a pequena emily

Autor

Esta história relata o que aconteceu comigo à mais ou menos 10 anos atrás.
Apesar de muitas da histórias aqui serem fictícias, essa é real e aconteceu de verdade comigo(acreditem se quiser), eu só quero mesmo que entendam e apreciem.
Meu nome é gabriel(nome real, pois já acertei minhas contas com a justiça e não devo nada a nimguem), mas sou conhecido por todos como "biel", tenho 35 anos de idade(na época tinha 25), sou um cara normal, meio alto, magro, bem educado e calmo.
Vou contar como emily, uma menina de 12 anos de idade, morena meio clara e com um corpinho padrão das meninas que estão passando pela puberdade(peitos médios, magrinha, bundinha levemente empenada..etc.
Eu moro sozinho em um bairro de vizinhança bem calma e discreta do interior de minas gerais e levo uma vida bem rotineira me acordando cedo e indo pro trabalho e do trabalho direto pra casa(as vezes paro no mercado pra fazer compras e tals).
Um dia de sabado eu tava na janela do meu quarto observando o movimento na rua que tava bem calmo só algumas crianças brincando na rua. Quando me deparo com uma cena, um grupinho de crianças zombando de uma menina. Aquilo me chamou atenção, eu fiquei observando por um tempo. Elas diziam coisas como: – sua esquisita, volta pro seu país menina estrangeira, nimguem te quer aqui. E a pobre menina só chorava sem entender o porquê da situação. Não sei o que me deu na cabeça, mas eu deci do meu quarto e sai de dentro de casa, fui até as crianças que estavam zombando da menina e dei um sermão nelas. Eu falei em um tom alto: – VOCÊS NÃO TEM NOÇÃO DO TANTO QUE ESSA MENINA TA SE SENTINDO MAGOADA E OFENDIDA, SEUS PIVETES MAL EDUCADOS? SUMAM JÁ DAQUI SENÃO FALO PROS PAIS DE VOCÊS.
Então as crianças sairam correndo meio assustadas com a bronca e foram brincar na outra rua. Enquanto a menina continuou chorando. Eu falei pra ela: – ta tudo bem, eles ja foram embora, não vão mais te encomodar, ta bom. Ela me agradeceu meio que soluçando ainda e foi pra casa dela. Daí eu percebi que ela era minha vizinha, morava numa casinha do lado da minha. No outro dia eu tava assistindo uns desenhos na tv e ouvi a campainha. Era a menina de ontem, parece que veio me agradecer, ela tava usando um vestidinho amarelo. Ela ficou um pouco envergonhada por me ver sem camisa e com uma bermuda bem curta que eu sempre uso em casa. Eu perguntei pra ela: EU: – aquelas crianças te encomodaram denovo menina?
EMILY: – não, eu vim agradecer o senhor por ter me defendido deles ontem e vim pedir sua ajuda, minha vó precisa ir no médico, mas não tem nenhum transporte e minha vó não aguenta andar muito, pode por favor ajudar a gente moço?
EU: – tudo bem, sem problemas.
Fui pegar o carro na garagem e parei em frente a casa da menina. Pedi licença e fui entrando na casa dela, aí eu ajudei a velhinha a entrar no carro e tals.
No caminho do hospital nós conversamos um pouco.
EU : – a senhora mora sozinha com essa menina?
VELHINHA: – Nós somos imigrantes da india, ela perdeu os pais num acidente de trabalho e eu fiquei cuidando dela. Por motivos politicos acabamos saindo da india e viemos parar aqui. E com a ajuda do governo to me mantendo mais ela, mas eu sofro de osteoporose e ta ficando dificil de tratar com o pouquinho que nós ganhamos.
Eu fiquei ali ouvindo a história da velhinha, até que chegamos no hospital. Eu ajudei a velhinha e levei ela até o consultório e tals.
No caminho de casa a gente teve outra conversa EU: – Quando a senhora precisar de ajuda, pode mandar a menina me chamar lá ta bom.
VELHINHA: – meu nome é dara e a menina eu registrei como emily, qual seu nome rapazinho?
Daí eu falei meu nome e a gente foi conversando sobre a situação delas e coisa e tal.
Eu resolvi falar pra elas que eu iria ajudar no que pudesse, e foi assim por uns três mêses. Eu acabei ficando mais próximo delas e ganhando a confiança.
Foi quando um dia a emily veio correndo assustada e chorando me pedindo ajuda. Ela tava desesperada, nem dava pra entender o que ela falava. Eu ja tava tirando o carro da garagem pra ir pro trabalho quando ela me abordou. Eu sai do carro e fui correndo ver o que tava acontecendo. Cheguei na casa da menina e ví a velhinha deitada no chão. Fiquei aterrorizado meio que sem saber o que fazer, olhando pra um lado e pro outro. Então peguei a velhinha nos braços e fui correndo pro carro. Fui direto pro hospital com a velhinha e a menina. Chegando lá eu fui correndo pra recepção gritando: – SOCORRO, ALGUEM AJUDA, EMERGENCIA, TEM UMA IDOSA PASSANDO MAL NO MEU CARRO, ALGUEM AJUDA POR FAVOR RAPIDO.
