Os desejos do meu marido – Parte 5/2

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Olá pessoal. É o Jonas. Tive que dividir a parte 5 em duas, pois ele ficou muito grande. Espero que gostem.
Na madrugada de domingo para segunda, eu acordei após um sonho que tive. Sem conseguir dormir, decidi ver o celular do meu esposo novamente, para ver se descobria mais alguma coisa. Escondido no banheiro, li sobre a historia de Carol com o pai. Também descobri que Pedro estava no escritório junto de Roberto e Gregório. E que Roberto havia gravado a transa com Carol e enviado para Pedro. Vamos lá!
Decidi continuar vendo os vídeos. Abri o segundo. Eles estavam no mesmo sofá, só que Carol se encontrava de bruços no encosto do sofá. Um homem muito alto e peludo enfiava o pau lentamente em sua buceta. Sem duvidas era Gregório. A menina tentava se contorcer, mas não tinha forças. Mãos grossas seguravam sua cintura.
G: A cabeça já passou, agora vai o resto…
R: Seu problema não é a cabeça. Aguenta firme princesa, já já esse cuzinho vai estar pronto para nós. Depois de um tempo, não vai doer mais e você vai querer de novo – Os três homens riram.
Dou pausa no vídeos. Gregório estava comendo o cu dela, não a buceta. Não tinha percebido isso pela perspectiva do vídeo. Meu coração batia forte e sentia gotículas de suor se formar na minha testa. Dou play novamente.
G: Já está indo bebê, aguenta firme. Assim. Desse jeito. Já vai acabar.
A câmera se aproxima. Vejo que a parte grossa da rola de Gregório estava pela metade. Depois que ela passasse, aquele cu ia engolir o pau inteiro, pois era mais fina na base. E foi o que aconteceu. Gregório forçou mais um pouco e entrou. O homem continuou forçando até sua pélvis tocar naquela bundinha. Ele estava todo dentro dela. A garota gemia muito, parecia chorar um pouco, e tentava sair, mas seu corpo estava pesado devido a droga e duas mãos enormes a seguravam.
G: Pronto. Pronto. Foi tudo.
Pedro foi até ela e começou a beijar seu pescoço, massagear suas costas, tentando relaxar a menina. Quando ela estava mais calma, Gregório retira um pouco da rola e coloca até o final de novo, sempre com calma. Fez isso algumas vezes. Cada vez que entrava, Carol dava um gritinho. Nesse ritmo, Gregório já tirava metade da rola e enfiava de novo. Pedro assistia tudo, massageando Carol com uma mão e com outra manipulando seu pau.
Depois de um tempo, Gregório retira todo o pau para fora, passa mais lubrificante e volta a enterrar o pau até o final. Pega Carol no colo e senta de pernas abertas com ela no sofá. Ele a apoia em seu peito e cada perna dela em uma coxa sua, deixando-a de cócoras. Coloca uma mão em cada nádega da menina e começa a subir e descer ela em seu pau. Pedro segurava as pernas dela para não sair do lugar. Era surreal a cena: um homem enorme e muito peludo, sentado em um sofá e uma menina, loirinha e pequena para idade, quicando em seu pau com as pernas abertas, de frente para a câmera. A bucetinha dela estava muito vermelha e dava para ver o buraco que Pedro causou. Mas ver aquele pau grosso entrar e sair daquele cuzinho me causava arrepios. Meu pau começou a crescer, não conseguia conter.
G: Desse jeito ta gostoso?
Carol apenas gemia. Estava muito fraca para responder. Pedro solta uma perna e leva a mão até a bucetinha dela, as vezes enfiava um dedo, outras apenas estimulava o clitóris.
P: Que delícia. Você esta linda assim, sabia? Gosta quando mexo aqui?
Carol gemia mais forte. Então Gregório segurou sua bunda um pouco para cima e começou a bombar naquele cu. Não era bruto, mas tinha um ritmo constante e firme. A parte grossa da rola saia quase toda e voltava para dentro. Pedro continuava masturbando a garota. Carol começou a gemer mais alto e a ter pequenos espasmos, ela esta chegando ao clímax.
