filhinha do papai

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Sexta à noite. Lá está minha princesinha se arrumando. Não pude acreditar como fui conivente com isso, ou melhor, como armei e desejei tudo isso. Não sei dizer como tudo começou, essa loucura sem fim, que nos escraviza pelo prazer. Essa não é a primeira história, muito pelo contrário, é a mais recente, mas foi a que me fez escrever, querer compartilhar tudo isso.

Minha menininha, 19 anos, loirinha, carinha de anjo. Magrelinha malhada, coxas firmes e durinhas, macias; abdômen definido, tanquinho; seios pequenos. Ela me olha com autoridade, com nojo e desprezo – minha própria filha. Eu a abandonei para viver outra vida, agora essa se vinga. Deveria ter cuidado melhor dela, ter sido menos liberal. Ter brigado com ela quando fui chamado na escola por ela estar fazendo boquete no pátio; quando ela foi pega fumando maconha; quando ela foi presa por estar dando na pracinha perto de casa; quando soube que o apelido dela entre os "amigos" era Baba Pau. Não fiz nada disso, agora sou punido por ela mesma.

Ela acaba de sair do banho, está se maquiando, passando creme no corpo, deixando-o macio e sedoso para as mãos ásperas de um Demolidor. Esse é o apelido carinho que minha filinha, toda delicada e patricinha, chama seu amante que trabalha com demolição de prédios, um negro de uns 40 anos, forte, grosseiro, violento, dominador, faz questão de vir sujo para ela. Hoje será diferente. O Demolidor não virá sozinho. Trará amigos para o primeiro gangbang da minha princesa.

Consigo sentir a ansiedade de minha ninfa, senti isso durante toda a semana. Ela desconta isso em forma de raiva por mim. " sai de perto, seu merda". Isso não é jeito de uma filha tratar o pai, mas sei que mereço, procurei por isso. Quantos virão? Combinamos 4 caras que o Demolidor iria achar – virão todos? Mais? Menos? Única exigência: todos negros.

Estou de certa forma atrapalhando o preparo dela, que coloca agora uma calcinha minúscula, toda socadinha. "estou nervosa, pai, preciso me aliviar". Já sei o q devo fazer: me ajoelhar para receber tapas na cara. Ela se coloca diante de mim, mãos na cintura, seu corpo malhadinho e proibido para mim, cara de desprezo, de poder, de nojo…o primeiro tapa, o segundo, o terceiro, uma cuspida, outro tapa…" agora sai da minha frente, vai lá pra baixo, se vira, some". Obedeço, desço.

A campainha toca, meu coração dispara, vai a boca. Abro a porta, reconheço o Demolidor – já demoliu minha filha várias vezes aqui em casa mesmo. Com ele, mais 4 negros – serão 5 para minha princesinha. Nos cumprimentamos, há certo constrangimento entre os novatos. Já o Demolidor é dono da casa. Entra, senta no sofá, grita pela minha filha " tem macho aqui já, vem galinhar vem". " Já estou descendo", reponde a voz suave e meiga e minha menininha.

Eles se sentam, os passos dela com o salto são ouvidos cada vez mais perto. Ela desce as escadas, primeiro os pezinhos num saltinho rosa, meigo, depois as perninhas, um shortinho socado, a barriguinha de fora, os gominhos do abdomem bem discretos e femininos, uma blusinha, seus ombros e braços definidos à mostra, uma maquiagem carregada, e na cabeça uma coroa. A mesma da festa de 15 anos dela que eu não fui convidado. Uma princesa, mas só para mim. Para os negros ali em casa, uma vadia, apenas isso.

A comoção é geral, ela se exibe, faz carinhas, " to bonitinha, meninos"? O Demolidor vai até ela e recebe um abraço carinhoso, como eu só recebi dela quando criança antes de abandona-la. É sempre um paradoxo ver aqueles braços fortes e negros envolvendo o corpo branquinho de minha neném. Um beijo na boca, de língua, guloso. Ela ruboriza, fica toda vermelhinha na bochecha. O Demolidor faz as apresentações: "esse é fulano, esse é cicrano". Um selinho em cada um. Ela se virá para mim, olha com raiva. " Meninos, desculpem, mas o serviço de quarto aqui é horrível. Pai, ainda não serviu nada para os meninos por que"? Fui pegar no barzinho. Volto, ela sentada entre eles, abraçadinha ao demolidor. Sirvo aos negros que riem de mim, comentam baixinho.

Uma música toca; um funk, letra vulgar e suja. Ela se anima. Quer dançar. Todos se ajeitam. Ela fica em pé, de costas. Que rebolado! Paguei aulas de balé para isso: ela ter esse molejo, essa elasticidade pra negrada. Ela vai até o chão, os músculos da perna aparecem, se definem, ela sobe, e desce, quica e rebola. Eu vejo os paus ficarem duros. Aquela coroa, aquele contraste.

