Juliana novinha e o padastro negão – parte 9

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Oi, sou eu Juliana mais uma vez. Estou contando minha história de iniciação sexual que aconteceu 1 ano atrás e que mudou a minha vida.
Rememorando, eu tinha 14 anos na época dos acontecimentos narrados, mas ninguém acreditava, porque tenho o corpo muito desenvolvido para minha idade apesar de ser meio baixinha (tenho 1,62 metro). As pessoas dizem que sou muito bonita, mesmo eu me achando meio gorda, rs. Tenho o cabelo castanho escuro com luzes loiras, liso e longo até a altura da cintura, e tenho olhos bem azuis. Meus lábios são carnudos. Tenho as coxas muito grossas, e meu quadril é muito largo com meu bumbum muito grande. Tenho 106 cm de quadril. Minha cintura é fininha com 60 cm, e mantenho minha barriga chapada na academia, e fazendo dança, surf e skate, justamente para não parecer gorda. Tenho uns peitos bem grandes (92 cm), com aureolas rosadas e grandes também. Sou bem branquinha porque sou descendente de alemães e sérvios, e nasci no Rio Grande do Sul.
Um pouco antes de que eu fizesse 14 anos, minha mãe se separou do meu pai e pediu transferência para o Rio de Janeiro mudando eu e ela pra cá, onde ela arrumou um namorado, um negão bem rico, o Seu Rogerio. Bem, quem quiser saber mais leia meu primeiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 1), o segundo relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 2), o terceiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 3), e o quarto relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 4).
O quinto (Juliana novinha e o padastro negão – parte 5), o sexto (Juliana novinha e o padastro negão – parte 6), o sétimo (Juliana novinha e o padastro negão – parte 7) e o oitavo (Juliana novinha e o padastro negão – parte 8) relato, contam a história de como seu Rogério me seduziu naquele mesma noite do quarto relato, e me usou como putinha para satisfazer as taras dele, até finalmente enfiar aquele cacetão dele no meu cuzinho, violando meu rabão grande e firme de novinha.
É legal ler todos os relatos para poder entender direito o que está acontecendo nessa história.

Eram 2 da tarde quando eu acordei. Ainda meio tonta de sono, fui relembrando toda a minha violação anal da noite passada, e pensava que talvez tivesse sido um sonho erótico ou algo assim. Contudo, meu cuzinho dolorido era a prova de que aquele estupro das minhas entranhas pelo negão tarado, MEU PADASTRO, tinha acontecido.
Não doía TANTO assim. Doía, mas era algo suportável, tipo quando você estira um músculo na academia. Ainda me sentia cansada, mas também não era algo tão terrível.
Passei a mão pelo meu shorts, por cima do meu bumbum, e cheguei até o meu cuzinho. O shorts estava todo molhado em volta dele. Eu pensei, que merda, deve ser o resto da porra daquele negão cavalo. Minha xoxotinha estava úmidazinha também, e os meus lábios vaginais estavam meio coladinhos, com meu melzinho de ontem que tinha meio que secado, não sei.
Agora plenamente acordada fiquei deitada olhando para o teto e rememorando todas as coisas que aconteceram na noite anterior.
Conforme eu lembrava, minha xoxotinha começava a dar sinal de vida, e meu grelinho também. Meu Deus, eu estava virando uma puta safada!
Pensar isso me fez morrer de vergonha. Eu não era assim. Mas o que eu podia fazer? Era muito gostoso brincar de sexo com o seu Rogério!
Eu comecei a brincar com minha xoxotinha, passando o dedo no meu grelinho, recordando toda a sacanagem que eu tinha feito com meu padastro estuprador tarado.
Tinha sido MUITO bom! Ele sempre tinha me tratado com carinho, sempre tomando cuidado comigo, e mesmo assim tinha sido um sexo forte e gostoso. Eu tinha gozado MUITO. E ele também. Eu tinha feito aquele macho adulto tarado por mim gozar pra valer. Tinha perdido minha virgindade anal com ele, deixado ele descarregar as taras dele dentro de mim, e fazer várias coisas depravadas comigo.
Claro que eu estava envergonhada. Afinal, eu era uma menina de 14 aninhos, que era COMPLETAMENTE virgem e inocente até 4 dias atrás. Agora eu tinha chupado aquele pauzão, bebido aquela porra grossa e adocicada daquele cacetão preto, e tinha levado aquele rolão dentro da minha bundona de novinha, O PAUZÃO INTEIRO, e recebido litros daquele mingau grosso e quente dentro de mim.
Enfim, inocente eu não era mais, rs. E o único buraquinho do meu corpo que continuava virgem era minha xoxotinha rosadinha de bebezinha.
Mas não queria ser vista como uma puta, nem mesmo pelo seu Rogério.
Imagina se minha mãe descobrisse? Eu ía querer morrer!
E tinha meu boy, meu DEUS THOR, meu Thiaguinho. Meu Deus! Eu marquei de encontrar ele hoje! Como eu ía fazer?
Enquanto eu matutava todas essas dúvidas e preocupações, eu continuava brincando de levinho com a minha xoxotinha e lembrando as coisas gostosas que tinham acontecido. Por isso, comecei a ficar bem excitada.
