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Juliana novinha e o padastro negão – parte 10

02-05-18 Por 18 ★ 4.74

Oi, sou eu Juliana mais uma vez. Estou contando minha história de iniciação sexual que aconteceu 1 ano atrás e que mudou a minha vida.
Rememorando, eu tinha 14 anos na época dos acontecimentos narrados, mas ninguém acreditava, porque tenho o corpo muito desenvolvido para minha idade apesar de ser meio baixinha (tenho 1,62 metro). As pessoas dizem que sou muito bonita, mesmo eu me achando meio gorda, rs. Tenho o cabelo castanho escuro com luzes loiras, liso e longo até a altura da cintura, e tenho olhos bem azuis. Meus lábios são carnudos. Tenho as coxas muito grossas, e meu quadril é muito largo com meu bumbum muito grande. Tenho 106 cm de quadril. Minha cintura é fininha com 60 cm, e mantenho minha barriga chapada na academia, e fazendo dança, surf e skate, justamente para não parecer gorda. Tenho uns peitos bem grandes (92 cm), com aureolas rosadas e grandes também. Sou bem branquinha porque sou descendente de alemães e sérvios, e nasci no Rio Grande do Sul.
Um pouco antes de que eu fizesse 14 anos, minha mãe se separou do meu pai e pediu transferência para o Rio de Janeiro mudando eu e ela pra cá, onde ela arrumou um namorado, um negão bem rico, o Seu Rogerio. Bem, quem quiser saber mais leia meu primeiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 1), o segundo relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 2), o terceiro relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 3), e o quarto relato (Juliana novinha e o padastro negão – parte 4).
O quinto (Juliana novinha e o padastro negão – parte 5), o sexto (Juliana novinha e o padastro negão – parte 6), o sétimo (Juliana novinha e o padastro negão – parte 7) e o oitavo (Juliana novinha e o padastro negão – parte 8) relato, contam a história de como seu Rogério me seduziu naquele mesma noite do quarto relato, e me usou como putinha para satisfazer as taras dele, até finalmente enfiar aquele cacetão dele no meu cuzinho, violando meu rabão grande e firme de novinha.
É legal ler todos os relatos para poder entender direito o que está acontecendo nessa história.

Essa parte 10 é a continuação dos eventos que comecei a contar na parte 9, leiam as duas juntas, para que os “efeitos” sejam melhores, rs.
A parte 9 está aqui (Juliana novinha e o padastro negão – parte 9).

