Os desejos do meu marido – Parte 5/1

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Olá gente. Aqui é o Jonas de novo para continuar a história das minhas descobertas sobre o meu marido. Recomendo que leiam os outros contar para se situar neste.
Entendo que, para alguns, a historia está se estendendo um pouco e ficando cansativa, mas como tudo aconteceu junto, achei que deveria contar. Havia três semanas apenas que tinha descoberto tudo. Tive meu tempo de descoberta da profundidade das coisas, meu tempo de negação e desespero, de tomar a decisão da melhor maneira de agir, além da dominação que meu marido tinha sobre mim e meus sentimentos por ele. E com a notícia da adoção, não podia simplesmente brigar e me separar de Roberto, isso colocaria tudo a perder, além do risco de não poder adotar mais. Ser pai era um sonho que tive por muito tempo e não arriscaria essa possibilidade. Porém, eu vou confrontar Roberto, mas outras coisas aconteceram antes.
Outro ponto é a riqueza de detalhes. Faz com que o conto fique grande, o que pode contribuir para o cansaço. Me desculpem por isso, mas eu prefiro contos grandes com detalhes, do que contos curtos e sem enredo nenhum.
Vamos ao conto!
Eu sei o que vocês devem estar pensando. Toda essa situação é no mínimo bizarra. Transar com Pedro após ele foder Flavinho. E depois transar com Roberto, após ele foder Carol. Não sei explicar o que sentia, mas algo tomava conta de mim quando estava com esses homens, não conseguia resistir a eles. Pedro se aproveitou da minha fragilidade e me possuiu sem resistência. Roberto passou por cima da minha integridade, mostrou quem mandava e me colocou mercê dos seus desejos. Eu me sentia um lixo por ter me dobrado para aqueles homens e naquelas circunstâncias, mas não conseguia resistir. Cada vez que Roberto me possuiu naquele final de domingo, mais eu o queria dentro de mim, mais eu me colocava a sua disposição, mais eu ficava submisso aos seus desejos sexuais. Não conseguia me impedir.
Tive um sonho naquela madrugada de domingo para segunda. Eu estava na minha casa. Era noite e a casa estava escura, exceto por uma claridade que vinha do andar de cima. Vou subindo as escadas e noto que a luz vem do meu quarto. De vagar, vou até lá. Começo a ouvir vozes, mas não entendia o que diziam. Meu coração estava acelerado, estava com medo do que encontrar lá. Vou me aproximando, mas, antes de chegar, eu paro, respiro fundo, tomo coragem e olho para dentro.
A cena que vi me deu um frio na barriga. Haviam uns 10 homens no quarto, todos nus e manuseando seus pênis. Na cama havia um garoto, novinho, entre 10 e 12 anos. Estava deitado de bruços, com os braços amarrados nas costas. Suas pernas estavam dobradas, deixando sua bunda empinada para o alto. Seus olhos estavam vendados. Dentre os homens, vejo Roberto aparecer e se dirigir a cama. Ele coloca as duas mãos na cintura do menino, posiciona a rola na entrada do cuzinho dele, olha para mim e diz:
– É assim que eu quero nosso garoto – e enterrou a rola até o final naquele buraquinho, enquanto o menino gritava sem poder se mexer.
Acordei sobressaltado. Eu transpirava muito e meu coração batia muito forte. Minha respiração estava muito forte, as cobertas me sufocavam. Mas meu pau estava muito duro. Olhei para Roberto e ele dormia profundamente ao meu lado. Então, levantei e fui ao banheiro. Lavei meu rosto e olhei para a minha imagem no espelho. Meu rosto parecia cansado, com algumas olheiras. Havia três marcar roxas no meu peito e outra na base do meu pescoço. Meus braços e meus pulsos doíam. Olhei para a minha bunda, além de manchas roxas, havia uma marca de mão na nádega direita. Suspirei diante da imagem. O sonho ainda martelava na minha cabeça. Não sabia o que ele significava, mas me trazia uma espécie de horror. Ainda ouvia os gritos do garoto, do meu suposto filho. Eu sabia que não conseguiria dormir de novo. Então, decidi ver o celular de Roberto novamente, para ver se descobria mais alguma coisa.
