Fui “fisgado” por três pescadores

Eu tinha 16 anos(2010). Nessa época minha mãe estava namorando com o Otávio, q tinha uma casa de praia, na Costa verde, aqui no Rio.
Foi no carnaval, q Otávio nos levou pra conhecer sua casa. O local era lindo, a bela casa de frente pro mar, minha mãe estava eufórica, pois iria passar cinco dias ali com o novo namorado, eu nem tanto, pois só estávamos os três e eu não conhecia ninguém no local.
Na noite do primeiro dia(sexta feira)enquanto minha mãe namorava na rede da varanda, fui pro portão, admirar a praia deserta e escura. Além do barulho das ondas, dava pra ouvir tbm, o som de música vindo, de luzes, a uns 300 metros.
Perguntei ao Otávio, ele disse q era uma antiga colônia de pescadores, pessoas nativas do local.
Não demorou, os dois se recolheram pro quarto, então vesti uma bermuda e camiseta, e fui caminhando pela areia até o local. O som era de forró,e alguns homens e mulheres dançavam e bebiam, em frente a um bar. Havia alguns barcos na areia e outros dois maiores ancorados num pequeno pier, além de várias casas simples de madeira ao redor.
Me aproximei e fiquei assistindo as pessoas dançarem animadamente. Eram gente simples e humildes, descalços ou de chinelos, alguns homens sem camisa, de short ou sunga.
Minha presença ali, logo chamou a atenção, sabiam q eu era um veranista. Logo um senhor, muito gentil, se aproximou dizendo pra eu sentar e ficar a vontade. Agradeci, fui até ao balcão, pedi um refrigerante e sentei numa cadeira num canto.
Havia apenas cinco mulheres dançando, elas se revezavam incansavelmente, entre as dezenas de homens, q as disputavam pra um "bate coxa" ao som q vinha de uma máquina(essas de colocar moedas)
Eu me deliciava, de olho nos volumes de suas picas. O q mais me chamava a atenção, era um mulato forte, quarentão q vestia apenas uma sunga branca encardida, exibindo indecente mente sua enorme jeba.
Depois de parar de dançar, o cara foi até ao balcão e pediu uma cachaça. Enquanto bebericava, vi q ele me olhava com interesse . Apesar de ser bem discreto, sustentei o olhar com um leve sorriso, deixando evidente meu prazer naquela breve paquera.
Depois de terminar o refri, fui até ao balcão e perguntei a ele onde ficava o mictório.
"Fica lá nos fundos, a direita depois do corredor, se quiser posso ir contigo!"respondeu ele, coçando o saco, com um sorriso sacana nos lábios.
" Pode vir ué"—disse,sem tirar os olhos do seu volume.
Atravessei o corredor escuro, seguido por ele. O banheiro era um box, sem porta, onde havia apenas uma pia e um vaso sujo e muito fedido, entramos juntos e passando a mão na minha bunda o tarado, foi logo botando a pica pra fora e perguntando meu nome.
"Renato, e o seu?—respondi, já patolando seu picão grosso e cabeçudo, tbm sem nenhuma cerimônia.
"Meu nome é Jorge…vc é muito gostosinho!"—disse ele, já com a mão dentro da minha bermuda, e seu dedo bolinando meu cu.
Seu pau cresceu rápido entre meus dedos.
"Gostosa é essa picona"—disse arregaçando e admirando a chapeleta roxa e rombuda.
"Dá uma chupadinha"
Rapidamente, cai de boca no cabeção q fedia a sebo, mijo e suor. Jorge já tinha descido minha bermuda e ao ver minha bunda branca lisa e carnuda,apertou minhas nádegas, e exclamou:
"Porra mulek…q bunda linda"
Só então senti uma outra mão, me alisando. Me virei e vi q era o coroa simpático, q tinha me recebido.
Foi o Jorge q falou:
"Tá tudo bem, esse é o Adilson, meu amigo, dono do bar"
O coroa grisalho e barrigudo, já estava de pica na mão, e pediu ao Jorge pra vigiar o corredor, enquanto descia minha cabeça até seu pau.
Depois de mamar por uns dois minutos, Jorge fez sinal, alguém se aproximava. Rapidamente nos arrumamos e saímos.
Jorge sentou comigo numa mesa e logo Adilson, trouxe um sanduíche com refri pra mim(cortesia da casa). Enquanto comia, vi Adilson, conversando com um outro cara. Os dois me olhavam e sorriam, perguntei quem era o outro é Jorge disse q os três eram pescadores e sócios, donos do barco grande, ancorado no pier.
"Vamos lá pra vc conhecer nosso barco!"
Meio temeroso, pedi pra deixar pra outro dia, mas Jorge, alisando minhas costas, foi convicente, ao dizer:
" Vamos lá mozinho, quero comer essa bundinha linda"
Não dava pra recusar tal convite.
"Tá bom, mas não posso demorar"—disse , já me levantando
Jorge foi até aos amigos e rapidamente voltou com uma chave na mão. Seguimos para o pier escuro e entramos no barco, a chave era da porta da cabine.
Descemos uma escadinha , ele acendeu um lampião e pude ver uma cama de solteiro. Rapidamente nos livramos das roupas , ele deitou de pica em riste e fui por cima, de boca no picão, ajeitando a bunda em seu rosto. Enquanto eu mamava ,Jorge lasseava meu cu com língua e dedos. Nesse momento ouvi barulho, era o coroa e o outro cara descendo as escadas.
"Porra Jorge, tu é foda, nem esperou a gente"
O moreno mais novo disse ao mesmo tempo em q Adilson, deu um tapinha na minha bunda , dizendo:
"Vira a bunda pra cá, viadinho…quero fuder!"
Sem tirar a pica da boca, sai de cima do Jorge, ficando curvado sobre ele,ao lado da cama. Logo senti o barrigão sobre minha bunda, abri as pernas e ajeitei com a mão, a pica do coroa na minha rosquinha melada. Seu pau pequeno,deslizou pra dentro com facilidade. Gemi gostoso ao senti a pica quente bombando meu reto.
Joel , o mais novo, veio pra minha frente e me ofereceu sua pica. Embora menos cabeçuda e pouco mais fina q a do Jorge,era pouco maior.
Enquanto tomava no cu, revesava as duas picas nas mãos e boca.
Em 15 minutos, Adilson gozou no meu cu e foi a vez de Jorge ocupar seu lugar, no meu cu esporrado. A chapeleta entrou queimando. Se eu ainda tinha alguma prega intacta , se rompeu naquele momento.
Mesmo com o cu em braças, rebolei a bunda e entre gemidos suspirei:
"Hummmm aaiii, q picão gostoso!"