Seu Rogério, falou alto comigo. Não um grito, apenas falou alto e com autoridade, decepcionado comigo: “O que você fez, Juliana? Você teve sexo com esse rapaz que você conheceu ontem, entregou sua virgindade para ele, e deixou ele gozar dentro de você? O que você tem na cabeça?”
Eu me encolhia toda, soluçando alto, chorando de vergonha, e entendendo a gravidade da situação: eu tinha sido irresponsável, e tinha decepcionado minha mãe, que com todas as dificuldades, me criou sozinha para ser uma mulher de respeito, e não uma vagabunda qualquer. Eu decepcionei até mesmo o seu Rogério, que sempre zelou pela minha virgindade da bucetinha. Estava me sentindo tão culpada, que até me esqueci que o seu Rogério mesmo tinha abusado de mim nos últimos 4 dias, sem qualquer preocupação com minha inocência, inexperiência ou castidade de menina de 14 anos.
Seu Rogério bradou: “Como você vai explicar isso tudo para sua mãe, Juliana? Como eu vou ficar? Era minha responsabilidade te proteger enquanto ela está doente. Você não podia ter feito isso.”
Eu só chorava e soluçava mais alto, e gania: “Desculpa, seu Rogério. Por favor. Me desculpa. Eu sei que eu errei. Não conta pra minha mãe, por favor.”
Seu Rogério então, para minha surpresa, com uma expressão imensa de pena naquela caratonha negra, sentou na cama e me abraçou se encostando na altura da minha cabeça, e envolveu minhas costas com seu braço direito, enquanto carinhava meus cabelos com sua mão esquerda. Ele disse com uma voz até adocicada para um gigante negro daquele tamanho: “Para de chorar, Juzinha. Não se preocupe. Tudo vai ficar bem. Foi culpa daquele rapaz. Eu não vou contar nada para sua mãe. Vou guardar seu segredo. Eu vou te proteger. Vou te ajudar a resolver isso.”
Eu olhei para ele com minha carinha linda e meus imensos olhos azuis, vermelhinhos de choro, e disse, soluçando: “Obrigado, seu Rogério. Me desculpa. Me perdoa. Obrigado.”
Me sentia protegida pelo seu Rogério. Sentia o carinho e o cuidado dele por mim. Comecei a me acalmar com aquela mãozona carinhando meu cabelo. Sentia mais uma vez no seu Rogério o pai que eu nunca tive. Me sentia segura e confiava nele 100% naquele momento, como a menininha que eu era, com pouca maldade.
Ele disse: “Fica aqui que vou pegar um remedinho pra você se acalmar e pra resolver esse problema do esperma para que você não corra o risco de engravidar. Fica calminha que eu já volto.” e levantou me deixando ali na cama, limpando meu choro que tinha parado, mas ainda soluçando baixinho e coberta só pela minha sainha.
Ele voltou com um copo de água e dois comprimidos. Eu sentei cobrindo meu colo com minha saia, e com um braço em cima dos meus peitões.
Ele me deu os comprimidos e me disse: “Um é um calmantezinho e o outro é um remedinho pra evitar qualquer gravidez por causa disso que aconteceu.” Eu tomei os dois comprimidos sem questionar porque confiava 100% no seu Rogério, naquele momento, e me sentia protegida por ele.
Ele sentou do meu lado na cama e abraçou como um pai, com a mão no meu ombro, e naquele momento não sentia nenhuma maldade ou tara de negão tarado vinda dele. Para mim, naquela hora, ele era simplesmente um pai cuidando da sua filhinha com carinho, nada mais.
Comecei a me sentir bem relaxada e um pouco tonta. Seu Rogério perguntou: “Que foi, bebezinha?” e eu, inocentemente, respondi: “Tô meio tonta.”
Seu Rogério fez uma cara de preocupado e disse: “Vocês fizeram sem proteção nenhuma, Ju. Você pode ter se machucado, e o esperma pode até causar uma infecção. Talvez eu tenha que te levar em um ginecologista de emergência para te examinhar. Naquela clínica que sua mãe está tem um muito bom, dizem.”
Não, eu não podia ir em um ginecologista de emergência na clínica onde minha mãe estava! Ela ía acabar descobrindo tudo e minha vida ía acabar ali, porque minha mãe ía me odiar pra sempre!
Eu falei meio nervosa: “Não, seu Rogério! Por favor, não me leva em médico nenhum, não! O senhor não pode me ajudar? Eu faço o que o senhor quiser!”
Ele disse: “Tá, isso fica entre nós, pode deixar. Jamais contaria pra ninguém. Se você está com o medo de ir no médico, eu posso examinar pra você. E te ajudar a resolver isso. Mas você vai ter que seguir minhas instruções.”
Eu disse: “Obrigada, seu Rogério. Eu faço o que o senhor mandar.”
Ele prosseguiu: “Vou ter que fazer uma perguntas meio íntimas pra poder te ajudar, responde pra mim tá? ”
Eu balancei a cabeça dizendo que sim.
Ele falou: “Me responde, então, você sentiu ele gozar muito fundo em você? Ele gozou muito? Você sentiu dor? Sentiu seu cabacinho romper? Você gozou? Ele era muito grande?”
Eu fiquei meio constrangida com as perguntas, mas, naquele momento, eu confiava 100% no seu Rogério, e ele era minha única ajuda possível.
