Tragedia ou sorte? – parte 4

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Ele então tirou a cueca e falou. RODRIGO: GUARDA MINHA CUECA AI FRANGOTE ( e jogou em minha direção). não tive nem tempo de responder ( ela acabou caindo no chão), levantei da pedra ( estava mancando e sentindo um pouco de dor ainda), peguei ela e quando estava voltando pra pedra ele gritou. RODRIGO: JÁ QUE VOCÊ LEVANTOU, PORQUE NÃO ENTRA NA ÁGUA E APROVEITA PRA LAVAR ESSA ROUPA? EU: TA BOM ( mais antes de responder fiquei pensativo um pouco). comecei a tirar a blusa ( enquanto eu tirava percebi que ele não parava de me olhar), tive um pouco de dificuldade pra tirar a bermuda que eu estava (por causa dos machucados e curativos), mais decidi ficar de cueca ( só tinha ficado pelado pro meu pai e minha mãe), mais antes de entrar na água o rodrigo pediu pra mim pegar um sabonete que estava na calça dele, peguei o sabonete e comecei a entrar na água ( estava muito gelada), e vi que ainda ele não tinha parado de me olhar. Ele estava meio longe de mim ainda, parei com a água no meu peito e falei. EU: TOMA AQUI O SABONETE, VEM AQUI PEGAR… RODRIGO: TRAZ AQUI PRA MIM… TÁ COM MEDO DE IR PRO FUNDO? VOCÊ NÃO SABE NADAR? ele viu que eu não ia responder, então ele veio até mim pegar o sabonete, enquanto ele chegava perto de mim começava a sentir uma coisa meio estranha não sabia oque era quando ele chegou mais perto com um sorriso largo ( fiquei com vergonha e olhei pra baixo, por eu ser branquinho conseguia me ver ate o meu umbigo, depois dele não via mais nada, nem mesmo o leito do rio), ele chegou e eu já fui entregando o sabonete pra ele e ele disse. RODRIGO: TÁ COM VERGONHA FRANGUINHO… JÁ DISSE QUE NÃO PRECISA TER VERGONHA SÓ TEM A GENTE AQUI… (eu dei um sorriso meio amarelo) … ele então começou a se ensaboar ( passou no cabelo, no corpo ) e eu ali vidrado nele sem saber o motivo (não parava de olhar pra ele, tentando olhar mais alem do peitoral largo dele, mais não conseguia ver nada), então ele deu o sabonete pra mim e falou. RODRIGO: AGORA É SUA VEZ… e riu. peguei o sabonete e comecei a me ensaboar ( agora era ele que não parava de me olhar, parecia que ele estava me comendo com os olhos), ele percebeu que eu estava com dificuldade. RODRIGO: DEIXA EU TE AJUDAR, TÁ QUASE MORRENDO AI … e riu tentei falar que não precisava mais ele começou a lavar minha cabeça e meu corpo ( estava sentindo uma coisa diferente com aquele homem moreno e forte passando a mão pelo meu corpo, mais estava gostando de sentir aquilo tudo), ele foi me ajudando a me lavar ( mais ele não chegava perto de mim, eu estava curioso pra saber o motivo), ele então terminou e mandou eu dar um mergulho (pra tirar o sabão), quando eu mergulhei (eu abri os olhos), e tomei um susto quando olhei em direção dele ( ele estava com o pau totalmente duro), não conseguia ver nitidamente por causa da água turva (mais ai percebi o motivo de ele não chegar perto de mim, nunca tinha visto nenhum na minha frente), ele percebeu que eu estava demorando embaixo da água e virou para o lado, quando eu levantei e olhei pra ele ( ele estava com vergonha), e ai falei pra ele. EU: TÁ COM VERGONHA .. MAIS NÃO FOI VOCÊ QUE DISSE PRA MIM NÃO TER VERGONHA… (não sei de onde eu tive coragem de falar aqui) … RODRIGO: CALA A BOCA MOLEQUE E VAI PEGAR A NOSSA ROUPA PRA MIM LAVAR, DAQUI A POUCO COMEÇA A ESCURECER E NÃO PODEMOS FICAR AQUI… sai da água e fui buscar a roupa pra ele (peguei a roupa e dei pra ele), voltei e fiquei sentado na pedra ( fiquei olhando pra ele. mais percebi que ele não estava mais olhando pra mim como antes, ele só ficava lavando a roupa), depois de um tempo começou a chover muito forte ( sabe aquelas pancadas de chuvas forte), ele então vestiu só a cueca e saiu da água correndo (enquanto ele vinha correndo, fiquei olhando aquele volume na cueca dele, não conseguia parar de olhar). ele então jogou a roupa molhada em mim e falou. RODRIGO: VAMOS RÁPIDO MOLEQUE … SE NÃO A GENTE NÃO CONSEGUE VOLTAR… e rapidamente ele me pegou no colo e saímos dali, no caminho ele foi quieto, não falava nada ( acho que ele deve ter percebido que eu não parava de olhar pro volume dele), eu também não tinha coragem de falar nada, então fomos o caminho todo quieto. e então chegamos na barraca molhados
na próxima parte conto oque aconteceu quando chegamos na barraca … espero que estejam gostando …

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