Eu, meu filho é o negão

Eu tinha acabado de chegar em casa, cansado do trabalho, quando minha esposa me chamou no quarto e contou ter flagrado nosso filho , sentado no colo de um garoto vizinho.
Tentei amenizar, dizendo ser brincadeira de crianças, já q meu filho tinha apenas 10 anos,mas ela retrucou dizendo q o outro era um tal de André, q já tinha 15 anos e uma pica bem grossa.
Tentei acalma-la dizendo q iria ter uma conversa com Yuri, nosso filho.
Fui tomar um banho e sob o chuveiro, comecei a visualizar, meu lindo filhote cavalgando no pau do garotão, e veio uma tremenda excitação.
Lembrei do meu tempo de mulek, quando aos 10 anos, senti pela primeira vez ,uma pica dura catucando na portinha do meu cu. Mesmo sendo muito discreto, satisfiz o desejo sexual de muitos adolescentes, naquela época, com minha bundinha branca e carnuda.
Com 15 anos eu já era um bi assumido. Tinha namoradinhas, gostava de buceta, mas nunca dispensei uma pica, sempre com muita discrição.
Me casei, aos 30 anos, já com Marta, minha esposa grávida do nosso único filho.Mesmo casado, sempre me relacionei passivamente com homens. Agora, com 41 anos, descubro q meu filho tem os mesmo desejos do pai.
Como havia prometido, naquela noite, depois do jantar, tive uma longa e franca conversa, com Yuri.
A princípio, ele ficou temeroso e começou a chorar, mas logo mostrei pra ele q não estava bravo, fiz um carinho enxuguei suas lagrimas e logo, confiante, foi respondendo minhas perguntas.
Meia hora depois eu já sabia q o tal André, não tinha sido o primeiro, mas sim seu irmão mais novo. Quando perguntei se André tinha forçado e o machucado , Yuri, envergonhado baixou a cabeça e murmurou:
—não pai, ele é legal, gosto dele.
Dei um apertado abraço no meu filho, coloquei ele no meu colo e beijando seu rostinho, disse:
— não tenha vergonha do q vc fez, não se prive do q te dá prazer e não deixe as pessoas te magoar. Confie no seu pai, continue a “brincar”com o rapaz, ou quem mas vc quiser , mas não deixe sua mãe saber.
A partir daquele dia,nossos laços de confiança e gratidão se extreitaram. Certa noite, depois q a mãe dele foi pro culto,na igreja, Yuri sentou no meu colo e me beijando o rosto,meio tímido, mas com carinha de safado, pediu:
— paizinho deixa eu ir na casa do André?.
Sabendo bem o q ele queria, alisei sua bundinha e disse:
— tá, pode ir, mas não demora e me conta tudo quando voltar.
Yuri saiu feliz, saltitante rebolando a bundinha.
Por quarenta minutos, esperei ansioso de pica dura. Assim q chegou, pelo sorriso no rostinho, vi q meu filho tinha satisfeito seu desejo.
— e aí , como foi?— perguntei, enlaçando sua cintura.
— foi muito bom, a mãe dele tava vendo novela, a gente fez, nos fundos do quintal, atrás do galinheiro— respondeu sem nenhum constrangimento.
Louco de tesão, desci seu short e deslizei o dedo em seu reguinho. Estava todo melado de gosma.Empurrei o dedo no cuzinho quente, e pedi q ficasse de joelhos sobre o sofa.
Yuri obedeceu , empinando a bundinha. Abri suas nádegas e vi o cuzinho vermelho piscando e escorrendo leite. O short estava engomado de porra e fezes. Cai de língua em sua rosquinha e solvi, a gala ainda quente. Depois sentei e ofereci a pica pra ele chupar.
Sua boquinha pequena e quente agasalhou meu pau. Assim como eu, meu filho mostrou q era bom no boquete.
Eu já estava quase gozando , quando ele , com a voz embargada, pediu:
— deixa em sentar nele pai?
Sem responder, o puxei pro meu colo, de frente pra mim, abrindo suas nádegas, encostei a cabeça da pica na portinha. Yuri enlaçou meu pescoço, e mexendo a bundinha foi descendo o corpinho. Quando a cabeça da pica passou pelo esfíncter engomado de sêmen, ele me beijou a boca, dando um gemidinho de prazer.
Chupei sua linguinha quente e ágil, forçando a pica no buraquinho viciado e guloso. Logo meu filhote, gemia e rebolava sobre meu pau, (17×5 cm) deixando apenas o saco de fora.
Em dez minutos, tive um longo e delicioso orgasmo, sem parar de beijar sua boquinha.
Assim q Yuri se levantou, saiu aos peidos correndo pro banheiro, deixando um rastro gosmento e marron, pelo caminho. Meu pau estava coberto com aquela gosma.
Depois de limpar a sala, fomos tomar um banho juntos. Não havia culpa e falso pudor.
Uma semana depois, lendo um conto de incesto aqui no CNN. Vi um comentário q me chamou a atenção, o cara tinha deixado o imail e dizia:
— sou louco pra comer um novinho.
Dizia ser negro cinquentão ,era discreto e tinha local pra encontro.
