Nossas famílias – Segundo ato

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Continuação do conto: Nossas famílias – O início

Percebi Raíssa, minha filha mais nova e Duda, a mais nova de Ricardo e Paula no corredor, no lado oposto da sala onde estávamos. Tenho comigo que, a visão delas era privilegiada, já que nenhum obstáculo na frente era empecilho. Não sei por quanto tempo elas estavam ali, só sei que, quando percebi, minha reação foi de ir na direção delas disfarçando e dizendo:
Acordaram, meus amores?? com um baita sorriso sem graça na cara, tentando encobrir aquele boquete que até então, continuava, molhado e profundo na garganta de Paula.
O anti clímax tomou conta do ambiente! Samir e Tereza, Zé e Clara disfarçaram, levantaram-se rapidamente e junto comigo, correram ao encontro delas. Rita caiu na gargalhada! Um riso extremamente nervoso! Mas o mais surpreendente veio em seguida…Paula, lentamente, sem nenhuma pressa, foi se desfazendo da gulosa que realizava em Ricardo. Não houve desespero, não houve correria, muito menos culpa! Houve tempo ainda de tirar da boca, lamber a cabeça e punhetá-lo com a mão direita, enquanto a outra mão limpava o excesso de baba do canto da boca. A casseta dura de Ricardo ainda permaneceu por uns bons segundos fora da calça, pra quem quisesse ver!
Aquilo me causou certo incômodo, principalmente por minha filha ter presenciado aquela cena. Cabe aqui um comentário: Em casa, sempre fomos liberais nas tratativas e assuntos mais delicados. A nudez nunca foi problema para nós, lidamos muito bem com isso. Mas entendemos os limites morais e dos bons costumes. Não somos de andar pelados em casa, no máximo, roupas íntimas, mas nada erotizado. E mais…sempre cuidamos para que nossos filhos não presenciassem nossas fodas conjugais. Eram, no máximo, gemidos abafados do outro lado da parede.
Um climão se instaurou ali. Em minutos, Samir e Tereza despediam-se, num tom ameno, mas não menos renitente. Dez minutos depois, mais relaxados e sorridentes, Zé e Clara despediam-se de nós. Senti no amigo o desejo de pedir-me desculpas pelo ocorrido. Abracei-o e falei ao pé do ouvido: Relaxa!!
Juntamos todas as tralhas, colocamos as crianças no carro e fomos nos despedir de nossos anfitriões. Tive a estranha sensação que Ricardo e Paula não haviam se incomodado com tudo aquilo. Pelo menos conosco, não houve pedidos de desculpas ou algo do tipo. O puto do Ricardo era, inegavelmente, cativante. E a Paula não ficava atrás. Além de ser uma beldade, a sua simpatia nos tranquilizou:
Nos vemos de novo em breve? questionou Paula, se dirigindo igualmente a nós!
Claro que sim! respondeu Rita surpreendentemente!
Respondi com a gentileza do meu sorriso, dei um beijo em Paula e, ao abraçar Ricardo, ele, sutilmente sussurrou em meu ouvido:
Temos muita coisa em comum. Tenho muito a te mostrar. Apenas confie em mim!!
Aquele papo me desconcertou! Não esperava, naquela altura, este tipo de atitude. Quis sair dali imediatamente e assim o fiz.
No caminho pra casa, o silêncio no carro reinou. Rodrigo dormia feito pedra. Raíssa eu já não tinha certeza. Rita esboçou um comentário. Pedi para que falássemos quando chegássemos em casa.
Ao colocar Raíssa em sua cama, minha princesa abriu os olhos. Perguntei se estava tudo bem, se ela desejava falar alguma coisa. Surpreendentemente, me perguntou quando iríamos de novo na casa da tia Paula e do tio Ricardo. Que eles, o Benito e a Duda eram, bahh, trilegais!! Me preocupei com tanta inocência e fui logo emendando:
Meu amor, eles falaram ou fizeram alguma coisa com você?
Nada pai… por que você tá tão preocupado?
Nada filha! Boa noite! Amanhã conversaremos mais!
Tá bom pai, te amo!
Eu também!
Fui pro meu quarto com a cabeça a mil! Tomei uma ducha rápida e Rita, já de camisola transparente, sem nada por baixo, mantinha uma bolsa de gelo em seu pulso, reclamando da dor que sentia. Ajudei-a com uma massagem leve e entramos, inevitavelmente, no assunto:
