Aconteceu no trabalho

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Eu estava trabalhando de segurança patrimonial em uma usina de álcool. Fazendo o terceiro turno das 23 às 7 horas da manhã.
Estava numa noite chuvosa e várias pessoas terceirizadas estavam trabalhando na usina. No início do turno fomos surpreendidos como um dos funcionários terceirizados, um homem de traços judiados de mais ou menos uns 40 anos, pele queimada de sol com cabelos lisos e barba por fazer, tendo um pouco de barriga e um corpo forte por conta do trabalho pesado. Este homem encostou o carro no estacionamento e não estava sozinho. Naquela noite ele levou consigo o filho. Um garoto magro de estatura mediana, sua pele era morena como a do pai e seus traços faciais muito marcantes. Agora o outro não tinha mais do que 12 anos o que ficou Confirmado depois. Você justificou muito dizendo que teve que levar o garoto pois a mãe havia viajado e ele não tinha como deixá-lo sozinho em casa. A situação logo se tornou o comentário geral Mas de qualquer forma teríamos que conviver com aquele garoto naquela noite.
Do lado externo da empresa havia um espaço que chamávamos de rodoviária. Era um espaço grande com mesa cadeiras armários e bebedouro de água, havia também uma televisão de banheiros para os funcionários em uma pequena sala onde eram feitos os bafômetros na troca de turno. O que era uma das minhas atribuições. O garoto ficou neste lugar mas logo o lugar ficou vazio Pois todos os funcionários foram trabalhar. Como estava chovendo haviam combinado entre os funcionários da segurança, eles ficam portaria ate as 3 horas da manhã, o outro ficou em uma Guarita em outra parte da empresa aonde provavelmente dormiria até às 3 horas da manhã, e eu como tinha que fazer o bafômetro dos funcionários fiquei na rodoviária e com certeza também aproveitaria a chuva para dormir até às 3 horas da manhã.
Quando todos os funcionários foram para os seus postos de trabalho eu e o garoto ficamos sozinhos olhando um pouco de TV. A princípio O garoto estava tímido mas conversamos um pouco e ele me disse sua idade, 12 anos, e falou também um pouco da escola. Por causa da chuva O Tempo começou a esfriar um pouco como o cair da noite em determinado momento eu decidi ir ao banheiro para mijar. O garoto se levantou e foi junto comigo, parecia estar com medo de ficar ali sozinho pois este local era próximo à Rodovia e realmente dava um pouco de medo.
Ao entrar no banheiro fui no cocho para urinar e o garoto parou do meu lado para mijar também. Coloquei o pinto para fora, o garoto ficou olhando, um pouco rígido pela vontade de urinar, não é nada avantajado, são 12 centímetros mole e cerca de 17 centímetros duro, que grossura razoável comparado a uma calabresa. Me surpreende ao olhar também para o pinto do garoto que começou a mijar do meu lado. Não parecia o pinto de um garoto de 12 anos, era comprido e fino um pouco mais morena e alguns pelos, ao expor a cabeça revelou uma glande bastante saliente Rocha. E logo o garoto foi Perdendo o Controle e seu pinto foi ficando rígido parecendo ter ali 13 cm.
Observando o descontrole do garoto Eu também acabei me deixando levar e o meu pinto também começou a endurecer. O garoto olhou nos meus olhos e voltou a olhar para o meu pinto que já estava praticamente tudo. Seu olhar era de admiração e curiosidade parecendo revelar uma grande empolgação.
Mesmo sabendo que ninguém apareceria por ali, ainda mais numa noite chuvosa, recobrei o juízo e guardei meu pinto duro dentro da calça formando um volume escandaloso, o garoto para voltarmos assistir televisão. Garoto também guardou seu filho que estava muito duro com alguma dificuldade e voltamos para a televisão.
Estávamos sentados lado a lado vendo TV e ficamos ali por uns 40 minutos, mas minha rola não baixava e às vezes eu achei tava por dentro da calça, fazia isso o garoto observava atentamente seguindo de olhar nos meus olhos e depois desviava o olhar tentando disfarçar. Cada vez que o garoto fazia isso ela ficava mais dura e o volume maior que eu tenho que ajeitar novamente chamando a atenção do garoto. Mas a madrugada foi entrando e a temperatura foi caindo. Como fazer a parte dos meus planos dormir na sala do bafômetro em um colchonete que já estava ali para isso, decide convidar o garoto pois não poderia deixar vou ali naquele frio já que parecia não ter trazido nenhum tipo de blusa.
