Desejo incestuoso

29-06-18 Por 0 ★ 4.31

A vida é fascinantes e cheia de supresas, repleto de desejos adomercidos quando vividos uma única vez somos dominados e atraídos não se importando com as consequências que possam vir nos acontercer, encontrei aqui o lugar ideal para dividir essa aventura que vivi alguns anos atrás, época estava com 16 para 17 anos, praticante de judô vivia viajando pelo o Brasil e o mundo em competições, minha vida se resumia em estudar e treinar, treinar e estudar, não tinha muito tempo para ficar com os meus pais e a minha irmã, os intervalos aproveitava para sair com alguma gatinha, minha aventura começa quando torci o joelho e tive que ficar de molho em casa, impossibilitado dos treinos, só me restava estudar e repousar, recebia atenção de todos em casa, principalmente da minha irmã que estava com 19 anos e fazia Medicina, ela se sentia quase uma médica, me tratava como o seu paciente, foi aí o início da minha alegria, nessas visitas que ela me fazia veio com uma blusa folgada e sem sutien quando abaixou para me ajudar pude ver o entorno dos seus seios, uns biquinhos tão pequeno, e firmes, para ser sincero nunca havia reparado com ela era linda, cabelos negros, barriga sarada devido a academia, pernas grossas, tinha uma DEUSA em casa e não notei, segurei o suspiro e fechei meus olhos, talvez ela poderia perceber e a confusão estaria armada, mas a imagem daqueles deliciosos seios não saía da minha mente, talvez por fraqueza acabei ficando de pau duro, como vestia uma cueca apertada não ficou tão amostra, mas com as mexidas da mão, ou as posições tava para ser notado, sempre de olho fechado pois me sentia envergonhado, as vezes eu abria meus olhos e uma dessas vezes pude perceber o risinho de canto de boca dela, e me olhando estranho, tipo: Eu sei o que está acontecendo! mesmo que não fosse dito em palavras tinha essa impressã, não sei o que me deu nesse momento parece que fiquei aliviado, ela terminou mexeu no meu cabelo me deu um beijo na testa e saiu, claro que acompanhei a sua saída admirando a bunda gostosa, tentei me retrair, me julguei e tentei provar que era errado aqueles pensamentos, o dia passou normal, naquela semana meus pais precisaram viajar com urgência para o interior de Minas, minha avó tinha passado mal, como sentia dor fiquei em casa com a minha irmã, ela acabou perdendo uma festa de uma amiga em uma sexta para ficar comigo, alugamos uns filmes e ela veio assistir no meu quarto, ela deitou em um colchão do lado da minha cama, deitado eu conseguia admirar, ela vestida com um pijama florido, bem leve que a cada virada enfiava na bunda já que ali não existia calcinha, não prestei atenção no filme só na bunda dela, meu pau estourada dentro da minha bermuda, me cobri e coloquei para fora e me masturbava levemente, ela virava para falar comigo eu parava, dali ela não conseguia ver nada, em um certo momento ela levanta e diz que vai buscar água, me bateu um frio no coração, guardei meu pau super duro, com uma certa dificuldade com receio do seu retorno, quando ela voltou deitou na minha cama, alegando que aquele colchão era duro, ficando de costa para mim, eu suava frio, minhas pernas ficaram bambas, meu coração batia acelerado, um confuso desejo me dominava, não sabia como reagir ou falar, minha respiração disparava, ao sentir o cheiro suave dos seus cabelos, e quando sem querer ela encostou a bunda na minha coxa, parecia que ia gozar, me indireitei e acabei a abraçando, ela não demonstrou nenhuma negativa, e assim que o meu pau encaixou certo na sua bunda dividida, pude sentir que ela contraía também, estávamos de conchinha, ela começou a respirar forte, eu procurei olhar no rosto dela, e para minha grada surpresa ela se encontrava de olhos fechados e mordendo os lábios, foi a deixa que eu precisava, me afastei um pouco o tempo suficiente para tirar o meu pau fora da bermuda e encostar naquela pele macia, pude sentir seus pelos arrepiarem, e ela pressionar a bunda de encontro ao meu pau, com uma mão massageava sua barriga definida, e ela rebolava lentamente, eu a olhando e ela a todo momento de olhos fechados e mordendo os lábios, acredito que ali já estávamos entregue ao desejo, subi vagarosamente até seus peitos e comecei a alisar los, ela já soltava suaves gemidos, com a outra mão fui enfiando para dentro do pijama chegando na sua bucetinha encharcada, tínhamos perdido o total pudor, estávamos vivendo um sentimento incestuoso, ali era somente um homem e uma mulher, cheguei no seu ouvido e sussurrei:
– Nossa que gostosa, está me deixando louco.
Ela gemeu mas alto, não falou uma palavra e virando a cabeça me beijando, foi um dos melhores beijo da minha vida, ela ficou de frente para mim foi tirando a roupa ficando completamente nua, admirei o máximo que pude, infelizmente não podia realizar muitos movimentos, ela tomou partida e continuou me beijando foi descendo pela a minha barriga até segurar o meu pau, me punhetou olhou com uma cara safada bem safada e começou a me chupar, e fazia com maestria, eu segurava seus longos cabelos, delirava com a chupada, me deixava louco quando ela me olhava com a boca engolindo a minha pica, me segurava para não gozar, em um movimento rápido ela levantou encaixou o sua buceta e foi descendo bem devagar, com cuidado por causa do meu joelho, vendo meu pau ser sugado para dentro da sua buceta, ia a nuvens, ela mexia rebolava, subia e descia gemendo, se apoiou no meu peito e metia rápido, não aguentei e disse que ia gozar ela aumentou a velocidade e começou a gozar junto comigo, eu já sentia muita dor no joelho, mas misturava com prazer, após gozarmos ela desfaleceu no meu peito, estavamos suados, o tesão exalava em nossa pele, ela me beijou, riu e disse que loucuras fizemos, levantou e saiu, por alguns segundos fiquei imóvel, não acreditando no que acabara de fazer, me limpei me arrumei, depois de uma longa hora e ela volta como se não tivesse acontecido nada, conversando outras coisas, quando fui falar do nosso momento, ela colocou o dedo na minha boca e disse:
– Não fale nada, pode estragar o momento gostoso que vivemos.
Balancei a cabeça possitivamente sorrindo e voltamos a falar de outro assunto, tivemos outras duas oportunidades, e depois seguimos nossos caminhos.

Espero que tenham gostado da minha aventura, e peço desculpas se não citei nomes e lugares, preferi nos preservarmos, e não acharia legal nomes fictícios.
Abraços.

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