Os segredos dos mágicos

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No trajeto para a minha escola tinha uma gráfica artesanal onde só trabalhava o dono, era uma portinha na frente da oficina dele e algumas vezes ele ficava com a portinha aberta e fazendo umas mágicas com cartas. Um dia estava voltando da escola e ao passar eu o vi manuseando cartas e fiquei olhando ele fazer truques e me convidou para entrar e ver mais por que ele tinha outros apetrechos de fazer mágica. Ele me levou no escritório e pediu para eu sentar na cadeira, em frente da mesa, e ele sentou no cadeirão dele e disse se chamar Geraldão, achei estranho por que ele não era muito grande, voltou a fazer magicas com as cartas e sempre eu perguntava como ele fazia e a resposta sempre era “é segredo”.
Eu delirava com tanta habilidade e ele pegou em uma gaveta uma caixa que parecia uma gaiolinha, e mais truques, me deixando louco de curioso. Sempre a resposta era “é segredo”. Foi até a hora que insisti que eu manteria segredo e ele perguntou: Você tem que manter segredo até que veio na minha gráfica, OK? Eu louco para saber dos truques disse que sim. Ele me chamou para perto dele para ver os truques e corri dando a volta na mesa e ao ficar ao lado dele ele começou a mostrar como ele fazia com as cartas. Já que descobri, agora queria fazer e ele falou que para me ensinar precisava sentar nas pernas dele. Fiz rapidinho, e ele me envolveu com os braços fortes dele e começamos a mexer com as cartas. Eu tentei e deixava cair às cartas por falta de habilidade e ele pediu para aproximar minhas costas na barriga dele, já que eu estava sentado nos joelhos dele. Ao me puxar e encostar meu corpo no dele eu senti algo duro na minha bundinha, mas queria aprender a fazer truques com as cartas e não dei valor a essa coisa dura, nem imaginava o que pudesse ser, pois era muito grande e não tinha visto pinto de adulto, só dos meninos quando brincávamos no meio dos pés de mamonas nos terrenos vazios da minha rua.
Comecei a manusear melhor as cartas apesar da minha mão pequena e o seu Geraldão começou a fazer carinho com as pontas dos dedos nas minhas pernas, visto que eu estava de calça curta que era o uniforme na década de 50, eu me arrepiava, contorcia o corpo e pedia para ele parar, mas ele encostou o bigode dele no meu pescoço, o que me fez arrepiar mais e ele perguntou bem baixinho no meu ouvido, “está gostoso?”. Falei que sim e que me atrapalhava para fazer magicas e ele complementou: “Se vc fizer mágicas comigo te fazendo ficar arrepiado vc será um excelente mágico”. Continuou com os carinhos e eu tontinho tentando segurar as cartas, ele me incentivava a tentar, tentar e decide que pararia um pouco, pois estava com as mãos doloridas de segurar as cartas. Ele falou: -“Ok, vamos descansar das mágicas e fazer vc se controlar com os carinhos”
– Como controlar se faz muitas cocegas
– Tudo isso é preciso treino, quer tentar?
– Sim
– Levanta o corpo do meu colo para eu me ajeitar.
Debrucei-me na mesa e ele se ajeitou no cadeirão e pediu para eu tirar a camisa do uniforme por que estava calor e sentar. Ao me sentar senti algo quente no meio das minhas pernas e ao olhar para baixo eu vi um troço roxo e redondo, e ele começou a passar a ponta dos dedos na minha barriga, costas e pernas e eu tentanto me controlar e ele falando no meu ouvido “Seja macho de se controlar”, eu tentado e comecei a respirar fundo e segurar a risada e me controlei com muito esforço. Quando parei ele emenda:
– A parte mais fácil já foi agora vamos à parte mais difícil de controle
Eu curioso e cheio de querer ser macho disse:- Vamos que eu me controlo
– Então se levanta do meu colo e se debruce na mesa
Ao me levantar não senti que ele colocou os dedos dos dois lados de minha calça curta e enquanto me levantava ele abaixava junto com minha cuequinha, ele foi tão rápido que ao perceber e para me proteger eu me sentei no colo dele. Foi estratégico que nesse momento eu senti o calor no meio do meu reguinho. Ele me abraça impossibilitando de levantar e segura a minha boca, com medo que eu gritasse, e disse no meu ouvido:
– Seja macho de não se mexer e ficar quieto para poder fazer boa mágicas.
Eu já tinha esquecido as mágicas e estava lembrado das brincadeiras embaixo dos pés de mamonas onde os meninos se esfregavam uns nos outros e sentia aqueles pintinhos finos e pequenos e agora sentia algo grande, grosso e muito quente. Fiquei paralisado de medo e ele começou a me esfregar aquilo que pensei que não poderia ser o pinto dele por ser muito grosso, mas lembrei de que quando sentei eu vi aquela coisa roxa e grossa, e soltei sem pensar muito:
– Geraldão, essa coisa grande é o seu pinto? É muito grande!!!
– Vc nunca viu o pinto de um adulto?
– Não
– Vou te soltar e vc se levanta e olha para traz
Quando levantei e vi aquele pinto enorme com a cabeça roxa que parecia a ponta de uma lança, começando fina e depois engordando e muito mais grossa que o resto do pinto que era comprido, soltei:
– Meu Deus que grande
Ele comentou que era de tamanho normal e se levantou e segurou meu corpo contra a mesa e me debruçou segurando meu tronco e falou:
– Agora se segure que vou fazer carinhos que vão virar cocegas ou tesão.
Começou a lamber minha nuca e eu arrepiando e quando ele colocou a ponta da língua dentro da minha orelha e tremia mais que peixe fora d’água e ele me segurando e desafiando:
– É macho ou mariquinhas de não aguentar
Mal ele sabia que estava um baita tesão que nunca tinha sentido antes, meu pintinho super duro, e ele percorrendo meu corpo com os dedos e beijando minhas constas e ao chegar na minha bundinha, ele passava os dedos nas laterais e beijava de chupar as polpinhas. Ele desceu beijando minhas pernas e subiu beijando por dentro das coxas, foi fatal, eu abri as pernas e ele viu meu pintinho duro e disse:
– Tá gostando ou quer que eu pare?
– Continua que quero ser um bom mágico. Não tive coragem de dizer que estava adorando.
Ele com as mãos abriu as bandas da minha bundinha e foi certeiro com a ponta da língua no meu cuzinho, pulei para afrente e soltei um gemido alto, ele não deixou eu fugir e continuou me lambendo de leve até começar a enfiar a língua no lugar que mais adorei até hoje, no cu, que loucura. Ele ficou um tempo que não sei quanto, mas foi pouco pq queria mais. Ele me soltou e falou: – Por hoje chegava, e só outro dia para continuar.
Quase me jogo no chão de joelhos pedindo para continuar, mas fiquei com vergonha de pedir. Levantei minhas calças curtas, pus minha camiseta e fui embora. Cada passo que dava o meu cu coçava muito.

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