Os desejos do meu marido – Parte 2

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Olá pessoal. Aqui é o Jonas de novo para continuar a história que me aconteceu com o meu marido Roberto. Eu tenho 30 anos e meu esposo 43. No último conto, contei como descobri que meu esposo participava de um grupo no whatsapp de putaria com crianças. Ele havia enviado um vídeo onde comia um cuzinho infantil e uma semana eu flagrei ele dando sua rola de mamar para o filho de um amigo em um jantar que fizemos na nossa casa.
Após o jantar, eu havia decidido confrontar Roberto sobre as minhas descobertas, dizer que aquilo era absurdo e ele deveria parar. Não tinha coragem de denuncia-lo, eu o amo, não poderia fazer algo assim com ele. Mas estava disposto a tentar, e brigar se necessário. Porém, sempre adiava. Os dias foram passando e eu não conseguia tocar no assunto. Nossa vida continuava normal, ainda mantínhamos a nossa frequência de sexo, mas eu não conseguia mais aproveitar. Sempre que ele me comia, me beijava ou eu o chupava, não conseguia parar de pensar que ele enfiou aquele pau em um cuzinho infantil, que estou chupando a rola que um menino de dez anos chupa. Roberto notou e me perguntou um dia, respondi que era estresse no trabalho. Não tive coragem de tocar no assunto pela milionésima vez.
Na terça-feira seguinte ao jantar, estava em casa após o trabalho e Roberto ainda não havia chegado, quando alguém toca o interfone. Era a vizinha que morava a uma casa ao lado, já a havia visto na rua algumas vezes, mas nunca conversamos. Seu nome era Lúzia e estava acompanhada da filha de 10 anos, Carolina. Disse que havia falado com outros vizinhos e eles disseram que eu era pedagogo e poderia ajuda-la com algumas dificuldades que a menina tinha para aprender. A convidei para entrar e enquanto preparava o café, ela me contava que havia se mudado a 3 meses para aquela casa. Ela era casada com um advogado, mas ele a traia. Com o dinheiro do divórcio, ela conseguiu financiar a casa para morar com sua filha. Perguntei se a menina sentia falta do pai, ela me disse que não e nem deveria. Me incomodou um pouco a posição da mãe, afinal o cara ainda era pai da menina, mas deixei passar. Lúzia me contou que a menina tem uma dificuldade de aprender, então os professores pediram para ela buscar ajuda de um profissional, foi quando ficou sabendo de mim. Disse que gostaria de saber se não poderia fazer um acompanhamento com a menina. Olhei para a Carol. Ela era magra, um cabelo loiro todo cacheado, mas bem tímida, quase não falava. Era uma criança pequena para a idade, mas era bonita, lembrava a mãe, mas os olhos castanhos claros devem ter vindo do pai. Estava entretida com um pedaço de bolo que lhe dei e nem prestava atenção na nossa conversa. Senti um pouco de pena dela devido a história da família. Gosto muito de crianças e decidi ajudar. Lúzia disse que não poderia pagar o valor que um profissional, mas que me daria algum dinheiro. Ela precisou voltar a trabalhar depois do divórcio e como não tinha profissão, arrumou um emprego em um shopping, tendo que trabalhar no turno da noite em alguns dias e finais de semana. Disse para não se preocupar com dinheiro e que veria ela toda terça e quinta-feira às 18:30 na minha casa. Nesse momento Roberto chega. Apresento Lúzia e Carol para ele e informou o motivo da visita. Meu esposo cumprimenta a mãe e então olha para a criança. Seu olhar mudou, ficou estranho, intenso, mas achei que era coisa da minha cabeça. Roberto foi até ela e se apresentou, brincou com ela, passando a mão em seu cabelo, sorrindo, mas sempre com um olhar estranho. Eu e Lúzia ficamos olhando curiosos. Ele notou e disse que sempre quis uma filha. Para chamar a atenção de Lúzia daquela cena, contei sobre os nossos planos de adoção. A conversa durou mais uns 20 minutos, durante esse tempo, Roberto ficou entretido com Carol, brincando e rindo, ela parecia mais descontraída com ele. Meu esposo passava a mão em seus cachos, pegava a mão, fazia cócegas e em determinado momento passou a mão em suas pernas. Ele parecia incapaz de se conter, mas neguei a ideia de que ele faria algo com ela. Roberto é gay, garotos é o que ele gosta, não de meninas, portanto me convenci de que sua empolgação era de fato por ele querer ter uma filha.