Como adoro homens com esse perfil, entrei em contato, deixando meu whatsap, por ser mais seguro. Pra minha surpresa, naquele mesmo dia, o cara fez contato. Batemos um papo de meia hora, e atendendo meu pedido, ele enviou fto de seu picão preto, em troca enviei foto da bundinha do meu filho.
Rubem ficou louco pra conhecê-lo , mas pedi q nos encontrasse sosinhos pra nós conhecer pessoalmente. Marcamos pra noite seguinte em seu apartamento. Enquanto tomavamos umas cervejas,fui mostrando pra ele um vídeo q tinha feito com Yuri,mas cedo.
Cheio de tesão, Rubem tirou o picão preto pra fora, e me mostrando perguntou:
— será q ele guenta essa jeba?
Peguei aquela coisa quente e cheia de veias, apertei e disse:
— acho q sim, mas quero ser o primeiro a experimentar.
Naquela noite, o negão me deu uma surra de pica. Chupei e tomei no cu , como a muito tempo não fazia.
Dias depois, num domingo bem cedo, depois q Marta, foi pra igreja, liguei pro Rubem, e ele veio nos buscar, na praça perto da minha casa.
Yuri foi no banco do carona, já punhetando a pica do coroa safado, q dirigia rápido, doido pra chegar em casa. Meia hora depois estávamos os tres, pelados na cama . Eu e meu filhote, chupavamos a picona Rubem, enquanto este, lasseava o cuzinho do Yuri com língua e dedos.
Deixamos o picão preto em ponto de bala, só então coloquei meu filho de quatro , e comecei a filmar com meu celular, tomando o cuidado pra não mostrar os rostos.
Rubem untou a cabeça da pica com gel e melou tbm o cu do garoto, q parecia impaciente. Quando o negro, forçou a entrada, Yuri abriu a bunda com as mãos. Bem de perto, assisti a chapeleta rombuda, sumir dentro de seu cuzinho vermelho. Com os olhinhos fechados, Yuri se abraçou a uma almofada e trincando os dentes, suspirou e gemeu:
— iissss…hummmm, devagar tio…seu piru é muito grosso!
Entreguei o celular pro Rubem, q logo parou de empurrar a pica, sem parar de filmar.
Beijei a boca do meu filho, acariciando sua bundinha, e perguntei se ele queria q “o tio”tirasse a pica.
Ele então, mordeu de leve meu lábio e sussurrou:
—não pai…deixa , tô gostoso!.
Abri vem suas nádegas, e fiz sinal pra Rubem sacar devagar. Com a mão no picão, senti ele deslizar pra dentro a cada investida.
Yuri gemia e dava gritinhos arrebitando bem a bunda. Logo a trolha tinha entrado inteira.
Peguei o celular de volta, tinha q registrar aquele momento mágico.
Rubem, segurando meu filho, pela cintura, bombava com força, fazendo seu sacão estalar na bundinha pequena e branca.
— delícia de cuzinho apertado… Seu filho é muito gostoso… Vou arrombar ele todo!
Yuri suspirava, mordendo os labios e revirando os olhos, sentindo todo o prazer em receber aquela imensa tora no rabinho.
Alisei sua cabeça e perguntei:
— tá gostoso filhão?
—uhummm…mas tá ardendo muito, tô com vontade de ir no banheiro…aiii meu cu…!
Olhando pro negão , vi q já estava quase gozando, acelerando as bombadas, então disse:
— guenta nas um pouquinho, amor…ele já vai gozar.
No mesmo instante, Rubem cravou a pica bem fundo e urrou:
— Toma leite no cu viadinho… tô gozzaaaadddooooo!!!
Logo arriou todo seu peso sobre o pequeno corpinho do guri. Esperei alguns segundos até afastar o negão, q virado de barriga pra cima resfolegava saciado.
Seu pauzão pingava leite. Abocanhei a jeba, solvendo toda a gala, depois passei pro cuzinho arrombado do meu filho e fiz o mesmo. Só então ele correu pro vaso, pra defecar .
Depois de um breve intervalo, Yuri fez um lanche sentado no colo Rubem, q bebia cerveja comigo em frente.
Não demorou pra sua pica dar sinal de vida, voltamos a chupa-lo. Ele queria fuder o garoto novamente, mas o cu do meu filho não estava em condições de receber pica novamente. Estava Inchado e arrombado. Depois do boquete duplo, Rubem teve q se contentar em comer meu cu, sob o olhar atento do meu filhote.
Já passava do meio dia quando Rubem, nos deixou de volta na praça. Passei na feira e comprei alguma coisa pra justificar a demora.
Marta já tinha chegado em casa. Aprontava o almoço, e não desconfiou de nada.
Por três dias cuidei do cuzinho arregaçado do meu filho. Na quarta feira Rubem me ligou, passei o telefone, pro Yuri conversar com ele, no viva voz. Fiquei de pau duro ouvindo os dois. Yuri se mostrava feliz e doido pra rever o negro.
Marcamos para o próximo domingo, no mesmo horário.
Se gostaram comentem, deixem imail, q faço contato.
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