Casal e os brinquedos

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Depois de ter saído com um casal, onde o macho era bissexual, Carol adorou ter comido ele, a pedido da esposa, chegando em casa ela me fez gozar com suas chupadas até chegar no meu cuzinho, me fazendo gozar bastante, ela na hora recebeu tudo na boca, disse que queria ser comido por ela, mas ela falou que somente depois que um macho me comesse. Quando aconteceu ela ficou louca e gozou bastante na minha boca, enquanto ele me comia. E eu gozei na boca dela e na da mulher dele. Carol depois de me ver sendo comida pelo médico, ficou mais louca e queria me ver rebolar mais num caralho. Compramos alguns brinquedos e como nossos filhos tinham viajado com minha irmã e seus filhos, íamos ter 10 dias sozinhos. Fui tomar um banho. Carol foi para o quarto, tirou sua roupa e ficou somente de fio dental e sutiã. Eu fui tomar banho no quarto de hospede. Ela foi lá, entrou e abriu a porta do banheiro. Eu estava nu, de pé, em frente à pia, Ela me aberaçoupelas costas. – Calma, está tudo bem. Eu não consigo parar de pensar em você, vendo você rebolar feito uma putinha no caralho do médico. Me masturbei feito louca. Carlos eu quero você – disse ela. Carol começou a me beijar o pescoço, meu ombro e acariciar suas costas e costelas. Eu me arrepiei inteiro e relaxou as mãos. Seu caralho se libertou, duro, muito duro. Carol foi se ajoelhando, beijando as costas dele, dando mordidinhas, até chegar à bunda. Afastou as nádegas, escancarando seu cuzinho, e caiu de língua nele. Eu suspirei, me apoiando à pia. Ela enterrou o rosto no rego e deu uma chupada deliciosa nomeu rabinho. Eu rebolava no rosto dela e jogava a bunda para trás, querendo que mais língua me invadisse. Carol abraçou sua cintura e segurou seu caralho. Começou a masturbá-lo, lentamente, sem parar as linguadas no cuzinho. Meu corpo ardia de tesão e seus gemidos ficavam mais fortes e altos. Carol forçava o rosto paro meio da minha bunda, enterrando o nariz e a língua no rabinho, cuspia, lambia, beijava e sugava.
Carol estava adorando. Achou o rabo de Carlos delicioso e não queria parar. Porém, queria brincar mais um pouco e se levantou. Melou os dedos no sabonete e o penetrou com seu dedo médio. – Ahhhhhhh… que coisa gostosa. Mete, mete mais – pediu ele, se derretendo nos braços dela. Carol atendeu ao seu pedido e enfiou um segundo dedo. Com a palma da mão virada para cima, ela passou a movimentar os dedos no cuzinho do marido, girá-los, abrir e fechar e, de repente, em um desses movimentos, encontrou seu Ponto G. Eu gemi alto e me segurei com força, na pia. Meu corpo ficou tenso, contraído e meu cu começou a piscar com grande intensidade. Carol o abraçou e passou a chupar seu pescoço e morder sua orelha. Começou a foder seu marido com seus dedos, com força, com rapidez e ele foi gemendo, grunhindo, tremendo, cada vez mais. – Não para, querida, não para. Eu vou gozar, eu vou gozar – disse ele no ápice do prazer. Seu caralho começou a pulsar sozinho e gozou, gozou sem ninguém tocá-lo, espirrando muita porra no chão do banheiro. Estavam exaustos, Carol se deitou nas costas dele, sem tirar os dedos de sua bunda, lambendo seu suor e o beijando. O virou e se ajoelhou para chupá-lo. Recolheu sua gala com a língua e mamou o cacete como se fosse uma mamadeira. Carlo a levantou e se beijaram.
– Vamos tomar banho? – convidou ele. – Quero. Estou precisando – respondeu. Foram ao chuveiro e se banharam, cada um ensaboando o outro, se beijando e se acariciando. Terminado o banho, Carlos a ergueu no colo e a levou pra cama. Continuaram se beijando por um longo tempo, rolando de um lado pro outro, trocando carícias e olhares. Os dois sorrindo retomaram o beijo. Voltei a mamar seus o seios e fui até sua buceta. Começei a chupá-la e retribuir, com louvor, o prazer que ela me dera momentos antes. Carol se contorceu inteira, gemeu e gozou deliciosamente na minha linga. Eu a comi no papai e mamãe, frango assado e de ladinho, dando mais orgasmos a Carol e a enchendo de esperma. Ficamos na cama, abraçados.
