Minha mulher disse e provou 2

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Há quase dois meses Sonia mamou nosso amigo Gui na borda da piscina. De lá pra cá ele esteve outras vezes aqui em casa. Em todas as conversas que tivemos sobre Gui, Sonia falava sobre a vara do amigo, grande, grossa e muito gostosa. Depois daquele dia, quando o recebeu, ela deu boas chupadas nele. Em todas essas vezes eu ficava excitado e pedia a ela que me contasse as sacanagens. Sonia me confidenciou que Gui queria que fossem a um motel, coisa que ela negou. Concordamos que não seria viável. Sonia contava, se aproximava, me apalpava, e dava umas boas chupadas em mim. Quando estávamos trepando, ela falava no pau do amigo, nas mamadas que dava, na única vez que o deixou entrar na bunda muito rapidamente na piscina e que em algumas oportunidades até se tocou numa siririca de tanta tesão que ficava. Eu gozava muito e ela sempre sorrindo falava, você gosta não é ? Recentemente ela me perguntou? O que você sente quando te conto? Eu não menti, sinto um tesão incrível. Uma vontade incontrolável de ver. Ela, você quer participar? Eu disse, não. Meu tesão é olhar de uma certa distância. Ela, escondido ? Eu, escondido e olhando. Ontem meu filho foi com um grupo de amigos ao jogo. Sonia então disse, hoje eu vou satisfazer o nosso desejo. Ligou para o Gui e o convidou para vir em casa. Almoçamos, meu filho entrou com os colegas na van e foram. Sonia preparou várias tábuas de petiscos, acondicionou as cervejas no freezer, sem cerimônia ligou de novo. Perguntei se não teria problemas com Marta, mulher de Gui, e ela confiante, de jeito nenhum, ela não vem mesmo. Isso é verdade, Marta sempre evita vir por causa das bebidas e brincadeiras, ela é evangélica. Ele já estava a caminho. Sentamos, próximos a piscina quando indaguei como ela faria. Ela então relatou que já tinha pensado nisso, na hora você verá. Meu pau subiu, ela riu, sorveu um gole de cerveja e abocanhou numa mamada, ela é maestrina nisso. Bem, ele chegou. Brincamos, conversamos, rimos, bebemos e Sonia nos convidou para cair na piscina. Gui gostou da ideia e foi colocar uma sunga. Ele voltou, estava com uma sunga que mal escondia sua vara. Quando ele subiu os degraus da piscina, ela olhou pra mim, riu, lambeu os lábios e mordeu. Como estava de bermuda também entrei. Sonia colocou os petiscos na borda da piscina, foi na cozinha pegou mais três latas de cerveja, trocou os copos que ela sempre coloca alguns no freezer e levou até nós. Eu e ele pelo lado de dentro e ela de fora. Enchemos nossos copos e bebemos. Depois de um tempo, Gui perguntou? Você não vai cair? Ela entendendo sua malícia, fez que sim com a cabeça e saiu para se trocar rebolando. Continuamos com a conversa quando ela voltou. Estava com um biquíni de duas peças lindo. A parte de cima mal cobriam os bicos dos seios, a parte de baixo na frente praticamente dividia sua xoxota e atrás entrava literalmente em sua bunda. Subiu os degraus, são nove pois a piscina fica acima do chão, com um recipiente, encheu de água e derramou nas pernas, na barriga, virou a bunda pro nosso lado e derramou água nela. Deu uma olhada por cima do ombro para nós. Nós estávamos estupefatos, minha vara subiu. Ela entrou e se aproximou de mim. Gui deu uns mergulhos certamente para esfriar as cabeças. Ela me beijou e enquanto ele dava umas voltas submerso, ela apertou o meu pau e disse, só pra ter certeza que agradei. Demos umas braçadas, encostamos de frente na borda da piscina e contávamos casos e piadas. Sonia, entre nós dois, sorria e se deliciava. Em algumas oportunidades, sua mão esquerda ficava um tempo dentro d’água, era o momento que ela mais falava e prendia nossa atenção. Em outras vezes ela colocava os braços na borda. Gui saiu um pouco e disse que ia ao banheiro. Quando ele entrou na casa, ela me beijou, meteu a mão no meu pau e falou, estou pegando na vara dele e o fdp tá enfiando o dedo na minha xoxota. No que disse, por isso é que você coloca os braços na borda. Ela riu. Perguntei como ela iria agir. Ela, você vai notar. Ele voltou, juntou-se a nós com algumas latas e continuamos. Virei, encostei as costas na borda, eles continuaram de frente. Aquilo melhorou pra eles. Em dado momento ela pegou minha mão e aproximou da sua boceta, cheguei a sentir o movimento de sua virilha tocada por ele. Passado um tempo, Sonia saiu desfilando seu rebolado até a casa, demorou um tempo, voltou com duas toalhas secas, estendeu-as no patamar da piscina e deitou de bruços. Ficamos conversando, ela as vezes dava umas intervenções na nossa conversa. Num dos mergulhos de Gui, ela fez sinal para que eu saísse. Demorei alguns minutos e fui ao banheiro. Quando voltei, ela continuava deitada e Gui sentando, próximo a sua cabeça, com as pernas dobradas junto ao peito. Pensei eu, tá escondendo a excitação. Fiquei conversando um tempo, peguei mais cervejas, voltamos as conversas. Ele mal escondia seu nervosismo. Ela levantou a cabeça, apontou para a arandela da piscina mostrando algo, e ato