O garoto logo aceitou e entramos na sala do bafômetro estava trancada. Destranque a porta e logo entrando e voltei a trancá-la. Lá dentro Eu ajeitei as coisas coloquei o colchonete no chão e como era de costume mas não possuo net de solteiro e havia também uma coberta, feito isso também tem um garoto aqui e se ele não se importasse, poderia deitar. Garoto Apenas disse que tudo bem mas como era um colchonete de solteiro sugeri a ele que dormíssemos de lado para cabelo melhor os dois.
Durante o tempo que levei para ajeitar a cama, minha rola Abaixa um pouco a bomba, me ajeitei e deitei de costas para parede e o garoto logo se deitou na minha frente de costas para mim. Ele ficou a uma distância de menos de um palmo do meu corpo e dava para sentir a sua respiração um pouco mais ansiosa. Só aquela situação já fez minha rola endurecer novamente ligar Fernando as mãos Eu ajeitei apontando para cima e aliviei um pouco sinto desabotoando também a calça mas não encostei no garoto. Da forma que eu estava, ela ficou com mais do que a cabeça para fora apontando para o meu umbigo. O garoto estava no fone Du mesmo não estando tão frio dentro da sala estávamos praticamente deitados de conchinha sem nos encostarmos. Mas comentei com um garoto que se ele se estivesse com frio poderia se encostar em mim para se aquecer um pouco. O garoto esperou segundos e sem dizer nada levou seu corpo um pouco para trás encostando no meu peito encaixando a bunda na região do meu quadril. Sua bunda era redonda e saliente achou perfeitamente uma posição da minha rôla.
O garoto logo sentiu que estava dura e se mexer um pouco ajeitando melhor a bunda na rola. Também me movimentei, ajudando o meu pinto a se encaixar no rego do garoto. Ficamos assim por um tempo, praticamente imóveis. Eu com a rola dura, pressionanda pela bunda do garoto, e ele respirando forte.
Então eu abracei seu corpo dizendo que era para esquenta-lo. Pressionei seu corpo contra o meu peito e comecei a mexer devagar o meu quadril, esfregando a minha rola na sua bunda. Perguntei se estava bom assim é se ele estava se sentindo mais aquecido. O garoto apenas concordou, sussurrando em meio à gemidos contidos.
Seu corpo magro era bem menor que o meu é estava totalmente envolvido nos meus braços. Até que levei minha mão no seu pinto e conferi que estava muito duro. Mesmo quando eu não mexia meu quadril esfregando meu pinto na sua bunda, o garoto mexer a bunda seca chegando em mina enquanto eu fui nem tava de leve sua rola por cima da bermuda.
Naquele movimento eu passava minha boca na sua nuca aí na sua orelha tirando ainda mais gemidos do garoto. Então sussurrei no seu ouvido para que ele chupasse minha rola e no movimento rápido ele se virou e rastejou para baixo já segurando minha rola e abrindo o restante do zíper da minha calça. Eu ajudei e baixei minha calça até o joelhos, também desabotoei minha camisa e o garoto começou a me chupar. De início encostou os lábios na cabeça e deu para sentir sua respiração quente no meu pinto, logo ele a abocanhou passando a língua em volta e foi colocando cada vez mais a minha rola na boca e chupando como um profissional. Chegando a colocar a rola quase inteira na boca e voltando a se concentrar na cabeça. Tudo enquanto segurava o meu saco que brincava com minhas bolas. Deixei o garoto fazer o seu trabalho e chupar minha rola com bastante vontade. Foi um prazer imenso. O tesão e o perigo me deixavam muito excitado é minha rola babava dentro da boca do garoto que não parava de chupala por um minuto.