Nos beijávamos com prazer, ela alinhada nos meus braços, parecia quando começamos. Eu acariciava suas coxas e seus seios, fazendo Carol gemer e se aninhar mais ainda. Num momento Carol virou a cabeça pra trás e me beijou longamente. O celular dela tocou, interrompendo o momento íntimo do casal. Tentei me levantar do sofá. Ela, porém, não permitiu e o puxou de volta. Atendeu o celular, eram nossos filhos avisando que tinham vchegado, Ficamos alegres e nos abraçamos, retomando o beijo anterior, mais excitante e mais molhado. Depois de um lanche rápido, quando iriamos experimentar os brinquedos que compramos.
Carol tomou um banho rápido, se perfumou e colocou uma camisola preta, extremamente, sensual. Nada de calcinha ou sutiã. Bateu à porta do quarto hospedes e entrou. Ele a esperava, de pé, entre a cama e o armário, vestindo um roupão de seda, azul, no meio das coxas. Carol segurou meu rosto e nos beijamos carinhosamente. – Tirei sua camisola e admirei seu corpo nu e cheiroso. Sentei-me na cama, colocando-a no colo, e mamou, demoradamente, seus seios. Carol gemia baixinho e rebolava, acariciando os cabelos dele. Sua buceta encharcada melou as minhas coxas e o roupão, fazendo subir o cheiro de sexo no quarto. Carol queria vê-lo e se ajoelhou entre suas pernas. Me levantou abriu o roupão, retirando-o e aparecendo uma cueca amarela, tapa sexo, com sua bunda toda exposta. Carol adorou.
Voltei a sentar e ela me fez me deitar na cama, deixando as pernas de fora. Ela acariciou meus pés, chupou meus dedos e foi subindo, com a língua, pelos tornozelos, panturrilhas, joelhos e coxas, chegando à virilha. Eu havia passado algum creme hidratante, pois estava muito cheiroso, com aroma de morango. Carol cheiouminha virilha e passou a língua, lentamente, sentindo seu caralho dar pulos dentro da cueca. O beijou e acariciou seu corpo, passando as unhas na pele macia e sedosa dele. Beijou sua barriga, lambeu e notou como o corpo dele brilhava. Mamou seus mamilos, mordeu e esfregou seus seios no peito do marido. Esticou a mão e pegou dois brinquedinhos – um plug anal e uma bolinha tailandesa. Desceu a cueca e seu caralho pulou pra fora, estalando de tão duro. Ea não resistiu e caiu de boca, engolindo-o até encostar em sua garganta. Começou a chupá-lo e masturbá-lo. Eu gemia e me contorcia, jogando a cintura pra cima e fodendo a boquinha de Patrícia. Depois de um tempo no boquete, ergueu as pernas dele, expondo seu cu. O mesmo creme estava lá também, exalando um cheiro delicioso. Carol abriu a bunda e caiu de língua no buraquinho. Me agarrei ao lençol e contrai o corpo inteiro. Cega de tesão, ela iniciou uma intensa e alucinante chupada anal.

Enquanto o chupava, ela segurava os brinquedos e resolveu usá-los. Untou o plug com um gel lubrificante e brincou na entradinha do meu cu. Esfregou em círculos, forçou, tirou e ficou passando o vibro no meu cu ao mesmo tempo que chupava meu caralho. O caralho vibrava e pulsava na boca dela, que produzia muita saliva para engolir ainda mais. Forçou, novamente, o plug e, desta vez, ele entrou. Eu uivei de prazer com a invasão e ela adorou. Começou a me fuder, entrando e saindo do buraquinho. Sua buceta estava alagada e ela começou a se tocar. O tesão foi imediato e ela gozou, com a boca cheia do meu caralho e o plug , totalmente, enfiado no cu. Com a gozada, Carol desabou na cintura dele, tendo espasmos no corpo e sem condições de continuar. Percebi que chegara a hora dele assumir o controle e a puxou pra cama, deitando-a de costas. Sem tirar o plug do seu cu, deitou-se entre as pernas dela e chupou sua boceta. Carol estava, absurdamente, sensível e ardente. Não demorou para ter novo orgasmo, derramando muito mel na minha boca. Bebi tudo com prazer. Enfiou a língua em sua boca e, em seguida, a fez chupar as bolas tailandesa, todas as seis. – Deixa elas bem meladinhas que elas vão te enrabar bem gostoso – falei.