Pensei no cacetão do seu Rogério e na foda sacana da noite anterior, e comecei a brincar com meu grelinho com força, e por meus 3 dedinhos dentro da minha vagina apertadinha de menina virgem. Rapidamente as preocupações foram embora.
Fui ficando ofegante, e me sentindo quente, e comecei a gemer baixinho. Acelerei o ritmo, focando minha mente naquela hora que seu Rogério mandou eu falar sacanagens, lembrando cada segundo daquele parte violenta e tarada da violação do meu cuzinho. Senti vontade de gritar alto, mas tampei minha boca com vergonha de que alguém me ouvisse, e gozei forte.
Flutuava na cama agora, totalmente relaxada. Era muito bom gozar. Mas era muito melhor gozar com um pauzão no cú. Meu Deus, que pensamento era aquele! O que esse criolo tarado estava fazendo comigo! Eu estava me tornando uma putinha ninfomaníaca viciada em sexo. Tinha que parar com isso já.
Levantei umas 2:30 da tarde. Estava dolorida não somente no cuzinho mas pelo corpo também.
Fui tomar um banho e me olhei no espelho. Estava cheia de marcas roxas espalhadas pelas minha coxas grossas, no meu pescoço, meus braços, meus peitões, meu bundão!
Abri o meu bundão e procurei ver meu cuzinho. Não dava para ver direito no espelho de parede por causa da minha imensa bunda. Então peguei um espelhinho e deite na cama para ver.
Não estava tão mal quanto eu esperava. Estava bem inchadinho, e meio arroxeadinho em volta, mas não tinha sangue ou órgãos caindo para fora, como eu achei que fosse ver. Uma pomadinha relaxante e estaria resolvido sem mais problemas. Não precisava sair correndo para o pronto socorro, rs. Imaginei como eu explicaria isso no pronto socorro, e fiquei vermelha de vergonha de novo.
Pensei em como iria explicar essas manchas roxas no meu pescoço e coxas para meu gatinho. Imaginei uma estória, mas tinha que combinar com seu Rogério. Ía dizer que eu e ele estávamos preocupados com minha mãe e resolvemos subir a trilha que ficava na floresta do lado da mansão até o topo do morro para ver a baía de noite, e relaxar. Mas como estava escuro eu caí e rolei o barranco. Por sorte não me ralei ou cortei, mas tinha machucado meu cóccix, e ficado cheia de manchas roxas. Por isso até que eu estava com alguma dificuldade de sentar.
Eu sou um gênio mesmo, pensei.
Tomei meu banho, e o cuzinho e a xotinha arderam um pouco quando eu lavei, mas também nada de mais. Lavei bem meu cabelo, para deixar ele bem bonito. Passei meu hidratantezinho, e tudo mais para me produzir para meu gatinho.
Só não conseguia resolver a questão do meu cuzinho. Qualquer resto de porra tinha saído toda quando eu usei o vaso, creio eu. Aliás, doeu um poquinho mais, mas nada que não fosse suportável. Mas como fazer com aquela dorzinha? Não tinha como sentar direito. Eu ía ficar com a maior vergonha.
Pensei em ir conversar com seu Rogério e perguntar se ele não tinha nada para dor, QUE NÃO FOSSE A LÍNGUA DELE. Coloquei um shortinho e blusa de ficar em casa, e ía falar com ele. Quando eu abri a porta, uma bandeja coberta estava enconstada do lado de fora. Abri, e tinha uns biscoitos e um toddynho, e um envelope de farmácia grampeado. Eu peguei o lanche e coloquei em cima da mesa de computador, fechei a porta e abri o envelope.
Tinha um tubo de pomada, e duas cartelas de comprimidos, e um bilhete do seu Rogério dizendo: "Bebê linda, coloquei esse lanchinho pra você por que fui para o hospital ver sua mamãe. Comprei umas coisas na farmácia para você. Toma 1 de cada um desses comprimidos, que é para evitar inflamações. E passa essa pomada no seu machucadinho para diminuir a dor. Tudo que você faz é sensacional, e ninguém é como você, lembre-se sempre disso. Beijos, Rogério. P.S: cuidado quando você for no seu quarto porque o duto do ar condicionado arrebentou e a água destruiu seu colchão, então tem uns operários consertando o teto e trocando a saída do ar."
Que fofo do seu Rogério! Como ele era cuidadoso comigo! Ah, enchi meu coração com o que ele fez. Sempre tão atencioso e cuidadoso comigo e com minha mãe. Se ele não fosse o namorado da minha mamãe eu roubava ele! "Meu Deus, que é isso que pensei!" Na mesma hora me repreendi. Seu Rogério é um homem adulto, e eu sou uma criança de 14 anos! Não seria certo namorar ele! Ele era o pai que eu nunca tive, e não alguém pra namorar! "Tenho que ter vergonha de pensar coisas assim." Pensei.
Mas de qualquer forma, fiz o que ele mandou. A pomadinha realmente relaxou e fez a dor passar. Era algo geladinho com cheiro de vick vaporub. E os comprimidos tiraram o resto da dor do meu corpo. Estava pronta para outra.