Eu estava em serviço e não tinha muito tempo para curtir tudo aquilo, mesmo numa noite chuvosa e sabendo que ninguém apareceria por ali, Então decidi ir além. Puxei o garoto para mim eu tirei a sua bermuda e também sua camiseta. A única luz da Salina era a lanterna do celular que estava em cima de uma mesa e deixava uma iluminação fraca no ambiente. O garoto já sabia o que ia acontecer pois se posicionou de bruços e levou as mãos nas nádegas abrindo um pouco. Arranquei minha camisa e deixei minha calça nos tornozelos. Passei bastante USP naquele Rego enfiando o dedo no seu cuzinho, que piscava enlouquecidamente. Em seguida me posicionei em cima do garoto que abria as nádegas com as próprias mãos e posicionei minha rola esfregando a cabeça no seu rego espalhando a saliva. Minha rola logo encontrou o seu buraquinho e eu comecei a pressionar soltando do garoto alguns gemidos um pouco mais fortes. Um misto de dor e prazer. Deixei o peso do meu corpo empurrar minha rola naturalmente naquele buraquinho que foi se abrindo e deixando a cabeça entrar lentamente. Eu sentia cada milímetro daquela penetração E é assim que senti a cabeça da minha rôla dentro daquele garoto Comecei a mexer o quadril fazendo a rola entrar cada vez mais e o garoto também se mechia tentando ajudar enquanto gemia. Recuei um pouco e voltei a pressionar até que senti meu púbis pressionando as nádegas do garoto quê ajeitou as mãos no rosto. Sentia mais da metade da minha rola dentro daquele buraco e comecei a foder devagar, No Ritmo dos gemidos do garoto. O tesão era enorme e fui acelerando os movimentos fodendo cada vez mais forte e arrancando gemidos maiores do garoto. Depois de uns 15 minutos não consegui me segurar e comecei a gozar dentro do garoto. Minha rola pulsava enquanto soltava jartos de porra que encheram o garoto por dentro ao ponto de escorrer pelas beiradas. Deixei meu corpo cair sobre aquele corpo pequeno e magro. Ele estava ofegante e tomado pelo prazer e sentia o garoto com sua forte respiração e seu coração batendo acelerado. Entrelaçamos os nossos dedos e ficamos ali por um tempo até que deixei minha rola escapar de dentro do seu cuzinho. Alcancei uns papéis toalha que estavam por ali e limpei o garoto e também minha rola. Virei o garoto e vi que seu pinto ainda estava durinho e um pouco melado. Perguntei se ele havia gozado e ele respondeu que não sabia. Então decidi retribuir-lhe o prazer que a ele havia me dado. Segurei sua rola e Comecei a chupar lá enquanto o garoto se contorcia de prazer. Tentei fazer o melhor e em poucos minutos o garoto agarrou meus cabelos forçando minha cabeça contra sua rola que cabia inteira dentro da minha boca que logo foi inundada pela porra do garoto. Ele gozou fartamente com jatos fortes e Sabor suave da sua porra juvenil, ir para não fazer sujeira por ali eu acabei engolindo toda a sua gozada. Deitamos um ao lado do outro e ficamos abraçados ainda pelados sentindo o calor dos nossos corpos. O garoto tinha um comportamento muito carinhoso e apoiou sua cabeça no meu peito enquanto mexia com as pontas dos dedos nos meus pêlos corporais e nos meus mamilos. Ele não dizia nada apenas respirava forte No Compasso das batidas do seu coração. Ficamos ali como dois namorados mesmo tendo acabado de nos conhecermos. O barulho da chuva e a penumbra do quarto fizeram com que a gente acabar se adormecendo por algum tempo. Mas como já estou acostumado a dormir por curtos períodos no trabalho, logo eu acordei e o garoto parecia exausto mas também tive que acordarlo.
Não poderíamos ser flagrados ali naquela situação Então vestimos nossa roupa é minha rola voltou a endurecer. O garoto logo ficou Atento e olhando então puxei ele até mim e deixei a rola para fora. Me apoiei sobre a mesa que ele se abaixou abocanhando minha rola e chupando com mais vontade ainda. Ele adorava chupar e fez isso até eu começar a gozar dentro da boca dele. E seguindo minha orientação ele foi engolindo tudo e continuou mamando até limpar toda a minha rôla.
Eu permiti que ele ficasse no colchonete descansando protegido do frio enquanto eu fiquei do lado de fora fazendo a minha função de vigiar as coisas e, Por incrível que pareça, em determinada altura da noite O pai do garoto apareceu para ver se estava tudo bem. Eu avistei de longe pois ele usava uma capa de chuva amarela. Comentei com ele que o garoto estava na sala do bafômetro dormindo no meu colchonete Pois havia esfriado um pouco e eu fiquei preocupado com a saúde do garoto permitindo que ele ficasse lá dentro. O pai do garoto por sua vez ficou muito agradecido entendendo que eu havia cuidado muito bem do filho dele e mal sabia ele o quanto o filho dele havia cuidado bem da minha rôla.
