Minha primeira vez num banheirao

Há 6 meses 6 ★ 4.49

Oi pessoal, esse fato é verídico e aconteceu em 2008,quando eu tinha 13 anos.
Naquela epoca, um primo mais velho e um colega de escola, já tinham brincado na minha bundinha. Eu adora sentir seus pintos finos e duros catucava na portinha do meu cuzinho apertado.
Fazíamos tudo às escondidas,pois sempre tive medo de ser descoberto e ser taxado como viadinho.
Certa vez , fui com meu primo pra um parque num bairro vizinho. Era um sábado , o parque estava lotado mas não demorou pra q meu primo, encontrasse sua namoradinha.
Por algum tempo, fiquei com eles, mas logo Allan me descartou, dizendo q ia dar umas voltas com ela, e q eu esperasse por ele na entrada do parque, as 23hs.
Como ainda eram 20 HS, resolvi me divertir em varios brinquedos. Em menos de uma hora, o pouco dinheiro q tinha já havia acabado, então resolvi dar umas voltas, na praça em frente ao parque. O local era lindo, enorme , todo arborizado ,cercado de grades e pouco iluminado. Alguns casais aproveitavam os cantos mais escuros pra namorar.
Ao chegar bem aos fundos da praça, avistei um banheiro, onde entrei pra dar uma mijada. O local estava vazio, imundo, fedendo a mijo e merda, enquanto me aliviava no mijador, ouvi ruídos vindo de um dos Boxes, q estava fechado. Prestando atenção, ouvi gemidos e logo me execitei, ao perceber q eram dois homens lá dentro. Não demorou, entrou um senhor grisalho, e se posicionando ao meu lado, tirou o pau pra fora e começou a mijar. Seu mijo espirrava com força no fundo do mijador,chamando minha atenção. Olhei e vi seu pirocao grosso e cabeçudo, tentando esconder meu pinto q estava duro. Nesse momento a porta do box se abriu, e os dois caras saíram as pressas de cabeça baixa. Voltei a olhar pra pica do coroa e me assustei ao ver q estava dura, enorme. Ele havia terminado de mijar e se masturbava, me olhando com um sorriso tarado.
Meu coração disparou, quando ele se encostou em mim e disse:
“Pega na minha pica”
Me afastei e sai do banheiro as pressas. Só quando cheguei no portão principal da praça foi q percebi o coroa ao meu lado. Como ali tinha muitas pessoas, não tive medo. Ele então se aproximou e com um sorriso simpático, apontou pra uma carrocinha de cachorro quente e me convidou pra um lanche. Sem dinheiro e com fome, claro q aceitei.
Depois do lanche e um bom papo, Raul, pediu pra darmos uma volta, como ainda não eram 22hs,entramos novamente na praça, e lá perto do banheiro, nos sentamos num banco, num local bem escuro. Ali, o coroa tirou a picona pra fora e já sem nenhum medo e pudor, peguei aquela coisa dura e grossa e apertei, sentindo as grossas veias pulsando na minha mão.
Enquanto eu punhetava ele alisava minha bunda, beijando meu rosto e boca.
De vez em quanto passava alguém e tínhamos q interromper nossa putaria.
Meu cuzinho piscava de tesão eu estava louco pra chupar aquela coisa enorme, quando ele me chamou pro banheiro.
Ele entrou na frente e como não havia ninguém, entrou no mesmo box, onde mais cedo estavam os dois caras(era o único q tinha porta e tranca).
Assim q entrei e fechei a porta, Raul me beijou na boca. Era meu primeiro beijo e me entreguei totalmente. Ele já tinha descido minha bermuda até os joelhos e seu dedo catucava a portinha do meu cu, enquanto eu masturbava sua piroca, totalmente entregue as carícias do velho tarado.
O cheiro de sexo ali dentro era inebriante. O chão estava repleto de papéis, cuspe, placas de porra
e camisinhas lambuzadas e cheias de leite.