Estranhamente, eu me sentia muito tonta, como se tivesse bebido, mas muito relaxada e calma também. Devia ser o efeito do remédio. Mas eu também sentia um calor estranho no corpo e estava ficando excitada, com meu tesão acumulado todo voltando, mesmo estando envergonhada e com o seu Rogério não demonstrando nenhuma tara no momento.
Engoli fundo a vergonha que sentia e falei: “Ele ficou só na entrada da minha vagina, porque eu sentia dor. Ele gozou muito, eu acho. No final ele foi mais fundo, e eu senti uma dor forte. Não sei se rompeu meu cabacinho, mas doeu, então talvez. Não, eu não gozei, porque ele gozou muito rápido. Não, ele não era grande. Menos da metade do senhor.”
O olho do seu Rogério foi arregalando conforme eu falava, especialmente nas partes “rompeu meu cabacinho”, “não gozei, porque ele foi muito rápido”, e “ele não era grande, menos da metade do senhor.” Poxa, eu não tinha vocabulário pra explicar o que aconteceu, e o único pau que eu tinha visto e “examinado” de perto, era o do seu Rogério, então era a única comparação que eu podia fazer.
Fiquei morrendo de vergonha das respostas, mas tinha que ser, senão eu teria que ir pro hospital e minha mãe ía saber de tudo.
Seu Rogério pareceu ficar meio excitado, mas ele logo se controlou. Ele me perguntou então: “Você ainda está tonta? Tá sentindo alguma coisa como calor no corpo, excitada, ou algo assim?”
Eu fiquei meio envergonha de dizer que eu estava estranhamente excitada, mas não podia mentir, senão ía parar no médico, então eu disse: “Tô me sentindo mais tonta, e tô sim com um calor estranho no corpo.”
Seu Rogério estranhamente quase sorriu com essas respostas, mas logo ficou sério e disse: “Vou ter que te examinar, você pode estar com sangramento interno e febre, e tenho que ver se tem muito esperma dentro da sua xotinha, porque se tiver muito, temos que tirar, senão você corre o risco de engravidar mesmo com a pílula que eu te dei. Infelizmente, sou eu, ou o médico, não tem jeito.”
Médico não! Claro que eu tinha vergonha do seu Rogério me examinar como um ginecologista, mas era a única opção que me restava. E, pensei, ele já viu tudo mesmo naquela noite, então não vai ser nada monstruosamente vergonhoso. Fiquei envergonhada de ter pensado assim naquilo que aconteceu. Mas, estranhamente, minha excitação aumentava cada vez mais.
Seu Rogério foi até perto da mesa do computador, pegou dois banquinhos quadrados de espuma, e pediu para eu deitar com minha xoxotinha bem na altura da beirada da cama, levantar minhas pernas de lado, e colocar meus pés em cima dos banquinhos, como seu estivesse em um ginecologista.
Eu estava meio tonta, mas me sentia meio alegre e confiante, então a vergonha estava passando. Deixei a sainha que cobria meu colo de lado, ficando completamente nua.
Seu Rogério, compenetrado como seu fosse um médico, se ajoelhou entre as minhas pernas e empurrou minhas coxonas grossas, arreganhando minhas pernas e expondo minha xoxotinha totalmente a visão dele. Eu senti minha bucetinha abrir que nem uma flor.
Os dedões do seu Rogério começaram sua exploração “científica-ginecológica”. Eu senti seus dedões tocando levemente a entrada da minha bucetinha, acarinhando devagar e suavemente para cima e para baixo. Eu gemi involuntariamente na hora que ele tocou na minha xoxotinha, sentindo o calor aumentar, assim como meu tesão.
Ele enfiou um dedo e empurrou um pouco. Doeu um pouquinho, mas eu já estava começando a ficar bem excitada, e estava muito tonta e um pouco confusa, como se eu estivesse em um túnel, então não reclamei.
Ele enfiou esse dedo mais fundo, fazendo meu buraquinho se abrir totalmente para ele, e eu senti quando o dedão do seu Rogério empurrou algo que resistia dentro da minha xotinha que estava pelando.
Ele disse: “Ju, o menino gozou muito! Tá tudo cheio de esperma dele na entrada da sua bucetinha. Mas ele não rompeu seu hymen. Está intacto, eu vi e pude sentir com dedo.”
Ele tirava e enfiava o dedo bem devagar, como se estivesse analisando o esperma que estava dentro da minha xaninha, me deixando com muito tesão, eu comecei a gemer baixinho. Me sentia relaxada, tranquila, alegre, confiante e com um tesão imenso.Além disso, continuava me sentindo como se estivesse um pouco bêbada, meio tonta e confusa.
Seu Rogério tinha colocado o indicador da outra mão por completo, e agora, com dedos entrando e saindo e movendo, expandia ainda mais minha xoxotinha.
Seu Rogério então disse: “Eu vou ter que tirar esse esperma de dentro da sua bucetinha, bebê. Senão algum esperma pode passar pelo seu hymen e você acabar grávida.”
Ele empurrou minhas coxonas ainda mais, me deixando completamente arreganhada, o cheiro da minha xotinha toda cheia de porra e excitada subiu, e seu Rogério deu um gemido baixo.