O pessoal da SAMU veio rapido com uma maca e levou a velhinha para a sala de emergencia.
Passou uns 30 minutos mais ou menos a menina não parava de chorar e eu preoculpado com a velhinha e com a menina. Tava um clima de tenção. Um médico veio em nossa direção e falou: – infelizmente nós tentamos de tudo, mas a senhora não resistiu. Foi um ataque cardiaco severo, provocado por algum surto nervoso. Eu fiquei sem chão na hora e bateu uma tristesa. Olhei pra menina e ela aos prantos veio me abraçar, e eu tentando acalentar ela falando: – calma, calma, vai ficar tudo bem menina, sua vó vai pra um lugar bem melhor agora.
EMILY: – ela era minha única família, e agora como que eu vou ficar, como vai ser minha vida?
Eu fiquei calado só passando a mão na cabeça dela e pensando no que eu iria fazer em relação a emily.
Eu fui pra casa mais a emily, no caminho eu tentei puxar assunto com ela, pra entreter ela e fazer ela esquecer um pouco o que aconteceu.
EU: – o que você mais gosta de comer emily?
EMILY: – eu gosto muito de comer pizza e a sopa que a vovó dara fazia pra mim.
Ela ainda tava meio chorosa e triste.
Ai perguntei a idade dela: EU: – emily quantos anos você tem?
EMILY: – eu tenho 11 anos.
Então nós chegamos em casa. Ela me pediu ajuda pra arrumar as coisas da velhinha e tals. Aí ela encontrou uns documentos e uma carta escrita pela velhinha. Dizia: – eu ja estou no fim da vida e me preoculpo muito com o bem estar dessa menina, sou a única família que ela tem, se eu morre ela vai ficar em apuros. Então eu declaro que se algo acontecer comigo e eu chegar a falecer, entrego a guarda da emily ao gabriel pontes… etc(tinha mais coisa, mas enfim).
Eu fiquei meio com pé atrás em relação a proposta da velhinha, mas emily ficou um tanto feliz de saber desse testamento(digamos assim).
Então ajudei a emily a arrumar as coisas dela e levar pra minha casa. minha casa tem dois quartos na parte de baixo e o meu em cima. Eu mostrei pra ela o novo quarto dela ela ficou olhando ao redor do quarto se virou pra mim dizendo: EMILY: – Obrigada por ter me acolhido na sua casa, prometo que eu não vou te dar trabalho e vou te obedecer sempre.
EU: – olha, não precisa me falar isso ta bom, eu sei que você é uma boa menina, eu também prometo que vou cuidar de você e te dar muito carinho como se fosse minha filha.
Depois disso eu passei uma semana indo e voltado do cartório pra ver a questão da guarda da emily. Acabou que deu certo e eu fiquei com a guarda da menina.
Então os dias se passaram e realmente tava virando uma relação de pai e filha normal, teve um dia até que ela sem querer me chamou de pai, e eu fiquei feliz e chamei ela de minha filha e a gente se abraçou e coisa e tals( momento de amor paterno kkkk). Eu fiz o aniversário dela de 12 anos, chamei uns amiguinhos dela e alguns parentes meus.
E mais uma vez veio aquela rotina, só que agora eu me acordava cedo e ia deixar emily na escola dela, que por sorte era bem perto do meu trabalho. E depois que saia do trabalho passava pela escola dela e ela ja estava lá me esperando sempre sorridente. Me dava um beijo no rosto e me falava o quanto tinha sido legal na escola.
Percebi que emily tava ficando cada vez mais feliz e mais sorridente vivendo ali comigo.
Passaram se algumas semanas e uma noite tava chovendo forte e trovejando e relampejando, um temporal forte e terrivel.
Eu tava no meu quarto lendo alguns livros de biologia. Quando emily entrou no meu quarto, eu olhei pra ela e perguntei: EU: – que foi? você não ta conseguindo dormir minha filha?
Ela balançou a cabeça com cara de medo e falou: EMILY: – eu to com medo dos trovões papai, posso dormir com o senhor hoje? por favor.
Eu tava só de cueca(só durmo assim), eu fiquei meio que sem jeito e falei: EU: – tambom minha filha, mas é só hoje porque papai acha meio errado você dormir com o papai ta bom.
Ela ficou feliz e se deitou na cama e ja foi logo se embrulhando com a coberta.
Eu continuei lendo meu livro de boa. ja era mais ou menos meia noite e eu ja tava com sono, emily parecia estar dormindo a muito tempo. Apaguei o abajur e deitei de peito pra cima na cama com a cabeça virada pro lado oposto da emily e ela tava virada de banda pro lado oposto do meu.