Abri meu laptop enquanto comia o lanchinho e tinha várias mensagens do meu Thiaguinho tadinho! Estava louquinho de saudades de mim, rs.
Mandei uma mensagem para o meu amor e ele respondeu logo. Combinamos dele passar as 4 pra me pegar.
Sai pra pegar umas roptichas no meu outro quarto.
Quando eu entrei, dois negões ENORMES, sem camisa, estavam lá passando massa no teto e pintando. Eu disse "Boa tarde" e fui direto pro closet pegar minha roupa.
Dei uma olhada de rabo de olho pelas frestas da porta e pude ver que os negões tinham parado de trabalhar e estavam olhando para dentro do closet, com os olhos travados no meu bundão! QUE CRIOLOS TARADOS!
Eu normalmente não sentia nada com o assédio. Achava até chato todos os homens babando em mim na praia, no shopping, na rua, etc. Era bem irritante, aquele monte de homens velhos babões me deixando constrangida como seu estivesse nua. Mas naquela hora, não sei se por culpa do que eu estava fazendo com seu Rogério, sentia minha bucetina e meu cuzinho piscarem. Quando o cuzinho piscou doeu um pouco, e soltei um gritinho. Olhei para onde os negões estavam e eles estavam com os olhos arregalados fixos no meu bundão e nos meus peitões, e pude ver volumes ENORMES embaixo das bermudas sujas de tinta deles. Fingi que tinha prendido o dedo na gaveta para disfarçar.
Estava com tesão, mas fiquei muito envergonhada, até porque aquele quarto tinha sido o palco de toda aquela safadeza da noite passada, e eu sei que os criolos devem ter sentido o cheiro de sexo.
Peguei as roupas que eu queria do closet e saí me cobrindo com elas. Mas os negões ficaram me filmando com os olhos esbugalhados e babando, olhando minha carinha linda de bebê, meu cabelão, meus peitões, minha cinturinha, meu bundão, minhas coxonas, coisas que, mesmo com as roupinhas larguinhas que eu estava usando, apareciam por causa do meu corpo de mulher.
Enquanto eu passava meio que correndo, não pude deixar de olhar para os volumes enormes que se formavam nas bermudas daqueles pretos gigantes. Aparentavam ser bem grandes, talvez até próximos do seu Rogério. Minha xoxotinha babou totalmente com esse pensamento. Meu Deus, que vergonha eu senti! Tinha que me controlar e parar de pensar como putinha.
Um dos pretos até alisou o volume enquanto eu passava. Que puto tarado e descarado!
Cheguei no meu outro quarto e tranquei a porta. Me questionei se todos os pretos tinham paus imensos. Enquanto pensava isso ficava com muito tesão. EU PRECISAVA ME CONTROLAR! Tinha que encontrar meu Thiago imediatamente e dar uns amassos bem gostosos com ele! Tinha que colocar em ação meu plano para perder minha virgindade da xotinha com ele e começar a namorar sério. Eu era uma menina de família! Não podia ficar com tesão por qualquer preto que eu visse na rua.
Me produzi bem produzida. Estava muito linda, modéstia a parte.
3:50 meu amor mandou um WhatsApp dizendo que já estava na porta. Ele estava mesmo morrendo de saudades, rs.
Sai do quarto e passei rápido pela porta do outro. Os pretos pareciam que estavam de tocaia e ficaram me olhando da porta DESCARADAMENTE.
Quando cheguei na escada e tinha que virar pra descer, eu aproveitei e dei uma olhada com uma cara emburrada para os dois, pra mostrar que eu não estava gostando daquele assédio. E aí vi de novo os volumes enormes, e agora os dois estavam alisando aqueles volumes por cima de suas bermudas. Que putos! Se eu não tivesse que sair ía acabar sendo estuprada por aqueles dois maníacos! Confesso que esse pensamento daqueles dois gigantes negros me pegando a força, me jogando naquela cama e enfiando os seus cacetões ao mesmo tempo no meu cuzinho arrombado e na minha xotinha virgem, enquanto eu lutava e dizia que não, como nos filmes pornográficos, deixou minha xoxotinha toda molhada. Eu fiquei vermelha como um camarão de pura vergonha, enquanto descia a escada. Eu precisava parar com aquilo NOW!
Maria estava perto da porta quando eu saí e eu cumprimentei ela e abracei dando um beijinho no rosto da Mariazinha fofa. Ela me olhou estranho e disse: "A mocinha está muito alegrinha hoje. Algo de bom deve ter acontecido ontem a noite…"
Eu fiquei meio sem graça e disse: "Não, vai acontecer hoje que eu vou passear com meu namorado!"
Ela riu e disse: "Ah tá. Bom passeio minha querida!"
Fiquei pensando se a Maria tinha escutado alguma coisa do que aconteceu a noite, e se aquilo era uma indireta. Meu Deus, que vergonha!
Entrei na super BMW do meu love, e ele me beijou muito.