Quando ele colocou os dois dedos ao mesmo tempo dentro da minha bucetinha e mexeu, eu acabei não me controlando e soltei um gemido alto. Ele mexeu mais um pouquinho e eu gemi algumas vezes mais. O calor em todo meu corpo só aumentava, e sentia minha xoxotinha pelando, além dos meus peitões ficando pesados, meus mamilos e meu grelinho começando a endurecer, meu cuzinho piscando, enfim todos os sinais de que eu estava com tesão e que eu não conseguia esconder.
Com as piscadas da minha xoxotinha, senti o gozo do Thiago descendo pelo meu canal vaginal. Imaginei o seu Rogério vendo aquilo, e provavelmente aquela tora dele começando a inchar. Ouvi ele soltar um suspiro baixo. Gemi alto pensando na tora do seu Rogério.
Senti um pouco da porra que ele tirava escorrer da minha xoxotinha para o meu cuzinho que piscava, e senti meu cuzinho sugar a porra pra dentro. Ouvi um gemido do seu Rogério nessa hora. Eu gemia também, cada vez mais alto, estava ficando completamente louca.
Ele então disse: “Bebê, eu vou fazer uma massagenzinha na sua barriguinha para ajudar a sair a porra, mas você vai ter que empurrar pra fora, tá? Faz forcinha para empurrar pra fora de sua xoxotinha, tá?”
Eu balancei minha cabecinha de cima para baixo dizendo que sim, e fechei meus olhinhos.
Ele então colocou a mãozona sobre meu útero e começou a alisar levemente e pressionar devagarinho. Aquilo aumentou ainda mais meu tesão, e gemi alto. Ele também gemeu e olhava para minha xotinha, enquantou fazia a massagem.
Eu comecei a fazer força, fazendo minha xoxota pulsar, o que fazia também meu cuzinho piscar, e eu ficar com ainda mais tesão.
Seu Rogério então disse, com a voz meio ofegante e rouca: “Começou a sair, neném.”
Eu imaginei a cena, e apesar do tesão louco que eu sentia, fiquei envergonhada. Era muito depravado isso! Eu estava mijando porra pro seu Rogério assistir. Isso era com certeza coisa de puta. Me sentia uma piranha, fazendo essas coisas escondido da minha mãe, e isso me deixava envergonhada. Mas ao mesmo tempo aquela depravação aumentava meu tesão.
Seu Rogério já estava ficando totalmente tarado disse: “Faz mais força, neném! Saiu muito pouquinho. Vai, gatinha!”
Eu contraía minha xoxota, e sentia a porra chegar na portinha, mas ela voltava escorrendo para dentro na direção do meu útero.
Seu Rogério observava extasiado com o espetáculo da minha xoxotinha dilatada abrindo e fechando e gargarejando porra. O preto tarado estava começando a ficar louco com aquilo.
Estava muito tonta e minhas ideias estavam muito confusas para esboçar uma reação. E a vergonha já tinha passado de novo. Estava sendo dominada pelo meu tesão e pela tara do seu Rogério.
Vi o seu Rogério cuspindo na outra mão. Ele bufava com os olhos arregalados.
Forcei um pouco mais, e senti que saiu mais um pouco de porra. Senti escorrer um pouco para meu cuzinho, e a mão do seu Rogério embaixo da minha xoxota aparando o resto.
Levantei minha cabeça e vi que o seu Rogério estava nu, e masturbava sua rolona dura monstruosa, passando a porra na chapeleta latejante e inchada que estava a poucos centímetros da minha xoxotinha pulsante.
O tesão e a tontura faziam aquela cena parecer uma alucinação pra mim. Meu tesão já começava a vencer a batalha contra qualquer pudor. A mulher estava vencendo a menina.
Fiz um esforço e disse: “Seu Rogério, eu ainda sou cabacinho. Por favor, não faz nada comigo não!”
Ele respondeu: “Eu não vou fazer nada, meu amorzinho. Quantas vezes eu sofri por você? Confia em mim.”
Eu lembrei das dores que o seu Rogério sentiu, e fiquei constrangida de ter desconfiado dele que estava me ajudando tanto.
Agora vendo aquela tora negra imensa de novo, eu pude comparar com o pau do Thiaguinho. Precisava de uns 8 paus do Thiaguinho, arranjados de 4 em 4, para alcançar o tamanho da rola monstro do seu Rogério, isso sem falar da cabeça alien roxa e latejante que não tinha comparação com nada normal.
Essa comparação meu deu muito tesão, e soltei um suspiro-gemido muito forte. Seu Rogério olhou pra minha carinha e gemeu junto, alto também.
Seu Rogério rosnou: “Bebê, vou pincelar um pouco por fora da sua xotinha para ajudar a puxar essa porra pra fora. Meu dedo só não dá. Você deixou aquele moleque encher você de porra.”
Eu estava como que em um transe agora, meio que viajando, creio que sob o efeito daquele comprimido que o tarado tinha me dado. E ainda por cima tinha o tesão forte que eu sentia. Eu só balancei a cabeça concordando e disse: “Tá.”
Ele soltou um dos seus urros, e rosnou: “Gostosinha safada.”
