Balada

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Sou Carlos, combinamos com Paula e seu marido, a fim de irmos para uma balada, porém eles tiveram problemas e não puderam comparecer. Fomos sozinhos, eu e Carol minha esposa.
Chegamos e a boate, por ser mais cedo, estava praticamente vazia, pegamos uma bebida, enquanto Carol dançava na pista, aos poucos começou a encher. Passamos a dançar e já cansados, fomos até o terraço para descansamos e pegar um ar fresco. Notamos a chegada de um gato, urso loiro e enorme, devia ter 190m. Corpo trabalhado, forte, mas não musculoso. Um corpo tenaz, firme, rígido. Uma bariga discreta com a mesma tenacidade das demais partes do corpo. Vestia uma blusa pólo branca e uma calça jeans que lhe apertava todo o corpo da cintura para baixo. Seu volume saltava-lhe as calças e parecia querer engolir a todos nós, tamanho era o desenho bífido que a calça apertada comprimia. Ele tinha os olhos bem verdes, de um verde aberto, amarelado. Uma leve calvície quase não era notada, disfarçada por um corte de cabelo bem baixinho, que fazia confundir o loiro de seus fios com o próprio couro cabeludo. Com os lábios finos, ao perceber que tanto eu quanto carol estávamos lhe fitando, esboçou um sorrisinho de lado e começou a dançar.
– Ou eu ou você, gato. – disse ela.- Ele é meu, pode esquecer! – brinquei .
– O primeiro que chegar, leva! – disse ela, rindo.- Que seja, desde que divida com os amigos!
E rimos da nossa brincadeira louca, mas pertinente. Então decidi arriscar e ele esquivou. Não quis insistir.
– Pode ir lá, Fê. A parada é contigo.
– Sem fazer biquinho, hein? Um a zero pra mim. – disse, rindo, Carol.
Com vi que o loiro já era carta fora do baralho, decidi beber mais para esquecer os problemas com ele. Mas não bebo muito que não encontrasse alguém mais disposto a conversar. Foi assim que conheci um moleque, Renato, garoto novo. Magro, definido e baixinho, pele bem morena, mas com olhos tão ou mais verdes que o loiro da Carol. Ele, muito mais audacioso que a Carol e eu juntos, não pensou duas vezes quando eu passei por ele em uma das escadas. Tratou de, sem muita discrição, passar a mão no meu caralho. Quando olhei pra baixo, estava ele na base da escada, olhando pra cima, com um sorriso meio trôpego nos lábios, como se esperasse qualquer atitude minha. Não dei bola e fui beber. Quando estava na fila do caixa, um rapaz pediu pra que eu lhe comprasse uma cerveja.
– Pode comprar pra mim? Uma cerveja.
Estranhei o pedido. Primeiro, porque a fila nem estava grande. Segundo, porque ele estava imediatamente atrás de mim. Pra quê pedir pra que eu comprasse o raio da cerveja, se não fosse mais uma investida do garotinho safado da escada. Pois era ele, o Renato, o pedinte.
– Por que eu vou comprar uma cerveja pra você se eu nem te conheço?
– Mas pode conhecer, ué.
– Com certeza, qual o seu nome.- Que nome você acha que eu tenho? – disse ele, meio desconexo.
– Não faço a mínima ideia. Joaquim? Joninho? –
Ahahahahaha! – gargalhou – Seu bobo. Renato é o meu nome. E o seu?
Nos apresentamos ali mesmo e não demorou muito para que a mão do Renato estivesse novamente no meu caralho, antes mesmo de tê-lo beijado.
– Vamos lá pra baixo? – propus, percebendo a intenção do garoto.
– Vamos.
