Os desejos do meu marido – Parte 4

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Olá de novo pessoal. Sou o Jonas e estou aqui para contar as minhas descobertas sobre meu marido. O nome dele é Roberto e tem 43 anos. No primeiro conto falei sobre como descobri seus desejos através de um grupo de WhatsApp. Depois disso ele se aproveitou de mais duas crianças, o filho do seu amigo Gregório e uma menina, Carol de 10 anos, filha da vizinha e que eu estava ajudando devido a minha profissão. No terceiro conto, contei sobre um almoço entre amigos que fizemos em casa, onde vi Gregório comer o próprio filho com seu amigo Pedro. Quem quiser ter uma ideia melhor da história, recomendo que leiam os outros três.
Antes de começar, gostaria de agradecer alguns comentários positivos, vocês me incentivam a escrever. Sei que nem todos gostaram do conto, mas é minha primeira vez como escritor em um site erótico, é difícil descrever com exatidão tudo o que aconteceu, portanto, as vezes apelo para a romantização. Também gostaria de me desculpar por alguns erros de português e concordância. Escrevo muito rápido para conseguir postar com menos tempo possível, e por mais que leia duas ou três vezes antes de postar, quando vou ver no site sempre noto algum erro, assim como alguns leitores. Então, peço a compreensão de vocês. Muito obrigado povo.
Vamos ao conto!
Após ver aquela cena, eu sai em direção ao quarto. Estava me sentindo meio mal, enjoado. Não tinha certeza se era apenas o álcool. A cena de Gregório e Pedro comendo Flavinho martelava em minha cabeça. Robinho dormia profundamente em minha cama, assim entrei no banheiro, mas deixei a porta aberta por hábito. Tirei minha camisa e minha bermuda, ficando apenas de cueca. Eu precisava respirar. Me debrucei sobre a pia e joguei água no rosto, molhei o ombro e a nuca. Fiquei ali de cabeça baixa, respirando fundo e tentando me acalmar. Então, sinto uma mão áspera e firme em minhas costas, ela subiu e começou a apertar meus ombros. Levanto a cabeça e me deparou com Pedro me olhando através do espelho. Ele continuava só de sunga, mas ela tinha uma mancha na frente, onde a cabeça do pau descansava.
– Esta tudo bem? – Ele pergunta.
Confirmo com a cabeça, mas não me viro. Ele se aproxima e coloca a outra em minhas costas e começava uma massagem, ora nos ombros, ora em algum ponto das costas. Ele ainda me olhava com aqueles olhos azuis e eu não conseguia desviar o olhar. Havia uma certa intensidade naqueles olhos.
Então, sinto sua pélvis tocar em minha bunda e fazer uma leve pressão.
– Tem certeza de que esta tudo bem? – Ele volta a perguntar.
Mais uma vez eu confirmo com a cabeça. Então, ele pressiona com força sua pélvis e eu sinto todo o contorno da sua rola já dura em minha bunda. Aquela situação me excitou. Seu olhar, suas mãos me tocando, sua rola me pressionando. Era muito louca toda essa situação, ele tinha acabado de foder uma criança no quarto ao lado e agora estava aqui se aproveitando de mim.
Fecho meus olhos e sinto seu pau rígido me pressionando. Então, ele se afasta e sinto ele abaixar minha sunga, deixando minha bunda toda exposta. Pedro a apertou enquanto resmungava algumas coisas que não conseguia entender e passou os dedos em meu cu, fazendo uma leve pressão. Então, Pedro faz eu abrir minhas pernas, coloca suas mãos nas minhas costas, logo a cima da minha bunda, e me obriga a empina-la. Sinto algo grande e molhado pressionando meu cu. Ele iria comer o marido do seu amigo ali e eu iria deixar. Não tinha forças para impedir. Sinto a cabeça pressionar mais e mais, estava difícil entrar. Ele se afasta, ouço o som de cuspe e logo volta a pressionar mais forte. Meu cu cede. Solto um suspiro, era de fato uma cabeça muito grande, sentia uma leve ardência, mas fiquei parado, sem reclamar. Se um garoto de 10 anos aguentou, eu também ia aguentar. Pedro foi firme até entrar tudo e, então, parou. Abri meus olhos e vi ele me encarando. Seu olhar era sombrio, de desejo, mas tinha um sorriso arrogante em seus lábios, de conquista. Eu odiava aquilo. Então, ele tirou e enfiou de novo, me tirando um gemido. Eu odiava aquele homem. Ele tirou e enfiou de novo. E de novo. E de novo. Começou a estocar com força e em um ritmo incessante, enquanto olhava fundo nos meus olhos.
