Descobrindo o prazer do sexo gay com meu colega de ap (4)

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Salve galera! Usando a hora do almoço para prosseguir na nossa série. Recomendo a leitura dos contos anteriores para se situarem melhor no enredo.

Depois daquela gozada espetacular com o Rafa, deixei minha cabeça tombar para trás no travesseiro, estasiado. Foi tão novo para mim (e eu vinha de uma cultura machista tão egoísta de pensar só em meu prazer) que demorei para atinar que o Rafa tinha de ser retribuído, era o mínimo que tinha que fazer. Rafa estava ali, olhando para mim, aqueles olhos fofos – sério, o Rafa é muito carinhoso, caraca. Fui passando a mão no corpo dele, tentando retribuir. Ele percebe minha intenção e fala que não precisava, que ele queria ter um começo "diferente" comigo e que queria que as coisas fosse vindo com calma.

Ele me puxa para aninhar no peito dele. Me sinto reconfortado, ao mesmo tempo um pouco confuso. Eu sempre transei com as meninas, gozava e deixava elas de lado, essa aproximação pós-sexo para mim nunca foi natural. Ainda mais sendo… com um outro homem haha. Era diferente, sem falar que todo aquele corpo peludo colado no meu estava me dando muito tesão.

Aos poucos fomos nos acalmando, Rafa ficava brincando com meu cabelo e eu pensando em mil coisas sem nexo, típico após uma boa gozada. Será que eu era gay? Ou bi? O que sinto pelo Rafa é só tesão ou algo mais? Nunca quis me "amarrar" muito cedo. Será que era porque as meninas não me atraiam o suficiente? Será que transava com elas mais por uma "obrigação social"? Mas ao mesmo tempo o Rafa foi o primeiro cara que me despertou todos esses desejos. A professora de ciências sociais aplicadas à saúde tinha razão, sexualidade era muito fluída. Que confusão que estou metido.

Rafa beija minha cabeça e pergunta se estou com fome. Reparo que o pau dele já tinha se acalmado, ele parecia controlar bem o tesão dele. Na hora reparo que estou faminto, e respondo afirmativamente. Rafa levanta e coloca uns pães de queijo para assar (taí uma iguaria mineira que VALE MUITO A PENA experimentar).

Fico ali na cama, pensando em tudo aquilo. O tesão acabando voltando, pau ficando pesando na boxer. Começo a relembrar aquela punheta gostosa com ele agora a pouco, e também da cena dele montando no Pedro na penumbra. Aquilo vai me excitando, acabo por acariciar meu corpo, meu peito, manipular meu pau, passar as mãos nas bolas, enfim, me excitar e curtir meu corpo. Manipulando minhas bolas acabo ficando curioso e passando o indicador no meu anel, no que sinto um calafrio e meu rabinho imediatamente pisca. Caralho, que delícia. Continuo passando o dedo, curtindo esse momento, meu pau latejando de tão rijo.

Rafa volta da cozinha dizendo que daqui a pouco estaria pronto, e me pega com a mão na massa. Ele sorri e retira minha cueca, se deitando ao meu lado perguntando se eu estava com tesão no cu. Eu fico vermelho pimentão.
– Cara, aproveita essa nova experiência, fica sem graça não.
– Nunca tinha sentido isso antes, flagra? Nunca pensei que pudesse sentir prazer com isso. E olha que sempre curti punhetar.
– Normal. Eu mesmo demorei para descobrir que poderia ter prazer aí também. E olha que sou gamado por garotos desde novinho.
– Hum.
– O que foi?
– Não sei se posso perguntar.
– Oras, pergunta logo cacete!
– Você é versátil então?

Risos. Reparo que ultrapassei aí uma fronteira. Fico vermelho de novo, caralho, queria ter a barba do Rafa para ver se disfarçava quando eu ficava sem-graça.
– Não, não sou versátil. Já tentei, confesso, mas simplesmente não consigo. Sou apenas ativo. Mas curto um bom bom beijo grego.
– Beijo grego?
– Cacete, as meninas que passaram na sua mão sofreram com sua falta de criatividade haha – fico ainda mais vermelho, se é que é possível. – Beijo grego é chupar o cu, entende? Linguar, deixar bem úmido e a pessoa bem excitada e relaxada. Curto demais! Não, não faz essa cara, quando se lava direitinho você não sente gosto de nada. E quando está suado pode ser um tesão e tanto para quem curte haha

Confesso que eram muitas fronteiras que estavam ultrapassando naquela tarde. Durante essa conversa fiquei punhetando de leve, e o Rafa vem e coloca uma pernona dele em cima da minha. Aquele contato com todos aqueles pelos, aquele peso na minha perna branca e lisa, fez meu pau pulsar na hora. Rafa percebeu e sorriu. Começou a massagear minhas bolas, passar o indicador no meu anel, chego a suspirar. Ele volta com o indicador na boca e chupa olhando fundo para mim, eu apenas regalo os olhos. Ele volta a acariciar meu anel, agora com o dedo lubrificado. CA-RA-LHO nem imaginava que seria possível ser ainda mais prazeroso. A humanidade tem que aprender o prazer que se pode ter com cu haha

O toque foi circulando meu anel, inicialmente mais de leve, depois com cada vez mais pressão. Meu pau latejava de tesão, só tesão, a primeira gozada me ajudou a retardar qualquer ejaculação precoce. Rafa começa a lamber meu mamilo, CA-RA-LHO, começo a dar pinote na cama de tanto tesão! Rafa só ri, falando que eu era muito excitável. Ele se aconchega ainda mais perto de mim, me dando uma chave de perna deliciosa e pressionando seu ferro na minha coxa.