Mesmo assim, não sei se por cisma minha, senti que o pai do garoto estava com alguma desconfiança no olhar. Dava a impressão de que ele praticamente sabia o que havia acontecido pois seu sorriso Era bastante safado e intrigante. Muitas coisas passaram pela minha cabeça, Inclusive a possibilidade do garoto ser comido pelo próprio pai. E esses pensamentos me deixaram novamente de pinto duro formando um Generoso volume na calça do uniforme que tem tecido mais fino. E mais uma vez, não sei se por cisma minha, tive a nítida impressão de que o pai do garoto observou este volume e pareceu entender toda a situação. Ainda é incomodado com minhas dúvidas, perguntei ao pai se ele queria entrar e conferir se estava tudo bem com o menino e ele decidiu fazer isso. Ele entrou na sala e deixou a porta entre aberta e minha curiosidade estava Grande, fui atrás abrir um pouco mais a porta observando que o pai estava agachado ao lado do colchonete e o menino dormindo de bruços. Ouvir o pai sussurrando alguma coisa para o garoto mas não compreende o que ele dizia. Apenas percebi que ao agachar o pai apoiou uma das mãos no garoto para se equilibrar. Porém voltei rapidamente que Ele apoiou essa mão na bunda do garoto e parecia estar conferindo se alguma coisa tinha acontecido. Meus pensamentos ficaram mais tensos e logo imaginei que parte da porra depositada dentro do garoto poderia ter escolhido e seu rego deveria estar todo melado. Meu coração acelerou e eu fiquei preocupado até porque logo o pai ele se levantou e veio na minha direção com sorriso um pouco fechado. Notei que ele tinha algo na mão e ao passar por mim ele foi até o banheiro. Ficou algum tempo lá dentro e logo eu entrei para ver se estava tudo bem E ele estava lavando as mãos. Perguntei a ele se o garoto estava bem e ele me respondeu com um sorriso bastante desconfiado que sim, que seu filho estava bem e havia gostado muito. Nesse momento o meu coração quase sai pela boca. Mas ele completou dizendo que o garoto havia gostado muito de poder ficar dentro da sala que era mais quem tinha. Eu e o pai do garoto Nos olhamos atentamente com o mar de muita desconfiança, em seguida saímos do banheiro e ele se despediu retornando para a indústria enquanto eu fiquei por ali e logo fui até o garoto. Isso mesmo que desconfiava que o pai havia feito. Achei e coloquei minha mão por dentro da bermuda do garoto passando os dedos no seu rego que realmente estavam pouco melado e com bastante cheiro de esperma. Sussurrei para o garoto seu pai dele havia percebido E se ele também tinha passado a mão na sua bundinha para conferir. Meu susto foi imenso quando o garoto Balançou a cabeça afirmativamente e eu logo fui perguntando se o pai havia ficado bravo e se a gente teria problema. O garoto sorrindo timidamente e disse que estava tudo bem que o pai dele apenas Havia perguntado no seu ouvido se ele estava sentindo dor esse eu havia forçado muito o machucado ele. O garoto também me contou que disse ao pai que estava tudo bem e que eu tinha feito com muito carinho e ele havia gostado muito. Eu estava pasmo com aquela situação de um imenso prazer anterior a uma sensação de culpa e um receio imenso de ter problemas com aquele funcionário. Mas perguntei ao garoto como o pai dele havia desconfiado e a resposta me surpreendeu muito. O garoto disse com um belo sorriso nos lábios que o pai havia desconfiado porque eles também costumavam brincar daquele jeito.
Nessa época eu não estava muito acostumado com esse tipo de situação e não imaginava que um pai e um filho poderiam fazer aquilo. Havia visto em alguns sites de contos, histórias que relatavam este tipo de relacionamento entre pai e filho mas nunca imaginei estar tão perto ou envolvido em uma situação real.
Um pouco mais tarde, antes de eu voltar para a portaria e trocar de local com meu parceiro, eu voltei dentro do quartinho e deixei o garoto machucar novamente gozando na sua boca.
Deixei o garoto deitado no colchonete e fui para a portaria. A portaria avisei meu colega que o garoto estava dormindo no meu colchonete para se proteger do frio. Meu parceiro foi para o meu lugar e eu fiquei na portaria. E observando pela câmera, notei que meu colega entrou no quartinho e ficou lá dentro. Fiquei intrigado e imaginando se meu parceiro estava abusando do garoto. Mas logo raciocinei que na verdade esse era o nosso costume quando chovia. Um ficava na portaria e o outro ia para o quartinho dormir. Seis horas da manhã meu parceiro voltou para a portaria. Seu semblante era de felicidade, mas logo vi que era coisa da minha cabeça. Então fui para o quartinho pra acordar o garoto e arrumar tudo para fazer o bafômetro nos funcionários que entrariam às sete. Cheguei no quarto e o garoto já estava acordado e sorridente. Conversei um pouco com ele enquanto recolhia o colchonete. E foi então que vi no chão ao lado das coisas, uma boa quantidade de porra. Estava respingado por toda parte, como se alguém tivesse gozado muito ali ao lado de onde o garoto dormia. Olhei para o garoto e perguntei o que ele havia feito com o meu parceiro. O garoto não se preocupou e me disse que tinha apenas chupando ele, e ainda comentou que a rola do meu parceiro era muito grossa e ele não aguentou no cuzinho.
Fiquei indignado e com um pouco de ciúmes.
E descobri que o garoto tímido do início da noite era na verdade uma bela de uma putinha. Certamente iria dar para o próprio pai quando chegasse em casa para comemorar as duas rolas que conseguiu na noite.
Naquela semana eu e meu parceiro ficamos meio afastados, até que acabamos conversando sobre os fatos e contando um pro outro sobre o garoto e seu pai.

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