Eu, minha esposa e meu amigo da adolescência 1

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Nossa história começa na minha adolescência. Morava (e ainda moro) num condomínio com muitos apartamentos, e fiz uma grande amizade com Roberto, morador do mesmo prédio, um andar acima. Um cara extrovertido, sempre com um ar de felicidade estampado. No dia em que conheceu minha mãe já a conquistou. Frequentava a minha casa como se fosse quase um parente, com aprovação do meu pai e da minha irmã mais velha.

Eu tenho 1,75m, branco, normal, nem gordo nem magro. Roberto é mais moreno, 1,80 m aproximadamente, corpo normal também, mas mais malhado que o meu. E era um amigão pra mim. Um cara animado, com ideias legais, de bem com a vida, e que também gostava de mim. Sempre foi mais forte que eu, o que já tinha sido útil em situações onde me desentendi com alguém e ele acabou com a confusão antes que começasse.

Já arrumamos namoradas juntos, já namoramos irmãs, e num carnaval até transamos com uma garota que topou ir pra barraca com nós dois. Claro que eu tinha outros amigos, mas ele era “O” parceiro pra todas as horas.

Aos 22 anos de idade conheci minha atual esposa, Patrícia, numa festa onde estava com ele. Ele foi o primeiro amigo meu que ela conheceu.

Patrícia é branca mas bronzeada, cabelos negros, olhos verdes, 1,65m, corpo bonito, seios tipo pera, sem barriga e com bunda empinada. Se comparasse com a nata das gatas da cidade, eu daria nota 8/10. Tem a personalidade de quem sabe do seu potencial. Nunca foi mandona nem submissa. É muito simpática e faz amizades com facilidade. Sempre se vestiu bem na rua, nunca vulgar, e em casa gosta de roupas curtas, especialmente os shortinhos de tecido fino que evidenciam a bunda deliciosa que ela tem. Em muitos finais de semana meus pais íam para o interior, Patrícia vinha pra minha casa, e como Roberto frequentava minha casa, era normal vê-la naqueles trajes. Dava uma encarada de vez em quando pra bunda dela, mas quem não daria? Até eu daria, se fosse namorada dele…

Nós saímos várias vezes os três para baladas, e ele sempre arrumava uma gata ou mais. Uma pessoa feliz contagia as outras, e além de tudo ele sempre teve um físico legal. Já fomos para motel eu e Patrícia, ele e a namorada, cada um no seu quarto.

Eu e Patrícia fomos firmando o namoro. Ele trocava de namoradas, mas sempre estávamos juntos, com outros amigos (e suas namoradas) ou não. A família dele tem uma casa de praia em Setiba (ES), e várias vezes nós dois passamos finais de semana lá com nossas namoradas.

Nós ficávamos a maior parte do tempo de sunga de praia. Patrícia sempre de bikini ou com top e os shortinhos curtos que gosta de usar. Nenhuma novidade pra Roberto, que já a tinha visto assim várias vezes na minha casa, pois meus pais iam pro interior no fim de semana e muitas vezes ela vinha pra minha casa. Roberto também tinha orgulho do seu físico. Usava a sunga um pouco baixa, que mostrava na frente um pouco dos pelos pubianos e destacava bem o volume do pau. Nos beijos ardentes ou nos amassos que eu dava na Patrícia, ou que ele dava na sua namorada, era comum o pau ficar duro dentro da sunga e, de tanto acontecer, Patrícia que antes virava o rosto e fingia não ver, acostumou e já se comportava naturalmente, ou seja, ora não se importava, ora ria e ora até falava alguma gracinha. Certa vez a sunga dele estava menos apertada, e depois do agarro que deu na namorada, o pau duro empurrou a sunga pra frente. Quando Patrícia viu, falou brincando que ele era raspadinho (aparava os pelos pubianos). A namorada dele fechou a cara na hora, por ciumes. Nós explicamos pra ela que temos uma amizade antiga e a Patrícia pediu desculpas pela brincadeira, e disse que o conhecia a mais de 2 anos, e não era a primeira vez que o via nesse estado, e é como se ele fosse um irmão ou cunhado etc.

Eu poderia achar ruim um cara maior, mais forte, com um pau maior que o meu e aparecendo uma parte da cabeça pela fresta da sunga, ficasse nessa situação na frente da Patrícia, mas oras, a gente era amigo, ele sempre respeitou a Patrícia, e se eu fosse ligar pra isso, era melhor nem ir com ele na casa da praia.