"Gostou né viado… Toma pica no cu safado!"

"Isso, fode…rasga meu cu, come gostoso!"

Voltei a abocanhar a jeba babado do Joel. O cheiro de macho suado e sexo, impregnava a pequena cabine. Eu me sentia realizado , sendo objeto de desejo de três homens rústicos.
Logo foi a vez de Jorge, encher meu cu de leite quente, ao mesmo tempo, Joel gozava no fundo da minha garganta, me fazendo engolir toda a gosma.
Limpei a boca e meu cu, com minha cueca, depois q fiz uma faxina na pica melada do Jorge.
Por meia hora, ficamos os tres ali pelados, conversando sacanagens.(Adilson, já tinha saído, pra tomar conta do bar)logo meu celular tocou, era minha mãe preocupada. Tranquilizei ela dizendo estar tudo bem e q já estava indo pra casa. Jorge me fez prometer voltar no dia seguinte, e Joel seguiu comigo até a metade do caminho. Ali sosinhos no escuro,ele me levou pra umas pedras e depois de me beijar longamente na boca, pediu:
"Vira a bundinha, sou o único q não gozou nesse cu"
Com prazer , desci a bermuda e empinei a bundona pra ele meter. A pica dele media um palmo, mais meu cu ensopado e guloso, engoliu até o talo. Em dez minutos eu estava sendo novamente leitado, e desta vez tbm gozei, com a tora inteira no rabo..Vesti a bermuda, dei outro beijão no macho e corri pra casa. Minha mãe e o namorado me esperavam preocupados no portão. Com o cu vazando leite pelas pernas, dei uma rápida desculpa e corri pro banheiro, onde sentei no vaso, e aos peidos caguei enorme quantidade de porra.
Claro q voltei outras duas vzs, ao barco, pra levar minha bundinha pra aqueles três machos maravilhosos, esvaziar em seus sacos dentro da minha boca e cuzinho.
Se gostaram, deixem seus comentários e imail, pra eu fazer contato e relatar outra deliciosa aventura.bjs

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