Raul me fez sentar na tampa do vaso e colocou a pica invernizada em minha boca. Era meu primeiro boquete e mamei feito um bezerro hoje faminto. O pau babado, fedia a mijo e sebo, mas não senti nojo. Só prazer. Meu maxilar já dava câimbras, quando ele me ergueu e metendo a língua em meu ouvido, murmurou:
“Vira a bunda, quero gozar no seu cuzinho”
Obedeci, roçando a bunda naquele falo quente e pulsante, sem pensar q seria possível receber aquilo tudo dentro de mim.
“Abre as pernas, empina a bundinha”ordenou.
Apoiei as mãos no vaso, deixando a bunda a sua disposição.
Raul se abaixou, abriu minhas nádegas e suspirou ao ver meu anelzinho vermelho piscando. Logo caiu de língua no meu cuzinho me fazendo delirar de prazer
Depois de lassear bem meu buraquinho, ele se ergueu , cuspiu na cabeça da pica, e pincelando na portinha do meu cu, pediu:
” Empina bem,relaxa”
O cabeção quente começou a precionar a entrada , então fiz força pra fora como se fosse cagar, permitindo a chapeleta deslizar pra dentro.
“Hhuummm…aaiiiii meu cu”. Não pude conter um grito.
O coroa tapou minha boca e, parando de empurrar a pica. Meu cu ardia em brasas, agasalhando sua jeba. Aos pouco a dor foi sendo suplantada, por um enorme prazer. Empurrei a bunda contra a pica, dando sinal verde pro coroa voltar a socar.
“Isso viadinho…rebola na pica do seu macho”
Senti cada centimetro da pica deslizando pra dentro, me deixando todo atoladinho.
Logo seu sacão estalava na minha bundinha branca e lisa, me provocando gemidos e gritinhos. por baixo da porta, vi um par de sapatos. Meus gemidos tbm tinham chamado a atenção de alguém.Cheio de tesão, Fingi não perceber e continuei, gemendo e rebolando na pica, até q Raul, me enlaçando firme pela cintura, cravou a pica até o talo, e urrou:
“Toma leite no cu, viadinho… tô gozzaaaadddooooo!!!
Dava pra sentir a porra jorrando no fundo do meu reto.
Por alguns segundos ficamos ali engatados, até meu cu recém arrombado, expulsar a pica pra fora.
Enquanto o coroa limpava a pica lambuzada, sentei no vaso pra expelir toda a gala.
Ele então, me deu um tchalzinho e saiu. Segundos depois entrou um cara no box, estava de pau na mão e sem fechar a porta foi colocando a piroca na minha boca.
Enquanto chupava , vi pelos sapatos q era o mesmo cara, q ouvia meus gemidos, colado a porta.
Seu pau era fino e comprido, em dois minutos ele gozou na minha boca.
O cara já tinha saído , quando eu ainda engolia seu esperma viscoso e, quente, com sabor acredoce e cheiro de água sanitária.
A partir daquele dia, passei a frequentar aquela praça e não saia daquele banheiro. Ali tive experiencias maravilhosas, a maioria delas com maduros casados e homens simples e humildes, inclusive moradores de rua.
Digam o que acharam deste relato, q revelarei outras experiências marcantes e excitantes,como a q tive com dois moradores de rua, num beco escuro.

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6 Comentários

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  1. Tony Bahia

    Porra, sou machão casado com uma gostosa mas eu já mamei e dei meu rabinho, é uma delicia. [email protected]

    • John Deere,Matador de Veados

      Não,Tony Bahia,você é um VEADÃO casado com uma gostosa

  2. Lucas54

    Muito bom,gozei gostoso

  3. John Deere,Matador de Veados

    Né veado,começou a veadagem bem cedo,pena não saber onde era que acabava com sua veadagem e a dos outros ali mesmo

  4. seu fã

    Parabens pelo conto. Continua.

  5. JOSE

    gostei muito de seu conto. continua a escrever.