me deparei com um casarão, com piscina e de frente para o mar. Mesmo assim a presença de meu tio não me deixava relaxar, ele era muito másculo, diferente daqueles pé-rapado que tinham me fudido no interior. Quase tive raiva de mim mesmo por ter permitido.
Ao chegar em casa fui logo recebido por meu primo.
E que primo. Era uma miniatura de meu tio. Bronzeado, com braços malhados, cabelo liso e brilhante. Tinha dentes brancos iguais a neve e um cheiro de adolescente que deixou com o cu piscando.
Eu estava literalmente fudido. Não sabia como iriam ser aqueles dias. Até que durante o dia percebi meu primo se insinuando para mim. Aquilo me deixava louco. A primeira vez foi quando inventei a desculpa de não ter sunga e ele me arranjou uma, naquela hora ele ficou pelado na minha frente para se trocar. Eu quase caí de boca naquele pau gostoso. Era menor que o meu, mas cavalo dado não se olha os dentes. Eu queria chupar e deixar ele me meter, queria também meter naquela bundinha branca de marca de sunga. Cheguei a ficar excitado mas fiz cara de rogado.
O resto do dia foi ainda mais surpreendente. A putaria começou a rolar com meu priminho e eu não conseguia acreditar. A noite eu tentei dormir mas meu coração estava acelerado, fiquei assistindo TV tentando me acalmar, mas meu vício por sexo não me deixava quieto. Até que fui para o lado de fora respirar um ar frio. Foi quando me deparei com meu titio de sunga e tomando uma cerveja. Aquele pacote no meio de suas pernas era muito gostoso e eu queria apenas cair de boca.
Foi quando meu tio começou a controlar a situação e acabamos em um troca-a-troca delicioso, até sermos interrompidos por meu primo que teve uma crise de ciúmes e acabou com a brincadeira.
Fomos para o quarto e durante a noite a putaria correu solta.
Fui fudido de todas as formas, por meu primo e depois por meu tio. Comi, também o cu dos dois que tinham rabos virgens e macios.
Naquela hora pela manha enquanto os dois dormiam eu contemplava os corpos nus dele. Meu coração acelerava e sem perder tempo fui engatinhando até o piru do titio. Enquanto ele dormia eu pude contemplar aquele caralho com cuidado. Era grosso e cheio de veias, tinha pelos volumosos ao redor, apesar de ter o saco bem aparado. A virilha era raspada quase que como se ele se depilasse com cera. Senti o cheiro de macho e praticamente babei. Seu saco grande e cheio me deixou louco, o piru do titio estava mole e mesmo assim era uma fruta que eu estava ávido para chupar.
Do lado estava meu priminho. O Fê era gostoso, naquele momento deitado de bruços exibia uma bunda carnuda e macia. Eu tinha provado na noite anterior o quanto ela era apertada e sentia uma vontade enorme de meter de novo.
Enquanto estava entre os dois fui acariciando o pau mole do titio e a bundinha macia do Fê. Sem me controlar coloquei aquele piruzão na boca que logo foi ficando duro e enchendo minha boquinha. Ao mesmo tempo eu dedava o cuzinho apertado do Fê que ia rebolando de leve, apenas curtindo minha metida carinhosa.
De repente ao olhar para frente vi meu titio com os olhos abertos e olhando com um sorriso maroto.
_ Bom dia anjo do titio. _ disse ele.
Tirei o pau dele da boca e dei um sorriso.
_ Bom dia titio. _ respondi.
_ Acordou com fome heim. _ comentou ele.
Dei outro sorriso e concordei com a cabeça.
Aquele dia estava começando de uma forma que eu nunca teria imaginado. Aqueles prometiam ser os melhores dias de minha vida.

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