Mais tarde naquele dia, quando fomos para a cama, perguntei:
– O que achou da Carol e da sua mãe?
– Uma boa menina, achei ela linda. Sobre a mãe, não sei o que dizer, mal conversei com ela. – ele respondeu.
– Lúzia é divorciada a pouco tempo, parece que o marido a traia. Comprou a casa a 3 meses. Antes de você chegar, a menina parecia bem tímida. – disse eu.
– Talvez porque você não interagiu tanto com ela. Você faz bem em ajuda-la.
– Sim. Vou fazer o que posso. Por que você nunca me disse que queria uma menina? Poderíamos ter colocado essa especificação no perfil da adoção.
– Eu sempre quis uma menina, mas se vier um menino, eu vou amar do mesmo jeito. Então, não faz diferença.
Eu assenti com a resposta. Então, eu disse:
– Se tivéssemos uma filha como a Carol, seria maravilhoso. Ela vai ficar linda quando se tornar mulher. Cabelos longos, loiros e com cachos…
– Olhos castanhos. Sua pele é branquinha e tão macia. Uma boquinha pequena, lábios finos. Meio miudinha, mas muito linda. – Roberto completou. Notei que ele enfiou a mão por de baixo da coberta e apertou o volume na cueca. Fiquei em silêncio por um momento, ele me olhou e me agarrou. Naquela noite, Roberto me comeu duas vezes. Ele meteu tão forte que quase pedi arrego. Ele me colocava de quatro, descia minha cabeça até o colchão, colocava um travesseiro em cima, montava em mim e me fodia sem parar e sem dó. Fiquei pensando se ele estaria fantasiando foder outra pessoa.
Na quinta, Carol apareceu em casa no horário combinado. Ajudei ela com alguns deveres e aproveitar para observar quais eram suas dificuldades. O problema era óbvio, ela não sabia interpretar texto, assim não entendia os enunciados das questões nem os pequenos textos passados pelos professores. Quando Roberto chegou, foi novamente brincar com ela. Colocava ela no colo, abraçava, beijava, mas nada que mostrasse outras intenções.
O final de semana passou, sem grandes ocorridos. Na terça a noite, Carol já estava em casa de novo. A ajudei com alguns deveres da escola e lemos um texto que tinha escolhido para interpretamos juntos. Quando estávamos acabando, Roberto chegou e mais uma vez foi uma festa entre os dois. Deixei eles na sala e fui para a cozinha fazer janta. Quando voltei, Carol estava no colo de Roberto mostrando o texto que havíamos lido, meu esposo estava com as mãos em baixo da mesa, pelos movimentos, notei que ele passava as mãos em suas cochas, e apertava-as enquanto conversava com ela. Anunciei que o jantar estava pronto, ele a retirou do colo e pude ver que seu vestido estava quase na cintura. Roberto se levantou, meio corcunda enquanto pegava o paletó que estava na cadeira e discretamente colocou em frente do corpo, estava na cara que ele estava escondendo o volume, falou que ia tomar banho rapidinho e saiu. Fui para a cozinha, estava quase chorando. Ele também sente desejo por meninas. Aquilo que eu não queria acreditar estava ali na minha frente. Não poderia deixar aquilo acontecer. Essa menina já tem o pai longe, mais o sofrimento de ser abusada. É de mais. Decidi que não ia mais deixar Carol sozinha com Roberto. Após o jantar, Carol foi embora. Mais uma vez não consegui conversar com meu esposo sobre as minhas descobertas, sempre que ia falar, um medo tomava conta de mim. Mesmo com os fatos, eu não queria acreditar nas coisas que estavam acontecendo.
