Mulher de Gelo

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Tão quente. Pensou Pit, olhando para o inferno bege a sua volta. Algumas montanhas distantes, as ruinas de pedra quente onde tinha sentado para descansar… E areia. Dunas e mais dunas daquela maldita areia escaldante. E ainda havia areia no ar. Ventos constantes jogavam incômodos grãos para dentro dos olhos e das roupas dele.
Sua boca estava seca. Mais seca do que jamais estivera em toda a sua vida. Faziam horas que ele sonhava com litros e litros de agua gelada a lhe descer pela garganta até não haver mais espaço, nesse momento iria se molhar e refrescar a pele torrada pelo sol.
E então um brilho chama sua atenção. Uma luz cristalina e azul estava se movendo delicadamente na areia sob a sombra de uma palmeira.
Pit podia ver a luz, mas sua origem estava escondida atrás de um muro de tijolos meio caído. Levantou-se de imediato, totalmente hipnotizado pela cena. A luz era como o reflexo do sol na agua.
Correu, tropeçando e chutando areia. O que lhe foi revelado quando contornou o muro, Pit nunca esqueceria: Sob a palmeira, sendo rodeada pela luz ondulante que emitia, estava uma mulher de gelo, completamente nua, rebolando seu corpo de gelo e fazendo as luzes dançarem pela areia, que estava molhada ao redor de seus pés.
– Óh, Pit… – disse ela assim que o viu. – Me tire daqui, está tão quente. – Sua voz era doce como a água fria que desce pelas pedras de uma montanha, e soava ofegante, praticamente sussurrava.
Se Pit tivesse água em seu corpo, estaria babando. Ficou parado admirando todo aquele gelo sem conseguir dizer uma palavra. E continuou dessa maneira quando a mulher pegou-o pela mão e pediu mais uma vez, tristemente:
– Me tire desse sol Pit. Eu faço qualquer coisa.
O toque dela era como o esperava, frio e molhado. Após uma rápida conferida nos peitos perfeitos e transparentes dela, Pit teve dificuldade em resistir à tentação de agarrá-la ali mesmo e chupar todo o seu corpo. Levou-a então, através das ruínas, em busca de um abrigo contra o sol.
E mal tinham contornado alguns muros, ali estava uma velha cabana de madeira, coberta de folhas secas de palmeira. Assim que entraram, Pit prontamente encoxou a mulher, molhando toda sua roupa.
– Pit! Assim eu vou derreter!
Mas Pit já estava fora de si. Tirou as roupas e começou a esfregar um pau totalmente duro no meio da bunda de gelo dela. Enquanto isso chupava sua nuca e agarrava peitos e buceta violentamente, sedento por água e sexo.
– Óh, Pit! – Ela gritou indefesa.
Pit tomou uma decisão após perceber que seu pau estava branco de tanto esfregar no gelo:
– Vamos acabar logo com isso!
Caíram os dois na areia do chão da cabana, sujando toda a buceta da mulher. Pit imediatamente meteu a cabeça entre as pernas dela e começou a limpá-la com a boca.
– Pit… Não… Por favor – suplicava ela com a voz fraca. Suas mãos agarravam o cabelo de Pit, hora empurrando, hora puxando.
A mulher ficou limpa e o pau de pit retomou um pouco da cor. Encaixou-o, então na mulher e penetrou-a.
Pit fazia caretas que mesclavam prazer e dor. Enquanto isso a mulher já exausta de tanto calor humano, suspirava o nome de Pit e revirava os olhos.
O sexo estava bom e ruim, mas Pit iria conseguir gozar se mantivesse o ritmo. E tinha que gozar logo antes que seu pau congelasse. Porém, de repente precisou meter cada vez mais rápido para continuar estimulando seu órgão. Achou que entendeu o que estava acontecendo, mas precisava desesperadamente gozar.
– Sua buceta tá derretendo!
O esforço fazia seu corpo todo doer, mas a vontade de gozar era mais forte. Meteu tanto que um buraco se abriu nas costas da mulher e Pit percebeu que estava metendo o pau na areia molhada.
– Pit… oque você fez…? – A voz dela era apenas um sussurro e seu corpo agora se derretia rapidamente, restando o rosto, braços, pernas e dois seios perfeitos derretendo na areia. Ela fechou os olhos e não se moveu mais.
Com o pau sujo de areia na mão, Pit chorou…

… E acordou choramingando, deitado no chão do acampamento. Várias pessoas que estavam fazendo a excursão pelo deserto com ele estavam de pé ao seu redor, pareciam preocupadas, observando-o.
Após olhar para o rosto de algumas pessoas, Pit percebeu três coisas: Estava agarrado em sua mochila; estava melado; e estava sendo o motivo de muitas gargalhadas pelo acampamento. Não era por menos, aparentemente tinha transado freneticamente com sua mochila e chorado depois.
Pit pegou sua mochila – ouvindo as gargalhadas – e correu pela areia – ouvindo as gargalhadas

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