Os desejos do meu marido – Parte 3

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Olá pessoal. Aqui é o Jonas novamente. Tenho 35 anos e estou contando a minha história. Narrei no primeiro conto como descobri que meu marido, Roberto, de 43 anos, tem desejos por novinhos através de um grupo no WhatsApp que ele participava. E outro dia descobri que o filho do melhor amigo dele o chupou no banheiro de casa durante um jantar entre amigos. No segundo conto contei como descobri que seu desejo não era apenas por meninos, mas também por meninas, após flagra-lo fodendo a boca da filha da vizinha que estava fazendo um acompanhamento profissional comigo. Hoje contarei novas descobertas.
Respondendo a alguns comentários referentes ao conto anterior. Meu esposo sempre preferiu meninos, que vocês vão notar, são maioria na história. Mas algumas garotas também chamou a sua atenção. Carol foi um desses casos e como a história dela aconteceu no mesmo período que eu descobri os segredos do meu marido, decidi contar para vocês também.
Mas antes de continuar, preciso fazer uma leve descrição da minha casa. Quando compramos o terreno, ele era bem grande, com uma árvore enorme no fundo. Construímos a nossa casa na frente e fizemos a piscina. Roberto mandou construir a churrasqueira próximo a árvore e colocou uma grande mesa ao lado, para refeições ao ar livre. Optamos por não fazer a cozinha do lado de fora. Então, fizemos a cozinha com uma porta para o fundo. A casa tem dois andares. Em baixo fica a sala de TV, de jantar, a cozinha e um banheiro social. No andar de cima tem apenas um quarto e uma suíte, que é onde dormimos. Espaço foi uma coisa que sempre nos preocupamos, então optamos por fazer dois quartos com tamanhos consideráveis do que três ou quatro quartos pequenos. Agora vamos ao conto…
Vamos lá.
Após flagrar meu marido com Carol, fiquei muito mal. Chorei muito, pois não sabia o que fazer diante daquela situação toda que estava se desenrolando. No dia seguinte acordei muito mal, nem fui trabalhar. Os dias foram passando e Roberto estava sempre comigo, preocupado com a minha situação. Não conseguia encara-lo direito, sempre que me perguntava o que estava acontecendo e eu dizia que era problemas no trabalho. Durante a semana seguinte, ele ficou muito comigo, sempre me agradando, cuidando de mim. Mal saímos de casa, apenas para trabalhar. Cancelei até meus compromissos com Carol durante a semana. Porém, as coisas iam melhorar.
Na sexta-feira, uma semana depois do flagra de Roberto com a Carol, recebi um telefonema durante meu almoço. Era a assistente social informando que tinham encontrado uma criança para a gente. Aquilo me tirou da depressão que estava e me trouxe uma alegria imensa, pois estava a alguns anos esperando, quase sem esperanças. Agora finalmente eu ia realizar meu sonho de ser pai. A assistente social disse que não podia dar muitas informações por telefone, mas era um menino, de 10 anos, de uma cidade vizinha. Ela perguntou se tínhamos interesse em conhece-lo e eu disse que sim, sem nem pensar. Como era sexta, ela agendou de irmos visitar a criança na próxima segunda-feira a tarde. Após desligar, liguei imediatamente para Roberto. Ele ficou muito feliz com a notícia e disse que precisávamos comemorar. Eu disse que queria algo pequeno, afinal ainda não conhecíamos a criança e não sabíamos se iria dar certo.
Marcamos um churrasco no dia seguinte, sábado, na hora do almoço, para aproveitar a piscina. Chamamos Vera e Gregório com as crianças. Roberto também chamou Pedro, um amigo dele e de Gregório que presta serviços para a empresa dos dois. Não gostei muito, mas como era amigo de Roberto, não questionei.