Não conseguindo mais suportar olhar para ele, fecho os olhos e permaneço na mesma posição, tentando conter o gemido a cada estocada. A casa estava cheia, meu marido estava no andar de baixo e uma criança dormia no cômodo ao lado. Mas meu pau estava duro e babava de tesão. Depois de muitas estocadas, Pedro me abraça, com os braços sobre meus peitos, enterra fundo, até o final e goza. Sinto seu pau pulsar enquanto me enche de porra. A cabeça inchada pressionando fundo. Ele respirava pesado em meu pescoço, tentando conter os urros que escapavam entre os dentes. Por fim ele se acalma, sinto suas mão descer e pegar meu pau e começar a punhetar. Sentindo-o ainda pressionar fundo em mim, não me contenho e gozo muito, melecando toda sua mão.
Levanto a cabeça e o encargo pelo espelho.
– Agora esta tudo bem – Ele diz e sorri. Eu ainda odiava aquele homem.
Ele sai de dentro de mim, limpa a mão suja e o pau em minha cueca, depois veste a sunga e sai sem dizer mais nada. Eu ainda fico ali parado na mesma posição sentindo a porra escorrer do meu cu para as pernas.
Depois de me acalmar, eu entro no banho. Quando sinto a água cair sobre mim, tudo desmorona e começo a chorar novamente. Além de me sentir cúmplice daqueles homens por não ter coragem de fazer qualquer coisa para para-los, também era um adúltero nojento. Eu me sentia sujo e me esfregava completamente tentando me limpar. Quando passei a os dedos no meu cu, senti um ardor maior do que já estava. Aquele filha da puta ainda tinha destruído meu cu com aquela cabeça gigante.
Quando terminei meu banho, já estava melhor, mas ainda me sentia um lixo. Robinho já não estava mais no quarto. Quando desci, encontrei os três homens na sala com as crianças, todas acordadas vendo desenho. Pelo barulho, Vera deveria estar na cozinha lavando a louça.
– Mor, por que você demorou tanto? Quase fui atrás de você – Roberto disse assim que entrei na sala.
– Desculpa. Eu decidi tomar um banho. O calor e a cerveja me fizeram mal – Eu respondi. Sinto Pedro olhando para mim, mas não consegui encara-lo – Mas já estou bem melhor.
Vou ao encontro de Vera, que prontamente me diz
– Não se preocupa que eu cuido de tudo aqui. Por favor, preciso que você de um banho nas crianças para mim, para tirar o cloro do corpo antes de irmos embora.
Seguindo suas ordens, eu volto a sala e chamo as crianças para a minha suíte, pois era o único lugar da casa com chuveiro de água quente.
– Crianças, vamos subir. Vocês precisam de um banho para tirar o cloro do corpo…
– Banho? Não precisam não. Eles estão ótimo – Protestou Gregório demonstrando incomodo.
– A Vera disse que eles precisam. Ela é a mãe – olhei para as crianças – Então, vamos obedecer.
As crianças começaram a subir a escada. Então, ouço Pedro.
– Não sei se há necessidade de banho, eles já estão secos da piscina, nadaram faz tempo.
– Eu concordo. Se houvesse algum cloro, ele já deve ter saído – completou Roberto.
Olhei para os três homens, eles estavam muito nervosos. Um sentimento de raiva emergiu em mim, algo como uma vingança. Queria causar algo neles, atingi-los de alguma forma.
– Um banho não faz mal a ninguém, não me importo.
– Deixa que eu faço então, você não estava se sentindo bem…
– Estou bem agora amor, fica ai curtindo seus amigos – abri meu melhor sorriso e me deliciei vendo o desespero dos três.