Ele enconstou a chapeleta pulsante na entrada da minha xaninha e começou a pincelar. Ele parou de fazer massagem na minha barriga com outra mão e começou a brincar com meu grelinho daquele jeito tarado que ele fazia. Eu comecei a gemer alto. E tive um espasmo na minha xotinha que jogou bastante porra pra fora, melecando a cabeçona roxa gigante.
Seu Rogério urrou alto, e rosnou: “Tá vendo? Agora tá saindo.”
Eu não conseguia concatenar meus pensamentos. Me sentia tonta, e só conseguia pensar no meu corpo todo pulsando, e no tesão enorme que eu sentia. Queria que seu Rogério tocasse em mim. Vendo ele tarado de novo com aquela picona monstruosa toda dura, eu voltei a sentir aquela sensação de orgulho e tesão por poder dar prazer ao seu Rogério. Ser a fêmea pelo qual ele era tarado.
Seu Rogério urrava forte, e eu sentia aquela cabeçona se alojando na entrada da mina xoxotinha. 1/3 dela pelo menos já tinha aberto meus lábios e estava dentro. O tarado preto masturbava meu grelo me deixando doida.
Seu Rogério rosnou: “Bebezinha, eu vou enfiar minha cabeça só um pouquinho, pra poder usar ela pra raspar e puxar a porra. Só um pouquinho.” Filho da puta criolo tarado! Ele tinha usado essa desculpa de tirar a porra do Thiago só para besuntar aquele cacetão dele e facilitar o arrombamento da minha xoxotinha. Eu fiquei com raiva, mas tinha mais tesão de saber que aquele caralhão estava prestes a arrombar todas as minhas carninhas virgens de novinha branquinha.
Apesar disso, om meu último resto de consciência eu disse: “Não, seu Rogério. Não enfia esse pauzão na minha bucetinha! O senhor é grande demais pra mim! Não vai caber! O senhor vai me rasgar e me matar! Por favor, eu continuo virgem e quero continuar virgem, por favor.”
Eu disse isso mas, na realidade, queria era que aquele criolo estuprador me desse um tapa na cara e atolasse aquele cacetão de uma vez até o fundo da minha xoxota, socando meu útero e me estuprando com força contra a minha vontade. Esse pensamento me fez ter um espasmo de tesão muito forte que apertou a ponta daquele cabeção que estava dento de mim bem forte.
Eu dei um gritinho sentindo aquela chapeleta pulsante ser apertada pela minha bucetina. E o tarado negão urrou alto, enquanto eu apertava o cabeção em vários espasmos seguidos.
Ele então fez um movimento pra frente, desconsiderando totalmente meu pedido, e a minha xoxotinha cheia de porra do Thiago e do meu melzinho que vazava muito, deixou ele deslizar até mais ou menos 2/3 do diâmetro daquele cogumelo, e eu sentia a ponta quente daquela cabeça de cíclope enconstando naquela parte que doía, que devia ser meu cabacinho.
Seu Rogério urrou alto, e começou a mover pra frente e pra trás aquela metade da chapeleta que estava dentro da minha xotinha. Eu gemia alto porque ele também brincava loucamente com meu clítoris. Estava como num transe, sem pudor nenhum, e louca de tesão.
Ele então disse: “Minha princesa linda. Você é muito apertadinha, quentinha e gostosa. Eu preciso empurrar um pouco mais, pra poder usar minha cabeça pra limpar a porra e evitar que você fique grávida. Deixa eu fazer, deixa?” Eu pensei, é mentira seu preto tarado, você quer me arrombar, seu coroa animal pauzudo!
Eu, então, gemi alto: “Seu Rogério, tá doendo muito. O senhor é muito grande. Tá me abrindo toda.”
Enquanto ele botava e tirava o cabeção na minha xotinha. Ele tirou a mão que segurava o cacete e enfiou 2 dedos de uma vez no meu cuzinho que piscava, e estava todo molhadinho com a porra e o melzinho que escorria da minha bucetinha.
Eu gritei alto: “Ai meu cú!” Mas gozei toda me tremendo e melecando minha xota ainda mais, enquanto gemia gritando, e revirando meus olhos com um gozo muito forte.
O tarado safado aproveitou o momento e empurrou pra frente sem esperar autorização. A primeira estocada esgarçou meu cabacinho. A segunda abriu quase tudo. E a terceira rompeu de vez. Seu Rogério gritou seu grito animal de conquista. Ele tinha quebrado meu cabaço e me feito mulher em todos meus buraquinhos.
Eu estava no meio daquele gozo muito forte, e estava totalmente tonta, confusa e anestesiada, então a dor veio mas eu quase não senti. De qualquer forma foi uma dor forte, e no meio dos meus gritos de gozo eu gritei: “Ahhhh, rasgôooooo, rasgôoooo minha buceta!”
Minha xoxotinha juvenil se contraiu forte no meio do gozo quando meu hymen se rompeu, e eu pude sentir toda a chapeleta pulsante e quente dentro de mim, o formato daquele monstro rombudo contra as minhas paredes, me alargando, me fazendo mulher.
Eu ardia por dentro. Queimava. E, conforme o gozo foi cedendo, eu comecei a sentir a dor do meu hymen rompido.
O negão com os olhos esbugalhados e a boca aberta babando, não parava, ele começou a empurrar mais fundo, provocando choques elétricos em mim que subiam de toda a extensão da minha xoxota onde o cabeção tocava. Eu estava meio que perdida entre um prazer enorme e dores muito fortes.
