Esposa tesuda, marido veado

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Sou Carol, casada com Carlos, ambos bisexuais, vou contar o que aconteceu quando reencontramos um amigo do meu marido, estudaram junto na Faculdade, depois perderam contato, pois seu amigo foi morar em outro estado. Fomos comemorar mais um aniversário, agora somente nós dois. Fomos jantar fora, esperando ter uma noite de sexo daqueles, que nos fazia gozar bastante, para a ocasião comprei algumas roupas sexo: body preto que mostrava meus peitinhos pequenos mais durinhos, fio dental da mesma cor;meias de liga rendadas; mini saia travada de seda branca bastante justa; blusa preta de cetim aderente ao corpo, os primeiros botões desapertados davam uma excelente visão dos seios erguidos pelo body; por cima um coletinho branco, que ficou aberto para não estragar o efeito. Ao nos dirigirmos para o Restaurante, no taxi, o taxista me devorar com os olhos durante toda a viagem. O restaurante era bastante bom e o jantar foi agradável, o empregado que nos serviu não conseguia tirar os olhos do meu decote, notei-lhe um suspeito volume entre as pernas, aquela atenção agradava-me e a minha bucetga húmida. Terminado o jantar passámos ao andar de cima, onde havia um bar com suave música ambiente, quando chegámos reparei num homem moreno, alto e bem parecido, que nos mirava com atenção, o seu olhar parecia despir-me, minha buceta formigou e os meus mamilos espetaram-se contra o tecido que os cobria, ele dirigia-se para nós -não posso acreditar, é o Carlos !- exclamou, parando em frente do meu marido, este estremeceu e olhou o recém chegado com um ar que me pareceu de atrapalhação -não me digas que não reconheces um velho colega da universidade- reforçou o desconhecido enquanto me olhava de alto a baixo, com ar de apreciador, Carlos engoliu em seco -Victor, és mesmo tu?não te estava a reconhecer- o meu marido apresentou-nos -esta é a Caroline, a minha esposa, o Victor, um colega da universidade- o fulano apertou-me demoradamente a mão, despindo-me como os olhos -não posso acreditar que tenhas conquistado esta beleza, você soube escolher afirmou com a maior desfaçatez, o Carlos procurava nitidamente descartar-se do antigo colega, tartamudeou qualquer coisa acerca de fazermos anos de casados, mas o outro não desarmou, como era cliente habitual arranjou-nos uma mesa perto da pista de dança, a conversa corria quase toda por sua conta, o Carlos respondia por monossílabos, as bebidas foram rodando, o meu maridinho estava a ficar um pouco grogue, eu própria estava já bem alta, pedi ao Carlos para irmos dançar, mas ele desculpou-se -desculpa querida já estou com as pernas bambas- o Victor ofereceu-se de imediato para dançar comigo -se tu não te importares- disse para o meu marido -vão, vão- responde este, o Victor enlaçou-me pela cintura e conduziu-me para a pista, a sua mão roçava a base dos meus seios, senti-me estranhamente excitada, na pista puxou-me contra ele, as minhas mamas esmagavam-se contra o seu peito, sentia nitidamente a sua dureza contra meu corpo, olhei para a mesa, o meu marido bebia tranquilamente, a bebida e os desejos insatisfeitos estavam a levar a melhor sobre mim, os meus braços rodearam o pescoço daquele desconhecido, a sua mão foi deslizando da cintura para as minhas nádegas, apertou-as fortemente, os seus dedos cutucavam o meu cuzinho através do fino tecido da saia, a outra mão acariciou-me a cara, depois o pescoço e finalmente os seus dedos circundavam suavemente os meus peitinhos, ele sussurrava ao meu ouvido -és uma delícia Carolne, minha vontade, amolecida pela bebida, cedia ao apelo do corpo. Acabada a música fomos para a mesa, ele passou a mão pela minha cintura e acariciava-me sem disfarces a mama, sentou-se entre mim e o meu marido, com a mão na minha coxa, a sua mão subia calmamente por baixo da minha saia -não tens vergonha Carlos ? trazes esta delícia cheia de fome- por favor Victor, não me faças isso- disse o meu maridinho, entretanto os dedos dele haviam alcançado a minha buceta e estimulavam-na com movimentos circulares, eu gemia baixinho -oh, ohhh, por favor pare, por favor, Carlos diz-lhe para parar, por favorrr- o meu marido bebeu mais um trago e nada disse, o fulano chamou um empregado e perguntou se havia alguma \"salinha\" livre -a 3 Sr. Victor- respondeu de imediato o garçon -OK, leva-nos champanhe- dito isto enlaçou-me pela cintura e levantou-me -anda querida, tu também Carlos – naquela altura a bebida, deixei-me levar, o Carlos seguia-nos cambaleante, o Victor amparou-o pelo braço, assim que entramos o meu marido deixou-se cair num sofá, o empregado deixou a bebida e saiu, o Victor puxou-me