Amor entre irmãos (2\2)

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– COMO ASSIM VC DORMIU NA SALA? – essa foi a frase q me fez congelar, meus pais haviam saído, então se ela quisesse discutir cmg seria a hora.
Mas ela continuou falando com o namorado, antes de se despedir dele, foram para o portão, mas ao passar por mim (na sala vendo tv), pude ver por um reflexo, ela me olhar de canto, parecia brava e ao mesmo tempo um olhar de duvida. Assim q ela foi para o portão acompanhar o namorado q estava indo embora, percebi a chegada de meus pais, isso me aliviou um pouco. Não demorou e Eli voltou, não comentou nada, mas me olhava de canto às vezes, com aquela mesma cara de duvida. Aquela cara de duvida sumiu quando minha mãe, brincando fez o comentário.
– O q é isso filho, alguma gata te arranhou? Ta todo arranhado! – Eu não tinha percebido ainda, e esse comentário era suficiente pra me denunciar, não me contive e olhei pra Eliza, q tinha uma expressão clara de ódio, raiva, e q provavelmente se estivéssemos sozinhos ela me estrangularia.
Disfarcei na resposta pra minha mãe, disse q foi a Eliza quando brigou cmg na dispensa, e decidi visitar um amigo pra não correr riscos (quando sai, percebi q a cara de duvida dela, voltou graças a minha resposta rápida, mas ainda me olhava de canto), quando voltei pra casa estavam todos reunidos vendo tv, tomei um banho e fiquei em meu quarto no laptop, com a porta trancada. Teve um momento q alguém tentou abrir a porta, mas foi embora sem bater, sem chamar ou se identificar, tive certeza q era ela. Durante a semana procurei chegar em casa da escola em horários q eu sabia q haveria mais alguém em casa, eu estava claramente evitando, fugindo de minha irmã. No final de semana ela passou na casa do namorado. Quando voltou, parecia calma, apesar de ainda ter um olhar amedrontador, eu tbm via aquele mesmo olhar de duvida nela. Decidi parar de fugir, durante a semana, cheguei em meus horários normais, dois dias cheguei e ela estava se masturbando em seu quarto, eu nunca tinha pego ela fazendo tais coisas, mas suspeitei q era devido ao fato q naquela semana seu namorado estaria viajando.
Nessas duas vezes eu fiquei em silencio observando e depois fingi q estava chegando em casa, corri pra sala em silencio e bati a porta bem na hora q eu sabia q ela estaria gozando e esses dias meu banho foi mais demorado. Quando o final de semana chegou, Eli foi visitar o namorado, toda ansiosa, passou o dia com ele e chegou em casa a tempo pro jantar, tomou banho, comeu, e todos fomos assistiu um filme, mas percebi q ela estava com seus pensamentos longe, apenas assisti o filme e tomei meu banho pra dormir, enquanto eles ficaram la. Eu dormi tranquilamente, acordei quando senti minha cama balançar e algo subir em cima de mim, rapidamente acendi o abajur enquanto falava.
– ELIZA, o q vc esta fazendo aqui, esta louca?
– Estou louca sim, fazendo a mesma coisa q vc fez naquele churrasco! – e eu tentando disfarçar respondo.
– churrasco, do q vc esta falando?
– Estou falando do dia q vc me comeu na dispensa, e depois me comeu dnv no meu quarto, lembrou agora? – eu já tinha ate esquecido do detalhe da dispensa, q tbm me denunciava.
O abajur iluminava pouco, mas dava pra ver claramente seu rosto, seus cabelos soltos jogados para o lado, a pinta em sua bochecha, e sua roupa, um baby-doll branco, ela estava linda e eu já estava duro, afinal ela já estava se esfregando e pegando em meu pau. A puxei pra um beijo, e ela correspondeu sem demora, eu pensava q ela estaria brava cmg, mas pelo visto me enganei.
– Não consegui tirar aquela noite da minha cabeça, vc me deixou louca sabia? Me toquei todo dia pensando naquela noite, e fui percebendo q com meu namorado não e igual. – disse ela como se estivesse se confessando pra mim.
– quero te chupar! – falei sem delongas, ela ficou me encarando e depois deu um sorriso e virou em um 69 – Agora chupa q eu sei q vc ta com vontade.
Falei, mas quem mais estava com vontade era ela que abaixou minha samba canção e começou a me chupar, e eu pela primeira vez estava conseguindo ver aquela bucetinha branca, era realmente lisinha, avermelhada nos contornos, era só apertar as laterais e parecia um mini hambúrguer rosa. Enchi minha boca, passei a língua de fora a fora, do clitóris ao cuzinho, abraçava sua cintura, como se a puxasse de encontro a minha boca, Eli gemia com meu pau dentro da boca, ela ficou saboreando meu pau, e eu passei a enfiar 2 dedos em sua xaninha enquanto lambia seu clitóris, ela rebolava na minha cara. Quando perguntei se ela queria ser minha cadelinha aquela noite dnv, ela apenas respondeu “uhumm” enquanto subia e descia me chupando.
– então vem aqui cavalgar! – ela prontamente se levantou e montou em cima de mim após tirar totalmente a calcinha, e ir enfiando lentamente, ate sentar em meu colo por inteira.
– Que sdd dessa sensação Bryan, seu pau é bem mais gostoso! – falou ao mesmo tempo q começou a cavalgar. – acho q vou ficar viciada na sua pica, maninho! – disse e deu um sorrisinho safado.
– Acho q vc já esta viciada. – respondi, e ela concorda dizendo “to mesmo”.