Que dia louco! iniciei.
Louco e excitante, disse Rita.
É…mas me preocupei como terminou… podia ter ficado só naquela chupeta, sem a presença das crianças.
Na chupeta e em algo mais!
Sério? Você curtiu assim?
Eu e a torcida do Grêmio! Ou você não curtiu?
Tudo estava super excitante! A mão do Samir na buceta da…da…
Tereza!
Isso! E o Zé chupando a Clara?? Corajosos!
E aquela verdadeira cena de filme pornô!
Faltou a gente! O que faríamos?
Do jeito que tava, ia dar gostoso pra você na frente de todo mundo!
Lembra de como transamos na nossa primeira vez?
Puta delícia!!
Rita sempre foi muito fogosa. Nossas relações sempre foram muito sinceras, nunca tivemos receios ou preconceitos. Falamos abertamente sobre tudo e fantasiamos muito, tudo com muito tesão!
Mas…e nossa pequena? Tô preocupado com ela! Será que ela viu ou ouviu alguma coisa mais assim…”picante”?
Aquela ali? Quem não a conhece que a compre!! disse, rindo!! É safadinha igual a mãe!!
Tava com um tesão danado. Nem me importei direito com o comentário de Rita. Pelo contrário. Me fez amenizar e tirar um pouco o peso da responsabilidade de minhas costas. Talvez, amanhã, pensasse um pouco melhor sobre tudo aquilo. Naquele momento, queria mesmo era meter gostoso na Rita!
Sem pestanejar, Rita engatinhou de uma ponta da cama a outra. Enquanto conversávamos, massageava minha rola, que já estava no ponto pra ser devorada. Rita empinou aquela bunda maravilhosa, deixando apenas o fino tecido de sua camisola por sobre suas costas, revelando o rabo que tanto conhecia e devorava. O espelho do quarto refletia sua buceta e seu cu todo exposto, enquanto iniciava em mim, a mais deliciosa das chupetas!
Instintivamente, procurei com os dedos sua bunda, não sem antes molhá-los em minha boca! Ao encontrar, primeiro o cu, escorreguei o indicador pra dentro dele, de leve, e prossegui explorando, até encontrar sua buceta, que já demonstrava estar bem tesuda, bem molhada.
Rita mamava como uma puta! Sentia a cabeça da rola ir bem no fundo da garganta e a safada não aparentava nenhum incômodo. Segurava alguns segundos lá no fundo e tirava, respirando forte e deixando toda a extensão da pica babada. Alternava em pressionar com os lábios, me fodendo como uma buceta, e também girava com a língua, o buraquinho de mijar, me causando gemidos e delírios incontroláveis. Ia até meu saco, lambia minhas bolas e voltava, fazendo tudo outra vez!
Escorreguei meu corpo junto à cabeceira da cama e corri pra fazer um 69. Me ajeitei e logo estava de cara com a buceta de Rita. Minha língua logo invadiu a fenda e o gosto salgado daquele suco invadiu minha boca. Ainda assim, consegui trazer um travesseiro e suspender um pouco minha cabeça. Imediatamente buceta e cu estavam completamente à minha disposição. Enquanto isso, Rita trabalhava forte em minha rola, mas, por conta de minhas investidas, sua intensidade diminuiu e ela já curtia também minha língua.
Já não aguentava mais! Queria fodê-la de qualquer maneira! Rita se virou e de quatro implorou por minha pica! Pressionei a cabeça na entrada da buceta, pincelei algumas vezes e a escutei pedindo pra meter:
Mete amor, mete essa pica em mim!!
Forcei um pouquinho e a entrada cedeu! Cadenciei o movimento de entra e sai, ora rápido ora devagar, prolongando o máximo o possível meu gozo!
Enfia seu filho da puta! Mete nessa sua puta, mete!
Acelerei o movimento, não sem antes antes, com o dedão, travar seu cu, forçando um entra e sai frenético!
O coração disparou…sabia ser impossível segurar o gozo! E ele veio forte, abundante, enchendo aquela buceta maravilhosa!
Abraçados, deitamos em nossa cama e relaxamos. Rita, logo pegou no sono e eu, custei a dormir, pensando como enfrentar aquele domingo, cheio de esclarecimentos e surpresas.

(Continua…)

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