Voltei ao quarto e, em silencio, peguei o celular no criado, voltei ao banheiro e fechei a porta. Meu primeiro impulso foi olhar o WhatsApp. Olhei no grupo e não tinha nada de novo, não sobre o meu marido. Então, procurei pela conversa com Gregório, que era recente. As primeiras mensagens eram deles combinando de se encontrar.
G: Tudo certo para hoje? Não vai me deixar na mão eim?
R: Opa. Claro que sim.
G: Te encontro no escritório. Não esquece a novinha.
R: O principal a gente não esquece haha.
Deduzi que estavam falando de Carol. Continuei procurando por algo na conversa dos dois. A maioria eram sobre assuntos de trabalho. Eles também falavam sobre o meu estado na semana passada. Gregório até perguntou se eu havia descobridor algo, mas Roberto negou. Segundo ele, se tivesse descoberto algo, eu teria falado, feito um escândalo. Aquilo me incomodou, pois não conseguia tomar essa atitude. Continuei procurando. Encontrei uma conversa de quinta-feira a noite, após o ocorrido em casa.
R: Mano, aconteceu com a menina que te falei, a Carol.
G: Mentira. Como aconteceu? Conta ai.
R: Eu tinha te dito que ela vem em casa para estudar com o Jonas e dei jeito de ganhar a sua confiança, tirando uma casquinha sempre. Comecei a levar ela para sair e tomar sorvete, comer McDonalds e tal. Também lhe dei alguns presentes. O jeito tradicional que a gente conhece.
G: Nossa, estão saindo juntos. Esse é meu garoto haha.
R: Pois é haha. Ontem fomos tomar sorvete depois da escola. A mãe dela nunca está em casa, nem liga para menina, acho só queria o dinheiro do pai. A garota fica solta, foi muito fácil convencer ela sair comigo. Então, na sorveteria perguntei sobre o pai dela. Ela me disse que amava ele e sente muito a falta dele. Então, perguntei por que seus pais se divorciaram. Ela fez uma cara de contrariada e disse que não poderia falar sobre aquilo. Peguei a mão dela e disse que podia confiar em mim, não ia falar nada para ninguém. Ela ainda contrariada, disse que ia falar rapidinho, aquelas brincadeiras de crianças sabe? haha. Então, me disse que a mãe havia pego ela brincando com o pai. Não entendi muito bem, perguntei o que significava. Ela ficou envergonhada e um pouco contrariada. Disse rindo que eu sabia. Insisti para ela me contar, que ela podia confiar em mim e tal. Então, ela disse que o pai pedia para ela pegar no piu piu dele e eles faziam algumas coisas. Mano, naquela hora eu gelei. Chamei ela para ir embora, aquela conversa não era para aquele lugar
G: Mano, como assim? O pai comia ela?
R: Sim. Foi o que ela deu a entender. Quando estávamos no carro, pedi para ela me contar aquela história direito. Ela disse que não podia falar. Perguntei o motivo e ela disse que o pai havia dito para ela não contar para ninguém. Nada idiota o cara haha. Estacionei na frente da casa dela e insisti para ela contar. Falei que em mim ela podia confiar, não ia falar nada. Então, ela me contou que o pai sempre tocava nela, nos banhos, quando estavam sozinhos e tal. Um dia ele mostrou o pau para ela e pediu para ela pegar e masturbar ele. E ai foi indo. Um dia ele mandou ela chupar e ele fez o mesmo com ela. Ele se esfregava nela e estimulava sua bocetinha e seu cuzinho. Um dia ele a penetrou na bucetinha e ela sentiu dor, mas ele a abraçava e a beijava com muito carinho e ela gostou. O cara é dos nossos, sabia o que fazer. Ele a comia todos os dias e ela gostava muito. Adorava sentir o pai dentro dela.
G: Mano, que louco isso. Tesão eim?
