Tirei a virgindade da minha filhinha adolescente

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Olá, meu nome é Pablo, tenho 38 anos e vou contar como foi que eu comi a minha filha Julia, de 14 anos.

Eu e a minha filha sempre fomos muito ligados um ao outro, era uma típica relação de pai e filha, viviamos de bobagens e abraços pela casa, íamos juntos aos lugares, e sempre que a mãe dela não dava ou deixava ela fazer ela vinha pedir para mim, que sempre acabava liberando, o que deixava minha esposa muito puta.

A Julia é uma adolescente linda, olhos verdes herdados da mãe, cabelo escuro e curto, pele branquinha e apesar de não ter muito peito, tem uma bundinha bem saliente. Eu sempre li contos e vi videos de incesto, e confesso que logo que ela começou a crescer e criar corpo, comecei a imaginar como seria comer aquela bucetinha.

Minha esposa trabalha como comissária de bordo, e por isso vive viajando, o que é bom para ela que adora o emprego e ruim para mim que as vezes passo semanas sem sexo, principalmente nos ultimos anos de casamento. No final do ano passado ela pegou uma escala para fazer em Nova York, e como era época de nevascas por lá, alguns voos acabaram atrasando, e o dela entre eles. Ela me ligou e avisou que provavelmente ficaria fora nos próximos dias.

Julia e eu já estávamos acostumados a este tipo de coisa e não demos muita bola, mas neste mesmo momento minha mente já começou a pensar em uma forma de comer a minha filha. Eu trabalho HomeOffice como programador, e neste dia fui para meu escritorio que fica ao lado da sala de estar, deixei a porta entreaberta e comecei a ver alguns videos porno.

A minha filha estava em casa e eu queria que ela me visse batendo uma puneta, deixei o som do video em uma altura não muita alta mas que desse para ouvir da sala e mandei ver. Meu computador fica virado para a porta, então eu fico de costas para quem entra, mas depois de alguns minutos, assim como eu esperarva, percebi que a Julhinha estava me espiando pela porta, pude ver pelo reflexo da tela.

Eu me girei a cadeira para a porta e fingi surpresa, ainda com meu pau duro na mão, para que ela visse. Ela se assustou e saiu rapidamente de volta para a sala. Coloquei uma bermuda soltinha sem cueca e fui até lá falar com ela.

– Filha, me desculpa pelo que você viu…

Ela estava sentada no sofá, com cara de assustada, o que me deixou muito excitado. Ela vestia uma blusa soltinha do Nirvana que eu havia dado para ela e um short curto, mostrando as pernas e os pézinhos branquinhos, com a polpinha da bunda saltando para fora e o cabelo preso em um rabo de cavalo.

– Desculpa pai, eu não devia ter ido lá…

Meu pau estava latejando de tão duro e ela viu ele por cima do calção, como eu estava de pé na frente dela, meu pau estava quase na sua cara.

– Tudo bem. – Eu me sentei do lado dela no sofá, ela nem olhava para mim – Eu tenho as minhas necessidades, eu e sua mãe já não transamos com tanta frequencia.

– Pai! – Ela disse assustada e depois sorriu.

– O que? Estou só dizendo, a gente é amigo, não é? Amigos falam dessas coisas.

– Mas eu sou sua filha também!

– Mas já tem idade para saber dessas coisas, não? – Falei, colocando a mão em sua coxa, ela fez menção de retirar, mas por fim deixou. A putinha estava ficando a vontade.

– Sim, mas é estranho…

– O que? Ver seu pai batendo uma punheta? Você também não se toca de vez em quando? – Ela ficou vermelha na mesma hora e eu fui subindo a mão pela coxa dela até chegar na borda do short.

– Já, mas acho que não sei fazer direito. – Ela disse, ofegante, olhando para minha mão.

Nessa hora eu não resisti e coloquei minha mão por dentro do short dela, chegando na bucetinha por cima da calcinha, estava quente e úmida, eu podia ouvir a respiração dela.

– Eu vou te ensinar então, pai é para essas coisas.