Um tempo depois Roberto arrumou uma nova namorada, Fabiana, muito extrovertida e animada, bem diferente da anterior, que fez uma boa amizade com Patrícia.

Na primeira vez que fomos à casa da praia com Fabiana, chegamos na sexta a noite, e fomos a um barzinho, bebemos e comemos e voltamos pra a casa. Mesmo sendo a noite, Roberto tomou banho e colocou a sunga de praia, e ao dar um rala em Fabiana ficou de pau duro, mas ela não achou ruim, pelo contrário, falava rindo que ia apagar aquele fogo. Foi bom ver que a nova namorada dele não ia dar crises bobas de ciumes. Fabiana era uma morena clara magrinha com seios maiores que os da Patrícia e com uma bunda menor, mas que combinava bem com seu corpo.

Tomamos banho e Fabiana colocou uma camisa de algodão sem sutiã, o que revelava um pouco mais de seus seios pela semi-transparência do tecido. Fiquei um pouco surpreso pelo Roberto nada reclamar ou comentar, até por que Patrícia, apesar dos shorts minúsculos que usava na casa, nunca usou roupa transparente na frente dele

Antes de dormir, colocamos um filme na sala. Eu e Patrícia ficamos no sofá, e os dois colocaram colchonetes no chão. Apesar da luz apagada, a claridade da TV mostrava bem o contorno dos seios da Fabiana. De repente os dois se beijam e ele coloca as mãos sob a blusa, pegando nos seios da Fabiana. Ela fala rindo pra ele parar, pq tem gente ali, ele responde que a gente não tá olhando, daí damos aquela gargalhada. Fabiana fala que ele é muito safado e pega no pau dele sobre a sunga, e fica alisando. Patrícia diz “gente, o clima ta esquentando. Vem, amor, vamos pro quarto deixar os dois a vontade”. Levantei e fui com ela pro quarto, olhei pra Roberto e ele com aquele sorriso safado como que me dando boa noite.

Eu e Patricia mal chegamos no quarto e já começamos a transar, enquanto ouvíamos também os gemidos da Fabiana na sala. Gozei dentro. Ficamos deitados nos beijando. Patrícia se levantou, colocou o top e uma toalha na cintura para ir ao banheiro, pois o esperma iria escorrer. Ao voltar pro quarto ela estava com a cara diferente, como quem tem algo pra contar. Perguntei o que tinha acontecido, e ela resolveu contar, me pedindo firmemente que eu não causasse um climão pelo que ela ía me dizer. Concordei e ela começou a falar: ao banheiro, a porta estava semiaberta com a luz acesa. Ela abriu para entrar e Roberto estava de frente ao vaso sanitário, inclinado com a mão na parede, e com o pau em meia bomba mijando. Ao ver a porta abrindo ele olhou pra porta e os dois se olharam. Ela pediu desculpas, com voz bem baixinha, e encostou a porta esperando ele sair para ela se limpar. Daí ouviu o barulho de chuveiro, e o esperma querendo escorrer pela perna dela. Ela resolveu abrir a porta, e com os olhos firmes no olho dele através do box transparente, sem baixá-los um milimetro, pediu se ele podia pausar o banho pra ela se limpar. Imagino que a situação não era fácil para nenhum dos dois, pois era inédita, e se eu ou a Fabiana flagrássemos aquilo, a diversão do fim de semana poderia estar perdida. Ele colocou o dedo na boca como quem pede silêncio, e disse pra ela entrar no banheiro e encostar a porta. Assim ela fez, sem desviar os olhos pra nudez dele nem por um segundo. Então ele disse pra ela algo como “eu vou tomar banho de costas pra você. Pode usar o vaso que não vou olhar pra você e você não olha pra mim”. Se virou e continuou o banho. Ela tinha duas opções: saía dali, e segurava o esperma na mão, ou aceitava a proposta. Ficou com a segunda opção. Sentou no vaso e começou o xixi. Mas segundo ela, como o sabonete e xampoo ficavam na lateral do banheiro, quando Roberto foi pegar, ele se virou um pouco, e ao jogar o xampoo na cabeça ficou com os olhos fechados esfregando o xampoo, e ficou totalmente de lado, e foi impossível ela não olhar, pois ele estava de pau duro, ou com o pênis ereto, como ela falou. Quando ela me contou, disse se ela já tinha achado grande quando ele estava meia bomba fazendo xixi em pé, achou enorme quando ficou duro, e que a Fabiana estava sofrendo por que era magrinha. Ei umaginei aquele safado com xampoo na cabeça, olhos fechados, com a vara dura, de lado pra Patrícia, deve ter ficado só imaginando sabendo que ela tava vendo, curtindo a situação, por que ele sabe que o pau dele é maior que o meu.