para ele e sem mais conversa beijou-me longamente os lábios, as suas mãos apalpavam livremente as minhas nádegas e mamas -ah que riqueza, que rica fruta, vou-te comer toda volta ao sofá – vi o Victor pegar na mão do meu marido o colocá-la entre as pernas -gostas não gostas ? se te portares bem pode ser que tenhas sorte- o Carlos estava adorando aquilo e não tentou retirar a mão, o Victor puxou-me para ele, tudo aquilo me estava a dar uma tesão dos diabos, não resisti mais, ele introduziu a mão nas minhas coxas e estimulava deliciosamente a minha buceta, que já escorria meu tesão por aquilo tudo. enquanto isso meu marido acariciava frenéticamente o caralho do ex-colega, este sacudiu-o com um estalo -quieto seu veadinho, toca a despir a tua putinha- aquela linguagem ainda me aqueceu mais, Carlos começou a despir-me lentamente a blusa,sempre de olhos baixos, de seguida retirou-me a saia, seu amigo o incentiva e ao mesmo tempo dizia: isso seu veado, isso seu corno manso, despe a tua mulher para ser fudida por um macho de verdade, veado, veado, em breve fiquei apenas com o body, o Victor deitou-me em cima do sofá e começou a lamber-me a buceta, simultaneamente forçou meu marido a deitar-se no chão e enfiou-lhe o caralho na boca -(mal sabia ele que meu marido era bisexual e adorava aquilo) vai meu veadinho chupa, vá sei que gostas, molha-o bem para entrar melhor na buceta da tua mulherzinha- a ação da língua do meu amante, o contínuo amasso a que submetia os meus seios e a visão do meu maridinho a chupar o caralho do nosso amante fez-me gozar como nunca tinha gozado na vida, (eu sempre adorei vê-lo se submeter a outro macho) durante longos minutos gritei e urrei de puro gozo – o Victor não me deixou descansar, largou meu marido e penetrou-me de um só golpe, começou a bombear brutalmente a minha buceta, puxou o Carlos pelo cabelo -vá meu cabrão lambe-me meu saco e meus ovos, como só tu sabes- meu marido obedeceu e começou a estimular as bolas do outro, reparei que tinha o pau duro como eu nunca vira \"é mesmo um veado\" pensei espantada, quente como estava comecei rápidamente a gozar de novo, tive mais 2 ou 3 orgasmos antes do Victor me encher a buceta de leeite hummm aiiii toma puta, toma o meu leite, toma,toma, urhggggg- o Victor saiu de dentro de mim, agarrou o Carlos e colocou-o entre as minhas pernas -vá meu viadinho limpa bem a cona da tua mulher (ele sempre fazia isso, pois adorava beber o gozo do outro macho, principalme nte na minha buceta, lambia com ar deliciado, a porra do outro da minha buceta, o Victor colocou-se atrás do Carlos, baixou-lhe as calças e começou a esfregar seu caralho no cu dele -é isto que queres Carlos? é isto ? vá pede- num movimento súbito o meu marido ergueu-se e enterrou o caralho na minha buceta, foi maravilhoso, grunhi de puro prazer, ao mesmo tempo começou suplicar -mete-o Victor, fode-me, fode-me, quero o teu caralho- o outro não se fez rogado, enrrabou meu marido de um só golpe, este berrou de dor mas não parou de bombear dentro de mim, foram minutos alucinantes, o Victor martelava furiosamente o cu do Carlos, este com os impulsos sofridos enterrava-se profundamente na minha buceta, os seus dentes davam deliciosas trincadinhas nos meus mamilos, em breve nos viemos os três. O Carlos ficou caído no chão respirando ofegantemente, o Victor agarrou o meu cabelo e encostou o pau á minha cara -vá minha linda toca a limpar o meu gozo no cu do seu seu maridinho- ele apertou-me dolorosamente os mamilos -vá Carol, faz o que te digo, a partir de agora és minha- a sua voz quente e a insuportável pressão nos mamilos fizeram-me ceder, abri a boca, enfiou-me o pau até á garganta e começou a meter e a tirar – vá putinha lambe, isso, vá tudo, tudo, hummmm- a minha lingua foi obedecendo, até que recebi a primeira golfada de esperma direta no meu estomago, e depois o resto enchendo minha boca, vestiu-se e pediu a nossa morada e telefones ao Carlos falando que sempre adorou comer maridos pois acabava comendo suas esposas, e vocês foram demais, uma das melhores senão a melhor da minha vida com um casal. Deixamos nossos telefones com ele, dizendo que na nossa região eramos marido e mulher sem deixar transparecer que adoramos machos. Após deixamos nossos telefone com ele, nos levou no seu carro nos deixando em nossa casa. Disse que em breve daria notícias. Cansados fomos tomar aquele banho onde nos beijamos bastante, rememorando aquela putaria que tinhamos participar. Nos deitamos e ele contando que Victor era o maior comedor da Faculdade. Vamos ver se ele nos chama novamente foi muito bom para nós termos um macho a mão como ele.

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