Apesar da tontura, levantei minha cabeça e pude ver a cena daquele tarado do seu Rogério segurando minhas coxas arreganhadas com aquelas mãozonas e empurrando aquele cacetão gigante preto duro e quente dentro da minha xoxotinha apertada e, até minutos atrás, virgem.
Ele fazia movimentos lentos de entra e sai, de uma maneira até carinhosa, que mostravam toda a experiência e safadeza daquele criolo coroa estuprador. Apesar daqueles movimentos compassados de entra e sai, ele não tirava a cabeçona de dentro de mim em nenhum momento, o que estava fazendo minha xoxotinha se acostumar com o tamanho daquela chapeleta desproporcional, e a dor ir diminuindo aos pouquinhos.
Mas aquela cena, do pauzão negro todo melecado de porra, melzinho e sangue, enquanto bombava minha xoxotinha de novinha, foi meio traumatizante meu eu estando meio doidinha e como bêbada.
No meio dos meus gritinhos e gemidos altos eu então falei: “Seu Rogério. Ai! Hum! Por favor! Oh! Ah! O senhor rasgou meu cabacinho! Ui! Han! Tá tudo arrombado! Ah! Ah! Seu cacete tá cheio de sangue! Ah! Ai! O senhor tá me matando! Hum! Ai! Eu tô morrendo!”
Seu Rogério emitiu um dos seus urros animais, enquanto jogava sua cabeça para trás. Então meu olhou nos meus olhões azuis e na minha carinha linda de novinha chorona mas taradinha, e sem deixar de me fuder compassadamente com minhas coxonas arreganhadas pelas suas mãozonas, rosnou: “Aguenta, minha delicinha! Eu tenho que ficar com minha cabeça dentro de você pra passar a dor e ficar só o prazer! Você tem que se acostumar comigo! É pro teu bem! Depois disso você vai poder da pro seu namoradinho e só vai gozar com ele, sem dor nenhuma.”
Realmente a dor estava passando, e o meu tesão aumentando. Eu não conseguia concatenar as ideias. Estava com um tesão louco e queria meter com aquele cacetão preto, agora que meu cabacinho tinha entrado para história.
O tarado movia agora mais rápido, ainda na mesma posição, e urrava alto, grunhido coisas como “gostosa”, “putinha apertadinha”. “piranhinha adolescente safada”.
Ele grunhiu: “Vou fazer você gostar na xotinha como fiz você gostar no cuzinho! Você vai ser minha fêmea!Eu vou ser o dono dos seus buraqunhos! Você pode amar outro homem mas vai ficar viciada no meu pau! Deixa eu te dar prazer forte, minha putinha deliciosa! Você é a mulher que mais me deixa louco!”
Aquilo de ser a fêmea de um macho adulto como seu Rogério, de ser a mulher pela qual ele era tarado, dele querer me dar um prazer total e animal, e todas as putarias e depravações que ele falava e fazia me deixavam muito louca sempre, mas naquela hora me fizeram ficar insana.
Eu tive um gozo muito forte, na xoxotinha e no cuzinho, e acabei esguichando líquido da minha xoxotinha, que passou pela cabeçona e escorreu pelo pauzão, barriga e pélvis do seu Rogério.
Enquanto eu gozava eu grite alto, completamente fora de mim: “Fode preto estuprador! Tira minha virgindade vai! Me faz tua mulher, criolo gostoso!”
Seu Rogério ficou maluco com aquilo e urrou mais forte enfiando mais da metade do pauzão e socando meu útero, batendo no meu cérvix com força, e me fazendo ver estrelas, de dor e de prazer, no meio do gozo.
Ele grunhia forte me, entrando em mim com força e puxando minhas coxonas na direção dele quando ele entrava, fazendo aquela tora monstruosa entrar fundo em mim e empurrar aquela chapeleta deformada contra a entrada do meu útero.
Ele agora puxava quase todo seu pau pra fora, deixando só a pontinha da cabeçona (“pontinha que tinha mais de 3 centímetros de comprimento…), e esperava minha xoxotinha se contrair e se fechar. Depois ele empurrava o seu pauzão preto de criolo estuprador tarado e ía abrindo minhas carninhas até o limite, esgarçando minha vagina em toda sua extensão.
Eu já não sentia dor no meu cabacinho rompido, só um ardorzinho como quando você tem um machucadinho e entra na água do mar.
Agora sentia um prazer louco. Estava louca. Meus peitões balançavam pra cima e pra baixo conforme seu Rogério entrava e saia com força e rápido. Eu com minha cabeça semi erguida olhava aquela cena daquele criolo tarado estuprando meu corpo gostoso de novinha branquinha, com seu torso e braços másculos e musculosos, sua face de tarado com seus olhos arregalados e boca entreaberta de estuprador babando, escutava seus urros animalescos e via seu tesão louco por mim e meu corpo. Via ele satisfazendo suas taras violentas no meu corpão de mulher-menina, finalmente comendo aquela xoxotinha apertadinha virgem de 14 anos que ele sempre desejou.
Ele me satisfazia plenamente sexualmente. Sentia todo meu corpo pulsar no ritmo do sexo e do meu tesão. Via as coisas como se fossem em um túnel, e aquela visão daquele homem tarado alcançando o máximo do prazer por minha causa me deixava ainda mais tarada.