No dia seguinte, todos chegaram na hora marcada. Gregório e Vera me cumprimentaram e as crianças já correram para a piscina. Pedro veio logo em seguida com seus dois filhos. Nunca fui muito com a cara de Pedro. Ele é branco, magro e alto. Tinha uma pequena saliência na barriga. Tem 38 anos. É um homem bonito. Mas seu rosto sempre transparece malícia, principalmente por seus olhos azuis vivos que parecem ver até sua alma. Seu olhar me causava arrepios. Ele era divorciado a 5 anos, teve um caso com uma de suas funcionárias e a ex esposa descobriu. Tem dois filhos: Fernando de 14 anos, uma copia do pai, porém mais moreno devido as raízes na mãe, o segundo é Gustavo, ou Tavinho, de 10 anos, moreno como o irmão.
Eu fiquei com Vera arrumando o almoço na cozinha. Os homens tiraram suas camisetas e ficaram bebendo perto da churrasqueira. Determinado momento, o interfone toca. Quando fui ver, era Carol. Roberto a havia convidado para curtir a piscina com a gente. Não gostei muito, afinal era uma coisa entre família e amigos, não para estranhos. Confesso que o sentimento foi bem hostil, mas era um momento especial para mim, não queria que fosse estragado por nada. Carol entrou e eu apresentei ela a todos. Ao ver Roberto, ela correu e o abraçou bem apertado. Ele a pegou no colo e lhe deu um beijo bem molhado no rosto. Gregório também pediu um beijo, ela foi ate ele, que a levantou segurando as duas nádegas dela, que envolveu as pernas em sua cintura e lhe deu um beijo no rosto, ficaram conversando um pouco naquela posição e depois Gregório a liberou. Pedro também pediu um beijo, fazendo Carol ir até ele, que repetiu o mesmo que os outros dois fizeram, a pegou no colo e beijou o seu rosto. Notei a malicia, mas achei que era coisa da minha cabeça, então disse que ela poderia aproveitar a piscina com as outras crianças.
Ali mesmo, Carol tirou a roupa ficando apenas com um biquíni muito pequeno. Seu corpo infantil ficou toda a mostra e notei que os três homens a olharam e Roberto deu uma ajeitada na rola que formava um volume. De fato, Carol era bem bonitinha. Apesar do tamanho, ela tinha carocinhos no lugar dos peitos, que apareciam no biquíni apertado. Tinha uma bundinha branca e arrebitada. A calcinha do biquíni tinha entrado nela expondo a duas nádegas branquinhas. Para tentar quebrar aquele clima que se formou nos homens, perguntei se o biquíni estava confortável. Ela respondeu que sim, era o único que tinha e logo foi pular na piscina com as outras crianças. Bem rápido fez amizade com todas e estava se divertindo. Ela parecia muito diferente da primeira vez que a vi.
Voltei a cozinha para continuarmos os preparativos do almoço. Vera então gritou para Gregório passar protetor nas crianças. Não pude me conter, aproveitando que Vera estava entretida com as panelas, fiquei observando a cena. Gregório chamou primeiro o menor, Robinho de 5 anos, e o fez tirar a sunguinha. O homem agachou, pegou uma quantidade do creme , virou a criança de frente para os outros dois homens e passou creme em suas costas e braços, depois o virou e passou em seu peito e mas pernas. Então, ele decidiu passar na bunda. Suas mãos grandes cobriam as duas nádegas de Robinho. O pai esfregava, apertava, abria e expunha todo o cu do menino para os outros dois rapazes que olhavam tudo com interesse. Robinho só ria. Depois de um tempo, Gregório passou protetor no rosto do filho, vestiu a sunga e o mandou brincar. Então, ele chamou Flavinho, de 7 anos. Esse veio correndo e assim como o irmão, tirou a sunga. Gregório fez o mesmo que tinha feito com filho mais novo, passou protetor em todo o corpo de Flavinho, depois o virou e passou em sua bunda. Ele apertava e abria as duas nádegas do garoto, passava os dedos lá dentro. Os dois homens olhavam atentos. Flavinho colocou os dois braços no pescoço do pai e descansou a cabeça em seu ombro enquanto empinava um pouco a bunda. O pai continuava com sua exposição. Pedro da um soquinho no ombro de Roberto, enquanto faz um comentário. Meu esposo encolhe o ombro e responde. Os três homens riem. Gregório para e coloca o filho de pé novamente e nota que ele está com uma pequena ereção. Brincando, o pai pega o pênis do filho e puxa para baixo enquanto os dois riem. Ele veste a sunga e sai para a piscina. Não sabia o que aquilo significava, mas várias perguntas surgiam na minha cabeça: Por que Gregório estava apalpando as crianças daquele jeito? Gregório também tinha desejo sexual por crianças? Será que Gregório era cúmplice de Roberto? Será que eles transam juntos com os meninos? Gregório come os próprios filhos? Vera sabe disso? Era muito para pensar.