O Demolidor é o primeiro a sacar a tora. Ela olha, se morde. Cai no chão, vem de gatinho, manhosa, se mordendo. Cheira o pau, brinca com ele. Toma uma tapa na cara, forte. Sorri, faz cara de coitadinha. " Deixa eu chupar, por favor, Demolidor. Deixa? Deixa eu mostrar pros seus amigos porque meu nome é Baba Pau".

Ele a segura pelos cabelos da nuca. Outro tapa e sua coroa cai. O Pau gigante é passado nos lábios dela, como um batom. Ela quer abocanhar, ele não deixa. Outros punhetam. Uma rodinha vai se formando, ela ainda de roupa, shortinho e blusinha. Outros paus apontam para o rosto dela, paus ameaçadores, furiosos pela putisse dela. Ela olha em volta, olha para mim. Dá uma piscadinha. "prepara tua cabeça papai, vai começar a demolição da tua princesinha". Os negros vão à loucura com isso. Finalmente ela abocanha, se baba toda. A saliva escorre pelo queixinho dela, passa por dentro da blusinha e sai pela barriguinha. Outras gotinhas caem direto na coxa. Lá está minha neném ajoelhada, a coroa volta para sua cabeça, e os paus entram em seam. Eles comentam a boca dela, macia, quente, molhadinha. Ela se sufoca e engasga. " Vocês estão me dando o carinho que não tive em casa". Eu ali, atônito, vendo minha filha se babar toda em paus negros, todos gigantes.

– Pai, você me ama?

– Amo neném.

– Então vem me beijar.

É a única vez que posso tocar ela sexualmente. Beijar a boca dela toda babada. Me ajoelho junto com ela, agora sem a blusinha, seu peito babadinha e brilhante. Ela termina de engasgar num pau, tem ânsia. Seus olhos lacrimejam, ela me olha, autoritária. Eu a beijo. Ela me abraça, agora sim com carinho, forte, com toda aquela baba grudando em mim, o coraçãozinho dela disparado.

– é o nosso destino, papai. Sermos humilhados. Você está feliz por mim, não está? Que eu vou ter prazer hoje, que vou sofrer? Vai ficar orgulhoso de mim, papai. Você vai ver. Papai do pauzinho pequeno – tapa na minha cara.

Levantam ela. Mãos negras percorrem o corpo dela, apertam, disciplinam, humilham. Ela ansiosa. Eles a xingam " puta, piranha, gostosa" Comentam o corpo dela. Ela se derrete, na minha frente.

– Papai, eu acho que eles querem me levar pra senzala. Você não vai impedir? – o que eu poderia fazer, eles riem. A senzala é o meu quarto. Eles sobem as escadas, ela rebolando ainda de shortinho e saltinho. Eles vão tarando ela, que ainda usa a coroa, com o rosto, queixo, pescoço… todinha ela brilhando saliva e baba de pau. Estão subindo. Tento ir atrás.

– Você não, papai. Se a gente precisar de serviço de quarto eu te interfono, ok? – faço cara de choro – Pai, você não esteve em momentos importantes da minha vida, não vai ter agora na minha primeira gangbang. Toca sua punhetinha ai da sala mesmo.

Eles terminam de subir, a porta de senzala se fecha. Ela está sozinha e indefesa com cinco negros. Minha princesinha. Me sento na escala, choro, meu pau está na mão, tesão incrível. Cinco minutos se passam. Escuto risos, escuta ânsias. Dez minutos ainda de babação, eu imagino. Cinco minutos de silencio, sinto a tensão. Logo vem um berro que se transforma em gemido, e outro e outro…. a demolição havia começado.

É duro para um pai saber que a filha está sendo rasgada. Mas é mais duro saber que ela deseja isso. Pior ainda é saber que ela quer que eu saiba que ela faz tudo isso. Ela berra, leva tapas, escuto tapa atrás de tapa, berro abafado, provavelmente com um pau na boca. Eles discutem pelo cú dela. Só posso imaginar ela sofrendo.

Passam 2 horas, agora há certo silencio, mas ainda há sexo. O barulho da minha cama e de corpos se batendo prossegue. Toca o interfone. a voz da minha filha que sofregamente me manda.

– Pai, traz meu energético, agua e cerveja – bate o telefone em minha cara. Eu bato na porta. Ela responde – qual a senha – dá risada. Serviço de Quarto.

A porta se abre. Vejo ela desmantando de um negro e vir até mim. Descabelada, cansada, rosto vermelho, suada, marcas por todo o corpo, hálito de pênis, gozo nas coxas, na cara gozo seco…- me comtempla, papai. Olha a tua princesinha. – ela dá uma voltinha. Os negros riem, descansam.

– essa magrelinha é dura na queda, você ta de parabéns papai, mas agora, infelizmente, vamos ter que finalizar a demolição – diz um dos negros.

A porta se fecha, os gritos mais intensos.. horas de sexo. Silêncio… a porta se abre

[email protected]

– Parabéns pela puta, cara, ela deu prazer pra cinco ao mesmo tempo. Muito forte essa magrelinha, quem diria. Aguentou firme, mas… agora tá demolida, finalmente kkkkkkk

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