Zuleika – parte 2

Autor

Para entender este conto, é bom ler o anterior – Zuleika.
Depois que minha prima gozou, afastou a minha cabeça com as mãos e pediu-me para deitar ao lado dela, ficou quieta um momento, talvez para recuperar-se e me disse que agora era a minha vez, que aquilo tinha sido muito gostoso e que ia fazer coisas que eu ia gostar muito, colocou então a mão no meu pintinho (lembrando que ela tinha 15 anos e era cinco anos mais velha que eu) e me mandou colocar a língua para fora, o que obedeci. Sem tirar a mão dali, ela começou a acariciar a minha língua com a dela, achei estranho quando ela veio na minha direção mas muito gostoso quando nossas línguas se tocaram, ela então mandou que eu não ficasse com a língua parada, que fizesse com a minha língua os mesmos movimentos que ela fazia. Depois de um tempo ela parou, me olhou e disse que eu aprendia rápido, o que, é claro, me deixou cheio de orgulho. Ela então desceu um pouco, sempre manipulando o meu pinto e começou a passar a ponta da língua nos meus mamilos, que eram bem pequenos, então desceu a mão e começou a tocar o meu cu com a ponta do dedo. No reflexo, tranquei o buraquinho e dei um pequeno pulinho, ela só disse: “calma” e foi com a boca direto no pinto, sem deixar de tocar o meu cuzinho mas também sem tentar penetra-lo, só passando a ponta do dedo e, de quando em vez, fazendo uma leve pressão. Eu estava extasiado, acho que nunca tinha, sequer, imaginado uma coisa daquelas. Minha prima não parou por aí, depois de algum tempo, quando eu já estava bem relaxado, ela me virou, sem dizer nada e arreganhou a minha bunda, olhou um pouco e me puxou para a beira da cama, fiquei assim, com o corpo deitado e as pernas para baixo, a bunda bem empinada, exposta. Minha prima ajoelhou no chão, passou a ponta do dedo no meu cu, abriu a minha bunda e foi com a ponta da língua direto no meu buraquinho. Novamente dei um pulo mas logo relaxei, foi só o inesperado, minha prima não parou de me lamber, passava a língua no reguinho todo, de cima a baixo e voltava para o cuzinho, sempre abrindo muito a minha bunda. Não sei quanto tempo aquilo demorou mas em dado momento minha prima disse para nos vestirmos que a minha mão já deveria estar voltando. Não sei se a minha prima pediu silêncio, não lembro mas nunca contei nada daquilo para ninguém. É claro que essa foi só a primeira vez, a brincadeira evoluiu e me deu experiência para criar novas brincadeiras com as outras primas da minha idade e suas colegas, o que vou tentar narrar em próximas ocasiões. Abraço a todos.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,22 de 9 votos)
Loading...