Eu propus descermos porque no primeiro andar o ambiente, além de ser mais escuro, era famoso pela putaria que rolava em algumas de suas paredes, que suavam – diziam alguns – de tanta gente se pegando escorada nelas. A Carol dizia que as paredes daquela boate eram pintadas com tinta cor de leite. Pois então descemos, Renato e eu, até uma das paredes de leite e foi nela que começamos a nos beijar. O garoto, com piercing na língua, parecia querer arrancar a minha fora. Sugava feito um cordeirinho no cio a minha língua para dentro da sua, como se quisesse demonstrar, com esse gesto, o tamanho de seu potencial de sucção. E o resultado era imediato. Meu caralho respondia na mesma proporção, sobretudo àquela hora da noite. Era por volta de uma da manhã, a noite estava começando a ficar alta, eu já tinha passado por muitos problemas no meu dia e tudo o que eu mais queria era descontrair, relaxar e, se possível, gozar.
Tirei a camisa. Renato começou a chupar o meu peito enquanto eu metia a língua dentro de seu ouvido. Roçávamos nossos corpos um no outro. Ele, como era baixinho, acabava levando roçada de pica na barriga, mas eu não me eximia de flexionar os joelhos, pegando o moleque pela cintura, de maneira a fazer com que seu caralho encostasse na direção do meu. E o moleque era dotado, diga-se de passagem.
Não hesitei, por outro lado, em agarrar de mão cheia o seu caralho rígido que saltava-lhe a calça jeans. Renato brincava com sua língua dentro da minha boca enquanto minhas mãos ocupavam-se em seu corpo: uma delas, administrando o volume do rapaz; a outra, descendo bunda abaixo até alcançar seu cuzinho.
De repente a música eletrônica foi ficando cada vez mais acelerada e a luz do ambiente tornou-se mais diluída entre raios laser coloridos. Outros casais, aproveitando o momento, aglomeravam-se no leite da parede do primeiro piso, sem muito pudor de encostarem-se uns nos outros. Foi assim que um deles esbarrou em mim, sem preocupação em pedir desculpas. E nem precisava, porque a visão – turva, mas deliciosa – compensava qualquer pedido de desculpas. Era o urso loiro da Carol, em pé, exatamente do meu lado, sem camisa e com a braguilha da calça aberta. À altura dela, Carol empenhava-se em sugar cada centímetro do do caralho do macho, disfarçada pela blusa do rapaz que ele mesmo segurava nas mãos, com o intuito de cobrir o rosto da safadinha. Sim, bateu inveja. Junto dela, a vontade de estar no lugar da Carol, chupando o caralho do loirão e a curiosidade em saber como era aquele caralho em detalhes.
Não demorou muito para que o Renato resolvesse fazer o mesmo. Talvez embalado pela cena que se passava ao lado, talvez pelo próprio tesão mesmo. Beijou-me na boca e, em seguida, desceu sua língua pescoço abaixo, molhando-me o cangote, os ouvidos, os mamilos chupando com prazer, me deixando arrepiado, enquantomeu caralho pulsava com sua língua a caminho do mesmo. Sem medo, engoliu meu caralho de uma só vez, e então passei a ter domínio da situação. Com Renato ajoelhado, eu conduzia sua cabeça contra meucaralho, de forma que seus lábios alcançassem minhas bolas. Fazia de maneira ritmada – uma, duas, três, quatro, cinco vezes – e na quinta ou sexta vez que o moleque levava o caralho até a garganta, eu segurava sua cabeça contra meu corpo, forçando-lhe a manter na goela meu dote por um determinado tempo, que eu – apenas eu – controlava naquele momento. Ele, puto que era, ficava completamente à mercê da minha vontade e do meu prazer, submetendo-se ao meu desejo devasso. Quando achava por bem que já era suficiente, ou quando realmente o rapaz se engasgava e forçava para tirar o caralho da garganta, eu cedia. E então ele afastava a boca, deixando meu caralho embebida em saliva, que unia-se num fio translúcido à saliva que lhe escorria no queixo.