Mamei seus seios mais um pouco e desceu. A virou de bruços, beijou suas costas, suas costelas e chegou à bundinha. Beijou, lambeu, mordeu e deu dois tapinhas, um de cada lado. Ela deu um gritinho e olhou pra trás, sorrindo. Passei o dedo pelo cuzinho e o senti ele começando a piscar. Pegou um sachê lubrificante e derramou sobre a bunda. Ela se contorceu com o geladinho do líquido e ele o espalhou pelo cu, enfiando o dedo médio bem fundo. Ela agarrou um travesseiro e o mordeu. Rebolava na cama, esfregando a buceta no lençol e sentindo mais um orgasmo se aproximando. Eu meti a mão por baixo dela e a masturbei. Carol deu um grito de prazer e gozou mais uma vez. Com o orgasmo, relaxou o corpo e o cu. Era o que ele queria. Com seu buraquinho bem relaxado e meladinho, Comecei a inserir as bolinhas tailandesas. Elas variavam de tamanho, indo de uma bem pequena e aumentando a circunferência. A cada bola que entrava, ela gemia e suspirava mais. Me deitei ao contrário e ofereci meu caralho. Ela o segurou e enfiou na boca. Agora, seus gemidos eram abafados pela meu caralho e voltei a meter as bolinhas. Ela intensificava a mamada na medida em que as bolas entravam nela e seu tesão a enlouquecia. Também voltou a foder o meu cuzinho com o plug, que ainda estava enterrada nele. Rangi os dentes de prazer e meti a última bola. Os dois estavam, totalmente, preenchidos e se fodiam, deliciosamente. A buceta de Carol estava ensopada e pulsava sozinha. Eu lambia e sugava seu mel e ela respondia engolindo mais um pouco do caralho enfiando mais o plug.
A brincadeira estava delirante, mas ambos queria penetração. Me levantei da cama, peguei um anel peniano e o afixou em sua rola. Carol observava, sem forças para se mexer. Ele pegou ainda um vibrador de tamanho médio e voltou para cama. Levou o vibrador à boca de Carol e mandou chupá-lo. – Você via ter uma dupla penetração. Tirei o vibrador da boca dela e voltou a sua bunda. Inseriu o brinquedo na xoxota para deixá-lo mais meladinho e fez Patrícia contrair o corpo. Retirou as bolinhas do seu cu e as substituiu pelo vibrador. Em seguida, apontou o caralho para a buceta dela e enfiou de uma vez só. Carol prendeu o fôlego ao ser preenchida nos dois buracos. Me deitei em suas costas, com meu caralho todo dentro dela. – Está gostoso? – sussurrou. – Está incrível. Teu caralho parece mais duro e maior – respondeu ela. – É anel peniano que estou usando. Ele prende a circulação sanguínea e retarda a ejaculação. Vou comer por mais tempo e depois dar uma esporrada violenta dentro de você – explicou ele, aguçando a libido de Carol e fazendo seus olhos revirarem de prazer com a promessa. Liguei o vibrador e comecei a foder a boceta. Ela praticamente perdeu o controle e desatou em uma sucessão sem fim de orgasmos fortes. Não parei de enfiar nem diminuiu a intensidade. Ele também estava delirando de prazer e queria meter e meter e meter. Bufava no ouvido dela e ambos suavam bastante. Finalmente, depois de quase meia hora de penetração, meu caralho começou a engrossar e a pulsar até uma enxurrada de esperma ser disparada contra o útero de Patrícia, uma torrente de porra grossa e quente, como ele prometera.
Ela ficou mole e quase desfalecida permaneci em cima dela tentando recuperar meu fôlego. . Já varava madrugada e ambos estavam bem cansados. Puxei a coberta para cima de nós e abracei Carol carinhosamente e dormimos. Acordei (levantei pelado) primeiro e fui preparar nosso café da manhã que tinha que ser bem reforçado devido a termos gasto muitas energias. Fui levar seu café, ela estava pelada e bem a vontade na cama, me viu e deixado a bandeja de lado nos beijamos, pensando que íamos ter vários dias para treparmos quando desse vontade, e ia ser quase todo tempo.

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