Logo ele viu as manchas roxas e me perguntou o que tinha acontecido. Eu contei a estória mirabolante que eu tinha inventado, e ele pareceu acreditar 100%, me dizendo que eu não devia sair pela mata a noite assim, que podia ter sido pior que um acidente, que eu podia ter me machucado feio se o seu Rogério não tivesse lá, que podia ter sido picada por uma cobra, etc. Mal sabia ele que seu Rogério foi o principal responsável pelos "machucados", e que tinha sido a cobra enorme dele, a anaconda prehistórica preta, que tinha me dado muitas picaduras a noite toda. Pobre do meu amorzinho inocente.
Passamos lá na clínica para ver minha mamãe e seu Rogério estava lá com ela. Fiquei super constrangida de ver o seu Rogério, ainda mais com minha mãe e o Thiago do lado. Mas engoli, procurei não olhar abaixo do pescoço dele, e abri meu melhor sorriso.
Ele levantou da cadeira e veio me abraçar e me beijou no rosto, gritando: "Juzinha, que bom que você está aqui! Sua mãe estava com saudades! Como tá seu machucado? Melhorou?" e enquanto falava, baixou sua mão direita para minha bundona e deu um apertão forte! Claro que essa mão ficava para o lado da parede e nem minha mãe, nem o Thiago podiam ver ele fazendo isso, mas eu pensei: "Que criolo estuprador tarado dissimulado filho da puta!" e fiquei bufando de raiva, mas engolindo com um sorriso no rosto.
Minha mãe logo perguntou: "Machucado? Que machucado? Como você se machucou? Deixa eu ver."
Seu Rogério deu uma gaguejada, e eu também, e foi o meu DEUS THOR, meu cavaleiro nórdico, que me salvou nessa hora. Ele assumiu o controle da situação e começou a contar a estória que eu tinha contado pra ele.
Minha mãe ouviu tudo e falou: "Vem cá meu amorzinho, deixa a mamãe te carinhar." Eu fui e abracei minha mamãe cheia de vergonha e culpa porque eu sabia a verdade. Minha mãe então gritou com seu Rogério: "Rogério, você é um irresponsável. Você não pode fazer todas as vontades dessa menina!"
Ele gaguejou de novo, e dessa vez eu que salvei o dia. Eu disse: "Não mamãe, a culpa foi toda minha. Seu Rogério não consegue resistir em fazer minhas vontades. E se ele não estivesse lá eu podia ter me machucado sério, com um tronco de árvore escuro furando minha barriga, picada de cobra, ou algo pior. Mas no fim, apesar dos machucados, o passeio foi muito bom. O melhor passeio da minha vida." Não consegui resistir em provocar o seu Rogério. Danadinha, eu, rs.
Seu Rogério olhou para os meus olhões azuis e disse: "Ainda bem que você gostou, princesa. Eu também achei o passeio mais sensacional da minha vida. Eu me esforço muito para dar para você e para sua mãe tudo que vocês merecem! Podemos repetir o passeio quando você quiser. Se sua mãe deixar é claro." Disse o criolo tarado mostrando que, seu eu queria jogar, ele também ía apostar.
Minha mãezinha tadinha, na santa inocência dela, disse: "Puxa, que bom que vocês se divertiram tanto juntos! Fico feliz de ver vocês tão entrosados! Claro que você tem minha autorização, Rogério. Eu confio em você totalmente para proteger minha guriazinha linda."
Mamãe não tinha ideia do que ela estava falando. Autorizar… Autorizar o seu Rogério a me usar como puta e violar meu cuzinho? Ela não tinha ideia do que o namorado dela era capaz de fazer com a filhinha novinha e branquinha dela…
Conversamos mais um pouco, com eu e seu Rogério mantendo as aparências. Eu até chamei o seu Rogério para me ajudar a pegar água pra minha mãe, e pedi desculpas por ter tratado ele friamente no fim da noite, agradeci pelos remédios e pelo lanchinho, e combinei com ele a estória da caminhada para mantermos as mentiras juntos. Ele ficou bem feliz, e foi bastante compreensivo com a minha confusão e minhas dúvidas.
Só não gostei quando ele começou a ficar tarado, e começou a querer me abraçar, dizer que eu estava muito linda, muito cheirosa, me pedir para ir com ele de volta para casa com uma desculpa de que íamos pegar umas roupas para minha mãe, e sempre com o volume daquele cacetão gigantesco crescendo embaixo da calça dele e roçando em mim quando ele me abraçava. Quer dizer, eu até "gostei". Minha xoxotinha ficou molhadinha e fiquei com tesão. Mas não gostei porque estava com meu amor, do lado da minha mãe, e aquele homem tinha que ter vergonha, e me respeitar como menina de família que eu era.
Voltei rápido para o quarto levando a água, e seu Rogério parou no banheiro masculino no caminho. Ele demorou tanto a voltar para o quarto da minha mãe que quando ele voltou do banheiro já estávamos indo embora.
Eu disse para minha mãe: "Mãezinha, o Thiago perguntou se eu posso dormir lá na casa dele. Tu deixas?"
Seu Rogério levantou a cabeça da revista que ele lia com uma cara de espanto, e minha mãe falou quase gritando: "Claro que não, Ju. Não é apropriado!" Seu Rogério abriu um sorriso largo com essa resposta.