Tava tudo tranquilo, eu tava quase pegando no sono quando derrepente a emily se vira pro meu lado e coloca a perna em cima da minha coxa.
Eu fingi que nada tinha acontecido e continuei lá parado.
Aí ela colocou o braço dela no meu peito.
Até aí tudo bem eu continuei parado. Só que aí ela meio que aproximou mais o corpo dela do meu e colocou o joelho dela em cima do meu pau e começou a roçar o joelho dela.
Aí eu comecei a pensa: – mas o que sera que essa menina ta fazendo, meu deus.
Fiquei ali parado sem entender o que tava acontecendo e ela deceu a mão dela devagar pela minha barriga e colocou a mão dentro da minha cueca(aí não aguentei, meu pau ficou duro na hora).
Me deu vontade de acordar ela e pedir pra parar(mesmo que eu estivesse gostando, eu achava isso errado por ela ser minha filha).
Ela percebeu que meu pau ficou duro e começou a punhetar. Não pude acreditar no que tava acontecendo. Emily, minha filha nessa idade fazendo esse tipo de coisa e ainda mais comigo o pai dela(mesmo sendo só de criação).
Eu tava achando aquilo muito errado cara, mas nao vou mentir, eu tava achando muito gostoso aquilo.
Ela passou um tempinho punhetando e depois tirou a mão da minha cueca. Pensei comigo: – ufa, ainda bem que ela parou, tomara que ela tenha juizo agora e va dormi. Ficou um tempinho alí parado e depois ela colocou a mão na minha cueca denovo. Só que dessa vez ela abaixou minha cueca e deixou meu pau pra fora.
Fiquei adimirado com isso e pensei: – meu deus cara, o que essa menina vai fazer agora, o que ela pensa que tafazendo abaixando minha cueca assim.
Depois de ter abaixado a minha cueca ela agarrou meu pau com as mãos dela e começou a chupar.
Eu fiquei perplexo com aquilo tudo comece a pensar: – o que deu nessa menina que ela ta fazendo isso, eu não esperava isso dela, o que aconteceu pra chegar nesse ponto.
Ela chupava meu pau de uma maneira tão gostosa eu comecei a pensar em um monte de merda e tava me dando uma vontade de comer a emily e ao mesmo tempo eu tinha vergonha de mim mesmo por estar deixando aquilo acontecer entre eu e minha filha.
Ela parou de chupar e subiu pra cima de mim. Logo eu percebi que ela tava sem camisa e sem sutiã, eu pude sentir os peitos dela(que já eram bem desenvolvidos pra sua idade).
Ela ficou beijando meu pescoço e lambendo e dando umas chupadas no meu pescoço. Daí ela começou a roçar em cima do meu pau. na hora eu descobri que ela ja tava sem a calcinha. Quando eu senti a bucetinha dela toda melada passando pela cabeça do meu pau fiquei louco de tesão cara. Eu virei minha cabeça pro outro lado e fingi ainda estar dormindo. Ela tomou um susto e parou um pouco, mas continuou em cima de mim.
Então ela continuou roçando a bucetinha dela no meu pau e ficou beijando meu pescoço e lambendo. Aí ela aumentou um pouco a velocidade daquele esfrega esfrega e começou a ficar com a respiração ofegante. Eu conseguia ouvir a respiração dela. Ela ficou esfregando a bucetinha dela no meu pau, ate que ela gozou e me apertou os braços de tanto tesão. Ela continuou se esfregando ali mas só que mais de vagar e eu pude sentir meu pau todo melado do gozo dela. Parou de se esfregar em mim e se virou pro outro lado e foi dormir. Eu esperei um tempinho e me laventei pra ir no banheiro quando olhei pro meu pau todo melado de gozo dela, não aguentei e comecei a bater uma punheta( foi muito gostoso porque meu pau tava todo lubrificado pelo gozo dela). Terminei a punheta me limpei e fui me deitar. No outro dia me acordei e ela ainda tava dormindo. Fiquei pensando e me lembrando do que tinha acontecido na noite passada. Eu pensei meio que: – cara, isso foi muito errado, mas foi muito gostoso. ai me levantei e dei uma olhada debaixo da coberta e ela ainda tava sem calcinha. Fiquei olhando e adimirando a bucetinha dela. Me deu um tesão na hora, mas me controlei e deci pra fazer o café da manhã. Meia hora depois emily dece de camisola e fala: – bom dia papai.
Eu respondo: – bom dia, dormiu bem?
Ela olha pra mim sorridente e fala: – dormi super bem papai.
Eu olho pra ela com uma cara de quem comeu e gostou e falo pra ela: – eu sei bem porque você dormiu tão bem assim. Ela responde : – sabe né. Com um sorriso malicioso na cara. Então a gente toma café e eu vou deixar ela na escola. FIM. OBS:. vai ter uma parte dois, aguardem, porque rolou mais coisas entre eu e a emily.

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