Na quinta-feira seguinte, tive uma reunião de última hora e como era parte da diretoria, não poderia faltar. Assim, atrasei para chegar em casa. Avisei Roberto, mas esqueci de cancelar meu compromisso com Carol, devido a correria durante o dia. Eu sai 1h depois do meu horário habitual (eu saio as 18h do colégio), passei na casa da Carol para me desculpar, mas não havia ninguém lá. Achei estranho, onde essa menina estaria. Ao chegar em casa, o carro de Roberto estava na garagem, senti um incômodo. Deixei o carro mais para frente na rua e fui entrando de vagar em casa, tentando não fazer barulho, com medo do que ia encontrar. Neste momento já tinha deduzido que Carol estava em casa. Com Roberto. Sozinhos.
A cena que vi foi desconcertante. Eles estavam de costas para a entrada da sala de jantar, sentados em uma cadeira e os cadernos de Carol abertos sobre a mesa. Roberto estava sentado com a camisa aberta e Carol estava em seu colo. Sua cabeça estava encostada no peito nu de Roberto. Ela parecia vestir uma saia, que Roberto puxou até em cima, deixando suas pernas nuas expostas. Ele beijava o seu pescoço e fazia alguns movimentos com a mão. Carol soltava alguns gemidos. Eu não sabia o que fazer, fiquei paralisado vendo a cena e ouvindo os gemidos.
– Você esta gostando? – perguntou Roberto.
– S-s-sim… – Carol respondia entre gemidos.
– Gosta quando enfio assim? – Não sabia o que ele enfiava e onde, mas seus gemidos me davam uma ideia. Ela gemia mais alto em resposta. – E assim? – ela soltou um pequeno gritinhos. Roberto beijou seu pescoço, depois levou os dedos ate a boca, chupou e levou a mão de volta onde estava antes.
Com uma mão puxava ela pela cintura de encontro com o seu membro ainda dentro da calça e com a outra ele masturbava ela. Então ele sussurrou algo em seu ouvido. Ela entendeu e começou a descer de seu colo. Com medo de ser visto, me escondi atrás de um balcão. Roberto a colocou sentada e ficou de pé na sua frente. Era descomunal a diferença de tamanho daquele homem de 43 anos, com 1,85m, parrudo, parecendo um urso e com pelos e uma menina de 10 anos, pequena para a idade e bem magra. A cena tinha sua beleza, mas afastei esse pensamento da cabeça. Não podia ver beleza naquilo, mas também não sentia nojo, nem asco ou algo do tipo. Era meu marido ali na frente. Com a filha da vizinha.
Eu sentia raiva e frustração, além de medo de ser descoberto. Vi Roberto desabotoar a calça e tirar o pênis para fora. Seu pau ficava na altura do rosto de Carol.
– Pega – Disse ele. Toda tímida, ela pegou e ficou apertando. Então, ela começou a punheta-lo. Seu pau babava tanto, que parecia escorrer pelas mãos de Carol. Porém, ela simplesmente lambeu as mãos. Então, sem que ele pedisse ela começou a chupar. Apenas a cabeça cabia em sua boca, mas ela lambia todo o pau. Parecia que ela sabia fazer aquilo e muito bem, porque Roberto jogava a cabeça para trás e gemia alto. O tesão era tanto que eles nem se importavam de eu chegar e pega-los no flagra. Achava um absurdo a imprudência deles, mas não tinha forças para impedir. Só olhava tudo acontecer.
Meu esposo segurou a cabeça da menina com as duas mãos e começou a foder sua boca, enfiando ate onde dava e tirando tudo. A boca de Carol parecia um cuzinho. Quando a rola entrava, seus lábios iam juntos, envolvendo os dentes, mas quando a rola começava a sair, os lábios saiam como uma pele envolvendo o pau. Roberto urrava de tesão, ia fundo. Carol engasgou umas 3 vezes. Nesse tempo, a rola já entrava quase pela metade. A boca infantil estava esticada no máximo. Carol não se importava, babava muito, tossia um pouco, mas voltava ao trabalho sem reclamar.