Eu retruquei com uma voz de choro: "Mas mamãe, a família do Thiago é enorme e está todo mundo lá! Eu prometo que não vai acontecer nada. Só quero ficar um pouco com pessoas da minha idade…"
Na realidade eu queria ficar um pouco longe do seu Rogério, porque sabia que se a gente passasse a noite na mesma casa de novo, iríamos trepar de novo, e dessa vez meu cabacinho da xotinha corria seríssimo risco. Além do que eu queria pensar um pouco naquela situação, e, claro, colocar em ação meu plano de fisgar o Thiaguinho para sempre, rs.
Minha mãe, malandra velha de guerra, sabendo que tinha que garantir que o cofre estaria fechado para que o pombinho não descabaçasse a pombinha, mas com peninha de mim, agiu e disse: "Sua mãe está aqui na sua casa, Thiago? Você me deixa falar no telefone com ela?"
Meu deusinho nórdico gaguejou, mas disse: "Ca-claro, a senhora pode ligar do meu telefone pra ela." e passou o celular para minha mãe já ligando para a mãe dele.
As mães conversaram e a minha mãe fez a mãe do Thiago garantir que eu dormiria em outro quarto e que ela supervisionaria para que nada demais acontecesse, zelando pela minha inocência. Mal sabia ela que o NAMORADO DELA, já tinha arrancado quase toda minha inocência com aquele pauzão preto veiudo e aquela chapeleta monstruosa e roxa.
O seu Rogério não se fez de rogado, e disse: "Que bom! Se divirta, Ju. E você rapaz, eu conheço seu pai e sua família! Se minha enteada não voltar INTACTA você vai se ver comigo!" O conceito de "intacta" daquele criolo depravado era meio estranho, eu já não era mais "intacta" desde a noite passada, graças a ele…
Ele completou: "E assim é bom que passo a noite cuidando um pouco do meu amor." e abraçou e beijou minha mãe.
Resolvidos os problemas familiares, eu e Thiago fomos namorar. Aquela cena da minha mãe até me ajudou no meu plano de amarrar o Thiago para casar comigo, rs. Ele estava o maior preocupado porque minha família era muito tradicional. Outro inocente que não sabia do que aquele criolo gigante pervertido era capaz.
Ficamos nos amassando a noite toda, mas sempre tinha alguém de vigia protegendo minha "pureza". No final, eu disse para ele que ele poderia ir até a minha casa no dia seguinte, onde teríamos mais "liberdade". Ele meio que entendeu, e concordou.
No final, fui dormir no quarto de uma das primas do Thiago, com ela recebendo a missão de me manter no quarto, com a porta trancada. Eram 3 da manhã quando tive que me separar do meu baby e ir para minha cela, frustada, cheia de tesão e chateada da vida. Mas pelo menos descansei meu cuzinho…
No dia seguinte, eu e Thiaguinho passamos cedo na mamãe, e combinamos o mesmo esquema. Minha mamãe ficou feliz com o sucesso do seu "muro de Berlim".
Seu Rogério novamente disse que iria passar a noite na clínica com minha mamãe, então meu plano de fugir da casa do Thiago para a casa do seu Rogério, e perder minha virgindade da bucetinha com meu baby, estava funcionando perfeitamente.
Fomos almoçar na cidade, namoramos mais, rodamos pelas praias, e fomos para casa dele, namoramos mais, e finalmente disfarçamos e escapamos para casa do seu Rogério. Eram mais ou menos 7 da noite.
Estávamos com um tesão louco os dois, um pelo outro. Estávamos apaixonados e eramos adolescentes super-protegidos, com pouca experiência nas coisas da vida. Por causa do seu Rogério, eu com certeza já tinha mais experiência em 3 dias do que meu Thiaguinho. No meio dos nossos amassos, ele me contou que não era virgem, que tinha perdido a virgindade com uma outra menina da sociedade Carioca, em uma viagem para Paris. Depois ele tinha tido outras namoradinhas, mas nada especial como eu era. Estava até com medo de estar sendo enrolada por ele. Que ele só quisesse me comer, porque eu era a gostosona de 14 anos, muito mais encorpada que a maioria das meninas de 18. Eu estava realmente apaixonada por ele, e queria que fosse pra sempre.
Se meu plano desse certo, a minha virgindade da bucetinha iria ser perdida hoje. Aquela virgindade que era tão preciosa para mim, para minha mamãe, e até para aquele velho preto tarado do seu Rogério, que mesmo com o pauzão explodindo de vontade de me estuprar, e mesmo comendo meu cuzinho das maneiras mais brutais e taradas, sempre zelava pelo meu selinho da xoxota, como o guardião do santo graal, rs.
Pensar naquele cavalo preto do seu Rogério aumentou meu tesão.
Aquele negro tarado tinha tirado quase toda minha ingenuidade e inocência. Eu estava ficando meio foguenta antes de vir para esse feriado. Mas agora eu só pensava em sexo, 24 horas por dia. E o pior, ou melhor, pensava naquele preto e naquela tora deformada gigante com aquela chapeleta monstra. Pensava nela babando, latejando inchada forçando a entrada do meu cuzinho, cuspindo porra na minha boquinha, e violando meu anelzinho da maneira mais tarada e violenta possível. Suspirei forte com minha xoxotinha e meu cuzinho latejando de tesão enquanto lembrava daquela longa noite de foda selvagem.