– Pai…

Ela começou a protestar mas parou em um suspiro de prazer quando comecei a masturbar aquela bucetinha por cima da calcinha, fazendo movimentos de leve e brincando com o grelinho dela. Enquanto fazia isso levantei sua blusa e descobri que a safada estava sem sutiã, com aqueles peitinhos minusculos livres para eu enfiar na boca. Comecei a chupar seus peitinhos e mordiscar seus mamilos enquanto brincava com sua bucetinha, coloquei minha mão por baixo da sua calcinha e senti seu melzinho me lambuzar os dedos, ela se contorcia toda e gemia baixinho.

– Agora é a sua vez – Eu disse, abaixando meu calção e deixando meu pau a mostra, ele estava com as veias quase explodindo de tão duro.

Ela olhou para ele ainda ofegante e eu fui logo trazendo sua cabeça para cima do meu pau.

– Eu não sei… – Ela começou a dizer mas não terminou pois enfiei minha pica inteira em sua boca de uma vez, de tanto tesão.

Fui guiando aquela boquinha quente da minha filha no meu caralho, no começo ela bateu os dentes mas aos poucos foi pegando o jeito e logo estava mamando freneticamente o seu pai. Enquanto ela me chupava eu acariciava aquela bucetinha rosada, ela me cupava e rebolava na minha mão como se fosse uma puta experiente. Depois de alguns minutos senti que ia gozar, e assim que ela sentiu o primeiro jato de porra tentou sair mas eu segurei sua cabecinha e gozei com tudo dentro dela, enquanto ela se engasgava no meu caralho. Eu estava delirando de prazer.

Coloquei ela deitada no sofá, ela ainda estava assustada com a gozada que acabou de levar e tentava limpar a porra da boca, que escorria pelos peitinhos minusculos, eu não aguentei e meu pau começou a se erguer novamente na mesma hora.

– Você é virgem, filhinha?

– Sim pai… – Ela me olhava com aqueles olhos verdes lindos.

– Você quer que o papai resolva isso também?

Ela confirmou com a cabeça e eu fui logo colocando a cabeça do meu pau na entradinha daquela buceta rosadinha, estava bem molhadinha, mas como era muito apertadinha tive que colocar aos poucos enquanto ela gemia e empurrava minha barriga para que eu parasse. Eu recuei um pouco, ela se acalmou por um segundo e então em meti meu caralho inteiro naquela bucetinha com força.

Ela deu um frito na mesma hora e eu cobri a boca dela, comecei a bombar naquela bucetinha, senti as perninhas dela se enrolando ao redor do meu corpo e meti com vontade. Ela gemia de dor e prazer ao mesmo tempo, perguntei se ela queria que eu parasse e ela disse que não baixinho.

Ela estava gemendo igual uma putinha, aqueles peitinhos balançando para cima e para baixo, eu não podia acreditar que estava fudendo minha filhinha e senti que logo gozaria novamente. Tirei meu pau e coloquei ela de quatro, ela não conseguia mais nem falar direito de tanto tesão. Meti meu pau naquela bucetinha enquanto admirava aquela bundinha adolescente, ela tentava rebolar desajeitadamente na minha pica e eu segurava ela pela cintura com uma mão e acariciava o seu cuzinha com a outra, era o cuzinho mais lindo que eu já tinha visto, lisinho e rosadinho, ela geminha enquanto eu passava o dedo ao redor dele.

Eu estava prestes a gozar, continuei socando, e socando e socando naquela bucetinha, eu não queria parar, eu não queria tirar, ela se contorcia e gemia feito uma cadela no meu caralho, a minha filhinha linda com sua bucetinha rosinh atoda arregaçada no meu pau, eu não resisti, segurei ela pelos ombros e dei uma estocada, mais uma com força, mais uma e então…

Enchi aquela bucetinha de porra enquanto nós dois urravamos de prazer, sentir minha pica enchendo aquela bucetinha foi a melhor sensação da minha vida, a porra escorria pelo meu pau e ela seguia pressionando aquele rabinho contra ele.

A putinha adorou ser fudida pelo papai.

No proximo capitulo eu conto o que rolou nos dias seguintes, talvez um cuzinho? Cometem se quiserem saber!

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