Os pedreiros abusaram de mim quando tinha 14 anos

Olá a todos, boa tarde… esse é meu primeiro conto, espero que gostem.

Meu nome é Paulo, tenho 17 anos e sou de Santos, litoral de SP. Vou contar o que aconteceu a aproximadamente uns 3 anos.
Na época tinha entre 13 e 14 anos. Meus pais por trabalharem muito, sempre me deram autonomia de ir e voltar dos lugares sozinho, inclusive da escola, desde pequeno (10/11 anos)
Tudo aconteceu no no final do ano de 2015.
Tenho olhos verdes, cabelos castanhos escuros e um corpo normal, ombros um pouco largos devido a praticar natação desde pequeno. Os meninos sempre implicam com a minha bunda, por eu ser magrinho e ela ser empinada, feito de menina.
Minha rotina durante a semana era sair da escola, dar um pulo em casa para almoçar e depoir ir para a natação.
No caminho entre essas duas atividades tinha uma obra, não era muito grande, e nela trabalhavam por volta de 4,5 pedreiros. Nunca prestei muita atenção pois estava revestida por aqueles tapumes de madeira (conhecidos como compensado).
Até que um dia, passando por ela na volta da natação, ouvi um assobio, não dei muita bola, pois é comum aqui na minha cidade, os homens mexerem com as mulheres.

No dia seguinte, voltando pra casa, vejo um dos pedreiros na porta, não reparei muito, mas quando ele puxou assunto, percebi o quão bonito ele era.
Nunca tive atração por homens ou por outros garotos, mas ele se destacava. Alto, com um corpo escultural, olhos e cabelos castanhos, cor de quem vai muito a praia.

Puxou assunto dizendo que me via passar todos os dias por ali e que gostava muito de nadar nos finais de semana, pois era muito atarefado com a obra.
Disse que se quisesse entrar pra conhecer o trabalho dele, poderia, afinal 2 amigos estavam tirando um cochilo, aceitei o convite.

Era uma casa de um andar, passamos pelo térreo onde el me mostrou os cômodos que estavam quase prontos, e fomos para o primeiro andar. Lá, ainda em reforma, tinham muitas maquinas maneiras e ferramentas, e acho que ele percebeu minha admiração, perguntou se eu queria tocar nelas. Disse que sim.

Peguei o mertelo e ele me ajudou a pregar um prego numa tábua velha, se posicionou atás de mim, segurando minha mão com o martelo e batendo com uma precisão incrível. Estava muito legal, mas senti um arrepio na coluna quando algo cutucou a minha bunda.
Mas era um arrepio gostoso, hoje sei que era tesão. Continuei ali, pedindo mais pregos, para que ele não se afastasse de mim.

Logo ele falou:

– Está gostando?
Eu disse:
– Sim, muito legal isso que você faz. E tá bem gostoso também.
Ele disse:
– Quer fazer algo mais gostoso ainda?

Eu balancei a cabeça, e fiquei esperando.
Ele soltou o martelo, ainda segurando a minha mão e levou para dentro do macacão, me fazendo segurar a sua rola que estava mais dura que o cabo do amrtelo.
Tentei puxar a mão, mas sem sucesso.
Ele disse:
– Calma, com essa ferramenta, você pode brincar bastante.
Começou um vai e vem com a minha mão, punhetando o próprio pinto.
Quando dei por mim, ele tinha abaixado toda a calça, com o pau apontando pro meu rosto, parecia ser muito grande, uns 18cm, acrdito, mas era grosso como nunca tinha visto, cheio de veias com a cabeça bem clarinha, destoando da cor bronzeada dele.

Disse pra mim:
– coloca essa ferramenta na boca. E mais que de pressa forçou minha nuca contra sua rola.

Comecei a chupar meio desajeitado mas estava muito gostoso, ouvir os gemidos dele.
Todo esse prazer foi interrompido quando os dois amigos dele chegaram e pegaram a gente no flagra:

– Porra Luiz, tá se divertindo e ne chamou a gente.

Subiu um gelo na minha espinha estava apavorado com o que poderia acontecer comigo.

Luiz logo me acalmou dizendo que eram amigos dele que só queria observar, eu estava tomado pelo medo e pelo tesão, mas percebi que ele já estava com a minha mão de volta no seu cacete.

Voltei a chupar ele enquanto um dos amigos vei atrás de mim e o outro ficou do lado. Um era um negão o oubro branco, mas o Luiz se destacava no quesito beleza.
Senti uma mão apertando a minha bunda, mas não lutei conta, logo o dedo do outro amigo estava acariciando meu cuzinho.
Senti molhado, e percebi que era cuspe. Logo ele abaixou as minhas calças e começou a lamber, me levando à loucura.
Luiz disse que aquele dia eu seria a putinha deles.

Pegarma um gel e comecaram a passar no meu rabinho, mas estava distraído com a rola do Luiz e do outro amigo na minha cara para eu alternar, chupando um e outro.
Senti uma dor enorme, como um ferro quente me atravessando, mas não consegui gritar pois o Luiz tampou minha boca. Minhas lagrimas escoriam. O pau do negão era imensamente maior que do Luiz.
Depois de alguns minutos fui me acostumando.
Geraldo era o nome dele.
– Porra geraldo, já acabou com a brincadeira, agora nossos pindos vão ficar folgados nessa putinha esfolada.
Começou a bombar cada vez mais rápido e em questão de minutos, senti algo quente escorrendo de mim…temi ser sangue mas o outro pedreiro, Thiago disse:
– Agora que já leitou ele, troca que pe minha vez.
Me colocou de 4 e comecou a me fuder, nesse ponto, não sentia mais dor, era só prazer.
Luiz me olhava com carnho enquanto eu mamava a rola dele. Thiago logo gozou e Luiz mandou os dois sairem
– Agora você vai ser só minha
Me colocou de frango assado, com uma mão no meu pescoço….me enforcava de leve e bombava…sentia algo me espetar lá dentro, mas era uma sensação muito boa…me beijava, me deu um tapa na cara, que eu confesso que gostei…

Aumentou o ritimo e anunciou que ia gozar, e que eu ia tomar todo o leite dele. Me colocou de joelho e segusou minha nuca, colocando toda a piroka na minha boca, cutucando minha garganta.
Engasguei com o pau dele pulsando na minha língue, jorrando leite direto na minha garganta.
Cai desfalecido, e ele disse:
– Agora é sua vez

Percebi que estava com a rola dura e ele começou a me chupar, punhetar e me beijar. Logo gozei.
Coloquei minhas roupas e ele me fez prometer que não contaria a ninguém.
Fui embora com aquilo na cabeça, logo a obra acabou, pois entrei de férias e não os vi mais.
Desde então tenho vontade de repetir.

Espero que tenham gostado.

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