P: Goza para a gente, goza. Sente essa rola fundo e goza.
Carol já gritava e se contorcia, mas Gregório não parava e não deixava ela sair do lugar.
G: Sente meu pau grosso nesse cuzinho apertado. Vou te encher de porra. Você nunca mais vai me esquecer, vai querer sempre, sua putinha.
Carol começa a tremer toda e a gritar. Pedro enfia dois dedos na sua bucetinha, fazendo ela gritar mais. A menina estava gozando na mão daqueles dois homens que a estavam molestando. Gregório retira a mão de suas nádegas, segura sua cintura e afunda ela até o talo de sua rola, arrancando outro gritinho da menina. O homem goza. Seus urros eram altos e grossos. Ele tremia o corpo todo. Seu saco enorme contraia a cada jato que ia dentro daquele cu. Gregório se esparramou no sofá e Carol ficou deitada em seu peito, sem forças para nada. O pau ainda estava dentro daquele cuzinho e pulsava muito. O vídeo acabou ai.
Sem conseguir me conter, abri o outro. A imagem desse era de cima. Mostrava Carol de volta ao encosto do sofá. Um pau entrava na sua bucetinha, ia ate a metade e saia. As vezes tirava o pau todo e entrava de novo ate onde ia. Era Pedro que a comia de novo. Eu ouvia os gemidos de Carol e de Pedro. Ele então colocou suas duas mãos na bundinha dela e abriu, mostrando todo o cu bem vermelho e aberto para a câmera.
P: Cara, você arrombou a menina, ta toda aberta.
G: Valeu, mano – Gregório respondeu atrás da câmera.
Todos riem. Então, a câmera foca na frente de Carol, onde um homem, que identifiquem como meu marido, dava o seu pau para ela mamar. A menina sem força apenas abriu a boca e Roberto colocou o pau lá dentro.
R: Isso, deixa que eu te ajudo.
Roberto segurou a cabeça dela e começou a conduzir a mamada, subindo e descendo a cabeça dela com as mãos. Então, a câmera volta para Pedro. Ele continuava fodendo Carol na buceta. Mas seus polegares estavam dentro do cuzinho da menina e abriam ele o máximo, expondo um buraco consideravelmente grande. Ele cuspiu lá dentro, soltou o cu dela, tirou a chapeleta da bucetinha, encaixou no buraco do cu e enfiou. Carol gemeu abafada pela rola de Roberto. Me arrepiei com a cena, não pude deixar de me lembrar do dia anterior, quando Pedro também me comeu ali naquele banheiro. A chapeleta entrou para dentro com certa facilidade. A rola foi entrando até o final, depois ele retirou tudo, cuspiu na cabeça e forçou de novo. Pedro começou a fode-la, bem ritmado tirando quase tudo e enfiando de novo.
P: Daqui uns dias vai ta aguentando duas aqui…
R: Não viaja, uma só já ta bom por enquanto – Roberto respondeu entre gemidos.
Gregório, quem deveria estar filmando, focou no rosto da menina. Seus olhos estavam fechados, se não fosse pelos seus gemidos, ia achar que ela tinha desmaiado. O pau muito duro em sua boca estava muito babado, entrava pouco mais que a metade e voltava a sair. A câmera volta para Pedro. Ele tirava e colocava apenas a chapeleta naquele cuzinho, que fazia um barulho diferente sempre que saia.
P: Que delícia. Essa é a melhor forma de deixar o cuzinho acostumado. Quando perder essa resistência na entrada, aguenta qualquer coisa.
