O motorista e a Jovem moça

Fui criado numa família pobre, onde sempre me ensinaram que deveria trabalhar para sobreviver. Perdi meus pais cedo, então desde aos 14 anos de idade tive que cuidar dos meus irmãos menores. Por isso nunca tive oportunidade de estudar, embora sempre queria ser economista.
Aos 29 anos de idade, conheci uma japonesa na qual eu me apaixonei loucamente por ela. Tive um namoro, meio que às escondidas com ela. Seu pai era extremamente preconceituoso com a minha origem social, ele queria que sua filha cassase com o empresário renomado da cidade.
Por minha causa, ela teve que sair da cidade. O fato do seu pai não gostar da minha pessoa e principalmente da minha origem social, obrigou a sua filha a sair da cidade. E isso causou um sofrimento imenso, pois apesar de ter filhos com outra mulher, nunca esqueci daquela mulher
Com a partida dela para outra cidade, tive que seguir minha vida.
Ja faz dois anos que eu mudei para uma cidade do interior de Minas Gerais em busca de emprego. Tinha conseguido trabalho numa empresa que faz transporte particular para famílias de classe média alta. Ganhava suficientemente para me sustentar e pagar pensão para os meus filhos, uma vez que estava separado.
Minha vida começou a mudar quando conheci uma jovem japonesa de 16. Tinha aparência de menina adolescente, tinha 1,60 de altura, cabelos compridos, seios médios e uma bunda relativamente grande. Curiosamente ela lembrava a mulher que tanto amava
Mal sabia que esta história, iria terminar em tragedia que iria arrasar com a minha vida. Muitos me alertaram sobre a história de Lilith, do caso do professor de matemática e da familia de Erica e Thomas. Mas eu, assim como maioria da população não acreditava nestas historias
Mas, Lilith queria que eu fosse a próxima vitima
Como falei, eu trabalhava numa empresa de transporte numa cidade de Minas Gerais. Certo dia, uma família japonesa que fazia dois dias que tinha se mudado para cidade. Um homem que aparentava ser rico, queria um motorista particular para a sua sobrinha que tinha 16 anos de idade
Comecei a fazer este serviço. Todo dia, levava e trazia ela da escola. Além de levar ela das festinhas que acontecia na cidade. Era um trabalho bem interessante, pois além de ganhar o salário estabelecido pela empresa, eu ganhava um bônus extra do tio da menina.
A menina era extramente educada e gentil. Logo fiz questão de me aproximar da menina, afinal tinha que manter o meu emprego. Ela tinha me contado que sua mãe morreu no parto e que ela tinha sido criada pelos avós maternos. Mas que dois anos atrás, seus avós também faleceram.
O que me chamou atenção é que ela era parecida com a mulher que eu amei a 16 anos atrás. E seu jeito me faz pouco a pouco sentir algo, que não sentia antes. Todo dia que passava, entrava um frio nas minhas espinha, mas não podia fazer isso. Ela era de menor e eu já tinha filho.
Eu era bem conservador para muitas coisas. Uma delas era em relação aos meus relacionamentos. Achava absurdos que homens mais velhos se relacionassem com menores de idade. Ela podia ter a idade para ser irmã mais velha do meu filho
Conversei isso com o meu colega de trabalho que era padre. Ela sabia da história de Lilith, dos casos que ocorreram na cidade. Ele me alertou inúmeras vezes sobre o ocorrido, mas eu achava as histórias um tremendo absurdo. Resolvi ignorar e cheguei até brigar com ele.
Passou um mês, o padre apareceu morto pendurado numa cruz de ponta cabeça. Os médicos disseram que ele tinha grave problemas psiquiátricos, então sem me der conta da bizarrice que era o caso de sua morte, fechei as mente de vez para o que estava sentido
Mal sabia eu, que ele foi único a perceber o caminho que me levou a minha destruição
Todo dia que eu buscava está menina, um frio na minha espinha era mais forte. Já estava perturbado já. Ao mesmo tempo percebia que ela estava mais próxima a mim, mais carinhosa, em contrapartida ela estava olhando algumas vezes com o olhar malicioso
Teve um dia que aconteceu. Peguei ela em sua casa e comecei a passar a mão nas suas pernas. Ela estava pouco envergonhada, mas passou dois minutos vi que ela estava na mão no meu penis acariciando lentamente. Ela dizia em voz baixava que me amava e está voz lembrava meu ex amor que nunca mais vi na minha vida
Resolvi que não iríamos para escola. Levei ela para o gramado que ficava no início da cidade de Minas Gerais. Era perto de uma fazenda. Chegando lá , ambos estavam se cortocendo de tesao. Aquela menina me olhava com os olhos de mulheres que sabia o que queria.
Logo desbotei sua blusa. Comecei a beijar seus seios e lamber lentamente os seus mamilos. Via que ela não parava de suar e de se cortocer. Pedia mais. Quando fazia isso, não parava de pensar no meu amor de 16 anos atrás.