Ficava envergonhada e confusa, mas só de pensar naquele tronco de árvore preto e no seu Rogério meu cuzinho e minha xotinha piscavam descontrolados.
Até por isso, sentia uma necessidade extrema e urgente de entregar meu sexo virgem para meu Thiaguinho. Era apaixonada por ele, queria que ele fosse o homem da minha vida, mas sabia que se mais tempo se passasse, seu Rogério conseguiria romper aquele cabacinho que me restava, com seu papo enrolador, seu jeito tarado e safado de fazer sexo, e aquela tora negra gigante, dura e cabeçuda.
Chegamos na casa e a Maria estava dormindo ou tinha ido para cidade. Tudo vazio e silencioso. Thiago não se impressionava com a casa porque a mansão da família dele dava pelo menos três da mansão do seu Rogério. Além disso, todo o foco do taradinho estava no meu corpo arredondado de mulher-menina.
Fomos nos beijando em um maior amasso pelo hall, passando pela sala de visitas, deixando nossas roupas caírem, subindo as escadas, passando pelo hall dos quartos, e finalmente abrindo a porta da minha suite nova (Claro que não ia ser desvirginada pelo meu deusinho nórdico no mesmo lugar onde aquele criolo gigantesco e tarado tinha estuprado meu cú).
Estavamos cheios de tesão e eu já estava só com minha sainha e o sutien. Thiaguinho também já estava só de calça, mostrando seu corpinho sarado de surfista riquinho dourado. Ele falava ofegante: "Você é tão linda, minha princesa.", "Você é tão perfeita.", "Eu quero você pra sempre.", "Você é o amor da minha vida." E eu respondia também ofegante e gemendo: "Eu te amo também, meu lindo.", "Eu quero ser sua.", "Quero ficar pra sempre com você." Era tudo tão romântico, ingênuo e bonitinho, que eu não conseguia, no fundo da minha mente, deixar de comparar com a safadeza, a tara e a depravação do meu sexo com o seu Rogério.
Caímos na cama da minha suite, e eu desabotoei meu sutien. O Thiago levantou ele e jogou pro lado, e foi descendo da minha boca, onde ele me beijava, pelo meu pescocinho, e chegando até os meus peitões livres e grandes, e com seus biquinhos durinhos por causa do tesão.
Começou a chupar forte, me fazendo gemer, enquanto com as mãos ele abria a minha saia, que era de botõezinhos do lado, e alisava minha xoxotinha por baixo da minha calcinha rosinha de rendinha, alcançando meu clítoris durinho.
Nesse momento, veio a primeira diferença entre meu Thiaguinho meu amor, e aquele tarado preto roludo. Thiago apertou meu grelinho com força, empurrando para baixo, e machucando. Na mesma hora lembrei do jeito tarado que seu Rogério tinha feito, e que ele tinha me ensinado, e do tesão e dos gozos que aquilo tinha me causado. Seu Rogério, aquele tarado pervertido sabia brincar com meu grelinho e me deixar louca de prazer. Meu deusinho nórdico era novinho, e por isso não tinha as manhas, pensei eu, até porque como ele era rico e bonito, e as vagabundas alpinistas sociais deviam fingir que gozavam e não davam chance dele aprender a brincar com um clítoris para deixar uma mulher maluca.
Aquela comparação deu uma travada no meu tesão, mas eu bani aquele fantasma preto velho da minha mente e voltei a amar o meu Thiaguinho com gosto.
Ele pelo menos mamava bem, e eu estava gostando muito daquela boquinha linda no meu peitão de auréolas grandes e rosadas, sugando meu mamilo durinho. De novo veio uma comparação: claro que seu Rogério tinha feito mais gostoso, mas… QUE MERDA! Me irritei. Minha mente ía ficar lembrando daquele criolo estuprador tarado e pervertido em tudo agora! Isso estava cortando a onda!
Ele saltava de um peitão para o outro e lambia e mordiscava meus mamilos, fazendo aquele barulho "slurp" quando ele chupava com força.
Eu comecei a abrir a calça dele e com minha mãozinha fui buscar seu pau. Alisei a extensão do cacete e baixei a cueca dele. Ele arriou suas calças e chutou elas pra perto da porta.
Com a outra mão eu comecei a baixar minha calcinha, e fiz ele gemer forte de tesão com aquilo. Ele me disse: "Eu te amo muito, Ju. Você é a mulher da minha vida." Era uma coisa meio louca a gente estar tão apaixonado em 4 dias somente. Mas contos de fadas acontecem. Especialmente quando você tem um príncipe e uma princesa na estória, rs.
Ele desceu o resto da minha calcinha que tinha se agarrado no meio do rego do meu bundão, e eu levantei minhas coxas grossas e minhas pernas para facilitar a saída. Depois disso, abri minhas pernas perfeitas de mulher tesuda, e dei uma chave no meu Thiaguinho.
Já estávamos totalmente nus. Eu punhetava o cacete dele e reparei que conseguia fechar a minha mão em torno. Ou seja, a grossura do pau do meu amor não era nem a metade do monstro destruidor animalesco que era o pauzão do tarado do seu Rogério.