Em seguida, Pedro chamou seu filho Tavinho, que também tirou a sunga para o pai passar protetor. Ele esfregava o corpo do filho, que estava de frente para os outros dois. Com o queixo apoiado no pescoço do garoto, Pedro passava o creme por todo o corpo do filho. Em um momento ele subiu a mão pelas suas pernas e segurou o saco do filho, puxou para baixo e com a outra mão segurou o pênis dele com dois dedos e apertou algumas vezes. A criança respirou fundo. Pedro beijou o pescoço do filho e o virou de frente para ele e começou a massagear sua bunda, abria máximo que podia e depois soltava. Tavinho tinha uma bunda grande e bem saliente, que deveria ter herdado da mãe (ela é uma morena linda, de olhos cor de mel). Pedro exibia a bunda do garoto para os outros dois. Vi Gregório se sentar em uma cadeira e apertar o volume que estava na bermuda, fez um comentário que não entendi e todos riram. Pedro vestiu Tavinho e o mandou brincar. Era engraçado como parecia que só eu percebia o exibicionismo que acontecia ali. Vera ainda estava concentrada nos preparativos do almoço e Fernando estava tomando um sol na beira da piscina sem se importar com o que acontecia a sua volta.
Assim que o garoto saiu, Roberto chamou Carol. Senti um aperto no peito. Quando ela chegou, ele a virou de frente para os outros dois rapazes primeiro ele abaixou a parte de cima do biquíni dela, deixando seus dois caroços expostos. Passou creme no braço, nos ombros e depois desceu as mãos, encaixou os dois caroços de peito nas mãos e apertou, puxou a garota para mais perto dele, a encostando em seu peito, colocou o rosto ao lado do dela e continuou esfregando ora os peitos, ora sua barriga. Em determinado momento, ele pegou os bicos dos peitos de Carol com dois dedos e puxou. Fez isso umas três vezes. Carol se contorcia. Gregório e Pedro pareciam atônitos com a cena, olhavam fixo para ela.
Depois de um tempo, Roberto para e ajeita a parte de cima. Meu esposo olha para os lados, afim de ver onde estavam todos. As outras crianças ainda brincavam na piscina, Fernando parecia dormir em uma cadeira de sol e eu e Vera estávamos na cozinha. Penso que essa foi sua conclusão, pois logo pede para Carol tirar a parte de baixo biquíni, que faz prontamente, voltando na posição que estava antes, expondo sua bucetinha para aqueles homens. Meu esposo pega um pouco de creme e passa na barriga e nas pernas. Então, ele coloca a mão na bucetinha de Carol, que suspira com o ato. Roberto massageia um pouco, até ela ficar com a respiração pesada. Meu esposo parecia abrir os lábios da bucetinha dela e falava com os dois homens, que ajeitavam as rolas por cima da calça. Nesse momento Carol se contorce, joga a cabeça para trás e a apoia no peito de Roberto, que tira a mão, leva ao nariz e depois a boca, fazendo um comentário que todos riem. Pedro não se segurou, chegou mais perto, passou os dedos, tirando outro suspiro de Carol, cheirou e depois lambeu os dedos. Então, Roberto a virou de costas, a colocou meio abaixada e expôs o cuzinho dela para os dois. Nesse momento escuto Vera gritar da cozinha atrás de mim, dizendo que o almoço estava pronto, só faltava a carne. Roberto vestiu Carol bem rápido, deu um beijo em seu pescoço e a mandou embora junto dos outros. Os três homens se levantam, pegam seus copos de cerveja e brindam alguma coisa.
