Chay – Nascida para a traição

Autor

Aquela garota sempre me instigara à pensamentos sujos, e não era à toa, pois seus desejos também eram grandemente pecaminosos. Conheço Chay desde pequeno, estudamos juntos até o oitavo ano do ensino médio, naquela época eu era mais inocente e ela mais esperta. Eu não tinha a astúcia que tenho hoje, mas já via ela deixar ser tocada pelos garotos de minha sala, mesmo na época que tinha um namorado. Ela era uma garota magra, sem muito volume nos peitos e na bunda, apesar das curvinhas gostosas na cintura e no quadril, era a típica ninfeta da sala. Seu primeiro namorado foi Anderson, um mulato pouco mais velho que ela, famoso por ser um brigão no colégio. Ela o escolheu, é claro, por que ele era um cara mau, e isso atrai as mulheres promíscuas. Recordo-me de que ele a tratava como uma vadia, dava tapas em sua bunda na frente de todos da turma, falava coisas obscenas que faria com ela diante dos colegas e na presença dela enquanto ela ria e o olhava com cara de safada.
Bem após um tempo eles terminaram, claro que ele com certeza usou muito o corpo dela, e ela sem dúvida não se arrependia de tê-lo entregado (talvez) sua virgindade, se é que era virgem ainda naquela época. Um de meus amigos começou a pegar Chay, ainda naquela época, coisa que veio virar um namoro duradouro posteriormente. Como Chay era uma garota ousada, Roger, seu agora namorado, sempre desconfiava de uma possível traição, e por ser meu amigo muitas vezes consultava-me sobre ela, já que estudávamos na mesma sala. Eu, é claro, como um grande filho da puta jamais admiti vê-la se insinuando aos outros rapazes e até mesmo à mim (que não dava crédito à ela por medo de perder a amizade de Roger), nem mesmo admiti vê-la trocando carícias por debaixo da mesa com um colega de classe.
Chay era uma puta devassa que sem dúvida traia Roger, mas o inesperado um dia aconteceu, Roger a deixou para ficar com uma garota mais nova que ela – isso após uns 4 anos de namoro, isso mesmo, uns 4 anos de chifre – e se mudou para outra cidade. A putinha ficou bem triste, mas em pouco tempo achou outro bobo para sustentar suas galhadas. Ai ela já tinha seus 19 anos e seu corpo havia evoluído um pouco, continuava magra e esguia, porém sua bundinha havia crescido e seus peitos avolumaram-se levemente. O novo e atual corninho era Adam, um cara gente boa de uns 23 anos que parecia gostar mais do seu carro do que da buceta de Chay. O namoro rendeu, e é claro que Chay traiu Adam várias vezes, inclusive com seu ex, Roger, que veio até nossa cidade para comer ela mais um pouco enquanto o corno trocava os aros do carro. Adam um dia descobriu a traição e ficou muito triste, mas como todo bom corno manso, perdoou Chay e meses depois se CASOU com ela. Isso mesmo, CASOU.
Eu sempre me fantasiei com Chay por conta de sua promiscuidade, só não comia ela por que não queria sujar meu nome, porém, um dia fui pego em maus lençóis, e o pobre Adam ganhou novos belos ramos em sua vasta galhada.
Trabalhava como entregador dos Correios e um dia tive que fazer uma entrega em sua residência. Agora casada, Chay morava em um bairro humilde no leste da cidade, não muito longe de onde seu marido trabalhava, na oficina da próxima esquina. Fui até a residência, 208 era o número, toquei a campainha e Chay apareceu; loira tingida, olhos castanhos, lábios finos, camisa regata e uma minissaia… muito indecente para uma senhora casada. Ela não havia me conhecido e aparentemente não era à mim que destinava tal traje, e sim, a qualquer macho que viesse entregar-lhe uma correspondência. Quando percebeu quem eu era, Chay pareceu um pouco envergonhada mas logo sorriu simpaticamente e cumprimentou-me.

– Oi Dan! Não sabia que trabalhava para os Correios. – sorria enquanto abria o portão.

– Bem, não faz muito tempo, respondi. – tentava disfarçar, mas sempre que podia olhava suas coxas.

Ela convidou-me à entrar, e eu, querendo aproveitar a situação, não com a intenção de tentar algo com ela, mas sim, com a intenção de tarar um pouco mais seu corpo, aceitei. Logo que subimos a escada já fui agraciado com a visão de sua bundinha que, meus sentidos não me deixaram enganar, estava sem calcinha. Não deu para ver sua buceta nitidamente, mas só aquela situação já deixara minha pica dura como pedra.

– Adam está? – perguntei.

– Não, está trabalhando na oficina. Quer sentar? – disse puxando uma cadeira.

– Sim, obrigado. Mas não pretendo ficar muito tempo, tenho mais entregas. Não sabia que moravam aqui.