Então, ele entrou até o fundo, colocou as mão por baixo dela e começou a fode-la enquanto marturbava sua bucetinha. A menina começou a gemer mais alto e se contorcia. Pedro mantinha um ritmo constante, tirando quase tudo e voltando até o final. Carol começou a gritar, não deveria ter mais o pau na boca. Ela tremia por completo enquanto gritava e, então, parou. Pedro também parou fundo nela e esperou. A menina tinha acabado de gozar mais uma vez. Estava muito ofegante. Sem perder muito tempo, Pedro voltou a estocar. Agora com um pouco mais de força e em um ritmo incessante. Então, ele tira a rola do cu dela e goza sobre suas costas. O pau pulsava muito e lançava jatos para todo lado. Senti minha rola dar um pulo quando viu aquilo. Ele melecou as costas dela, os cabelos e até o sofá.
P: AHHH PORRA… QUE TESÃO!!
G: Você está melecando todo o meu sofá, seu merda!!
P: Que delícia, cara. Fazia tempo que não gozava assim.
Então, pegou a rola e voltou para dentro dela de novo, arrancando novos gemidos de Carol. Ficou lá parado. O vídeo acabava ai.
Meu pau pulsava, mesmo eu não querendo. Não podia sentir tesão naquilo. Era absurdo. Queria parar ali, ir até o quarto e brigar com Roberto pelas suas irresponsabilidades. Mas ainda tinha mais vídeos. Não podendo me conter, dei play nele.
Carol estava deitada, esparramada de barriga para cima no sofá. Respirava mais tranquila. Parecia dormir. Quem filmava, focava seu corpinho. A bucetinha estava muito vermelha e aberta. Os caroços dos peitos estavam muito vermelhos, havia duas manchas roxas, uma em cada peito.
R: Caralho mano, você deixou roxo. Como ela vai explicar isso para mãe dela?
G: Desculpa cara, me empolguei. Quando vi, já tinha marcado.
R: Que mancada eim?
Roberto se aproxima com uma toalha, devia estar molhada.
R: Precisamos acordar ela.
Ele coloca a toalha em sua testa enquanto dava tapinhas em seu rosto.
R: Acorda princesa. Acorda.
Vejo ela erguer um pouco a cabeça e abrir os olhos, bem sonolenta. Então, a garota sorri quando vê Roberto. Fiquei horrorizado, como ela ainda poderia sorrir depois de tudo o que fizeram com ela? Não era possível.
R: Esta tudo bem? – Carol balança a cabeça, mas não diz nada – Aguenta firme, já esta acabando.
Ele se abaixa e da um selinho em seus lábios. Ela assenti e deita a cabeça de novo, fechando os olhos.
R: Mano, me ajuda aqui.
Vejo Gregório se aproximar e pegar ela no colo. Ele a colocou na mesma posição de Flavinho no outro dia: com as costas dela apoiada em seu peito e com os braços atrás das coxas dela. Carol ficou toda aberta. Então, Roberto se aproxima e passa os dedos pela bucetinha dela. A garota geme. Ele enfia um dedo e depois dois, fazendo Carol se contorcer um pouco.
R: Ela esta muito abertinha – Se dirigiu para ela – Você está muito gostosinha.
Ele tira os dedos da bucetinha dela e começa a enfiar e tirar do cuzinho.
R: Está bem abertinho aqui também. Que tesãozinho você é.
Ele retira os dedos, posiciona a rola bem dura na bucetinha dela e começa a enfiar. Carol apenas gemia com os olhos fechado. Ele foi firme até pouco mais que a metade. Era o limite. Tirou a rola para fora e enfiou dois dedos. Enquanto isso, posicionou a rola no cuzinho e começou a entrar ali. Carol só gemia. Ele foi até o final no cuzinho dela. Depois tirou e colocou na bucetinha de novo. Fez essa alternância varias vezes. Carol soltava um gritinhos toda vez que ele chegava no fundo dos seus buracos. Então, Roberto começou a foder. Primeiro seu cu. Tinha um ritmo intenso, tirando quase tudo e enfiando até o fim de novo. Seus dedos masturbavam a menina, ora dentro ou só esfregando o clitóris. Carol já se contorcia, mas Gregório segurava firme.