Quando subi, as quatro crianças pulavam em meu quarto. Disse que Robinho seria o primeiro. Entrei com ele no banheiro, tirei a sua sunguinha e coloquei ele de baixo da água. Ele tinha uma bundinha pequena e arrebitada. Minhas mãos se encaixavam perfeitamente naquelas nádegas. Lembrei da cena mais cedo, onde Gregório passava protetor nelas. Sem me conter, inclinei Robinho e abri a sua bunda. Precisava ter certeza que ele era virgem. Senti alívio quando vi o cuzinho fechadinho, parecendo sem nenhum uso além do comum. Ninguém deveria ter chegado ali ainda. Enxuguei ele e chamei o próximo.
Era Tavinho. Ele disse que sabia tomar banho sozinho. Então, deixei ele. Voltei para o quarto para ajeitar Robinho e quando terminei, voltei ao banheiro. Então, pude ver melhor o corpo moreno de Tavinho. Ele era bem desenvolvido para a idade. Tinha coxas grossas e uma bunda chama a atenção, pois é grande e bem saliente. Havia uma marca de sunga que a deixava mais chamativa. Ele se esfregava de costas para mim e em dado momento ele foi lavar o cu. Ele se inclinou um pouco para frente e começou a passar os dedos no seu buraquinho, que estava mais para um buracão, pois era nítido que estava maior do que o normal. Ele enfiava um pouco os dedos para limpar melhor e eles entravam fácil e ainda formavam um lábio em volta. Era óbvio que aquele cu já tinha sido muito usado. Me peguei pensando quantas rolas já entraram ali. Se Roberto já esteve ali. Algo me dizia que sim e mais de uma vez. Por fim, falei que já estava bom. Otávio deu um pulo assustado, não parecia ter notado que eu estava no banheiro.
Chamei o próximo. Quem veio foi Flavinho. Senti um frio na barriga. Retirei sua sunguinha. Havia um pequeno papel dobrado na parte de trás. Gregório deveria ter colocado para conter a quantidade de porra que saia de dentro do garoto. Mas não deu muito certo, o papel estava encharcado e a sunguinha com uma mancha na parte de trás. Levei ele para dentro do chuveiro e comecei a ensaboa-lo. Sua bunda era média, mas bem arrebitadinha. Quando fui lavar o cuzinho, ainda estava muito melecado. Notei que ele deu um gemido de dor e se esquivou. Fingi que não percebi e o inclinei mais um pouco, queria ver lá dentro. Quando vi aquele cuzinho infantil ele estava muito aberto e vermelho. Não parecia ser de uma criança de 10 anos. Quando eu passava a mão, o garoto contraia e quando tirava ele relaxava, revelando mais a largura dele. Três dedos entrariam fácil ali. Não sei dizer o que senti. Terminei o banho e mandei ele para o quarto. Carol vem logo em seguida e já entra no chuveiro.
Nisso eu ouço a voz de Gregório. Ele estava no quarto e pergunta se poderia ajudar. Eu sábia que ele estava sondando, para saber se tudo esta bem, se eu tinha percebido algo. Respondi que tudo estava normal. Vi o alívio tomar conta de seu rosto. Como já estava ali, pedi para ele ajudar os meninos no que faltava e descer com eles. Eu ainda ia ajudar a Carol. Entrei no banheiro e fechei a porta. Seu biquíni estava no chão e o peguei. Notei que estava molhado na parte da frente. Não ligaria se ele tiver molhado por completo, mas só uma parte me chamou a atenção. Em um momento em que ela virou de costa para mim, aproveitei e cheirei seu biquíni. Era água, mas tinha outro cheiro bem característico, porra. Meu coração acelerou. Quando ela se virou, notei que seu bucetinha estava bem vermelha, contrastando com sua pele branca. Alguém havia comido ela e eu tinha uma ideia clara de quem foi. Fechei meus olhos e tentei me controlar, não podia surtar. Aquela menina não tem culpa nenhuma. Quando ela terminou, comecei a ajuda-la a se secar. Então, de súbito a porta se abre. Era Roberto. Eu lanço um olhar incisivo, bravo pela maneira que entrou.
