A sorte não é para todos

30-06-18 Por 1 ★ 3.86

Prezados achei este site de contos e resolvi contar aqui a minha história.
Me chamo Romulo atualmente estou com 42 anos sou casado tenho um filho e graças a minha piroca estou bem de vida.
Isso mesmo graças a minha rola, pois tenho bem afortunados aproximadamente 27cn de pica. Sou negão cor de chocolate.
Tudo começou quando minhas tias começaram a me dar banho nesta época eu tinha apenas 7 anos e ouvia sempre os comentários para minha mãe.
Marta seu filho não é normal vc já levou ele no medico?
Ele tem um pinto muito grande.
Ouvia este tipo de coisa mas não sabia realmente do que se tratava achava engraçado ver minhas tias rindo e comentando a respeito.
Até que um dia eu estava com 10 anos e brincava na laje como fazia todas as tardes.
E minha avó me gritou dizendo que já estava na hora de tomar banho.
Desci em direção ao quintal e fui logo pegar a mangueira para adiantar.
Foi quando minha avó apareceu e disse que Dona Rosa a vizinha terminaria de me banhar pois ela necessitava com urgência resolver um assunto.
Dona Rosa era uma mulher alta magra e casada sempre que podia ficava fofocando com minha avó e com minha mãe. Ela tinha duas filhas já adolescentes.
Ouvi a porta bater enquanto Dona Rosa gritou de lá da sala Rominho (apelido de infância) passe o sabão e se esfregue que eu já estou indo. É assim ó fiz, estava de costas quando ela chegou e ao me virar ouvi Dona Rosa dizer assim:
Minha nossa senhora que negócio grande é esse menino. Naquele momento achei que tinha feito algo errado. Só depois entendi que ela se referia a minha rola.
Que naquele momento ainda estava meia bomba.
Ela se aproximou meio que sem acreditar naquilo que estava vendo e sua curiosidade fez querer pegar e ter certeza do que via.
Assim ela disse Rominho a tia pode lavar seu pinto e já pegando ele com uma das mãos começou a massagear.
Apenas consentir já sentindo ele crescendo em sua mão e mais uma vez ouvia Dona Rosa repetir minha nossa senhora que negócio é esse.
Ela massageou e depois esticou até onde podia dizendo que precisava lavar para não ficar com mal cheiro. Em seguida desligou a mangueira e me enxugando com a toalha aparentava estar nervosa e assustada.
Em seguida me perguntou onde estava minhas roupas sempre olhando para a porta como se estivesse com medo de ser surpreendida.
Eu não estava entendendo aquela atitude de Dona Rosa mais fui obedecendo suas orientações.
Quando ela terminou de enxugar minha cabeça ela fez assim:
Rominho se eu te mostrar uma coisa tu promete não contar pra ninguém?
Com essa idade vc nunca questiona nada apenas obedece.
Então algo inusitado aconteceu Dona Rosa levantou o vestido retirando a calcinha colocando enrolada por dentro dos seios presa no sutien.
Fiquei sem entender nada, fomos em direção a cozinha e ela mais uma vez me pedindo segredo se abaixou pegando meu pau e levando a boca.
Nossa que negócio bom foi a primeira vez que sentir uma boca me chupando e como era gostoso.
Rapidamente minha piroca cresceu tomando proporções assustadora para Dona Rosa que enquanto chupava notei que ela estava com a outra mão por baixo do vestido.
Ela sugava minha rola como se fosse o último picolé da terra e o apertava forte.
Sempre olhando para a porta com medo de ser pega.
Aquilo estava bom mesmo eu não entendendo direito o que era. Derrepente ela se levantou e me fez sentar na cadeira se virou levantamento a parte de trás do vestido deixando aquela bunda grande toda a mostra.
De relance eu vi a sua barata como a gente chamava na época bem cabeluda.
Em seguida ela segurou a minha pica com uma das mãos e com a outra foi guiando até a entrada da xotona.
Era quente e logo que entrou um cheiro forte de xixi fedido subiu exalando um odor muito forte.
Ela forçava para entrar mais porém reclamava que era grande e que era gostoso enquanto forçava a bunda contra meu corpo pequeno e encolhido sobre a cadeira.
Comecei a sentir muita dor nos ovos e pedir que ela parasse porém em vao. Dona Rosa estava alucinada xingava e dizia coisa sem nexo me deixando ainda mais assustado com aquilo tudo.
Até que ela se levantou e voltou a chupar a minha pica repetindo inssessantemente como era grande gostoso e bonito meu pau enquanto apertando meus braços dizia para eu não falar nada com ninguém.
Continua…..

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1 comentário

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  1. Anônimo

    putz que viagem…