G: Que putinha! Adora dar o cu. Toda vez que gozou foi com uma rola dentro dele.
Gregório soltou um braço e começou a apertar os peixinhos dela. As vezes beijava seu pescoço, mordia e chupava suas orelhas. Em um momento, ele tirou a mão do meu esposo da bucetinha dela e enfiou dois dedos nela. Ficou ali tirando e colocando por um tempo e depois os levou até a boca da menina. Ela chupou seus dedos melecados da sua buceta. O pau do homem estava muito duro em baixo da menina. Em um momento, Roberto tirou a rola. Sem perder tempo, Gregório posicionou a sua e enfiou ate o talo, tirando um gritinho de Carol e protestos de Roberto.
R: Ah não, você já comeu o cuzinho dela. Agora é a minha vez.
G: Eu sei, mas ela é muito gostosa. Não resisti.
Ele começou a comer ela em pé, mas devido a dificuldade, Roberto a pega no colo, na mesma posição, mas ela de frente para ele. Gregório a fodia com mais forca que a primeira vez. Ele tirava a rola até a cabeça e enterrava tudo de novo. Carol estava com a cabeça jogada para trás, os olhos semi abertos e emitia grunhidos pela boca aberta. Roberto se aproximou e começou a beijar a garota, que retribuía como podia. Vejo Gregório colocar a mão na bucetinha da menina. A cena era mágica. Gregório fodia o cu de Carol com seu pau grosso e com os dedos enterrados na boceta dela. Roberto segurava a menina e chupava a sua língua. Era uma princesa em um sanduíche de ogros muito peludos. Gregório gemia muito e com uma estocada funda, goza pela segunda vez naquele cu infantil. Ele perde a força, tira rola de uma vez só a rola daquele buraco, fazendo Carol soltar um gritinhos de dor e cai sentado no sofá. Sua rola ainda pulsava e soltava alguns jatos de porra. Na posição em que Carol esta, vejo a que porra que caiu lá dentro pingar do seu cu para o chão. Roberto fala alguma coisa e vejo Pedro se aproximar com a câmera. Ele pega Carol na mesma posição que Gregório pouco tempo antes, segurando com um braço e com o outro filmava de cima. Roberto encaixa a rola no cuzinho da menina, que deveria estar muito aberto e super lubrificado de porra, pois com uma única estocada, ele enterra tudo lá dentro. Carol urra, talvez pela brutalidade, mas também de prazer.
R: Isso bebê, geme para mim.
Ele estocava na mesma velocidade e força que Gregório. Carol gemia muito. Ficou um tempo nisso e tirou a rola. Ela estava muito brilhante e sua base estava coberta com aquela espuma que se forma quando a porra é batida. Roberto encaixou a rola na bucetinha da menina e entrou até a metade. Começou a bombar nela na mesma intensidade do cu. A bucetinha dela deveria estar muito aberta, pois já entrava quase tudo ali. Roberto urrava de tesão, falando barbáries para a menina.
R: Que putinha gostosa você é. Adoro comer essa bucetinha. Vou deixar ela bem aberta, do tamanho da minha rola. Sente ela pressionando no fundo? Você vai se apaixonar por isso. A gente vai te comer sempre. Geme para mim delícia, goza na minha rola.
Vejo na câmera mudar de posição. Gregório tinha levantado do sofá e pego ela. Agora filmava Pedro segurando a menina e Roberto comendo ela. De lado se via meu esposo retirar quase toda a rola para a fora e voltar a enfiar novamente. Era impossível uma menina daquela idade e tamanho aguentar um pedaço de carne daquele calibre. Então, Gregório começou a filmar o rosto dela novamente. A cabeça dela estava encostada no peito de Pedro. Sua olhos pareciam virar de prazer e com a boca estava aberta soltando alguns gemidos. Seu corpo tremia com as estocadas que Roberto dava. Então, meu esposo segura seu clitóris entre o indicado e o polegar e começa a apertar. Foi o ápice. A menina tremeu, soltou um grito e gozou na rola do meu marido. Era belo ver ela gozar assim, tive que admitir. Roberto começou a urrar, enfiou o máximo que podia e gozou fundo naquela buceta. Depois que ele terminou, meu marido pegou a câmera de Gregório e filmou o pau dele todo melecado de porra saindo de dentro de Carol. A buceta dela estava bem vermelha. Quando a cabeça pulou para fora, havia uma cratera que escorria muita porra de dentro.