Como ela estava só de toalha na parte de baixo, e teve que tirar pra sentar no vaso, perguntei se o Roberto a tinha visto pelada quando sentou ou levantou, e ela disse que não, por que ficou lá sentada o tempo todo, pois tinha que tomar banho também pra se limpar depois que ele saísse. Eu perguntei “amor, vc ficou lá o tempo todo vendo ele tomar banho?”, e ela disse que era melhor do que sair do banheiro pra depois entrar e de repente fazer barulho, despertar a curiosidade minha ou da Fabiana para uma situação que era de difícil explicação. Perguntei como ele fez quando terminou de tomar banho, se ficou se enxugando na frente dela, e ela disse que sim, dentro do box, mas que ela virou o rosto, e só se virou pra ele quando ele falou alguma coisa que ela não tinha entendido, mas ele já estava de toalha, só que ao olhar pra toalha ela viu a barraca armada, e daí deu uma risada olhando pra região do pau dele, pra ele saber que a risada era constrangida pela situação dela ali pelada, sentada no vaso, enquanto ele estava com aquela barraca gigante armada. Ao sair do box ele pediu desculpas, e ela disse que não tinha problema nenhum. E esse foi o caso que ela me contou. Eu, que ía ao banheiro dar uma limpada no pau pra dar a segunda, nem fiz isso. Dei uma metida fenomenal nela que ela percebeu no ato que estava mais vigorosa, e ela fez questão de gemer alto assim como a Fabiana tinha feito. Imaginei que ela estava gemendo pra anunciar aos amigos que ela estava transando gostoso. Ela gosta de me falar durante a transa, e sentindo que eu estava metendo com disposição, falou muito mais que o de costume: “vem, meu cachorro”, “bate na sua cadelinha”, e eu a chamava de putinha como de costume, e ela falava “sou sua putinha é?” “você gosta de mim bem putinha?”, “vem, fode sua puta!”. Gozei nos peitos dela e caí de lado. Ela toda sorridente me perguntou se eu fiquei excitado com a história que ela contou. Eu disse algo como “sei lá”, e ela deitou em cima de mim me abraçando e me sujando com a minha própria gala, me beijando e me chamando de gostoso, safado. Daí levantou e me chamou pra ir tomar banho com ela.

Pela manhã já estou de sunga de praia, roberto também, Patrícia e Fabiana com a roupa de ontem. Amigos, os peitos da Fabiana eram um espetáculo dentro daquela blusa iluminada pela luz da manhã. Que delicia. Impossível não dar uma secada de vez em quando, ainda mais estando sem culpa nenhuma, já que Patrícia tinha visto o pau do Roberto na noite anterior.

Tomamos café e fomos pra praia. Meus caros, quando a Fabiana tirou a saída de praia, puxou o bikini pra cima pra ajeitar. Além de pequeno, mostrava perfeitamente o volume da buceta e a rachinha. Patrícia chegou a falar “amiga, esse bikini seu é tenso hein!”, e eu aproveitei a deixa pra olhar diretamente pra buceta dela, como se estivesse curioso pra entender a fala da Patrícia. Fabiana sorriu e respondeu que gosta de bikinis assim por causa da marquinha de sol que deixava, como se não tivesse entendido que a crítica era sobre como o bikini mostrava o volume da xana, e não sobre o formato da marquinha de sol que deixava. O assunto morreu aí, mas era impossível tomar uma cervejinha em pé e, ao conversar com as duas, não desviar o olhar para a racha descaradamente dividida pelo tecido do bikini. Se vocês acham que a Patrícia estava gostando disso, não, não estava. E eu juro que tentei disfarçar o máximo, apesar de nem precisar, dado o acontecido na noite anterior. Mas Patrícia, como eu disse, tem a personalidade no balanço certo, e era melhor eu não abusar da sorte.

Continua….

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