– Desculpa – Ele disse ofegante, devia ter corrido para cima – Pensei que já tinham terminado. Está tudo bem?
– É obvio que não terminamos e sim, esta tudo bem. Pode sair, por favor? – Eu respondi bravo.
Roberto saiu e fechou a porta. Terminei de enxugar Carol, vesti o biquíni nela e a enrolei na toalha. Quando saímos do banheiro, Roberto estava sentado na cama. Carol foi imediatamente até ele e sentou em seu colo. Desconfortável, Roberto olhou para mim e sorriu. Fingi que não notei, estava ficando ótimo nisso.
– Fica ai com ela, que vou buscar as roupas dela na piscina.
Roberto concordou e eu sai, mas parei do lado de fora. Queria ouvir o que eles iriam falar.
– Você está bem? Esta sentindo dor? – Questionou Roberto.
– Não, estou bem. Nem arde mais – respondeu Carol.
– Que bom. Jonas percebeu alguma coisa?
– Não. Tomei cuidado em lavar o biquíni para que ele não visse.
– Muito bem. Você pensou em tudo. Ele nunca pode saber da gente, ok?
– Eu sei. Eu gosto do senhor, não quero te perder também como perdi meu pai – Fiquei pensando no que ela disse. Perder o pai, o que isso significava?
Ouço um beijo estalado e uma risadinha. Então, silêncio e depois um gemido da menina.
– Que delícia. Eu te comeria aqui e agora se eu pudesse – ouço Carol gemer em resposta – Você está molhadinha, perfeita, mas vai ter que ficar para depois, Jonas já deve estar voltando – notei que tinha parado ai, então, desci para pegar as roupas.
Quando retornei, vesti Carol e descemos os três juntos. Os outros nos aguardavam na sala para ir embora. Me despedi de Vera e Gregório que me prometeram outro jantar. Depois Pedro veio, apertou minha mão e saiu sem dizer nada. Então, Carol também se despediu, dando um longo abraço e um beijo em Roberto. E comigo foi um abraço breve e apressado. Senti alívio quando todos foram embora, mas também cansaço. O dia tinha sido de mais para mim. Então, dei boa noite para Roberto e fui dormir. Apaguei completamente, nem vi meu esposo ir para a cama.
O domingo de manhã foi tranquilo, eu e Roberto dormimos a maior parte dele e depois almoçamos em casa mesmo. A tarde, Roberto me diz que vai jogar uma pelada com os amigos. Nunca gostei de jogar bola, então concordei e disse que ia ficar. Também não queria encontrar Pedro. Decidi começar a arrumar o outro quarto, para quando nosso filho chegasse, pois como era pouco usado, ele se tornou uma pequena dispensa de bagunças. Isso iria me distrair dos acontecimentos do dia anterior que ainda martelava na minha cabeça, me trazendo angústia.
Após meu marido sair, fui ao meu quarto fazer algo que não me lembro agora e notei que Roberto havia esquecido a carteira em cima da cômoda. Meu primeiro impulso foi pegar a carteira e correr, com sorte pegaria ele ainda na rua. Ao sair pelo portão, me escondi imediatamente atrás do muro. Não havia ninguém na rua, exceto pelo carro de Roberto que estava parado na frente da casa de Carol, que saiu e entrou discretamente no banco traseiro do quarto. Sem saber o que fazer, decidi segui-los. Peguei minhas chaves e logo estava saindo atrás deles. Encontrei-os na avenida rumo ao centro. Mantive uma distância considerável, pois Roberto poderia saber que eu o estava seguindo. Ele rumou para o centro e depois para uma zona comercial, estava indo para o escritório onde trabalhava. Ele entrou no estacionamento subterrâneo do prédio. Eu não podia entrar lá. O porteiro iria me anunciar, mesmo sendo o esposo do dono. Decidi esperar do lado de fora. Estacionei meu carro a uma distância e fiquei de olho. Já estava imaginando um milhão de coisas. Mais uma vez as angústias tomarem conta de mim. Minha imaginação do que acontecia lá dentro estava mil. Roberto iria comer Carol, que parecia gostar devido a cumplicidade que os dois já tinham. Mas algumas dúvidas ainda pairavam: Será que ele tirou a virgindade dela em algum momento? Ontem não foi, pelo o que notei no banho, não havia sangue. Ela aguentaria a rola de Roberto tranquila? Eu demorei um pouco para me acostumar. Ele só comeria a buceta dela ou o cu também? Como poderia uma garota miudinha aguentar um homem daquele tamanho?