Eu já tinha relaxado completamente minha vagina. Agora todos os espamos eram os espamos naturais de uma menina taradinha levando rola de um macho violento e pauzudo. Era sexo puro, violento, tarado e animal.
Seu Rogério então montou em mim, me empurrando para dentro da cama e começou a morder e chupar meus peitões enquanto dava tapas neles também. Eu gritava e gemia alto com aquilo, descontralada.
Ele então chegou na minha boca entreaberta, agarrou minha cabeça por trás e me deu um beijão enfiando aquela língua gigante na minha boquinha sensual. Eu chupei e lambi aquela língua do meu macho preto.
Ele se afastou um pouco e olhou minha carinha de taradinha com minha boquinha entreaberta, gemendo alto e dando gritinhos conforme ele me penetrava, e agarrou meu pescocinho empurrando minha cabeça de contra o colchão, enquanto ele montava definitivamente em mim. Eu agora empurrava meu quadril contra ele, fazendo ele ir tão fundo em mim, que eu sentia a portinha do meu útero juvenil abrindo para a ponta daquele cacete negão.
Isso provocava uma dor tesuda, que me fazia latejar o corpo inteiro.
Ele então me deu um tapinha de leve no meu rostinho, enquanto olhava pra mim com uma cara de tarado ensandecido, bem dentro dos meus olhos azuis e dizia: “Putinha safada! Trouxe o machinho pra dar pra ele na minha casa! Cadelinha oferecida! Se fazendo de santinha.”
Eu gemia alto, e ele deu outros dois tapinhas na minha carinha.
Eu olhava pra ele de volta com uma cara de tesão, fitando direto nos olhos dele.
Ele me deu outro tapinha e grunhiu: “Você ama aquele viadinho branquelo?”
Eu disse gemendo: “Amo!”
Ele deu outro tapinha na minha cara e grunhiu: “Aquele viadinho não te comeu direito, sua putinha! Que pau você quer mais, o dele ou meu pau de negão!”
Eu olhei, com uma cara ainda mais raivosa e cheia de tesão de grunhi, cuspindo na cara dele: “Dele! Seu criolo estuprador!”
Ele ficou mais tarado e bateu de novo na minha cara, dessa vez mais forte que até doeu, e grunhiu: “Fala a verdade, puta! E do meu caralhão que tu gosta, né? Diz, puta! Fala isso com essa boca de ninfeta gostosa!” e deu outra tapa forte.
Eu já estava quase gozando de novo e gritei: “É do seu pauzão, seu preto animal! Eu amo seu pauzão! Você me fez mulher! Você me arrombou! Você é meu macho pauzudo! Estupra forte, vai! Satisfaz todas tuas taras, seu animal!”
Ele urrou alto, e ergueu o torso, enquanto segurava meus peitões com as mãos apertando e gritou: “Vou gozar, cadelinha! Toma meu leite na xotinha!”
Eu ía gozar também, mas aquele anúncio dele de que ía gozar me trouxe um pouco de sanidade e eu gritei: “Goza fora, seu Rogério! O senhor vai me engravidar! Não faz isso, preto tarado! Não quero ficar grávida! Tira por favor!”
Ele mais uma vez, não tava nem aí para o que eu pedia, e esguichou forte o primeiro jato daquele mingau grosso dentro da minha vagina encharcada, arrombada e pelando de tesão.
Senti a porra quente me queimando tudo por dentro, e gozei forte, me tremendo toda, e gritando: “Estupra tarado! Goza dentro vai! Me faz um bebê preto!” e continuei com um gozo longo gritando muito alto.
Ele urrava enquanto me enchia daquela porra grossa dele. Ele grunhi as maiores depravações: “Tô ajudando seu namoradinho, putinha. Tô empurrando a porra ralinha de rico branquinho dele com minha porra grossa de macho preto. Tô empurrando a porra dele pra dentro do teu útero. Se aquele puto viadinho pensa que te descabaçou ele vai ter que criar o teu filho, branquinha safada. O milionarizinho vai ser papai de um filho de negão!”
Ele gozou tanto, com o pau dele atochado tão fundo em mim, que me sentia cheia por dentro. Ele foi arriando em cima de mim, puxou minha carinha e me beijou forte e safadamente na minha boquinha. Eu estava meio desmaiada, fora de mim, totalmente zonza, mas sexualmente satisfeita como nunca.
Ele disse: “Você era minha menininha linda, agora você é minha mulherzinha e eu sou teu macho. Nenhuma mulher me dá tanto tesão ou me faz gozar que nem você gatinha. Nunca mais vou tirar o meu pauzão da sua xoxotinha.” E arriou aquele corpo imenso sobre mim, ainda com o pauzão enfiado na minha xota. A porra grossa do seu Rogério era tanta, que tinha enchido meu útero, minha vagina toda, e vazava da minha xoxotinha e escorria por cima do cuzinho, como uma cachoeira.
Eu sentia uma sensação de paz e plenitude. Cruzei minhas pernas com as dele. Senti os beijos que ele me dava no orelhinha e no pescocinho, e caí no sono mais gostoso da minha vida, com aquele macho em cima e dentro de mim. Me sentindo uma mulher protegida, amada, e realizada sexualmente.