contínuo bateu em minha barriga com as costas da mão, mandando eu sair. Falei que iria assistir ao jogo, como da outra vez. Entrei, fui para a sala, liguei a tv e esperei. Alguns minutos depois ela chegou. Perguntei, tá tudo bem? Ela fez com a cabeça que sim, falou que com ele ali sentado já tinha dado uma chupadas nele e que agora iria fodê-lo ali mesmo. Recomendou-me que desse um jeito de ver. Saímos até ele, disse que o jogo iria começar e que se quisessem alguma coisa era só chamar. Ela completou, fica tranquilo que não vamos te atrapalhar. Entrei deixando-os a vontade. Não podendo conter minha ansiedade, voltei e notei que ela estrategicamente deixou a porta entreaberta pra eu ver. Ela o punhetava, e falava fica calmo, ele não virá, tenho tudo sobre controle. Abaixou e abocanhou. Deu umas mamadas, levantou a cabeça e disse, vou lá dentro vê-lo. Deita aí que já venho. Ele deitou, no que ela entrou deu de cara comigo, botou o dedo na boca pedindo silêncio, me pegou pelo braço e me levou pra sala. Ele tá cheio de medo, falou, mas vou conseguir. Saiu e chegando próximo dele falou pra eu ouvir, amor não precisa trazer nada não, já peguei. Voltei pra sala, dei um tempo e fui la ver. Ela estava entre as pernas dele mamando com força. Fui a sala, esperei, já não prestava atenção no jogo. Meu pau a ponto de estourar. Fui olhar de novo. Sonia estava literalmente empalada nele. Parte de cima arriada abaixo dos seios sendo chupado por ele, a parte de baixo empurrada para o lado e ela quicando naquela vara, que como disse realmente grande e grossa. Meteu, rebolou, afundou a boceta na pica, falava alguma coisa no ouvido dele, saiu, chupou, lambeu, babou na vara, deitou e falou me chupa porra. Ele olhou em direção a casa, resmungou qualquer coisa. Ela puxou sua cabeça e afundou entre suas pernas. Nesse instante, apareci pra ela. Ela agarrava sua cabeça e me mandou um beijo. Saí, voltei a sala. Sentei, em alguns minutos ela chegou. Sentou perto de mim, e disse, que foda gostosa, essa sensação de receio dele é indescritível, já gozei duas vezes, mas tô controlando ele pra não gozar agora. Falei que o primeiro tempo tava acabando. Ela legal daqui a pouco você vai lá. Vou dizer pra nós darmos uma pausa. Ela foi, dei um tempo, peguei uma cervejas e levei, eles estavam sentados lado a lado. Reclamei do jogo zero a zero ela rindo disse, daqui a pouco desempata. Ele foi ao banheiro. Ela sorrindo disse, fique atento que o melhor vem agora. Ele voltou continuamos a conversa eu imaginei o tempo de intervalo e entrei. Ela deu um tempo e veio, tô garantido a ele que você tá entretido com o jogo. Ele quer comer meu rabo e eu vou dar, aquela pica merece um cu, foi no quarto voltou, mostrou o ky, mamou minha vara e saiu. Pensei já nervoso, tenho que ver. Dei um tempo e fui. Ela já deitada de bruços, ele esparramou o ky na vara, no cu e ela vamos, quero gozar e quero que goze aí agora. Ele mediu, apontou e enfiou. Ela, devagar porra, devagar. Meti a mão na vara e comecei a punhetar. Os dois bufavam no patamar da piscina, tanto ele socava pra baixo quanto ela empurrava a bunda pra cima. Ela ordenava, tira e coloca de novo e ele obedecia. Tirava, botava e socava. Ela, de novo. Faziam. De novo devagarinho, ele fazia. Ela falou, deixa eu subir agora. Ele deitou-se de costas, ela subiu, pegou naquela tora apontou no cu e arriou. Passou a quicar com vontade. Abaixou a cabeça, falou alguma coisa no ouvido dele e parou em cima, Deu um tempo e reiniciou. Eu estava em estase vendo e eles ali se acabando. Saí um tempo, sentei pra ver o jogo, e sai o gol, gritei, vibrei e fui até a cozinha, peguei umas cervejas falando alto, uns copos e falei tô levando cervas pra comemorar. Dei mais um tempinho e cheguei. Enchi os copos, entreguei pra eles fingindo não notar os dois com respiração pesada, e propus um brinde. Bebemos,falei que foi um lindo gol, bebi e Sonia mostrando sua verve falou, viu estamos tão bem que fizemos um gol. Sorrimos e falei será que tem mais? Ela de novo, claro pelo menos mais um gol, nós merecemos. Fui pra sala. Já satisfeito com o que vi e com o gol. Ela chegou mais uma vez. Disse que deu mais duas gozadas e que agora era a vez dele. Voltou, dei mais um tempo. Fui olhar. Ela estava de quatro e ele travado na bunda dela socando, socando, ela tira e bota devagar de novo, ela adora isso, sentir a rola entrando devagar. Saí e fui ver o resto do jogo, fiquei ali entretido até que saiu o segundo gol. Gritei de alegria. Fui pegar mais cervejas, levei para bebermos. Eles já estavam recompostos. Sonia sorrindo comentou, viu conseguimos duas vezes. O jogo acabou, ficamos sentados conversando, demos mais uns mergulhos, bebemos, brincamos, conversa vai conversa vem, o garoto chegou feliz e começou a contar os lances da partida. Gui trocou de roupa, meu filho foi tomar banho. Quando Gui se despediu, Sonia sorrindo disse, viu Gui, hoje não estou te devendo nada. Nós sorrimos, sabíamos muito bem o que estava sendo dito.

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