Enquanto rolava a brincadeira com Renato, senti que minha bunda era apalpada. Rapidamente coloquei a mão, com medo de furto ou algo do tipo, mas a coisa não era bem essa. Busquei o autor do toque e não encontrei em meio à multidão. Mas percebi, não muito tempo depois, que o urso loiro estava bastante interessado na putaria que rolava entre Renato e eu. Então, num momento de relance, seus olhos encontraram os meus, e eles não puderam disfarçar o interesse do loirão pelo meu rabo. Senti minha bunda ser apalpada novamente, da mesma forma, e então concluí que fora ele que tinha agarrado meu rabo. Não me fiz de rogado e dei uma rebolada, como se quisesse sufocar o Renato com a pica. A mão do loiro me apertou quando rebolei. Percebi que ele curtiu. Rebolei mais uma vez, mas agora empinando o rabo para trás. Foi o suficiente para que o dedo daquele macho me penetrasse sem muito jeito ou paciência. Dedo grosso, grosseiro, abusado, que se manteve dentro de mim até que chegassem os seguranças da boate e com as lanterninhas botassem todo mundo para correr, inclusive nós.
Uma confusão foi criada porque alguns seguranças agiram com violência com alguns dos caras que se pegavam lá dentro. Fugimos da confusão porque acatamos sem muitos questionamentos a ordem para deixarmos o local. Alguns não acataram e resolveram resistir, e a pancadaria aconteceu. Não justifica, de forma alguma, que os seguranças agredissem os jovens devassos. Contudo estávamos fazendo algo que era indevido para aquele local. Sim, estávamos errados. O local não era apropriado. Entretanto, não criamos entraves maiores mais porque queríamos continuar a putaria em outro ambiente do que porque éramos politicamente corretos.
– Não dá pra ir pra casa, Carol. Eu bebi!
– Não tem Lei Seca até Barra, dá pra ir tranquilo.
– Não, eu não confio. Vamos esperar amanhecer e depois vamos pra casa – repliquei.
– Então a gente espera dentro do carro.
Fomos para o estacionamento da boate aguardar o dia amanhecer. Como ainda faltava muito tempo para que isso acontecesse, o rapaz loiro tomou a iniciativa de fazer com que o tempo passasse mais rápido e começou a beijar a Carol no banco de trás. Renato e eu, obviamente, não ficamos a ver navios e também começamos a nos beijar. Entre um beijo e outro eu olhava para trás e via a mão nervosa do ursão loiro por dentro das pernas da Carol, desrespeitando as fronteiras de seu vestidinho, enquanto lhe beijava enlouquecidamente. Renato, por sua vez, agarrou meu pau e começou um boquete fenomenal enquanto eu admirava a cena hétero que incrivelmente me excitava através do espelho retrovisor.
– Geme, putinha. Geme, safada… – dizia o loirão sussurrando no pescoço da Carol, que delirava de tanto prazer.
O banco de trás era palco de uma bela foda protagonizado por um macho que sabia muito bem onde metia sua mão – ou seus dedos, mais especificamente – e uma garota audaciosa que gemia sem pudores, quando se lhe atravessavam boceta adentro os dedos de um macho.
Os bancos da frente já não estavam separados; uniam-se pelos corpos que àquela altura pareciam ser também um corpo só. Renato, sentado no banco do carona, tinha sua cabeça ocupada com a atividade de sugar minha vara no banco do motorista. Eu, sentado nele, metia também o dedo no cuzinho do Renato, que rebolava, o vadio, quando eu lhe empenhava alguns tapas na bundinha. Mas com a outra mão, a que não estava envolvida com o rabinho do Renato, esbarrei na perna desleixada do urso loiro, repousada quase à altura do freio de mão. Aproveitei o ensejo e comecei a alisá-la; primeiro por cima da calça e, depois, como ele não mostrou rejeição, por dentro dela. Agarrei caralho, senti seus pêlos, e comecei a masturbá-la, se é que é possível masturbar um cassetão. Fazia movimentos ritmados com minha mão envolta em seu caraho. Era um recado, que ele entendeu.
– Falta muito tempo para amanhecer. Vamos sair daqui, vamos pra minha casa. – disse o loiro.
– Onde você mora? – perguntei.
– Moro no Rio 2. Não é tão longe.
– Rio 2 é um condomínio aqui em Jacarepaguá, não é? – perguntouCarol.
– É, pertinho daqui, gata.
– Não, Carol! É arriscado, esses caras estão aí querendo um trouxa pra pagar propina. E eu não tenho dinheiro nem pra propina nem pra multa.