Ela cavalgava, mas parecia uma cena de dança do ventre, ela mexendo os quadris e eu via sua barriga se mexendo como uma dança, eu gemia baixinho, tocava em seus seios durinhos, a puxei para outro beijo, ela por cima rebolando lentamente eu pegando naquela bundinha com as duas mãos. Foi quando ouço um barulho, ficamos imóveis, e ao olhar pro corredor (porta do quarto aberta), percebemos uma luz acender. Eliza já estava pra sair de cima, mas a segurei firme e apaguei o abajur. Agora a única fonte de luz vinha do corredor, eu a abraçava firme pra ela não sair de cima, enquanto dizia pra ela ficar quieta.
– vc ta maluco, me solta, se eles virem a gente ta morto! – falou ela em desespero tentando sair de cima, mas eu comecei a meter de baixo pra cima lentamente. – vc é louco, para com isso! – insistiu enquanto tampava a boca com as duas mãos.
Era muito lindo de se ver, ela toda meiga, implorando pra parar, mas já não estava resistindo, apenas tampando a boca e os gemidos. Foi quando vi minha mãe passar na frente da porta (arrastando os pés de sono) indo ao banheiro. Eu senti um gelo na espinha, mas um calor intenso de tesão, aquilo estava me deixando doido, e Eliza repetia “ai meu deus, ela vai pegar a gente, ai meu deus, ai meu deus”. Eu sorria, e sussurrei pra ela: “geme pra mim vai, minha putinha tem q gemer gostoso”. Foi eu falar isso, e senti o corpo dela tremer, sua buceta apertar e ela mesma voltou a rebolar um pouco, com as mãos na boca, gozando gostoso no meu pau. Aproveitou pra soltar os gemidos ao mesmo tempo q ouviu sons da descarga no banheiro. Fiquei beijando ela ate minha mãe passar pela porta dnv e ir em direção a cozinha.
– Vc é doido Bryan! – falou dando risada. E eu apenas respondi q ela não tinha visto nada ainda!
Levantei olhei no corredor, tirei totalmente a samba canção, a puxei e levei ate o corredor, ela me chamando de doido, mas não resistia. E no corredor iluminado passei a pega-la por trás, ela empinando a bunda com as mãos na boca dnv, eu puxava os cabelos dela, metia rápido sem estalar nossos corpos, tentando não fazer barulho. Ficamos uns 2 minutos ali expostos, e quando ouvimos um barulho de copo na pia, fomos ao quarto, metendo a meio metro da porta. Ela olhava pra mim e sorria, delirando, Eliza estava adorando aquela situação. Assim q a luz apagou e ficou td escuro dnv, a empurrei pro corredor, e a peguei de 4 no corredor escuro e voltei a colocar o dedão no cuzinho dela q dessa vez não resistiu, apenas deu uma gemidinha na hora q coloquei. Ouvíamos nosso pai roncar, o q provavelmente indicava q minha mãe estava acordada. Tbm havia uns sons e uma leve luz por baixo da porta deles, provavelmente tv. Ela começou a gozar dnv, dessa vez eu quase gozei junto mas me segurei, queria fazer isso na cama.
Assim q ela gozou, quase caiu no chão, a puxei pela cintura e levantei, caminhei com ela agarrada em meu peito, pernas em volta da minha cintura, ate a cama, onde a deitei e voltei a penetra-la na posição papai e mamãe. Eu queria gozar, e quando ela percebeu, avisou pra não gozar dentro. Fiquei chateado, pois a ultima vez quando ela pensou q fosse o namorado ela pediu pra gozar dentro, ela percebendo me disse.
– hj estou fértil, outro dia deixo vc gozar dentro o quanto quiser, mas hj é perigoso! – não nego q senti uma vontade enorme de gozar dentro mesmo assim, mas essas loucuras tem limites, então tirei o pau e bati uma rapidinha ate gozar em cima da bucetinha lisinha dela.
– Aquele dia tive q comprar a pílula escondida, mas prometo q vou começar a controlar, assim vc pode gozar a vontade maninho!- explicou ela, fazendo pausas enquanto respirava, e com um sorriso no rosto diz – vou voltar aqui toda noite, nossa q deliciaa! – falou pegando e apertando meu pau (só o tronco).
Ficamos nos beijando um pouco, sorrindo do acontecido, depois ela se levantou foi se lavar, passou me dar um beijo e foi pro seu quarto. Quando acordei, vi q a calcinha dela estava do lado da minha cama, aquilo me excitou, eu sorria sozinho. Ela voltou a me tratar super bem, demorou um pouco, mas terminou com o Renan, q a xingou não aceitando e dizia q ela era corna pois ela já tinha dado uns pega numa amiga dela, (ele se arrependeu depois, pois vivia tentando reatar), e ela apenas pensou q o galho q ele levou era muito maior.
Em casa, toda noite q ela estava excitada ou eu, íamos um no quarto do outro escondido, quando estávamos cansados apenas dormíamos cada um no seu quarto, às vezes nos beijávamos perto de nossos pais, escondidos, e sempre q dava tinha uma rapidinha, eram sempre sorrisinhos maliciosos e olhares de canto pra saber q o outro estava querendo, já comi ela na dispensa algumas vezes, na piscina tbm, na sala a noite, no corredor e ela gostava tanto q eu colocasse o dedo no cuzinho dela q acabou liberando pra eu comer aquele cuzinho virgem tbm. Tentamos duas vezes, pra dar certo, sempre saímos juntos e se possível damos aquela fugidinha básica.
E digo q não tem coisa melhor do q amor de irmão, pois sei q é verdadeiro.
ESPERO Q TENHAM GOZADO (GOSTADO)

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