Após o almoço, Fernando decidiu sair com uns amigos. Como o pai não se importou, pegou um Uber e saiu. Vera me ofereceu uma cerveja. Aceitei sem pensar muito. Para sobreviver aquela tarde, eu ia precisar de um estímulo. Nós nos sentamos em duas cadeiras na varanda da casa, enquanto os homens, já meio bêbados, decidiram entrar na piscina com as crianças. Os três tiraram as bermudas e vestiam sungas brancas. Com certeza eles queriam provocar algo. Não pude deixar de notar o corpo e os volumes de Gregório e Pedro. Gregório tinha um corpo parecido com o de Roberto, mas era loiro e tinha muitos pelos. Ele era mais alto que meu marido, suas mãos e pés também são grandes. Seus braços são grossos e costas largas. Suas cochas eram grandes e peludas, a bunda era bem delineada. Mas o volume chamava a atenção. Era bem desenhado. A rola aparecia flácida por cima de um saco grande e gordo. Dava para ver muito bem através da sunga. Já Pedro era mais magro. Quando ficava de pé sua barriguinha quase desaparecia. Suas pernas eram grossas, pois jogava bola. Seus braços eram normais, com uma tatuagem no braço direito. Seu corpo era todo liso. Tinha uma bunda pequena, mas a mala da frente era bem visível e grande. Era estranho de ver um homem magro como aquele com um volume tão saliente. Não era só eu que olhava com admiração, as crianças pararam de brincar e não conseguiam tirar o olhar daqueles três homens de sunga na frente delas. Comecei a imaginar o que elas estariam pensando.
– Casamos bem, não acha? – Vera pergunta, me tirando do meu devaneio. Eu ri e concordei com ela. Nossos homens eram muito lindos, mesmo Pedro, que naquele momento olhou para mim e abriu um sorriso. Desviei meu olhar.
– Como Gregório é como pai? – Perguntei a Vera. Ela olhou para mim e respondeu:
– Não tenho do que reclamar. Ele esta sempre junto das crianças, cuida delas melhor do que eu. Estou tão ocupada com as lojas (ela havia aberto mais duas filiais desde que nos conhecemos) que ele faz o papel que eu deveria fazer. Eu que me acho uma má mãe – Nós rimos.
– Mas o que as crianças falam dele? – Era obvio que estava tentando descobrir alguma coisa, mas Vera parecia alheia as coisas que aconteciam com as crianças.
– As crianças o adoram. Sempre querem estar com o pai. Não se desgrudar nem um momento. As vezes Gregório dorme até com eles e ficam fazendo bagunça até tarde – Ela ri – Não importo sabe, nunca tive uma boa relação com meu pai e isso me fazia sofrer. Não quero isso para os meus filhos.
– Entendo – Respondi meio frustrado, pois esperava encontrar alguém com quem pudesse compartilhar minha angústia. Era claro que Gregório se aproveitava dos meninos enquanto Vera dormia. Ela era conhecida por ter um sono de pedra, quando dormia, não tinha ninguém que a acordava.
– Gregório vai levar Robinho para pescar esse ano. Flávio tinha essa mesma idade quando foi a primeira vez e fez muito bem para ele, ficou mais próximo do pai – Vera me contou. Algo apitou na minha cabeça. Algumas vezes por ano, um grupo de amigos se reúnem e vão para uma chácara pescar. Eles ficavam uns 5 dias por lá, bebendo, comendo e pescando. Era um programa só de homens e a mulherada ficava em casa. Eu sabia que algumas crianças iam com seus pais, mas quando ficavam mais velhas. Eu nunca fui, pois quando eles marcavam e eu tinha que trabalhar. Algo me dizia que eles faziam bem mais nessa viagem do que contavam.