– É dinheiro o problema? – perguntou o loiro – então a gente resolve isso agora! – disse com iniciativa – Vamos pra um motel, porra! Também não tenho grana, mas o que eu tenho dá pra um período no… – e disse o nome do motel.
Partimos para o dito motel, que ficava bem próximo da boate. Mas estávamos em quatro e alguns motéis no Rio cobram mais caro quando os hóspedes são mais de dois. Em geral esse problema desaparece quando o terceiro hóspede se esconde no banco de trás, mas como fazer quando ainda existe um quarto hóspede? Os dois bem que tentaram, mas o loiro era muito grande para se esconder lá atrás. Foi então que ele, o loiro, teve a ideia de trocar de lugar com o Renato, que era mais franzino.
– Pronto, agora sou teu namorado! – brincou o rapaz quando sentou-se ao meu lado, com uma maldade discreta que escapava do seu sorriso.
E assim entramos no motel…———————–
Fazia muito calor. Ao entrarmos na suíte, a primeira coisa que a Fernanda fez foi entrar no banheiro pra tomar uma ducha. Pedi para que ela enchesse a hidro. Ficamos sentados na cama Renato, o ursão loiro e eu. Renato, piranha que era, começou se despir. Desabotoou a calça e tirou a blusa. Imediatamente desabotoei a minha, já que a mão do safado não saía de cima do meu caralho. O curioso foi que o loiro também fez a mesma coisa. Renato começou a me chupar novamente, desta vez meio que obedecendo as ordens do urso:
– Que moleque vadio, hein? Engole a pica dele, safado! – dizia excitado o loiro – Até o talo!- Isso, me chupa, seu filho da puta. Engole o caralho do teu macho, vai.- Não sabe chupar, não, viado? É assim! – disse em voz firme o urso, pegando a cabeça do Renato e forçando-a contra meu caralho até o garoto se engasgar.
– Calma! Calma! – dizia ele, entre regurgitações.
– Calma é o caralho! Eu gosto de foda assim, sem frescura. Chupa, porra! – ordenou o urso.
Quanto mais o urso dava ordens pro Renato, mais eu me excitava. Na verdade acho que eu estava com mais tesão no loiro que se masturbava do que, propriamente, no moleque que me mamava.
Carol saiu do banho enrolada na toalha.
– Acho que estou sobrando, né? – disse ela.
– Que sobrando, o quê, putinha! Tava aqui me animando à sua espera. Vem pra cá tomar o lugar que é teu, vem. Se liga aí vocês dois! Vou mostrar a vocês como é que se fode uma vadia.
O loiro colocou a Carol de quatro em cima da cama. Chegou por trás, deu duas cuspidas em seu rabo. A saliva começou a escorrer na direção de sua boceta, tendo sido interrompida pela língua do urso que, de baixo pra cima, percorreu dos pentelhinhos da garota até a entrada de seu cuzinho.
– É assim que chupa um cuzinho, entendeu? – disse o urso, completando seu discurso – E a partir de agora, vai ser assim: o que eu fizer com ela, tu vai fazer com ele também. Sacou?
– Beleza, respondi.
Que situação inusitada! O loiro propôs um jogo sexual muito interessante. E é claro que eu não recusei a proposta. Peguei o Renato, coloquei-o de quatro no chão e mandei cuspe pra dentro de seu rabinho aberto. Chupei suas bolas e comecei a linguar seu cuzinho. Observava o loiro em cima da cama, de quatro, com a penugem loira de seu rabo apontando pra mim. O urso reposicionou-se na cama e ficou em sentido paralelo ao meu. Enquanto linguava a Carol por trás, me olhava, como que pedindo pra que eu fizesse o mesmo. E assim aconteceu. Eu linguava o cuzinho do Renato, fitando o loiro, que correspondia ao meu olhar enquanto chupava a boceta da Carol.
– Ta gostoso, vadia? – perguntou o urso.
– Sim, está. Uma delícia!
– Então se prepara que vou te arregaçar toda, piranha. Empina esse rabo, vai.
