Minha irmã

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A história que passo a narrar aconteceu logo após a anterior. No final daquele ano em que tinha 15 anos, minha mãe conseguiu uma oportunidade de trabalho na capital e tivemos que nos mudar às pressas. Nossa nova vida não começou fácil. Minha mãe trabalhava muito mais que antes, chegava em casa tarde da noite pois era responsável por uma equipe grande e não tinha horário pra chegar e/ou sair do trabalho.
Por conta dessa flexibilidade de horários, minha mãe conseguiu entrar após o meio dia, que era quando eu chegava da aula. Passei a ficar sozinho com minha irmã a tarde inteira. Assistíamos muitos filmes e desenhos entre uma tarefa e outra da escola e de casa. O tempo foi passando e os hormônios foram aumentando. Não me recordo como tudo começou exatamente, mas eu e minha irmã, que estava com dez anos, passamos a brincar de papai e mamãe nos beijando e ficando nus. Lembro que tentei penetrá-la algumas vezes mas, como não tinha a mínima experiência, nunca deu certo. Entre uma brincadeira e outra, consegui convencê-la a chupar meu pau, pois várias vezes me masturbava em sua frente e ela fazia um monte de perguntas. Disse a ela que todas as mulheres chupam o pau dos homens e depois de ela demorar um pouco para acreditar, concordou. Durante alguns poucos dias, durante a tarde, ela chupava meu pau e era uma delícia. Eu quase gozava em sua boca, mas achava nojento e sempre gozava fora.
Toda essa farra vespertina acabou quando minha mãe descobriu tudo. Mesmo minha irmã guardando segredo, acabava falando alto enquanto dormia e foi aí que a casa caiu. Apanhei a maior surra da minha vida por causa daquilo e hoje dou toda a razão pra minha mãe. Não fosse ela, sabe-se lá o que eu teria me tornado hoje.
Mas essa história não parou por aí, com 21 anos me formei na faculdade e busquei oportunidades de trabalho na nossa antiga cidade e logo consegui uma excelente e irrecusável vaga. Minha mãe resolveu me acompanhar e voltamos a morar na casa dos meus avós, mesmo nela nunca conseguindo se adaptar a cidades pequenas. Fiquei feliz pois sempre gostei de estar perto da família e tal. Já minha mãe estava vivia reclamando da cidade, dos vizinhos, de tudo. Mas a questão é que ela não poderia simplesmente sair com o ano letivo da minha irmã iniciado. E entre uma reclamação e outra acabou ficando até final de agosto quando resolveu voltar para a capital.
Agora que a coisa começa a ficar boa, pois voltei a ficar sozinho novamente com a minha irmã. Éramos extremamente próximos e cúmplices. Ela já estava com 16 anos, com o corpo formado e hormônios a mil. Eu vivia a melhor fase da minha vida, ganhava bem e vivia na festa sempre com uma peguete nova. Já estava vendo opções de compra de um apartamento pra mim, estava tudo perfeito. Mas podia melhorar.
Comprei um ar condicionado pois chegava em casa cansado depois do trabalho ainda e daqueles 50 minutos na academia, só queria saber de tomar um banho e descansar na minha cama. Minha irmã estava sempre em casa e fazia tudo pra mim, preparava um lanche, arrumava e limpava a casa, fazia tudo. Na parte da noite ficávamos assistindo filmes e séries na minha cama pra ficar no conforto do ar e foi aí que as coisas melhoraram.
Ficava em casa apenas de samba canção. Certo dia, enquanto minha irmã estava deitada no meu peito assistindo, peguei no sono e tive uma ereção. A questão é que a samba que eu estava tinha uma abertura frontal com apenas um botão de camisa, fazendo que minha irmã visse boa parte do meu pau pois estava bem entre ela e a TV rs. Acordei meio assustado e sem jeito e sem sobressaltos disse que precisava ir ao banheiro e ela com vergonha tbm disse que iria para o quarto dela fazer as tarefas da escola. Apesar da vergonha de ambos, achei aquilo o máximo pois sabe-se lá quanto tempo ela ficou ali assistindo meu pau latejar ao invés de Friends, Passei a pensar o dia inteiro na minha irmã novamente, como quando era apenas um adolescente.
Já no segundo dia comecei a colocar em prática para fazer a situação progredir. Com a mesma samba canção do dia anterior chamei-a para o quarto novamente para assistir Lost. Ela ainda perguntou se dessa vez eu não iria dormir e eu respondi rindo que não. A diferença para o dia anterior era que samba, agora, estava desabotoada. Como de costume, ficamos na mesma posição e, fingindo dormir, comecei a ficar de pau duro pra ver o que ela faria. percebi que ela olhou pra trás pra ver se eu estava dormindo e logo percebeu que dessa vez podia ver meu sem qualquer dificuldade. Senti que a sua mão tocou o tecido da minha cueca. Era ela afastando a cueca para deixar todo o meu pau a mostra. Poucos segundos depois sito aquela mão macia e delicada tocar o meu pau enquanto ele latejava em sua direção. Com delicadeza segurei sua mão contra o meu pau e fiz movimentos pra cima e pra baixo sendo automaticamente acompanhado pela mão dela que assumiu o controle da situação sem olhar pra mim ou pronunciar qualquer palavra. Minha respiração mudou e meu coração estava disparado pois não tinha a mínima ideia das consequências daquilo, só sabia que estava muito bom. Resolvi tocar o foda-se e deixar as coisas caminharem naturalmente. Comecei a fazer carinho em seus cabelos enquanto ela batia uma das punhetas mais gostosas da minha vida. Só de lembrar fico maluco. Por sorte (e muito tezão) começou a sair aquele líquido enquanto eu tentava relaxar para aquele momento não acabar tão cedo. Por uns 20 minutos eu me controlei até que não aguentei e gozei. Ao ver a erupção de porra do meu pau ela quis parar mas eu disse baixinho para continuar e ela continuou até eu dizer chega. Foram as únicas palavras ditas sobre o que estava acontecendo.
Durante uma semana essa era a nossa doce rotina. E como toda rotina, precisava inovar. Em uma das punhetas me posicionei um pouco mais acima fazendo com que seu rosto ficasse mais próximo do meu pau e fazendo carinho em seus cabelos empurrei levemente sua cabeça na direção dele. Ela entendeu muito bem o recado e começou a chupada mais deliciosa da minha vida até hoje. Quando disse que ia gozar ela parou de chupar e eu gozei muito, muito! Esse progresso durou duas semanas.
Infelizmente não tenho tempo para terminar essa história, segue no próximo conto.

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