R: Eu mal conseguia me controlar. Queria agarrar ela ali dentro do carro. Carne nova, estava me deixando louco. A gente sempre come os mesmo, mas não estou reclamando haha. Perguntei o que mais eles faziam. A menina já não estava mais com vergonha e falava tudo. As vezes ela chupava o pai dentro carro quando ele a levava na escola. Ele a levava para o escritório dele e comia ela lá. E fazia umas loucuras, como manter ela embaixo da mesa mamando ele enquanto falava no telefone ou conversava com alguém.
G: Caralho vei. Que tesão. Leva ela no escritório qualquer dia, quero conhecer essa bucetinha haha
R: Pode deixar, já estou pensando nisso haha. Ela me contou que um dia estava sozinho com o pai em casa mamando ele, quando companhia toca. Era o irmão do cara. O pai fez ela chupar ele também. O cara queria comer ela, mas ela não quis, disse que ele era muito bruto, ficou com medo.
G: Mano do céu. Essa menina é uma putinha.
R: Cara, eu fiquei muito excitado com o que ela me falava. Meu pau estava estourando na calça. Quase tirei ele e comi ela ali.
G: Eu não tinha perdido tempo haha.
R: Verdade. Mas não quis assustar ela, sabe que essas coisas tem que ser trabalhada haha. Então, perguntei quando começou, se ela não se lembrava com exatidão, mas disse que já tinha feito três aniversários desde que se lembra. Cara, ela tinha dez anos. A idade de Flavinho quando começou.
G: Com você né haha. Mano, que tesão. Eu vi a foto que me mandou, achei ela linda. Será que o cara comeu o cuzinho dela?
R: Então, ela é um tesão. Perguntei se o pai colocou o piu piu na bunda dela. Ela disse que duas vezes só, depois a mãe pegou os dois e acabaram se separando.
G: Duas vezes? Ainda é quase cabaço então haha. Será que a mulher denunciou ele? A menina ainda vê o pai?
R: Carol disse que o pai ainda vive na cidade, em um apartamento no centro, mas eles não se veem. As vezes eles conversam pelo telefone, mas não se encontram. Vai saber qual acordo o cara fez com a mulher.
G: Verdade. Mas você disse que tinha curtido ela. Como foi?
Roberto fez um relato detalhado do que aconteceu naquela quinta-feira. Eu podia sentir a sua excitação ao escrever. Então, Carol tinha relações com o pai. Tudo estava mais claro na minha cabeça agora. Por isso que ela era tão esperta nesse assunto.
Decidi ver mais as conversas. Havia de fato uma foto de Carol um dia que ela estava estudando em casa. Continuei procurando mais evidencias. Havia muita coisa relacionada a trabalho, mas outras conversas bem explicitas. Na legenda de uma mídia estava escrito:
G: “Olha como já mama”.
Em outra:
R: “Aproveitei que você estava em reunião, não podia deixar passar haha”.
Em uma foto de Gregório estava escrito:
G: “Ta atrasado, deixamos abertinho para você”.
Não conseguia acessar nenhuma delas, estavam excluídas do celular. Frustrado, sai da conversa. Logo a baixo estava a conversa de Pedro datada de mais cedo. Não resisti e entrei.
P: Mano, uma das melhores fodas da minha vida. Ela é um tesãozinho. Precisamos repetir.
Levei um choque. Pedro também estava com eles hoje? Não pode ser, não vi ele sair. Provavelmente ele deveria estar no carro com Gregório.
R: Cara, ela é de mais. Fez de tudo e nem reclamou. Adoro novinha assim. Ela já estava acostumada, o pai já comia ali a muito tempo.
P: Caralho. Eu sabia que tinha algo estranho. Tava muito abertinha para alguém que perdeu o cabaço a pouco tempo. Mas o que ela achou?
R: Mano, ela não me disse nada, estava dormindo quando a trouxe de volta. Mas acho que gostou, nunca vi uma menina gozar daquele jeito haha
P: Essa vai ser bem putinha haha. Manda os vídeos que você fez ai.
R: Opa, é pra já.