Bastou para que imediatamente ele e eu pegássemos camisinha para começarmos a meter nos buraquinhos que nos correspondiam. Ele começou a brincadeira. Abriu a bunda da Carol e começou a brincar com o caralho na porta de sua boceta. Eu fiz o mesmo no cuzinho do Renato. Então ele cuspiu, formando uma linha transparente e viscosa em direção ao seu mastro. Eu fiz o mesmo. Foi então que ele me olhou, piscou o olho, e disse:
– É assim, aprende!
E de uma só vez socou fundo a boceta da Carol, atolando até a base do seu caralho. A garota uivou. Quando eu meti de uma vez no Renato, o moleque gritou de dor.
– Pára, calma! Pára!Ao que o urso interrompeu.
– Não pára, não! Cala a boca, viado! Cala a boca, porra! – disse ele pro Renato – Agüenta firme essa pica. Não tira o pau dele, deixa aí, deixa aí. Agüenta porra.
E o Renato obedeceu.
– Agora você – disse pra mim – começa a meter sem pena. Se tiver pena vamos parar essa porra agora. Tu quer parar agora?
– Não, não.
– Então mete sem pena no cu desse viado. Mete assim, olha.
E ele socava três, quatro vezes, só a cabecinha. E em seguida metia tudo. Fazia isso muito rápido. Às vezes tirava todo o caralhopra observar a abertura da garota. E eu acabei fazendo o mesmo com o Renato, que foi se acostumando aos poucos ao ritmo do meu cacete. Brincamos de quatro por uns quinze minutos. O clima já estava muito, muito quente. Estávamos a ponto de gozar.
– Aí, cara. Ta bom! Sobe aqui na cama com ele – falou pra mim.
Então o urso colocou a Carol deitada, abriu suas pernas, colocou-as sobre seus ombros, investindo num delicioso frango assado.
– Agora a gente vai dar leitinho pra essas duas piranhas, se ligou? Mete nele, quero ver tu meter. Mete assim que nem eu to metendo nela, sem parar, sem dar mole. Tuainda vai me agradecer por eu te ensinar a fuder uma cadela.
Começamos os dois a meter forte. Ele na boceta da Carol, e eu no cuzinho do Renato. Quando eu já estava a ponto de bala, disse pro urso que queria gozar. Foi aí que o loiro, de maneira voluntária, um tanto agressiva, mas extremamente excitante, agarrou minha bunda e meteu fundo o dedo no meu cu. E tocou minha próstata.
– Pronto, agora pode gozar. Tira essa camisinha e enche esse viado de leite.
Ele arrancou do pau a minha camisinha, tirou também a dele, e começamos os dois a nos masturbar avassaladoramente. Sentia o dedo do loiro dentro de mim, tocando-me no ponto mais erógeno do meu rabo. E não pude segurar mais. O primeiro jato de porra saiu logo e foi direto na cara do Renato. O urso gozou no peito da Carol. Jorrou uma porra densa, espessa. Não tinha muito leite, mas o que tinha era muito consistente. Ao contrário, eu gozei feito um cavalo. Deixei o Renato feito uma zebra, todo listrado de branco. O leite escorria para os lados de seu corpo, somado ao seu próprio leite, jorrado logo em seguida. Carol não gozou junto com o cara. Pediu que o urso lhe lambesse a boceta e, só então, sua vagina lançou fora seu melzinho, que escorria pela língua do loiro.
Renato e Fernanda foram juntos para o banheiro. Ela entrou no chuveiro. Ele, na hidro. E o urso, na cama, ofegante, me olhava com aquele ar de safado, um ar risonho.
– E aí, gostou? – perguntou.
– Nossa, muito.
– Então… agora na próxima vez será com você. Quero arregaçar esse cuzinho, e você não me escapa.O urso pegou um cartão em sua calça, me entregou. Nele constava seu nome, o telefone se sua empresa e seu celular. Sorri para ele e ameacei.- Promessa é dívida, hein.
Ele sorriu.
– Pode apostar!
E nos juntamos ao Renato na hidro. Fernanda se juntou ao trio, mas do lado de fora, de toalha. Passamos mais uma hora jogando conversa fora, aguardando o dia amanhecer.

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