A fazenda sacana – parte 1

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Enfim, me chamo Carlos, tenho 15 anos, 56kg, 1.78 de altura, cabelos e olhos castanhos, meu corpo não têm pêlos(somente nas pernas).

Assim que fiz 15 anos minha vida mudou de uma forma absurda. Pouco mais de 2 meses depois do meu aniversário, meus irmãos descobriram que eu era gay e decidiram contar pros meus pais da pior forma e pior situação possível. Meus pais no meio de uma discussão caótica eles soltaram a bomba. De imediato foi aquele baque, corri pro meu quarto por que sabia que iria apanhar, dito e feito, tomei uma surra, me deixaram de castigo, até tomaram meu celular. Uns dias depois decidiram que eu iria morar no interior com minha tia, numa fazenda que mal pega sinal de operadora.
Arrumei as malas e fiquei esperando minha tia vir me buscar, quando ela chegou partimos imediatamente.

[irei pular a parte da minha adaptação pra não ficar muito longo]

Quando me adaptei lá minha vida mudou muito, a fazenda era de um senhor muito rico chamado Aroldo, minha tia morava em uma de várias casas dali. Todos que moravam na fazenda trabalhavam para o sr. Aroldo, inclusive o marido de minha tia: Joel, conhecido por Zé ou Zé Filho, era um homem rústico, com uma barba que encaixava direitinho no rosto, 1,80 de altura, era meio gordinho, olhos azuis mas pouco aparenta, com 43 anos, era um dos responsáveis para tirar leite das vacas e distribuir nas casas da fazenda.
Nunca chamei Zé de tio porquê ele não gostava, brincava dizendo que não era tão velho pra ser tio.

Minha tia tinha 5 filhos (sim, inacreditável) com Zé, sendo que 2 deles moravam na capital pois já eram maiores de idade. Os outros 3 eram todos pequenos, a maior dentre eles era a Mirele, tinha 12 anos, o do meio era o Fábio, mas chamavamos ele de Louro, tinha 10, e a mais novinha ainda era recém-nascida.

Mas tudo começou quando cheguei da escola lá para o “mei-dia”(como chamamos aqui no nordeste), estava cansado e decidi tomar banho, mas Zé estava no único banheiro da casa então decidi tomar banho no rio, que era um pouco longe da casa. Chamei o Louro e a Mirele pra irem comigo.
O sol quente batendo no nosso rosto, tudo que eu queria era chegar lá o mais rápido possível, quando menos espero, sr. Aroldo, o dono da fazenda nos oferece uma carona até lá. Óbvio, aceitamos a carona e fomos conversando até chegar lá.

Então quando cheguei lá falei pra tomarem cuidado e não irem pros lugares fundos enquanto fiquei conversando com sr. Aroldo. Conversa vai, conversa vem, ele começa a passar a mão em meus ombros e me chama para sentar nas pedras, pertinho do rio. Aceitei e sentei com ele para conversar mais.
Senti as mãos dele em minha perna indo em direção a minha bunda, tentei relutar e me afastei. Mas ele continuou me bulinando e falou:

– Eu sei que você gosta, rapaz. Vai me dizer que não?

Fiquei nervoso e com muito medo, fiquei calado e olhei pros meus primos ali no rio, distraídos. Ele continuou insistindo, continuava passando a mão em mim, apertou minha bunda e meu pau(que estava duro mesmo eu estando tão tenso) e falou baixinho:

– Não vou te machucar, não fica com medo, se você não quer tudo bem. Pode ir tomar seu banho meu lindo, vai lá…

Não me fiz de bobo e fui, enquanto ele ficou lá pescando. Confesso que o sr. Aroldo não fazia meu tipo, ele parecia ter uns 60 anos, mas de alguma forma me despertou algo: o tesão por caras mais velhos.

Tomei meu banho o mais rápido que pude e perguntei se ele poderia nos levar de volta, ele não pensou duas vezes e disse que “levaria quantas vezes fosse possível”.

Chegando em casa o Zé já tinha almoçado e tava dormindo só de cueca no quarto dele, quando passei por lá foi impossível resistir, me tranquei no quarto e rapidamente fui bater uma punheta pensando no Zé e no sr. Aroldo, os dois gozando na minha cara e muita putaria, meu pau quase explodindo e babando de tanto tesão que gozei fartamente 3 jatos de porra. Quando me recuperei daquela punheta percebi o Louro saindo de trás da porta rapidamente. Pensei: puta que pariu, ele vai contar…

bom amores, avaliem este conto pra que eu possa continuar com a segunda parte(que será bem mais excitante, prometo)
qualquer crítica será muito bem vinda

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