Conforme eu punhetava, passava a mão pela cabecinha e realmente via isso: era uma cabecinha, do mesmo tamanho do pau dele. Não como aquela chapeleta roxa e pulsante, aquela bola invasora que coroava o mastro enorme veiudo duro e quente do tarado do seu Rogério.
Cacete, pensei eu, tinha que parar de fazer essas comparações porque elas estavam afetando meu tesão.
O Thiaguinho subiu sua cabeça dos meus peitões, enquanto eu dirigia o pau dele para entrada da minha bucetinha encharcada. Ele tinha um pau normal, de 14 cm de comprimento por 4 cm de diâmetro. Não era um monstro devastador como o do seu Rogério, é claro, mas também não era pequeno.
Ele me beijou na boca, e ficamos olhando nos olhos um do outro, enquanto eu já pincelava a cabeça do pau dele na entradinha da minha xoxotinha virgem. Estavamos ofegantes e felizes, sentindo o quanto amávamos um ao outro.
Nos beijamos gostoso de novo e novamente nos olhamos nos olhos. Eu então disse: "Tira minha virgindade, por favor, meu amor."
O rosto dele se iluminou e ele perguntou: "Você tem certeza, bebê?"
Eu disse, com decisão: "Tenho. Você é homem da minha vida."
Ele ficou extasiado, e disse: "Eu te amo tanto, minha bebê linda. Vou casar com você e vou ter você pra sempre."
Eu gemi com aquela fala tão doce. Ía acontecer! Eu ía perder meu cabacinho da xoxota para o amor da minha vida.
Nessa hora a minha confusão como que passou. Eu tinha sentido muito prazer com o seu Rogério. Tinha sido a melhor experiência da minha vida. Mas eu era uma menina de 14 anos. Era romântica e sonhadora, como todas as meninas da minha idade. E até 4 dias atrás era totalmente inocente e ingênua, daquelas que mesmo parecendo uma mulher feita, ainda pensa em brincar de Barbie, de vez em quando.
Eu havia deixado seu Rogério abusar de mim, me usar como um objeto sexual, me tratar como uma putinha. Eu havia deixado, sem resistir, aquele tarado criolo arrombar meu cuzinho. E apesar de eu ter gostado muito, isso me envergonhava.
Eu fui educada para acreditar que o sexo tem que ser feito com amor, por duas pessoas que se amam. E eu tinha deixado aquele negro deturpar tudo isso, e me tornar uma tarada sexual, uma putinha depravada. Isso acabava ali! Eu ía deixar o amor da minha vida tomar a minha virgindade da xoxotinha, com carinho, e as taras daquele negão iam ficar no passado.
Guiei o pau do meu amor para minha xoxotinha. Encaixei na portinha enquanto punhetava toda a extensão dele. A cabecinha do pau dele foi forçando a entrada. As paredes da entrada minha xoxotinha começaram a se expandir, recebendo a pontinha do pau do Thiago. Doeu um pouquinho, e eu gritei.
Thiago puxou e parou me olhando preocupado. Eu na hora pensei: ele devia ter colocado os dedinhos dele, brincado com minha xoxotinha, como o seu Rogério fez por horas antes de enfiar aquela tora monstruosa no meu cuzinho. Meu Deus. Voltou a comparação.
O Thiago perguntou: "Doeu amor? Quer que eu pare?"
Eu disse não, e peguei o pau dele e guiei para minha xaninha de novo. Aí eu tomei a iniciativa e disse: "Coloca ele devagarinho e vai brincando na portinha para eu me acostumar com seu tamanho."
Quando eu uma menina, mas toda linda e com um corpaço de mulher adulta e gostosa, falei "o seu tamanho", o meu Thiaguinho se iluminou. Ele se imaginou o maior dos garanhões com a pica mais grossa da Terra. Mal sabia ele que o pau dele não chegava a metade da rolona rompedora do seu Rogério.
Encaixei o pau do Thiago na entradinha da minha xotinha e fui empurrando devagar. Doía mas eu não gritei. A cabecinha foi entrando toda, e minha bucetinha doía um pouco, mas eu aguentei. Me sentia totalmente mulher, comandando meu amorzinho em como tentar fazer amor comigo do jeito mais certo possível.
Pedi para ele mover sem tirar pra frente e pra trás mas sem ir mais fundo. E ele começou a mover seu quadril com carinho e devagar. Começou a ficar bem gostoso, e eu pedi para ele acelerar e ir entrando mais aos pouquinhos. Já sentia, pelo menos uns 6 cm do pau do meu amado, dentro da minha xotinha. Senti uma dorzinha mais forte, e dei um gritinho forte.
Pensei, pronto, rompeu o cabacinho. Então eu disse: "Ai, amor você quebrou meu selinho." Ele sorriu, gemeu e me beijou na boca. Ele acelerou um pouquinho mais, mas não passava de 6 ou 7 cm, acho que por medo de me machucar. Realmente, hoje eu sei ele não tinha experiência suficiente e não sabia muito bem tirar uma virgindade.