Com meu esposo conduzindo tudo, Carol estava com as mãos na bucetinha e se masturbava com os olhos fechados. Após uns 10 minuto naquilo, Roberto enfia ate onde podia e goza, soltando gritos. Carol engole o que da, mas a boca não comporta uma rola e porra junto, assim, muita porra começa a sair pelas laterais. Com o pau ainda na boca e a porra pingando, Carol começa a ter espasmos, tentando gemer, mas a rola não deixava sair som nenhum. Ela havia gozado. Seus olhos estavam semiaberto e ela parecia distante. A rola pulsava muito e forte, que se Roberto não segurasse a cabeça de Carol, ela ficaria com a cabeça mexendo no ritmo da rola.
Quando ela se acalmou, Roberto tirou a rola de sua boca, deixando cair mais uma quantidade considerável de porra lá de dentro. Carol estava acabada. Seus cabelos estavam desarrumados, sua roupa suada e cheia de porra. Sua boca permanecia aberta, mesmo depois de retirar a rola e ela ofegava, como se tivesse corrido uma maratona. Roberto se abaixou e enfiou a mão na bocetinha dela, retirando outro gemido, depois levou os dedos até a boca e chupou, olhou para ela e beijou sua boca. Ele enfiava sua língua na boca dela e depois chupava a língua dela. Depois lambeu o resto da porra que ficou lambuzado em seu rosto branquinho e continuou beijando. Então, ele a pegou no colo enquanto ainda se beijavam saíram da sala de jantar, acredito que em direção ao banheiro.
Essa era a minha deixa. Sai de casa sem fazer som nenhum. Foi difícil, eu estava em estado de choque. Voltei para o meu carro. Eu achava que ia surtar. Comecei a chorar desesperadamente. Não conseguia acreditar no que vi. Aquela criança inocente com aquele homem. Era de mais. Chorei toda a minha angústia ali. Pensamentos e dúvidas explodiam na minha cabeça. Como meu marido poderia fazer algo assim, com essa criança que já sofreu tanto com o divórcio dos pais? Ou com o filho do seu melhor amigo? Nisso eu vi Carol saindo de casa e se espreitando nas pontas do pé até sua casa. Seu cabelo ainda estava bagunçado e a camiseta toda molhada, mas parecia bem e plena, como se o que aconteceu fosse corriqueiro e não tivesse consequência nenhuma para a vida dela. Sua boca estava muito vermelha, mas ela esboçava um pequeno sorriso. Porém, o que me chamou a atenção foi o cuidado que ela teve para sair de casa, vendo se não tinha ninguém na rua e indo embora com medo de encontrar alguém naquele estado.
Fiquei dentro do carro por 30 minutos entre choros, pensamentos, raiva e frustração. Roberto já havia me mandado umas 5 mensagens e me ligado umas duas vezes, mas não atendi nem respondi as mensagens. Quando me acalmei, esperei uns minutos para desfazer a cara e voltei embora. Ao entrar, Roberto notou meu estado, parecendo muito preocupado, ele pergunta o que aconteceu, mas eu estava tão esgotado e não queria brigar, então mais uma vezes usei a desculpa do estresse do trabalho. Ele veio até mim, me abraçou, me deu um beijo com gosto de creme dental e disse que me amava muito e se eu quisesse sair do emprego, ele me apoiava. Por mais que odiasse o que ele faz, eu não suportava a ideia de perde-lo. Seu cheiro me reconfortou me fazendo chorar mais um pouco. Por um momento eu me convenci de que tudo era uma mentira e ele nunca tinha tocado em nenhuma criança.
É isso gente. Mais uma vez me perdoem pelo tamanho.
Aos que querem entrar no grupo do whatsapp, eu não faço parte dele nem tenho como colocar alguém lá.
Espero que gostem do conto. Abraços!!

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