Na piscina, os homens pulavam e jogavam as crianças. Robinho se agarrou com Pedro e não saia do seu colo. Os outros pulavam muito, gritavam e riam. Em alguns momentos, as brincadeiras pareciam bem intencionais e carregadas de segundas intenções, para mim pelo menos.
Ao meu lado, Vera continuava falando sobre seus negócios e como a sua vida estava cansativa. Ela não tinha a malicia que eu já tinha para ver as coisas. Já estávamos na nossa terceira garrafa de cerveja. Sou fraco para beber, então já estava ficando meio mole. Roberto se encostou na escada da piscina, meio deitado e com os braços para fora tomando sol no peito. Pedro se acomodou ao seu lado e colocou Robinho em seu colo e começou a pular com o menino em seu colo, o garoto ria e jogava água no rapaz. Carol foi ate meu esposo e também se sentou em seu colo e deitou de frente sobre o seu peito. Os dois ficaram ali, deitados juntos. Hora ou outra, Roberto acariciava os cabelos dela, suas costas, suas pernas e as vezes dava um tapa sua bundinha, os dois riam. Gregório ainda pulava com Flavinho e Tavinho do outro lado da piscina.
Sinto Vera pegando na minha mão. Olho para ela, que me diz:
– Não precisa se preocupar. Vocês serão bons pais. Veja como Roberto está com aquela menina. Com o filho de vocês será com o mesmo carinho. – Mal ela sabia que era disse que eu tinha medo. Abri outra garrafa e brindamos a criança que iria vir. Tomamos a garrafa toda e abrimos mais uma. Então, noto que Vera começa a adormecer e apaga na cadeira. Ela deveria ser tão fraca para bebida quanto eu.
Neste momento, vejo Robinho se acomoda no peito de Pedro e dormir. O homem se levanta com o garoto no colo, sua rola estava meia bomba e bem desenhada. Ele não parecia se importar de alguém ver. Gregório foi até ele, pega o filho e leva para dentro de casa. Havia pedido para ele coloca-lo no meu quarto. Fiquei observando os meninos, que foram para o lado de Pedro e ficaram lá conversando. O dia ia embora e vendo eles ali, acabei dormindo também.
Eu acordei ao lado de Vera, esposa de Gregório, em uma cadeira. Nós havíamos tomado umas cinco garrafas de cerveja e como não estávamos acostumados, acabamos pegando no sono. Não sei quanto tempo dormi, mas quando despertei não havia ninguém mais na piscina. Vera continuava em um sono profundo, então levantei meio cambaleante sob efeito do álcool que não havia passado e fui procurar por eles. Meu coração já estava na mão, pois já achava que algo estava acontecendo. Porém, encontrei todos na sala. A TV estava ligada em algum desenho, com o volume baixo. Roberto e Carol dormiam abraçados em um sofá, estavam cobertos por um lençol. Tavinho estava encolhido em uma poltrona, também dormindo e Gregório estava deitado em outro sofá, de costa para mim, mas não conseguia ver se dormia. Pedro e Flavinho estavam sentados no chão, encostados no sofá de Gregório. Eles conversavam cochichando. Meio escondido, fiquei observando a cena, pois não conseguia ouvir.