Minha língua desceu no seu corpo. Seu cheiro, lembrava o cheiro dela, sua pele lembrava a pele dela. Estava louco com isso. Depois, me vi beijando sua vagina e lambendo o seu critoris. A menina jovem, me olhava com olhar malicioso, mordia o seu beiço lentamente e estava dizendo que era sua primeira vez.
Depois, ela tirou minha calça e começou a chupar e lamber meu penis. Ela descia e subia lentamente em meu órgão, me causando arrepios e cada vez mais estava com o corpo quente. Quando derepente, gozei sua boca. Ela olhou com olhos de safada e engoliu toda minha porra
Depois, ela pediu que penetrasse nela. E assim eu fiz, lentamente fui entrando na sua vagina enquanto ela gemia alto. Depois, penetrei em seu ânus. Ela ficou louca, gemia alto e se contorcia. Pedia pra que eu não parasse. E assim, eu fiz.
Estava confuso, mas estava feliz. Parecia que depois de 16 anos pode sentir o corpo da minha amada. Mas também estava com medo, medo de perder o emprego. Logo ela me acalmou. Disse que não contaria para o tio
Era sábado à noite, os tios foram viajar e ela estava sozinha. Ela resolveu ir na balada com uma amiga e pediu para que eu a levasse. Cheguei lá, busquei ela e levei para o local desejado. Quando acabou a festa me ligou para buscar, estava com voz embriagada.
Ela tinha pedido para levar ela dentro de sua casa e sugeriu que eu desse um banho nela. Assim eu fiz. Estava esfregando com sabão o seu corpo, quando comecei a esfreguei o seu seio. Ela deitou o seu corpo cheio de sabão ao meu. Quando não percebi, ela começou a me molhar a ponto de fazer eu tirar a camisa
Subiu no meu corpo e eu novamente não resisti. Comecei a beijar os seus seios, lambendo em círculos os seus mamilos. Ela se contorcia, colocando a mão no penis, me masturbando. Ficamos assim durante horas
Lembrei da minha ex amada, fiquei novamente perturbado. Mas o clima estranho que rolava entre nós , impedia que eu parasse. Estava constrangido, a vontade que eu tinha era de chorar. Era para esta menina ser minha filha.
Cambaleando, ela abaixou e começou lentamente a me chupar até chegar no meu penis. Lambia, chupava e massageada. Estava pálido, se cortecendo, mas estava com vergonha. No fundo para falar a verdade, estava adorando o que estava acontecendo. Cada vez mais me fazia lembrar da minha ex amada
Ela disse que adorou que eu a penetrasse. E pediu que eu fizesse. Mas ela tinha pedido que eu fosse selvagem com ela. Comecei na sua vagina, terminei no seu ânus. E ela gemia alto, pedindo mais com sua voz doce.
Depois de meia hora paramos. Levei ela na sua cama e dei um beijo de boa noite. Peguei meu carro indo embora para minha casa, lembrando da minha ex amada e que algo de estranho tinha nesta menina
Certo dia, a menina me liga querendo revelar duas verdades. Fui até sua casa, ela estava sozinha. Mostrou a foto da sua mãe e logo comecei a chorar. Sim, ela era filha dela. Depois, ela me disse que nunca conheceu os seu pai, que seu avô nunca aceitou ele. Fiquei trêmulo.
Contei pra ela, a minha história, que eu conhecia a mãe dela e que o pai dela era eu. Ela estava assustada, se sentindo culpada por ter transado comigo duas vezes. Disse que a culpa era minha e que jamais iria acontecer aquilo novamente.
Depois ela me contou que estava esperando um filho meu. Que não tinha contado para o tio, pois se fizesse, ela iria ser expulsa de casa. Estava desperada. Sugeri o aborto pra ela, mas os seus dogmas não permitia que isso acontecesse
Passou dois dias da nossa conversa. O meu telefone toca. Era o seu tio que tinha uma notícia trágica. Ela tinha enfiado uma faca no pescoço, tirando a sua própria vida. Estava atrasado. Tinha perdido meu amor e agora perdi minha filha
Fiquei afastado e com depressão do trabalho. Os próximos meses nem conseguia sair da cama, não almoçava e jantava. Mal tomava banho. Comecei a escutar vozes, dizendo que era minha culpa e que tinha pagar por isso
Partir de então, a minha vida começou a se transformar num verdadeiro inferno. Minha casa estava infestada de baratas e ratos, saia mosca dentro das minhas orelhas. Não conseguia dormir.
Via vultos na minha casa, vultos que cada vez que os encontrava, tinha convulsão de pânico. A situação chegou ao ponto, que eu saí de casa de modo estranho. Nunca mais voltei. Na cidade fiquei conhecido como o Zé louquinho
Chegou ao momento que não aguentei. Fui até a ponte do centro da cidade, pendurei uma corda e me joguei. Era horário de trabalho, logo virei manchete na cidade e mais um mistério para ser resolvido.

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