Caminhoneiro Gostoso

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Eu tinha meus 15 anos e estava em férias na cidade de Agenor de Campos – Mongaguá-SP. Eu era um garoto bonito, cabelos compridos, bunda grande e redonda(além de lisinha), ou seja, eu era a perdição dos homens, que se estapeavam prá me comer. Eu era muito disputado mesmo, não era papo, não. Eu podia escolher quem meu cuzinho iria agasalhar ou não, quem eu ia dar ou não. E era assim sempre, desde os meus 10 anos de idade quando fui iniciado no sexo, eu sempre fui disputado. Naquele dia, resolvi sair e andar um pouco, e não sei pq, me deu vontade de andar meio que no acostamento da estrada, só prá ver os carros e caminhões passarem. Vários carros de passeio pararam me perguntando se eu dava, quanto era o programa, essas coisas. Recusei todos, mesmo os que me ofereciam grana. Nunca fui puta, nunca gostei de transar por grana. Nisso, tenho o meu pudor…

Entretanto, em determinado momento, parei num posto prá tomar água, e sinto alguém me olhando. Ao olhar, vi um homem de seus 45 anos, moreno, forte, simpático, barba por fazer me olhando e piscando prá mim. Eu pisquei de volta, sorrindo, tomei meu copo d’ água e ia saindo, quando ele veio com uma garrafa de Coca-Cola e me deu. Olhei prá ele, agradeci e fui tomando, enquanto ele me olhava e sorria prá mim. Eu retribuía o sorriso, estava muito interessado naquele homem que me excitava e me deixava com o cu piscando de tesão e desejo. Resolvi ver até onde aquilo ia. Agradeci novamente e fui saindo, sem deixar de discretamente, ver se ele ia ficar ali paradão ou se ia me seguir. Prá minha alegria, o cara veio correndo atrás de mim e me perguntou se eu já conhecia alguma boléia de caminhão. Eu disse que não, mas que era muito a fim de conhecer uma. Ele me pediu prá eu segui-lo e eu fui, excitado, com as pernas bambas e cheio de tesão querendo tudo…

Ele entrou no caminhão, e abriu a porta prá que eu entrasse; entrei e tomei assento. Ele ligou o possante e começamos a passear, pensei eu: ele quer achar o "abatedouro" ou seja, o lugar prá me comer gostoso. Depois de um passeio de uns 15 minutos, chegamos a um local bonito, mas deserto. Ele parou o caminhão, olhou prá mim apertando o pau por cima das calças(o que deu prá eu ver um volume bem generoso) e perguntou se eu já tinha dado o cu dentro de um caminhão. Respondi que não, mas que iria adorar que fosse ali e com ele. Sem perder tempo, o cara libertou o gigante de dentro das calças, e pediu prá que eu o chupasse. Fiz o que ele me pediu sem perder tempo, afinal, eu estava louco de tesão, doido prá dar prá aquele cara gostoso. O pau do cara era realmente gigante 19 por 6,5 cms. Eu tentava abocanhar todo, mas não conseguia. Então, eu ia lambendo, chupando as bolas, revezando entre uma e outra bola. E assim foi por longos minutos, até ele me pedir prá passar prá trás e ficar sem roupa. Fiz o que ele me pediu, e ele então me disse prá que eu deitasse de bruços e qual não foi minha surpresa, quando ele começou a abrir minhas nádegas e lamber o meu cuzinho. Comecei a gemer, delirar com aquela linguona que lambia, e entrava no meu cuzinho, me deixando mais louco ainda de tesão e desejo de ser penetrado por aquele enorme caralhão que ele tinha. Depois de muito tempo me lambendo o cu e lambuzando de saliva o rabinho, ele disse que ia me comer. Senti ele posicionando o cacetão gigante na porta do meu cuzinho e bem devagar começou a deslizar aquele gigante cabeçudo prá dentro de mim. Senti um pouco de dor, gemi, faltou-me até o ar. Mas, depois que a pica entra, já era. Ele deslizou aquela jeba centímetro por centímetro dentro do meu cu. E quando sentiu seus pentelhos em minha bunda, parou e ficou ali me acariciando, beijando o meu pescoço, passando as mãos em minhas pernas. Quando sentiu que meu cuzinho havia se acostumado com o seu cacetão, o caminhoneiro passou os braços por baixo dos meus, e começou a me foder com gosto, tesão e volúpia, foder meu cuzinho sem dó e nem piedade, com toda força. Eu gemia, pedia rola com gosto, delirando de prazer que eu estava. Quanto mais eu pedia rola, mais forte ele fodia o meu cuzinho, me deixando até sem ar de tanto tesão que eu sentia. Em dado momento, ele parou, me pedindo prá deitar de ladinho. Tirou sua picona de dentro do meu cu com todo cuidado, e eu me deitei de lado. Com o tesão que eu estava, esperei ele se deitar atrás de mim, e direcionei o cacetão dele bem no meu cuzinho e aguardei. Ajudado pelo fato do meu cuzinho estar aberto, o cacetão deslizou prá dentro de mim sem dificuldades, e quando encostou seus pentelhos em minha bunda, ele novamente começou a socar gostoso em meu cuzinho. Tamanha era o ritmo das estocadas do pauzão no meu cuzinho, que o caminhão até balançava enquanto ele socava. O pau entrava e saía rápido e forte, me dando a impressão de que eu estava arrombado. Eu estava no céu de tanto tesão, e senti gozar sem nem tocar no meu pau, ao mesmo tempo que o caminhoneiro gozou também, urrando de prazer e jorrando litros e litros de porra quente no meu rabo. Depois que gozou, ele ficou algum tempo engatado comigo, me acariciando e falando palavras de carinho. Tirou o pau, e voltamos ao posto prá nos banharmos. Lá, fui alvo de olhares de outros caras que tomavam banho naquele duchão coletivo, olhares de pura lascívia de desejo, me deixando excitado. Ele se despediu de mim e foi embora, não sem antes pegar o meu endereço e telefone. Quando o caminhão dele partiu, senti uma mão em meu ombro, e ao olhar, era outro caminhoneiro, alto, negro e musculoso. Me convidou prá conhecer o caminhão dele. Mesmo com o rabinho esfolado e arregaçado, eu fui. E mais uma vez, fui comido bem gostoso… Ah, esses caminhoneiros maravilhosos do meu Brasil…

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