P: Espera ai que não acabou.
Pedro a coloca deitada no sofá. A garota estava acabada. Mas ainda vejo Pedro se aproximar e colocar o pau no boca dela. Forçava para dentro, mas não entrava muito. Fodeu a boca dela até que gozou tudo no rosto dela. A gravação acabou ai. Eu respirava fundo. Era muita informação.
Abri o último vídeo. Era de Carol após tudo o que aconteceu. Ela estava esparramada no sofá com os olhos fechados, parecia dormir. Seu rosto esta coberto de porra e sua boca muito vermelha tinha um discreto sorriso. Eles mostraram os peitos com as duas marcas roxas. Depois mostraram a bucetinha e o cuzinho. Ela estava arrombada. Os buracos ali eram enormes e ainda escorria um pouco de porra. Ouvia os homens cochichando e rindo.
P: Fizemos um ótimo trabalho haha.
G: Que tesãozinho. Já quero comer de novo haha.
R: Muito delícia. Eu sabia que tinha fisgado uma das boa haha.
P: Mano, você é o melhor haha – E parabenizou meu marido com um tapa nas costas.
Meu pau ainda estava duro. Senti vergonha por eu estar excitado com aqueles vídeos. Eu estava me tornando o maior dos voyeurs. E Isso foi estupro, não? Mas e se ela tiver consentido? Ela tem idade para consentir algo desse tipo? E os danos físicos e psicológicos que ela poderia ter? Sua musculatura pode não voltar nunca mais para o estado normal. Era de mais para mim. Eu definitivamente deveria confrontar Roberto. Ele passou dos limites dessa vez. Então, uma voz sussurrou na minha cabeça: Mas ele também tinha passado do limite das outras vezes.
Outras vezes!! Será que ele tinha algum vídeo das outras vezes? Sem perder tempo, acessei sua galeria. Além dos vídeos de Carol, nada havia ali. Me lembrei que Roberto não guarda seus arquivos no celular, caso seja roubado, perdido ou quebrado. Ele tinha um backup, uma nuvem. Acessei ela, mas era protegida por senha. Não foi difícil descobrir. A data que consideramos do nosso casamento, eu também usava ela em minhas coisas.
Havia várias pastas. Trabalho, estudos, documentos importantes, fotos de família, fotos de amigos, etc. Mas uma era diferente: diversão. Achei estranho o nome e acessei. A pasta era enorme, com muitos vídeos e imagens, todos pareciam ter conteúdos iguais ao que vi de Carol. Estava espantado. Era uma coleção enorme. Quando já ia abrir o primeiro, ouço Roberto tossir no quarto. Desesperado, seleciono uns 4 vídeos e mando para mim pelo WhatsApp, apagando do histórico logo em seguida. Os veria depois. Volto para o quarto. Roberto ainda dormia, coloquei seu celular onde estava antes e deitei ao seu lado. Estava longe, pensando nos vídeos, o relógio marcava 3h. Fiquei olhando para o teto escuro. Aquilo tudo era uma loucura. Precisava tomar uma decisão. Negando a excitação que senti diante daquelas imagens, decidi que ia falar com Roberto e exigir que ele parasse com isso. Ele ia colocar tudo que construímos a perder. Iriamos visitar nosso futuro filho no dia seguinte, o que a assistente social diria descobrisse que um dos possíveis pais da criança adorava um cuzinho infantil, nunca mais poderíamos adotar ou coisa pior.
Mais confiante que antes, eu decidi conversar com Roberto assim que voltasse do encontro no dia seguinte…

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