Meu avô me prostituiu

Não conheci meu pai, e com o falecimento precoce da minha mãe, desde meus 5 anos, fui criado por meus avós maternos.
Morávamos num pequeno sítio, numa região rural, muito pobre e afastada da cidade, e subexistiamos,com a plantação de aipim, banana,laranja e hortaliças, q meus avós colhiam e vendiam na barraca na frente do sítio, onde tbm vendiam bebidas para os poucos moradores do local.
Eu tinha 10 anos, quando minha avó tbm faleceu. Eu era um garoto robusto e sadio, muito branco, lourinho e bonito(diziam).
Foi a partir daí,q comecei a ajudar na plantação, colheita, além de cuidar das galinhas e dos porcos.
Meu avô era um homem rude, nada carinhoso e ignorante, mas com o passar do tempo, talvez por carência, pela ausência da minha avó, ele passou pedir,q eu dormisse na cama com ele.
Não lembro bem, quando comecei a sentir meu avô me bolinando, durante a noite. Muitas vzs acordava, com seu dedo ou o pau duro, tocando no meu cuzinho. Por algum motivo, aquilo me dava prazer e eu fingia dormir, ouvindo sua respiração acelerada, até sentir a gosma quente, melando minha bunda. Só então, ele se virava pro canto e ia dormir, sem me limpar ou suspender minha cueca.
Certa noite acordei com ele colocando a pica dura na minha boca. Estava babada, fedia a mijo,abri os olhos e afastei a cabeça, ele então, puxou meu cabelo e empurrando a pica na minha boca, ordenou:
“Chupa mulek, não fingi dormir…sei que vc gosta!
Obedeci sem reclamar. Enquanto eu chupava ele atolada o dedo no meu cuzinho. Foi a primeira vez q senti o sabor de porra.
Na manhã seguinte, durante o café com pela primeira vez , ele conversou comigo,sobre o q estávamos fazendo. Com sua voz grave e jeito rude, me puxou pro seu colo e perguntou:
“Vc gosta de brincar com seu avô?

“Uhumm—respondi timidamente

“Vc já tem 10 anos, não precisa se invergonhar, adoro essa bundinha!

Meu avô tinha, 62 anos, mas tinha saúde de ferro, naquela mesma noite, ele conseguiu me penetrar. Seu pau era médio(16×5cm) doeu muito, ardeu mas aguentei até ele gozar dentro.
As vzs seguinte,foram ainda mais gostosas, fiquei viciado em dá pro meu avô. Muitas vzs, não esperava nem chegar a noite, mesmo de dia, trabalhando na horta, no galinheiro ou tratando dos porcos , ele se aproximava de pica na mão, e eu ia logo descendo o short e empinando a bundinha com prazer.
Depois de alguns meses foi inaugurada uma olaria próximo ao sítio. Meu avô animado com a chegada de operários vindo de outros lugares, comprou frizer novo ,mesas cadeiras,mesa de sinuca e abasteceu a barraca . Como era o único comércio do local,em pouco tempo, nas noites após o expediente da olaria, a barraca ficava lotada de homens, bebendo , comendo e jogando.
Como meu avô, não dava conta em atender todos, passei a ajudá-lo, servindo as mesas e lavando copos e pratos.
A maioria daqueles operários eram rudes e sem nenhuma instrução, trabalhadores braçais vindo de longe, muitos moravam no alojamento da olaria, outros só iam pra casa nos finais de semana.
Não demorou pra q eu sentisse os olhares desejosos de alguns deles, para o meu corpo, enquanto eu atendia suas mesas. Era o mesmo olhar do meu avô, quando queria me comer.
Os mas ousados, depois de beberem uns goles,me encoxava, faziam piadinhas e até passavam a mão na minha bunda.
Todo aquele assédio me dava enorme prazer. Eu já tinha feito 11 anos, já tinha perdido toda inocência com meu avô. Tinha um tal de Eurico, mulato, forte, quarentão q não parava de mexer comigo. Certa noite, eu estava lavando o banheiro, quando ele chegou e pediu pra mijar. No pequeno espaço, fui lavar a pia, sem tirar os olhos do picão dele, bem maior e mais grosso q do meu avô.
Ao notar meu interesse , o safado balançou a pica e perguntou:
“Gostou? dá uma pegadinha!
Com o coração aos pulos, peguei naquela coisa quente , apertei e murmurei:
“Nossa… Q pirocao!

“Chupa um pouquinho!—pediu, me oferecendo umas moedas

Sentei no vaso e cai de boca no cabeção . Em poucos minutos, fomos surpreendidos por meu avô. Quase chorando, fui pra barraca e os dois ficaram conversando em frente ao banheiro. Depois de algum tempo, vi Eurico dar dinheiro pro velho, q logo veio até mim, e disse:
” Ele tá te esperando lá nos fundos, vai acabar de fazer o q estava fazendo, mas só chupa hein!?
Eurico me esperava atrás da mangueira com o pau em riste. Voltei a mamar no pau dele, depois de algum tempo, ele pediu pra q virasse a bunda, disse q meu avô, só mandou chupar, mesmo louco de vontade de sentir aquela tora no meu cuzinho.
Aborrecido, ele voltou a por a pica na minha boca, resmungando:
“Velho filho da puta, vou ter q arrumar mais grana pra meter na sua bundinha.
O velho safado tinha cobrado pro cara gozar na minha boca.
A partir daquele dia, meu avô , com seu jeito rude,e nada discreto, passou a me oferecer pra qualquer um interessado em se aliviar comigo.
Tinha me ordenado a não recusar nenhum deles, e só fazer, o que ele mandasse.
Ele tinha preparado um canto dentro do Barracão de estufa de bananas, forrando uma esteira com travesseiro e lençol, pra quem quisesse trepar comigo. Muitas vzs a negociação era feita na minha frente.
Só um boquete era um preço, havia tbm um valor pra “uma completa” de meia, e outra de uma hora.
Naquela época, início da década de 80, ainda não havia o fantasma da AIDS, nem se falava em DST e preservativo. Tinha noite q eu dava a bunda pra 5/6 homens, e meu avô era só sorriso com seu faturamento.
Eu ficava cada vez mais safadinho, com 12 anos, já tinha dado pra quase todos da olaria. Eurico era o meu preferido,o único q me fúdia de graça.
Eu dava pra ele , no mato, escondido do meu avô.
Com ele tive meu primeiro orgasmo, beijando sua boca e com sua pica atolada no meu cu.
Assim foi, até meus 15 anos, quando meu avô adoeceu, e fui morar com uma tia, no Rio.

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