– Ah sim, também não faz muito tempo que viemos para cá. – nesse momento um gato entrou na sala e começou a se esfregar nas canelas de Chay, então, obviamente que fez de propósito, ela abaixou-se de costas para mim para afagar o gato, enquanto eu via seu rabo gostoso todinho diante de mim. Sua buceta era bem rosada e tinha alguns pelos, e seu cuzinho era bem liso e claro, e exalavam um cheiro suave que enlouqueceram meus sentidos.

Creio que qualquer homem com hormônios, diante de tal cena, reagiria de tal forma como eu reagi.

– Que delícia! – exclamei sussurrando, e ela ouvindo respondeu.

– Ah você está olhando é? – disse ela com um tom muito lascivo.

– Desculpe, mas não tem como não notar.

Ela continuou afagando o gato e dessa vez abria um pouco mais as pernas, favorecendo ainda mais minha visão.

– Você não tem vergonha não? Eu sou casada.

“Que vagabunda” pensei eu, enquanto ela continuava naquela posição e eu afagava meu pau por cima da calça. Ela virou o rosto para trás em um momento.

– Hmm, parece que você não tem ressentimentos de tarar uma casada. – disse quando viu o volume de meu pau – Já que você viu o que não devia, que tal deixar eu ver também? E ai ficamos quites.

Sem pensar duas vezes saquei meu pau para fora, que já estava muito duro e pulsava de tesão. Mede cerca de 17,7 centímetros e quando estou muito excitado enchesse de veias.

– Nossa! – disse ela – Não imaginava que era tão grande.

Ela virou-se e veio até mim, que estava sentado no sofá da sala. Começou a subir em mim e acomodou-se em meu colo, de frente. Segurou em meu pau pondo na direção de sua bucetinha e disse:

– Não acredito que você vai ter coragem de fazer uma coisa dessas. – sentou-se em minha rola, fazendo-a entrar toda em sua xota quente e úmida – Você é um safado, Dan. Como pode me comer sabendo que sou casada?

Segurei sua cintura e comecei a tirar sua regata e sutiã, enquanto ela rebolava em meu pau deliciosamente. Aquela ninfeta putinha adorava fazer aquilo, tinha realmente um prazer imenso em trair. Eu pulsava meu pau dentro dela e ela gemia e rebolava enquanto eu apertava sua cintura e chupava seus peitinhos médios e durinhos. Sua buceta estava muito lubrificada e eu sentia deslizar por inteiro.

– Seu puto! Safado! – gritava ela – Como pode fazer isso sabendo que sou uma mulher compromissada?! Ahhhhn! Isso, fode minha bucetinha fode, fode todinha a esposa do corninho, isso!

Eu batia em sua bunda enquanto ela sentava forte em meu pau e gemia, agora pedindo rola e gritando obscenidades.

– Aii Dan! Aiiii! Come a tua puta come, fode ela enquanto o corno trabalha, fode!

Ela me segurou forte e começou a arranhar minhas costas enquanto rebolava rápido e intensamente, o tesão era muito e comecei a sentir vontade de gozar, principalmente ao notar que ela estava gozando.

– Ahhh me fode, to gozando! – sussurrava sem forças no meu ouvido – Me arromba mais, aiii, vou gozar!!!

Sentou forte e começou a tremer no meu colo, e eu a sentir sua buceta contraindo por dentro e seu líquido escorrer por minhas bolas, não resisti e gozei também, misturando seu gozo com o meu e fazendo-a gemer exageradamente.

– Ahhh goza, isso, enche tua puta de porra pro corno! Ahh Dan que pau gostoso. – sua voz ficava mais fraca e seus movimentos iam cessando.

Após alguns minutos abraçados e com o pênis dentro dela, ela começou a descer de meu colo, fazendo minha porra escorrer de dentro de sua buceta e percorrer meu mastro. Ao ver a cena ela se ajoelhou, me olhou com aqueles olhos castanhos lindos e disse.

– Deixa eu limpar essa porra deixa. A que tu pôs na minha buceta vou guardar pra quando o corno me comer a noite – e começou a me fazer um boquete delicioso, subindo e descendo, balançando a cabeça vagarosamente para os lados e limpando todo a porra que tinha escorrido enquanto sentia o gostinho da própria buceta em meu mastro.

Depois de alguns minutos engolindo meu pau ela se levantou e perguntou se eu queria comer mais alguma coisa. Eu disse que não no momento, pois tinha que voltar ao trabalho, e agradeci pela recepção.

– Acho que vou pedir mais coisas pelo correio daqui pra frente. – disse ela, enquanto ajeitava a minissaia no corpinho.

Naquela noite ela transou com Adam, e posteriormente contou-me que ele ficou muito surpreso por sua buceta estar tão melada de tesão. Mal sabia ele que aquele tesão que escorria de sua xota não era só dela, e sim, meu. O corno comeu a esposa deslizando seu pau na porra de outro macho.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,64 de 11 votos)
Loading...