Então, vejo Flavinho se levantar e sentar no colo de Pedro, que começa a beijar sua boca, explorando todo o corpo do menino com as mão. Fiquei em choque, pois espera uma aproximação mais discreta. De repente, ouço a voz de Gregório e ele se levanta. Com medo se ser visto, corro de volta para a minha cadeira e finjo dormir. Noto que ele sai lá fora e vê se eu e Vera estamos dormindo e depois volta para dentro. Espero um pouco e volto para a sala, mas não encontro os três lá. Eles não estavam em nenhum lugar no andar de baixo. Assim, eu subo para os quartos. Procurei no meu e nada, apenas Robinho dormia lá. Eles só poderiam estar no outro quarto. Quando cheguei, notei que a porta não estava fechada totalmente. Empurrei ela lentamente e olhei para dentro. A cena que vi me deixou atônito: Flavinho estava de quatro na cama. Gregório lambia seu cu com tanta ferocidade e mordia as nádegas deixando-as vermelhas. Pedro se abaixou e deu outro beijo em Flavinho, depois se levantou e tirou a sunga. Eu dei um suspiro mudo. Era um pau lindo. Seu formato era reto e branco, devia ter uns 18cm. Não era muito grossa, mas a cabeça parecia um cogumelo grande e vermelho. Estava muito dura, apontando para o teto. Flavinho não perdeu tempo e abocanhou ela. Ele chupava com maestria, sem conseguir engolir muito além da cabeça que ocupava grande parte da boca do garoto, mas ele babava muito, tirando da boca e lambendo toda a extensão que faltava, depois lambia as bolas arrancando gemidos de Pedro.
Depois do banho de língua, vejo Gregório se levantar e retirar a sua sunga. De um mar de pelos, emergiu uma rola do mesmo tamanho da do amigo. Era circuncidado, com uma chapeleta vermelha toda exposta, abaixo da cabeça havia uma parte mais inchado que a cabeça e que ia afunilando até a base, como um taco de beisebol. Mas o saco chamava mais a atenção: era enorme, gordo e muito peludo. Não pude deixar de reconhecer que, assim como o de Pedro, era um pau muito lindo. Gregório cuspiu na cabeça e começou a forçar no cuzinho de Flavinho. Era impossível aquele garoto de 10 anos aguentar aquela rola, mas ele deu apenas um suspiro quando a cabeça passou e voltou ao seu trabalho na rola de Pedro, que olhava atônito para a cena, seu pau pulsava na boca da criança. Gregório colocava a cabeça e tirava, voltava a colocar e depois tirava. Fez isso algumas vezes, então segurou Flavinho firme, que havia parado de chupar nessa hora, e forçou mais para dentro. Eu vi a criança fechar os olhos, mas não reclamou, só gemia com sua voz infantil. Gregório foi firme ate a metade, então parou um momento e começou a bombar, a cada estocada, mais um pedaço entrava, isso demorou alguns longos minutos. Então, como mágica, Gregório encosta sua pélvis na bunda do menino. Nesse momento, a excitação daqueles homens era extrema. Pedro começou a foder a boca de Flavinho, fazendo-o engasgar a todo momento. Gregório tirava o pau até a metade e enfiava novamente, forte e firme, as vezes tirava tudo e enfiava tudo de novo. Eu achava que aquele garoto não ia aguentar. Ele muito pequeno perto daquele urso que bombava forte em um ritmo constante no seu cu infantil. Gregório segurava o tronco do menino com suas mãos enormes, se não ele com certeza teria caído. O cheiro era forte naquele lugar. Só se ouvia gemidos impossíveis de conter e o barulho de pele com pele. Eles suavam muito, as gotículas eram visíveis.
– Esta gostando filho? Eu sei que sim, seu cu já tem o formato da minha rola – Gregório disse depois de um tempo. Flavinho nem se preocupou em responder, apenas chupava Pedro como podia, pois as estocadas faziam seu corpo ficar balançando toda hora.
Nessa hora, Gregório para e tira toda a rola e solta o garoto. Ele desmorona na cama.