Meu esposo enviou alguns vídeos para Pedro. Essas mídias não estavam excluídas e decidi assisti-las. Na primeira, Carol aparecia sentada em um sofá sozinha. Ela vestia um vestido amarelo larguinho, um sandália e um arquinho no cabelo. Ouço a voz de Roberto perguntando se ela estava bem, ele estava filmando. Depois estendeu um copo de suco para ela, que bebeu tudo. De repente, vejo ela ficar meio molinha. Não dormiu, apenas jogou a cabeça para trás e ficou meio sonolenta, com os olhos pesados. Não acreditei que eles drogaram ela. Senti raiva por ela, mas continuei assistindo.
Depois de um tempo, vejo dois homens se aproximar. Estavam nus, exceto por uma mascara. Reconheci seus corpos, era Gregório e Pedro. Gregório tirou o vestidinho dela, revelando uma calcinha pequena e rosa, que logo foi retirada também. Colocou ela sentada em seu colo e abriu as pernas dela, a deixando exposta para a câmera. Pedro colocou a mão em sua bucetinha e começou a esfregar ela com delicadeza, as vezes abria os lábios e passava um dedo entre eles.
P: Ta facinha.
G: Coloca um dedo, vê ate onde vai.
Pedro enfia o dedo na bucetinha infantil de Carol, que apenas geme com a sensação, sem forças para fazer mais nada.
P: Foi até o final.
Ele enfiava e tirava, arrancando gemidos da menina. Então, colou mais um dedo e começou a foder ela com eles. Carol apenas gemia e se contorcia um pouco no colo de Gregório.
G: Que gostosa essa menina. Ta molhadinha. Melecou tudo a sua mão – Os dois homens riam.
R: Essa menina é um tesão. Essa boceta baba de mais, meu pau entrou facim ontem.
Pedro continuava fodendo Carol com os dedos. Seu pau estava rígido e pulsava de tesão. O pré gozo saia da sua chapeleta e pingava no chão. Ele se abaixou e começou a chupar ela. Carol gemia muito. A câmera se aproxima. Pedro lambia o grelinho enquanto fodia a bucetinha com o dedos. As vezes ele lambia do cuzinho até a buceta. Outras ele abria a boca e colocava a bucetinha toda na boca parecendo que queria come-la. Então, ele se levante e diz:
P: Segura ela que eu vou ser o primeiro. Vou preparar o caminho para vocês.
Vejo Pedro passar lubrificante em seu pênis. Na mesma posição que a menina estava, ele esfregou o pau na bucetinha dela para lubrificar, depois encaixou a cabeça na entradinha e começou a forçar. Era descomunal aquela cabeça, nunca ia entrar naquele buraco. Com muita paciência, ele foi pressionando e voltando. A cada pressão, parecia que entrava mais. Depois de um tempo, a chapeleta vence a resistência e entra toda naquela bucetinha. Carol solta um gritinho e resmunga. Ouço Gregório tentar acalmar ela e Roberto falar.
R: Cuidado. Não vai machucar a menina. Faz com carinho, pô!
P: Calma princesa. A cabeça é a pior parte, já passou.
Pedro espera um pouco e depois continua afundando mais o pau. Quando chegou na metade, ele parou.
P: Não entra mais.
R: Sim. O meu foi só até a metade também. Bucetinha é foda. O cu sempre aguenta mais.
Pedro começou a bombar de vagar, tirando quase tudo e colocando de volta até a metade. A menina gemia no mesmo ritmo. Em uma das estocadas, ele retirou o pau. Quando a cabeça passou, Carol deu outro gritinhos. Roberto aproximou a câmera. A bocetinha da garota estava muito vermelha e muito aberta, se via um buraco escuro nela. Gregório desceu seus dedos grossos e penetrou dois lá dentro, retirando mais um gritinhos da menina.
G: Relaxa princesa, a gente só esta começando haha
P: Fiz um ótimo trabalho haha
R: Você não fez nada, eu já tinha deixado assim antes.
P: Ahh Vai tomar no seu c…
A gravação parou ali. Eu estava em choque. Pensava e sentia muitas coisas. Raiva, tristeza, frustração, e até euforia e excitação. Ver algo tão pequeno comportar algo tão grande me gerava uma sensação estranha, uma sensação nova.

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