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18 Comentários

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  1. Anônimo

    Chata, convencida. Fica se elogiando o tempo inteiro. Foda-se se vc é branquinha. Mina chataaaa

    • Tito25CM

      Concordo com “esse” Anônimo, parei de ler os contos dessa pessoa na segunda parte, exatamente por isso.

  2. Placido22

    Tem continuaçao,setia otimo se tivesse,nota 10.pensa com carinho e da continuaçao.ta mil vezes melhor que o conto de camila.ok

  3. Alex

    Quando você vai voltar com os contos???
    Na espera.

  4. Danvambaster

    Vc escreve muito. Usa ajetivos bem interessantes. Eu sou negro e não fiquei nem um pouco ofendido, embora o termo racismo tenha chegado a passar pela minha mente em alguns momentos da narrativa.
    Eu não curto esse lance de usar a porra de outro cara como lubrificante _ Na verdade , acho até nojento _ mas o resto do conto é sensacional. Claro que eu não tive pasciencia pra terminar de ler tudo antes de descascar uma.
    Minha opinião é que, Pra ficar ainda mais interessante, cada capitulo dessa história, pode ser didivido em duas ou três partes, todas com momentos de tirar o folego pra gente dar aquela gozada.

  5. Alguém

    Cadê a continuação??

  6. Anônimo

    Tinha que ter continuação

  7. Anjinha

    Que seria maravilhosa ! Tomara que tenha um bb negro pra aprender

  8. A enfermeira

    Uau conto maravilhoso .espero que tenha mais

  9. gustaTV

    grupo de putaria no telegram
    https://t.me/joinchat/Hlc8Ck4tGEwBSUFkL8lgjg
    tudo liberado

  10. Adorador de novinhas

    Já deu mesmo esse seu Rogério . Conta um conto com outra pessoa sei la inventa alguém ai

  11. Luiscl

    Senti um pouco de racismo nesse conto mais gozei feito um cavalo

  12. Raquel Silva

    Querida que conto maravilhoso amei
    Continua

  13. pedrador

    porra Juliana escreve um livro esse seu Rogério ja deu no saco

  14. Bernardo

    Por favor me diz que tem mais

  15. Evaldo matos

    Q conto maravilhosooooo !!!!!!!

  16. Drear

    Esse é o fim?

  17. Silva.

    Viciada no pau do Negrão