– Vamos mudar de posição – disse Pedro. Ele pegou Flavinho e colocou no colo do pai. Este o segurou de costas para si, levantou suas pernas e o abraçou atrás de suas cochas. O garoto ficou dobrado no meio, deixando seu cuzinho todo exposto para o outro homem. Não conseguia ver o estrago, pois a única luz que entrava era do sol poente na janela. Mas percebi quando Pedro encaixou sua chapeleta e foi entrando. Flavinho gemia e suspirava. O homem só parou quando tudo estava dentro. Então tirou tudo para fora bem rápido e enfiou com força, fez mais uma vez e voltou a enfiar de novo. Na terceira vez falou:
– Está gostando? – Flavinho confirmava com a cabeça, enquanto Pedro repetia pela quarta vez – O tio Roberto me disse que você gosta quando ele faz assim. Gosta quando eu faço também? Minha cabeça é maior que a dele, entra mais apertado – A menção do nome do meu marido me causou um desconforto. Serviu apenas para confirmar as minhas suspeitas.
– Esta bom filho? Consegue lembrar da rola dele? Ele te comeu algumas outras vezes. Era ele naquele dia que estava dormindo, lembra? – disse Gregório, enquanto mordia a orelha do filho, que revirava os olhos.
– Le..Le..Lembro… – O garoto respondeu enquanto gemia.
– Você lembra de mim? Seu cuzinho é muito gostoso. Nunca mais deixei seu pai em paz. Queria muito te comer mais vezes – Pedro já bombava firme naquele cu. Ele se inclinou e beijou o garoto, depois pegou seu pauzinho e começou a manipular. Flavinho começou a arfar e a gemer. Pedro também começou a ter alguns espasmos de tesão.
O garoto começou a tremer todo o corpo e a gemer muito, quase dando gritinhos, e se contorcer no colo do pai. Ele havia acabado de gozar. Pedro vendo isso, intensificou as bombadas, cravou sua rola fundo e gozou urrando muito. Depois que se recuperou, ele pegou Flavinho do colo do pai, que estava molinho e sem forças. Com pau ainda estava cravado fundo no garoto, começou a beija-lo enquanto se deitavam na cama. Gregório retirou a rola do amigo e expos o cuzinho do filho. Nessa hora eu pude ver. Fiquei assustando, pois estava muito aberto e vermelho. Eles arrombaram Flavinho. A porra escorria farta do cuzinho do menino. Mas também havia uma marquinha de sunga naquela bunda.
– Você é foda em Pedro. Destruiu todas pregas do meu filho com essa cabeça gigante – Comentou Gregório.
– Eu não fiz nada. Esse cuzinho já tinha perdido as pregas muito antes de eu foder ele – Respondeu o outro.
– Ata. Segura ele ai que ainda não gozei. Está tudo bem ai filhão? Só mais um pouco e o pai já acaba, ok?
O garoto de um gemido de resposta. Gregório posicionou a rola na entrada do cuzinho e foi entrando ate o final. O pai era enorme em cima do filho. Flavinho voltou a gemer e Pedro começou a beija-lo. O pai bombava forte e ritmado, as vezes tirava tudo e colocava de novo.
– Anda logo Gregório, estamos aqui a muito tempo já – disse Pedro com preocupação.
– Estou quase lá – respondeu o amigo, que começou a gemer mais alto e em uma estocada, gozou fundo no cu do filho. Era fascinante ver aquele homem enorme gozar, seu corpo suado tremia todo e seu gemidos eram intensos. Ele foi caindo de lado até que se deitou ao lado de Pedro. Olhei para Flavinho e ele estava deitado, respirando fundo. Sua bunda esta muito vermelha e podia ver a porra escorrendo do seu cu arrombado por aqueles dois marmanjos. Gregório deu um tapa na bunda do filho e perguntou se ele havia gostado. O garoto apenas levantou a cabeça e sorriu, sem forças para dizer nada. Aquela era a minha deixa para sair dali.
Fui em direção ao meu quarto sem saber o que pensar.
É isso por hoje pessoal. A historia ainda não acabou. Desculpem pelo tamanho novamente. Espero que gostem. Abraços!!

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