Ele começou um vai e vem forte e rápido. Doía um pouquinho, e eu sentia minha xoxotinha alargar, mas ele era o amor da minha vida e tinha que ser assim.
Ele disse: "Ai, bebê. Você é muito gostosa. Eu vou gozar."
Ué, tão rápido? Eu pensei, meio frustrada.
Eu queria que ele gozasse dentro de mim, mas lembrei que EU NÃO ESTAVA NA PÍLULA. Então gritei: "Amor, por favor, goza fora. Você vai me engravidar!"
Aquilo deixou ele mais tarado e ele empurrou fundo, batendo em alguma coisa dentro de mim e me causando muita dor. Ele disse: "Ai, tô gozando bebê linda, meu leitinho tá derramando dentro do seu buraquinho quentinho." E eu senti a porra ralinha e juvenil do meu amor derramando dentro da minha xoxotinha. Não era nenhum seu Rogério, então foram alguns jatinhos. E parou.
Tinha sido muito rápido, e não tinha nem chegado perto de 10% do que eu senti quando o seu Rogério me fudeu. Fiquei meio chateada, um pouco frustrada, e com muito tesão acumulado, mas pensei, as coisas vão melhorar conforme a gente praticar.
Thiago deitou em cima de mim e me beijou dizendo o quanto me amava, que eu era a mulher da vida dele, a mulher mais linda e gostosa que ele já tinha tido, e eu beijava ele de volta e dizia o quanto eu amava ele, e que ele era o homem da minha vida, que tinha tirado minha virgindade e ía ser o pai dos meus filhinhos. A gente se beijava e ria feliz, apesar de eu não estar nada satisfeita sexualmente.
Foi nessa hora que a porta da suite abriu de uma porrada só.
Seu Rogério entrou de arma na mão, e quando me viu nua com o Thiago deitado nú em cima de mim, gritou: "Que é isso? O que está acontecendo aqui? Você está estuprando minha filha? Seu muleque desgraçado! Eu vou acabar com tua raça! Você vai apodrecer na cadeia, seu marginal!"
O Thiago se levantou de um pulo e choramingava: "Não é isso que o senhor tá pensando, seu Rogério, por favor, não me mata!"
Seu Rogério do alto de seu tamanho monstruoso de negro gigante, um macho alfa, uma massa de músculos, força e virilidade, gritou com sua voz grossa: "Eu não tô pensando em nada. Eu tô vendo! Some daqui antes que eu te leve para delegacia e você vire menininha dos outros presos!"
O poder da testosterona do seu Rogério esmagou o Thiago. Ele agarrou a calça dele onde estavam a carteira, o celular e a chave do carro, se vestiu só com aquela peça de roupa, e saiu correndo pela porta do quarto, descalço, sem camisa, tropeçando pelas escadas e fugindo em desespero, com medo de perder a vida.
Eu estava lá, deitada de pernas abertas em cima da cama, coberta só com minha saia, com minha xoxotinha a mostra, e a porra branquinha do meu Thiaguinho escorrendo de dentro da minha xaninha rosadinha. Meu corpo sensual estava esparramado na cama, e eu ofegava mais por causa do susto, porque orgasmo eu não tinha tido nenhum. O sexo tinha sido muito sem sal. Estava muito frustrada, com um enorme tesão acumulado, e agora sentia uma vergonha enorme do seu Rogério que tinha me pego com as calças arriadas, literalmente.
Por mais que ele fosse um pervertido, sempre cuidara de proteger minha virgindade da xotinha. Inclusive, toda aquela tara pelo meu rabão ele justificava como sendo a possibilidade de me dar prazer sem que eu perdesse meu cabacinho da bucetinha. E eu ainda sentia mais vergonha do que o seu Rogério poderia dizer para minha mãe. Se minha mãe soubesse o que tinha acontecido, ela ía me odiar por ter quebrado a confiança dela.
Seu Rogério olhou pra mim com uma expressão mista de raiva e decepção, mas acabou congelado com os olhos fixos na minha bucetinha encharcada de porra.
Eu me encoli toda protegendo minha nudez somente com minha saia minúscula.
Estava cheia de medo e vergonha. E comecei a chorar baixinho, encolhida como eu estava.
Seu Rogério seguia paralisado como se buscasse o que dizer para mim, sem, contudo, tirar aquele olhar raivoso de meu corpo semi-nú.
Mas agora sua expressão tinha mudado. Ainda existia alguma raiva, mas não era a fúria anterior. Ele estava decepcionado, mas sentia uma certa pena de mim, que chorava, soluçando alto.
Dava para perceber também que o tesão que ele sentia por mim começava a acordar, influencidado pelo meu corpo de novinha branquinha nua e pela minha xoxotinha toda esporrada. Enfim, já se percebia o volume aumentando dentro da sua calça. O cíclope gigante despertava alimentado pela visão do meu corpo sensual coberto apenas com minha sainha.
Seu Rogério tremia. E eu estava ali indefesa, nua, e a mercê dele e de seus desejos e taras, mais uma vez.

O que acontecerá na parte 10? O que o cíclope fará com a minha xoxotinha novinha e desvirginada? Não percam o próximo episódio porque isso tem continuação, rs.

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