Não sei se minha recente heterossexualidade exclusiva que bitolou minha visão ate então, mas pela primeira vez me peguei matutando no tamanho da rola do Rafa. Sentir aquele ferro pulsando na minha coxa me fez pensar "velho ele é um cavalo". Rafa reparou na minha cara e perguntou o que eu estava pensando. Eu só fico sem graça.
– Fala logo, cacete.
– Antes você era mais gentil, sabia?! Não falava palavrão – disse, ironizando.
– Falou quem não tira o "caralho" da boca – não pudemos deixar de rir haha, de fato usava muito esse termo – mas fala logo, o que estava pensando?
– Que você tem um pau responsa.

Rafa na hora fica sem graça. Até que enfim hehe
– Menino, isso é mais chato do que imagina. Custei para conseguir controlar meu tesão na época que lutava judô. Imagina todo aquele contato e pá. E com o pau desse tamanho ficava difícil disfarçar – eu apenas rio.
– E você só transou com o Pedro mesmo?
– Só. Um dia prometi a ele que seria apenas dele. Mas não quero falar disso, e sim de você – e me aperta ainda mais. Velho, que foda!
– E do que quer falar?
– Você gosta desta pica te pressionando, de qualquer forma – comenta ele enquanto pressiona ainda mais na minha coxa.
– Convencido, em?!
– Ué seu pau não abaixa nenhum segundo – e ele o abocanha.

Que delícia sentir aquela boca na meu pau. Rafa mama primeiro a cabeça, chupando levemente e sugando a babinha que já estava escorrendo do meu pau rosado. Suspiro profundamente, só jogando minha cabeça para trás e fechando os olhos para curtir a experiência. Ele estava conseguindo me levar às alturas, de novo.

Quando sinto o dedo dele passando no meu anel de novo, com intimidade já, o negócio fica ainda mais gostoso. Se antes era insensível para mim piscar o rabinho, agora percebo o quanto estava interligado meu rabo e minha rola, parece que se ligaram em circuito. Eita delícia!

Aquela mamada ficava cada vez mais profunda, Rafa conseguia ir onde nenhuma menina foi, engolindo mais da metade da minha rola. Tenho 18cm, muito torta para cima (muito mesmo haha), grossura média, não circuncizado, raspado, branco/rosado. Uma hora o Rafa tira a rola da boca e começa a lamber minhas bolas.

CARALHO! Que delícia aquela língua grande, grossa e úmida nas minhas bolas. Quase gozei, tive que me segurar, estava muito gostoso! Aquela língua me explora todo, até que ele diz "hum, acho que você vai experimentar o beijo grego hoje", levantando minhas pernas.

Quando aquela língua úmida encostou no meu furico, tive um arrepio instantâneo. Cacete, que delícia. Rafa começa a lamber calmamente, segurando minhas pernas, me dominando. Fica ali lambendo, aos poucos foi aumentando a pressão da língua no meu cu, tentando penetrar aquele cu até então intocado com sua língua grossa. Santo Deus, caralho, que delícia!

O Rafa junta minhas pernas com uma mão só, me segurando agora com força, vejo o amplo bíceps dele contraído, aquele ante-braço grosso e peludo, AQUELAS VEIAS SALTADAS, toda essa imagem imagem fez pulsar ainda mais minha rola. Sentindo meu cuzinho piscando, o Rafa não consegue resistir e tira rapidamente a rola dele do short, começando uma punheta violenta. Viro o rosto de lado e vejo uma senhora vara, a mãozorra dele não fechava naquela circunferência, a punheta era violenta, com força, o pau estava muito vermelho, um naco de carne viva. A chupada do Rafa no meu cu fica mais violenta, aquela língua tentando me violar, ele começa a morder minha bunda, lamber com violência, dominar meu cu, segura com mais força minhas pernas, a ponto de ficar marcado onde ele estava me segurando, gemo ainda mais alto não consigo controlar meu pau rijo está pulsando, meu cu piscando cada vez com mais força, nós dois suspirando, Rafa suando e a punheta dele cada vez mais rápida e forte, o pau dele vermelho carne viva a ponto de explodir, até que ele urra e fica de joelho rapidamente na cama ao meu lado "TOMA PORRA PUTA" gozando vários jatos de gala grossa em meu peito, minha cara, corpo dele tremendo, ele urrando, aquela cena, aquela sensação do leite derramando em cima de mim, na minha bochecha, meu pescoço, meu peito, porra chegando até meu piercing, aquilo me fez subir nas alturas e GOZAR JUNTO URRANDO, enchendo meu umbigo, meus gominhos de porra, porra também no peito, estava coberto de porra, minha e dele, ele também está ali urrando, manipulando o pau até sair a última gota em cima de mim. Vendo aquilo não resisto, puxo a cintura dele e começo a chupar o pau dele para arrancar ainda mais porra, PORRA DO MEU MACHO CARALHO, chupo aquela cabeçorra até amolecer e ele dar os últimos suspiros, atolando aquela cabeçorra na minha boca, chupo com gosto também aquietando meu pau. Ele vem e me beija, compartilhamos o resto de babinha e porra dele, um beijo inicialmente violento, brusco, ele deitando em cima do meu corpo molhado de porra e me esmagando com todo aquele peso, pegando minhas mãos e colocando sobre a minha cabeça, me colocando a sua mercê, com força a ponto de marcar meus punhos, enquanto suas pernas forçam violentamente as minhas coxas branquelas e lisas a se abrirem para ele deitar entre as minhas pernas, o pau meio-bomba e molhado encostado na minha bunda rubra já, eu sentindo todo aquele peso em cima de mim, ele aquietando o beijo e passando a barba no meu pescoço, me dando beijinhos, nossas respirações aos poucos se acalmando. Estava ali, submisso àquele homem que estava me fazendo cruzar uma fronteira até então inédita para mim.

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