Tal pai, tal filho

Ainda adolescente,assumi minha bissexualidade, mesmo bem discreto,gostava de meninas e homens mais velhos.
Ainda bem garoto tinha sido iniciado por meu pai, e sempre guardei segredo, não só por ele ter pedido, mas tbm pq eu adorava, sentir seu pau no meu cuzinho.
Meu pai "brincou "comigo até meus 13 anos, quando foi a trabalho , pro exterior onde ficou por 6 anos. Quando voltou pra casa, eu já estava noivo, da mãe do meu filho.
Passado 12 anos, minha mãe faleceu. Meses depois, meu casamento, q a tempos não ia bem, acabou por terminar. Foi tudo muito consensual,eu sabia q ela tinha um amante e fazia "vista grossa", afinal, eu tbm tinha um caso com 40tao , q satisfazia meu "outro lado"com sua enorme pica.
Assim, com 31 anos, aceitei o convite do meu pai, pra morar com ele. Afinal, a casa era grande e ele se sentia solitário com a ausência de minha mãe. Ainda tinha a questão econômica,já q me livraria de um aluguel.
Na época, meu filho estava com 10 anos, Renan era lindo, lourinho e fofinho, sem ser gordo. Meu pai dizia q ele era parecido comigo.
Renan ficava os fins de semana comigo.Pra Iara, a mãe dele, minha ex,era tudo muito providencial, pois ficaria a vontade com seu amante.
Foi numa sexta a noite,quando eu e meu pai tomavamos cerveja no sofá da sala, Renan veio da cozinha comendo um pedaço de pizza,e sentou no colo do avô.
Achando q ele estava bem grandinho e pesado demais, mandei q ele saísse,por estar incomodando meu pai.
Foi então, q ele, abraçou o neto bem apertado, e beijando seu rostinho, disse:
"Que isso filho, tá com ciúmes, esqueceu como vc tbm adorava sentar no colo do pai?
Vi meu filho, só de cueca, sorrindo e se ajeitando no colo dele, exatamente como eu fazia.
Nesse momento, eu e meu pai trocamos um olhar de ternura. Éramos cúmplices e coniventes. Enchi nossos copos e fizemos um brinde.
Meu pai estava com 52 anos e ainda inteirao. Quando Renan, se levantou pra pegar outro pedaço de pizza na cozinha, vi seu pau duro,sob o fino short q usava. Sem nenhum pudor, fez questão de ostentar sua ereção, sabia q eu gostava. Logo meu filho retornou e novamente ocupou o espaço, q tinha sido meu. Meu pau tbm latejava sob a bermuda, passei a mão por entre as pernas do meu filho, e peguei na pica do velho, q pulsava em seu reguinho.
"Quer dormir com o vovô hoje?"— perguntei alisando seu rostinho.
Ele sorriu, sentindo meu dedo na portinha do cuzinho quente e apertado, e manhoso, respondeu:
"Quero…vamo pra cama vozinho!?
Passei aquela noite, em silêncio na sala,me masturbando e ouvindo meu fihinho gemendo e dando gritinhos abafados, enquanto meu pai , penetrava com carinho seu cu,como fazia comigo anos atrás.
Já era madrugada quando meu pai saiu do quarto, estava pelado e seu pau semi duro balançava, todo melado. Sorriu e sem dizer nada entrou no banheiro.
No quarto meu filho dormia de bruços ,exausto. Abri suas nádegas e vi seu cu vermelho , arreganhado escorrendo leite. Cai de língua no Buraquinho e solvi toda a gosma, ainda quente.
Esta foi a primeira de tantas outras transas q tivemos juntos, inclusive, com algumas participações posteriores do meu parceiro Otávio, três anos mais novo q meu pai.
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