Não sabia mais o que pensar. Devo ter ficado parado ali por umas 2 horas olhando para a saída do estacionamento. Eu queria voltar para casa, mas estava sem forças para dirigir. Eu só ficava olhando para o portão da garagem. Então, novamente o portão de abriu e o carro de Roberto saiu e seguiu seu rumo. Quando estava ligando o meu para ir junto, outro carro saiu. Fiquei petrificado. Era o carro de Gregório, não tinha dúvida, e assim como Roberto, ele seguiu o seu rumo. Isso me fez desligar o carro novamente.
Tentei me acalmar e voltar embora. Sabia que Gregório se aproveitava dos filhos, mas ver ele saindo em seguida de Roberto e Carol me deixou temoroso. Ela havia dado para os dois, com certeza. Mas será que ela estava bem? Gregório não tem um pau grande como o do meu esposo, mas era extremamente grosso. Carol deve estar com a bucetinha, ou o cu, muito arrombada. E se sua mãe percebesse, o que poderia acontecer? Me peguei sentindo preocupação pela menina, mas também por aqueles homens.
Quando cheguei, Roberto já estava em casa, disse que o jogo terminou mais cedo (normalmente ele passa a tarde toda jogando bola, voltando só a noite). Forcei um sorriso e disse que havia ido ao shopping, ver algumas coisas para decorar o quarto. Ele me olhava estanho, mas não era desconfiança, era desejo. Roberto me abraçou e me puxou para o banheiro. Disse que estava com saudades de mim, não transavamos a um tempo. Tirou minha roupa enquanto me beijava. Seu beijo era doce e amargo ao mesmo tempo, ele comia a minha boca, mordendo meus lábios e chupando minha língua. Apesar do que sentia, não conseguia resistir aquele homem, ele me dominava de uma maneira, seus beijos me deixavam mole e seu corpo e cheiro me inebriava. Porém, algo estava diferente. Já transam os muitas vezes depois dos jogos. Adorava sentir o seu cheiro de suor e conhecia muito bem, mas ele não estava com aquele cheiro. Havia algo mais doce em sua pele, um cheiro de suor e frutas, cheiro de loção para crianças. Já sem roupas, Roberto me empurrou para baixo, ele queria que eu o chupasse. Seu pau estava muito duro e melecado. O primeiro cheiro que senti foi de porra, ele não havia nem lavado a rola e queria que eu chupasse. Ele forçou a minha boca e engoli aquele pedaço de carne. Estava com gosto amargo de porra e uma outra coisa que não sabia o que era. Também havia um cheiro em sua pélvis que não sabia reconhecer, não era ruim, era diferente. Também não senti o cheiro de látex. Eu me excitei com a situação, com a dominação que ele tinha por mim, com seu cheiro diferente, com o sabor daquela rola, com seus gemidos e espasmos. Chupei muito, como se minha vida dependesse daquilo. Então ele deitou no chão e mandou eu cavalgar e assim o fiz. Pulei muito naquela rola, me deliciava com aquele pedaço de carne entrando em mim. Transamos muito ali no banheiro. Tomamos banho e ele me puxou para o quarto, onde transamos mais, as vezes com força bruta, outras vezes com carinho e amor. Sempre admirei a sua resistência e seu tesão insaciável. Naquele dia, não saímos mais de casa. Roberto me dominou tanto, me lembrando que ele é o macho ativo e eu sou seu passivo. Essa era a base da nossa relação, por isso não conseguia confronta-lo, eu era completamente submisso a ele, mais um objeto do seu desejo. E eu amava isso.

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